29 de outubro

Eu e ele

por hilan diener

amo.

categorias: amor, benjamin

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outubro

A nova moda é: olheiras

por hilan diener

Tem acontecido direto. Primeiro é oi, tudo bem? e o Benjamin e tal? e depois vem: MELDELS que olheiras são estas?

Acontece com vc? Olheira é o novo nude! charme de pai de primeira viagem.

categorias: pai feito

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27 de outubro

vida nova, roupa nova

por luíza diener

gravidez é o tal negócio: por uns meses você adquire um corpo que – queira deus – você nunca mais terá, ao menos que planeje outro filho. por conta do novo corpo, novas roupas são necessárias. mas, queira deus, esse é um corpo provisório, o que torna tais roupas provisórias também.

nessa época, passear em certas lojas pode tornar-se quase um masoquismo, a não ser que você se contente com roupas que duram tão pouco.
eu via algumas roupas e pensava: “queria tê-las por um longo tempo no meu armário, mas agora não dá. vou ter que deixar pra depois”.

então, o depois chegou. o bebê nasceu, eu emagreci um bocado e minhas antigas roupas já cabem praticamente todas, exceto aquelas que marcam a barriguinha ainda flácida. de resto, até a tal calça jeans que perdi com menos de três meses de gravidez já voltou à ativa.
acontece que enjoei forte do guarda roupa antigo. até parece bobagem. só que quando eu digo antigo é antigo mesmo, o que inclui roupas de dez anos pra trás.
tenho uma sandália de 98 que deixou de ser moda, voltou e já tá saindo de moda outra vez.

vestir tais roupas fazem-me lembrar de uma velha luíza. não que eu não goste dela, mas é que não tem mais a ver. algumas delas eu usava ainda adolescente. outras estão furadas, encardidas, sem botão ou são simplesmente ultrapassadas e eu só fui me tocar mesmo quando, depois de uns meses sem uso, tirei-as da mala e fiquei me perguntando como eu tinha coragem de usar alguns daqueles trapos velhos.

entendam: não sou daquelas pessoas extremamente consumistas. não compro por impulso só porque estava na promoção ou porque a facilidade de pagamento era irrecusável. não parcelo e raramente uso cartão de crédito. compra mesmo só à vista, porque só gasto o que tenho e quando realmente é necessário. podem perguntar ao marido. quem controla os gastos desenfreados sempre sou eu.

mas agora estou decidida a juntar uma boa grana e reverter parte do meu dinheiro em um guarda roupa novo. tenho dito.

categorias: eu gestante

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26 de outubro

Pai bom e pai mau

por hilan diener

Parabéns você salvou sua filha:

Parabéns você vai ter que pagar 5 anos de terapia para seus filhos:

categorias: pai feito, um pouco de humor

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25 de outubro

luto pelo théo

por luíza diener

estou sem palavras

vivoesinto.blogspot.com

categorias: questões

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22 de outubro

2 meses de benjamin

por luíza diener

hoje nosso benjamois completa dois meses de vida!
é tão pouco tempo, mas tanta coisa muda em dois meses…
nosso rapaz já está gorducho, granducho e espertucho.
aos dois meses ele já:

  • dá tímidos sorrisos aos mais festeiros, especialmente papai e mamãe. mas também já sorriu pra vovó, pra titia, pra faxineira e pra amiga da mamãe;
  • concentra-se seriamente em certos objetos, especialmente os de grande contraste, preto e branco ou coloridos;
  • está mais de 10 centímetros maior que quando nasceu: 57,5 cm;
  • está mais de 2 kg mais gordo que quando saiu do hospital: 5,100 kg;
  • está clareando a pele (a icterícia deu adeus de vez), os cabelos e os olhos. dizem (e torcem) por aí que ele será loiro dos olhos azuis, para deleite das garotas e pra pagar a língua da mamãe (de novo). mas isso é uma coisa que só o tempo dirá;
  • emite sons fofos como é é é, ah ah ah, ai (esse ele fala sempre) e outras coisas que atribuímos significado como coelho, ocitocina, muleke, hilan, etc;
  • aprendeu quando é hora de dormir e luta ferrenhamente contra ela;
  • perdeu a maioria dos bodies e macacões, enquanto que todos os casacos, camisetas e calças continuam servindo. agora os bodies são de tamanho 3 a 6 meses (que dão certinho no comprimento, mas ficam grandes na largura), enquanto várias calças rn continuam grandes.
  • vai à rua, ao parque, ao shopping, ao mercado, ao salão e vários outros lugares sem quase dar trabalho. mas o melhor é que agora ele continua bonzinho quando volta pra casa.

parabéns, meu fofúrio! te amo cada dia mais!

e mais fotos do benjamoca aqui:

flickr

categorias: benjamin, mês 0-3

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20 de outubro

chupeta: pagando a língua

por luíza diener

se tinham duas coisas que eu sempre disse que meu filho não usaria seriam chupeta e mamadeira. achava totalmente dispensáveis.
sei lá, às vezes eu tenho uma veia meio natureba-exagerada que grita em mim.
até que vem a realidade e faz um monte de pré-conceitos e paradigmas tombarem.

quantos de vocês já acharam certas coisas lindas e maravilhosas até descobrirem na prática que aquilo era um trambolho quase que inútil? que nem bichinho de pelúcia: é lindo até você ganhar um gigante que ocupa sua cama inteira e logo fica velho, empoeirado e você não vê a hora de livrar-se dele e dar praquela sua sobrinha remelenta. ou espremedor elétrico de suco de laranja, que só é legal se você tem alguém pra lavá-lo depois.

também tem o contrário: lavar roupa é mais prático na máquina que à mão, email chega mais rápido que carta e a probabilidade de você encontrar uma pessoa no celular é muito maior que no telefone fixo.

com isso não to querendo dizer que chupeta é o último avanço tecnológico e que não usá-la seja um trambolho, mas quero ilustrar que às vezes idealizamos certas coisas que não são exatamente como imaginávamos.

certos bebês não precisam de chupeta. para outros, ela pode ser um auxílio.
não é à toa que em inglês ela chama-se pacifier, porque realmente traz uma paz pra geral.

e foi ao perceber que em certas situações o benjamin só acalmava com sua própria mão (que ele já achou) ou com o tal dedinho, que decidimos tentar a chupeta ocasionalmente.
até porque é mais fácil tirar a chupeta que arrancar fora o dedo do filho.

compramos, então, um bico e o alívio tem sido tão grande que eu pensei “porque não arrumei um treco desses antes?”. pra minha sorte ele não pede o bico o tempo inteiro. ele é uma ferramenta e não um acessório indispensável.
quando ele quer mamar muito tempo antes do horário e começa a chorar, chupeta.
quando as cólicas estão muito fortes e ele só quer peito, chupeta.
quando dormir vira uma saga e nada mais acalma a fera, chupeta.
isso se ele aceitar.
nunca socamos o bico na boca dele. eu o passo ao redor dos lábios e o deixo procurar. se ele procura, é sinal de que quer. aí eu tento colocar na boca. se ele começa a sugar eu seguro um pouquinho, sem apertar (porque primeiro ele suga como quem vai mamar e a chupeta acaba pulando) e quando vejo que ele pegou, solto.
às vezes ele chupa só pra acalmar e depois cospe. em outras, ele fica com ela até dormir.
quando eu vejo que dormiu de fato, tiro ela da boca, porque senão ele acorda chorando quando o bico cai. tirando antes disso e ficando por perto pra supervisionar o sono fica bem mais tranquilo.

a chupeta tem sido fator indispensável na independência da livre demanda totally full e na implementação da rotina.

e antes que perguntem, a resposta é não. a chupeta não mudou a pega do benjamin durante a mamada e não alterou a mamada pro mal. pelo contrário: ele tem usado menos o peito como consolo pra tudo e agora tem mamado por muito mais tempo.

confesso que fiquei com vergonha de tocar no assunto e demorei umas três semanas pra revelar este segredo assim, em público. até parece que quem chupa chupeta escondido sou eu.
mas agora falo mesmo. é um acessório que descobrimos juntos e que pretendo tirar tão logo as temíveis cólicas acabem.

porque eu acho que – depois do amor – a matéria prima que compõe uma mãe é a contradição.
e fim.

categorias: benjamin, educação, erros comuns, mês 0-3, questões

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19 de outubro

cantoria sem nexo

por luíza diener

música nunca foi muito o meu forte. quem acompanha meu blog desde a gravidez deve ter lido o tal post que eu dizia achar megas invasivo colocar música pro bebê ouvir.
exceto por uma determinada época da adolescência, a trilha sonora da minha vida sempre costumou tocar no mute.

mas acontece que quando você tem um bebezinho 24h ao seu lado, descobre que muitas vezes ele precisa de distração. e foi assim que timidamente comecei a cantarolar um nanana pra lá, hmm hmm hmm pra cá e aos poucos a cantoria começou a ganhar forma e letra.
apesar de às vezes aproveitar a melodia do “nana neném” para compor uma nova letra, ou adaptar a canção pra ficar mais curta, eu curto mesmo são as músicas comuns (leia-se não bebezísticas).

tem música bonitinha como “fico assim sem você” (que, convenhamos, era considerada tosca quando cantada por claudinho e buchecha mas tornou-se fofa na voz de adriana calcanhoto) e claro que eu gosto especialmente de cantar a parte “amor sem beijinho” ou “neném sem chupeta”.
também tem chico buarque: “acorda amor! que eu tive um pesadelo agora”, tem luan santana: “você é raio de saudade, meteoro da paixão (…) ah como é bom poder te amar” e até asa de águia: “você é o amor que eu sempre quis, vem pra mim; coisinha sensual me despertou fazendo assim” e tantas outras que incluam a palavra “amor” ou o verbo “amar” no meio.

um dia desses eu tava cantarolando pro benjamin e só me toquei da falta de nexo quando vi meu marido rindo da minha cara, pois eu entoava com toda a seriedade o funk da minha (pré)adolescência: “amoor queria que você me desse uma solução para não perder você”.

outras faixas que não podem faltar na minha play-ben-list são jingles de campanha política – quase todos eles, independente da minha (des)opção – e temas de novelas e seriados.

isso sem falar nas paródias nonsenses à lá bebê romance, que geralmente envolvem temas como cocô, pum e mamar. nos dias de paixão eu parodio a gaga: “você é o que mais importa na vida para mim; vivo um bebê romance”. na hora do cocô tem o funk “força, força, força no cocozão” e quando é a vez de mamar eu já anuncio com a canção “mama, mama, na mama da mama” (a mesma melodia serve pra hora de dormir, mas aí é só nana, nana, nana nana nana).

e não para por aí. são tantas as músicas que eu nem me lembro de todas.
mas acho que é assim mesmo. quando a gente vira mãe, vira também multi habilidades.
repentista com certeza é uma delas. tenho certeza de que não só comigo, mas com a maioria das mamães que aqui me lêem ou não.

e você? o que já inventou pro seu(sua) filhote(a) ou qual a música mais absurda que você já se viu cantando pra ele(a)?

categorias: Tags:, , , benjamin, mães extraterrestres

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18 de outubro

tô apaixonada

por luíza diener

e isso não é nem metade da fofura

categorias: benjamin, mês 0-3

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15 de outubro

Parabéns! É um menino!

por hilan diener

:) Bom final de semana!

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