
assim que o benjamin nasceu, decidi que até que ele completasse três meses eu lhe daria de mamar na hora que ele quisesse e bem entendesse.
depois descobri que isso já tinha nome: livre demanda. bem, já que isso já tinha até um conceito era sinal de que a coisa funcionava.
depende do ponto de vista.
bem, funcionou muito bem pro benjamin ganhar peso: em 20 dias ele engordou 1,200 kg, o que é ótimo.
por outro lado, comecei a sentir o peso disso na minha vida e, conseqüentemente, na vida do filhote.
como mãe, a prioridade pra mim é sempre o filho. a gente fica em segundo plano. mas o que começou a acontecer foi que aquilo começou a me tomar tanto tempo, ainda mais com as cólicas, que comecei a perceber por que eu oscilava tanto de humor quando o assunto era cuidar do benjamin.
ele acordava, mamava, ficava com dor de barriga e ficava um tempão no colo por conta da dor. aí depois de um tempo ia pro berço, mas logo acordava desconsolado de modo que só o peito resolvia.
aliás, na minha livre demanda (que não li em lugar nenhum. meio que inventei), o peito virou solução pra praticamente tudo. chegaram a dizer que desse jeito ele só se ajeitaria com o peito (fato) e eu pensei que seria uma crueldade eu negar esse bem pra um bebê tão novo, nesse mundo tão cheio de informações e potenciais traumas.
mas logo isso virou uma bola de neve e antes mesmo dele completar um mês, pensei que talvez fosse a hora de adotar uma rotina.
e foi aí que a pediatra entrou com uma rotina que, segundo ela, em um mês estabilizaria o sono dele, especialmente à noite.
resolvi botar em prática de um jeito meio capenga.
confesso que durante a gravidez não quis ler nada que dissesse respeito a bebês ou amamentação. achava que tudo resolveria-se com a minha intuição.
realmente, algumas coisas funcionam, mas intuição de mãe é superprotetora e só quer o bem do filho. então, se via meu filho chorar, minha intuição mandava eu fazer alguma coisa pra parar. e dá-lhe peito. ok, não era bem a intuição, porque no fundo eu sabia que eu tava era estragando o menino. então fui guiada pelo sentimento.
o fato é que semana passada decidi adotar a rotina que, resumindo, consistia em um ciclo de 3 horas mais ou menos assim:
o bebê acorda, mama, arrota, troca fralda, brinca com algum móbile, brinquedo, etc ou “conversa” com a mamãe, papai, titia, vovó até começar a bocejar. aí você embala ele um pouco e antes que pegue no sono você o coloca no berço. dormiu? beleza. três horas depois de ter iniciado a primeira mamada, inicia-se tudo outra vez.
esse é o resumo. um dia eu tento escrever somente sobre a tal rotina.
daí eu comecei a tentar fazer isso. não necessariamente de 3 em 3 horas porque percebi que durante o dia ele fica mais tempo acordado e, conseqüentemente, sente fome um pouco antes de 3 horas. e também têm as tais cólicas que às vezes tomam todo o tempo entre uma mamada e outra. e adeus soneca, bate papo e todo o resto.
mas a gente tenta.
só sei que com menos de três dias, mesmo não seguindo à risca o negócio todo, benji já estava muito mais tranqüilo, menos chorão e nervoso.
aí eu estrapolei: fui com ele a um chá de bebê na sexta à noite, passeei no xópis no sábado e levei-o à igreja + casa da vovó no domingo.
e aí bau bau. o gremlin voltou a atacar.
na rua, um anjinho: uma muvuca de gente, uma barulheira sem fim e ele achando tudo aquilo normal. ficou um tempão dormindo e quando acordou foi tranquilo, sem choro nem cólicas.
em casa, o caos.
à noite ele mamou, a avó veio e tentou depois dar o tal banho relaxante antes de dormir e ele, que nunca chora no banho e sempre fica sonolento, ficou agitado, chorou, gritou. vai molhar o gremlin à noite, vai!
um chororô noite adentro, cólicas, agitação. nada de dormir.
dorme, acorda, fica ligadão.
se antes ele já estava conseguindo dormir por quatro horas seguidas à noite, naquela ele não passou de duas e meia. na segunda de manhã ele mamou 6h40 e às 8h já tava chorando novamente pra mamar. mas não era um chorinho qualquer: estava se esgoelando mesmo. nessas horas a gente tenta buscar paciência, mas fica complicado.
junte tudo isso com o calor insuportável e você tem uma segunda-feira terror em pânico.
mamou e depois de meia hora queria mamar novamente. aí dorme de cansaço e uma hora e meia depois já quer mamar de novo. não fica no berço, só no colo ou na cama. tudo é motivo pra ficar aos prantos, com direito a tremer a boca, espernear e ter lágrimas escorrendo pelo rosto.
quer saber? agora a rotina é pra valer.
acordei determinada a fazer a coisa funcionar. hora de ser linha dura. pensar em todos os cachorros de mais de 50 kg que adestrei. claro que eles não saíram pela minha vagina, graças a deus! mas serve de motivação pra saber que se eu consegui botar dobermanns, rotweillers e mastins napolitanos tão maiores que eu na linha, um mini humano de pouco mais de 50 cm e menos de 5 kg não pode ser tão difícil assim. oi.
hoje foi muito mais tranquilo ou eu consegui encontrar tranquilidade lá no fundo de minh’alma.
quer mamar em menos de 2h? ok, a gente te distrai. tenta uma brincadeira, troca a fralda, bate um papinho de tiete. com isso eu devo ganhar um tempinho. não deu certo? pega no colo, embala, faz massagem, sei lá. não deu certo ainda? tá bom, vamos pro peito que meu coração não é de ferro e agora já deram quase três horas. além do mais, cada bebê tem um apetite diferente.
tá funcionando. parece que a coisa vai começar a voltar ao normal (prova disso é este post gigante).
sei que ainda é cedo pra cantar vitória, mas é muito bom ver que a rotina não é uma punição para o bebê ou somente um jeito de fazer a mãe ter mais tempo pra ela.
a rotina traz segurança pra o neném pois torna as coisas mais previsíveis. deixa a mãe mais sossegada também (oh aleluia!), o que resulta em menos stress, mais paciência e um bebê mais calmo.
todo mundo fica feliz.
claro que eu não crio meu filho sozinho e nem em uma bolha. claro que pra estragar tudo servem os avós, o marido (que no meio da noite pega o filho pra arrotar e acaba dormindo com ele na cama por duas horas) e um monte de gente pra pegar ele no colo quando ele só quer dormir. aí a gente começa tudo novamente.
e eu prometo pegar um pouquinho mais leve e quebrar a rotina com no máximo um só passeio por fim de semana. por enquanto.
e a gente torce pra cenas como essa tornarem-se mais frequentes:



1. Descobrir que o bebê conforto é CONFORTO só para os bebês.
2. Desenvolver uma capacidade gigantesca de fazer coisas com uma mão só. Já posso ser motorista de zebrinha*, na verdade esta deve ser a primeira pergunta que fazem para um canditado a condutor de zebrinha.
3. Ser office boy de bebê – “pega ali a fralda” “pega pra mim o remedio” “pega água pra mim” “tem como você ir fazendo tal coisa”
4. Não conseguir dormir TOTALMENTE, fico sempre no modo alerta.
5. É ser mijado, cagado e vomitado por alguém e não sentir/ter nojo.
Em tempo:
Eu e Luíza fomos na nova pediatra do Benji. De inicio já digo que gostei muito. Ela me incluiu na conversa e até me perguntou coisas sobre o nenem. O mais engraçado é que a secretária (mt simpatica) lia/lê nosso blog! Confesso que fico meio envergonhado quando alguém chega e diz: Ahh eu li lá no blog e tal, mas tudo bem, faz parte né?
*Em Brasília, existe um serviço de micro-ônibus, que é chamado de “zebrinha“, cujo preço é de R$2,00, mais rápido com e trajetos convenientes. Não existe cobrador, o motorista dirige e te dá o troco ao mesmo tempo.
hoje o benjamin completa um mês de vida.
pode-se dizer que muita coisa mudou nesse tempinho:
enquanto isso, a mamãe:
e o papai:

enfim chegou o dia tão esperado (especialmente por mim): o que benjamin e tov encontraram-se pela primeira vez!
pra quem não sabe, o tov passou quatro semanas na casa do meu cunhado desde o nascimento do benjamin e só retornou ao lar ontem.
como presente de quatro semanas de vida, benji ganhou um irmãozinho peludo.
como muitas pessoas ficaram curiosas a respeito deste encontro, vou contar como foi e tentar resumir algumas coisas que fizemos para que tudo corresse bem. o hilan já falou algumas coisas aqui antes. então vou contar só da prática.
assim que tov chegou à casa, o benjamin estava tirando um cochilo na nossa cama. sendo assim, deixei que o tov entrasse no espacinho do benben e cheirasse o bercinho, a lata de lixo (cheia de fraldas) e o cesto de roupas sujas.
fiz isso porque sei que o cão identifica muito mais cheiros que imagens, então achei uma boa ele sentir alguns cheirinhos característicos como golfadas, cocôs e xixis.
nada muito curioso e ele voltou para a sala, quando o bebê começou a chorar. aí o dog correu até onde podia (ele não entra no nosso quarto) e ficou ali paradinho, orelha em pé e super alerta àquele barulhinho novo. fui até a cama e o tov deu uma escapadinha e subiu no pé da cama, mas logo mandei-o de volta para o local dele.
depois de um tempo, peguei o benjamin no colo e fui até a sala. lá me sentei e deixei o tov cheirar o pezinho dele. ele nem deu muita bola. olhou e saiu. não como quem faz drama, mas como quem acha aquilo natural. chamei-o e brinquei um pouquinho com ele. ele olhou o bebê e continuou tranqüilo.
quando fui trocar a fralda, dei a suja pra que meu marido apresentasse-a ao dog, que cheirou e até lambeu o conteúdo (você pode até achar isso nojento, mas para treinar um cachorro é necessário pensar como um cachorro).
mais tarde fui dar de mamar e decidi fazê-lo no sofá da sala. tão logo eu sentei, o tov já veio pra perto.
depois da mamada, deixei o tov cheirar a mãozinha e a parte de trás da cabeça e dessa vez ele fez a maior festa. tanta festa que ele se empolgou e lambeu não só a mão quanto a orelha do benjamin, que reagiu com uma careta.
atenção, puristas e hiper higiênicos de plantão: eu lavei o bebê depois, obrigada pelo palpite!
e daqui pra frente tudo tem corrido bem.
tenho tentado incluir o tov ao máximo em tudo. não o enxoto quando estou com o bebê no colo e se quero um pouco de privacidade, vou para o quarto. do contrário, passei a fazer mais coisas na sala: se antes as mamadas eram feitas unicamente na minha cama, agora eu intercalo com o sofá. enquanto troco as fraldas ou estou à beira do berço, o tov fica ali pertinho, de preferência deitado em cima do meu pé.
quando o benjamin está calmo e no meu colo, volta e meia eu agacho perto do tov para ele cheirá-lo e retribuo o ato com um carinho.
claro que sempre lembro de lavar as mãos após manipular o cachorro, mas mais cedo ou mais tarde vou esquecer disso e o benjamin vai desenvolver super anticorpos.
e pra provar a veracidade dos fatos, aí vai um vídeo dos meus dois filhotes:
fofos, né?
mais fotos deste encontro no flickr:

gente, o post anterior rendeu ótimos comentários.
e como foram todos bastante pertinentes e alguns um tanto quanto consoladores (e também devido à falta de tempo), resolvi agradecer geral por aqui.
é realmente ótimo saber que não é só comigo que acontecem esses sentimentos tão antagônicos.
como disse a paloma varón, acho que é pouco serem só dois lados da moeda.
acho que tá mais praqueles dados de rpg com um milhão de faces.
a todas as mães que já passaram e passam por isso: obrigada pela força!
a todas as futuras mamães: força! o amor sempre supera tudo!
sempre vale a pena!
e como o comentário da mariana perri foi a salvação para muitas de nós, ele vai virar o post de hoje.
obrigada, mariana! agora eu tenho certeza (antes era só suspeita) de que as cólicas do benji são intestinais + gases, muitos gases. menos mal né?
aí vai:
Antes de mais nada, entender o que é cada uma, né?
A famosa cólica do Recém Nascido não tem nada a ver com dor de barriga… ninguém sabe muito bem explicar o que é, mas tudo indica que é uma imaturidade do sistema nervoso (daí passar, milagrosamente, por volta do 3o mês…). O que rola, segundo os estudos mais modernos, é que o excesso de informação (e, para alguém que até agora só conhecia o escurinho e o quentinho da barriga TUDO e QUALQUER COISA é excesso de informação!) faria o sistema nervoso entrar em intensa atividade e meio que entrar em curto circuito. O resultado final da coisa é que o bebê tem fortes espasmos musculares, especialmente na região abdominal (justamente o que causa a confusão toda), e NADA parece aliviar. Não adianta entupir o bebê de Luftal e outros remédios, não funciona! A cólica do Recém nascido tem um traço muito peculiar, acontece todo dia (pelo menos 4 vezes por semana), por volta do mesmo horário. Dura algumas horas (normalmente coisa de 2 a 3 horas) SEM PARAR e como que por milagre, PASSA! Aí o bebê vai dormir todo lindinho e maravilhoso e a paz volta a reinar, até o dia seguinte.
Não tem remédio, não tem milagre… mas tem como melhorar a coisa um pouquinho. Como o problema é excesso de informação, o grande lance é diminuir a quantidade de informações apresentadas… Rotina é uma boa forma de fazer essas cólicas virem com mais suavidade (o que não quer dizer que não virão!). Tentar manter o mesmo ritmo das coisas e na mesma ordem, não necessariamente o mesmo horário. Mas quanto mais o bebê puder “prever” o que vem depois, menos ele tem que processar o efeito surpresa e ansiedade… ele já sabe que depois do banho morninho virá um delicioso carinho ou massagem, depois uma roupinha gostosa e um peito maravilhoso… não precisa ficar tentando saber o que vem depois.
E, na hora que a cólica aparecer, o ideal é ir para um lugar escuro, tirar a camisa e a roupinha do baby (se tiver frio, tire a roupinha dele e coloque ele por dentro da tua camisa, o importante é o contato de pele entre mãe/bebê – ah… pode ser pai/bebê também, desde que seja com MUITA tranquilidade e que não seja só quando você já está na irritação). Vá para um quarto escuro, quanto mais escuro melhor (conheço quem já se trancou no closet!rs). Sente-se (ou mesmo fique de pé), mas não se movimente muito, apenas faça um suave movimento de balanço para frente e para trás, ou dê leves passadas pelo quarto. Não fale, apenas faça o som de shhhh bem pertinho do ouvido dele e bem baixinho…. O peito pode até ajudar, mas, ele vai acabar associando a calma com o peito e aí o papai acaba ficando totalmente fora da cena, e aí nem quando você estiver MORTA ele conseguirá te substituir…
Se o problema forem só gases (cólica intestinal), essas cólicas virão nos horários mais variados, inclusive no meio da noite. E o choro passará cada vez que ele soltar um pum. O choro vem em ondas, e, geralmente o bebê se contrairá para a frente (na cólica do recem nascido o mais comum é o bebê arquear a coluna!). E, mais importante, a barriguinha ficará endurecidinha e estufadinha. Luftal ajuda nesse caso, MAS, meu pediatra era contra e eu também fui, acho que o bebê precisa aprender a soltar o pum, senão vai ficar sempre meio que “dependente” do remédio. Sugar no peito, quando a cólica é por gases, ajuda MUITO, o movimento de sucção e deglutição estimula o movimento peristáltico e o pum acaba saindo! Mas, cuidado, não fique dando de hora em hora porque o primeiro leite pode aumentar os gases… se for dar o peito com frequência, na primeira mamada espaçada dê o peito desde o início, mas nos intervalos menores de 3 horas, ordenhe um pouquinho do leite antes de oferecer o peito ( o primeiro leite não precisa ser oferecido em intervalos de menos de 3 horas!)… Massagens também ajudam MUITO. Recomendo o livro “O Toque nos Bebês” que ensina muitas técnicas bem legais.
É isso… aprendi na marra… Alice nunca teve cólica de recem nascido, mas, em compensação era a rainha dos gases, e era péssima de cama (boa notícia para o pai no futuro, péssima para mim naquele momento!).
E, a pausa de filho é FUNDAMENTAL… são aqueles 30 minutos que você deixa na mão de alguém de confiança, pede para tirar de perto de você (porque vamos combinar que não adianta ficar com o bebê, mas perto, porque o som do bebê não deixa nenhuma mãe relaxar, né?), aí aproveita para tomar aquele banho tira craca total, com direito a shampoo e condicionador como gente! Vai ao banheiro com calma (porque, na boa, a coisa que mãe de recem nascido mais faz é ficar segurando até aqueles 20 minutos quando ela finalmente consegue botar o bebê no berço e até ele acordar de novo!), e ninguém fala nisso, porque, afinal, ir ao banheiro, ao que tudo indica, é supérfluo!
Aproveita para deitar na frente da TV ou sentar na frente do computador, ou pegar um BOM livro que não fale de arrotos e mamadas e ninadas!
Em 30 a 40 minutos você se sentirá renovada e pronta para curtir até o chorinho do seu filhote…
Ser mãe não é só flores, mas esquecem de nos contar os detalhes mais sofridos, né? “

tenho vivenciado os dois lados da moeda da maternidade. e eu que pensava que tinha um lado só.
quando engravidei achava que seria um amor eterno e chegava até a ficar um pouco horrorizada com mães que às vezes queriam tirar uma folga dos filhos.
começou com a barriga, mas até aí era a pança, não o conteúdo.
e agora, com nem um mês de filho, eu já estou conhecendo o lado b da história.
como o hilan já disse, benji atacou nas cólicas. e aí é um deus nos acuda.
por conta da dor, ele fica enjoado pra tudo. quando a dor some, some o diabo também e chega o anjinho daquelas duas primeiras semanas de vida.
como dizem que a primeira impressão é a que fica, continuo achando que o benjamin é o bebê mais bonzinho do mundo, que me deixa fazer tudo e que essa é apenas uma fase que há de passar e ele vai voltar à sua paz e tranquilidade.
mas por enquanto estamos em pé de guerra.
durante a noite ele até que dorme bem. uma noite dessas só acordou às 5h da manhã, mamou, arrotou e dormiu de novo, às 5h35. e eu fiquei feliz da vida.
mas durante o dia é sempre a mesma saga previsível: acorda umas 8h (ufa!), mama e fica ligadão. passa a manhã inteira assim. só consigo tomar café a partir das 10h, às vezes 11h da manhã, isso porque têm vezes que ele gruda no peito e não sai nunca mais. pode ficar mais de uma hora assim numa boa.
aí ele tira um cochilo, acorda e a saga continua.
passo o dia inteiro em função dele e ai de mim se resolver arrumar alguma coisa: no fim do dia a casa fica bem mais bagunçada que no começo, visto que ele sempre resolve chorar quando estou fazendo alguma coisa no mínimo relevante.
chega um momento em que a irritação dele me irrita e eu vou perdendo a paciência. quando o marido chega dá vontade de deixar os dois juntos e sumir do planeta terra.
mas depois ele mama, toma banho e vai dormir um soninho gostoso, todo cheiroso e limpinho.
aí bate uma saudade do meu filhote e dá vontade de pegá-lo no colo, acordá-lo e ficar grudadinha com ele.
vai entender.
e de onde saíram essas caretas tem muito, muito mais!
ps: só agora to entendendo essa história de estar sem tempo pra postar por causa do bebê.
mil perdões pela ausência, especialmente pelos comentários não respondidos
Benjamin é um ser chorante. Neologismo?
Principalmente agora que as cólicas começaram. Ele chora de fome, chora quando sente dor, chora para fazer cocô e para peidar, as vezes é só um mini chorinho, parecido com um pandinha filhote.
Ele não gosta de ser incomodado e quem gosta, né?
A dica do papai é: Se não tem certeza do que está causando o choro, lave bem suas mãos e depois ofereça o dedinho para o bebê chupar. Essa é uma técnica bem melhor do que a famosa “toma que o filho é seu” direto para o colo da mãe. Lembre-se só de dobrar o dedinho, para que sua unha não machuque a boca da criança. Se o bebê começar a chupar seu dedo desesperadamente, é sinal de que é fome. Se começar a morder seu dedo, podem ser as gengivas incomodando.
Ontem ele chupou meu dedo por 20 minutos seguidos, dando uma folguinha para a Luíza.
Em tempo: Estou com os braços roxos, ele me deu vários chupões! (eu gostei)