
quando eu tinha nove anos aprendi na escola sobre os sistemas reprodutores masculino e feminino.
fiquei fascinada por finalmente saber a verdade sobre de onde vêm e por onde saem os bebês.
na época eu tinha um amigo, o dudu, que era o meu melhor amigo. acontece que eu estava uma série adiante dele. ou seja, ele não sabia necas (literalmente) sobre o assunto.
eu chegava empolgada da escola e perguntava: “dudu, você tem ovários?”.
ele me olhava com aquela cara de desconfiado e desentendido, como quem esperava uma dica minha para saber o que responder.
eu, gaiata, completava: “eu não sei você, mas eu tenho ovários”.
ele caía no meu truque e prontamente respondia: “tenho, claro que tenho”.
e eu morria de rir.
depois de outra aula de ciências eu abordava meu amigo-vítima outra vez: “dudu, você tem próstata? eu não tenho”.
e ele: “não, não tenho não” e eu ganhava o dia sacaneando meu amiguinho.
nisso eu, no auge dos meus nove anos, jurava que sabia tudo sobre sexo e reprodução.
até o dia em que eu caí na besteira resolvi conversar sobre o assunto com minha mãe.
conta ela que eu rodeei, rodeei, até que ela disse:
- você quer saber se eu e seu pai transamos? – palavras dela, tá? porque eu acho transar uma palavra horrível.
e eu, me achando:
- ah, sim, eu sei que vocês tiveram que transar pra gente (eu e minhas irmãs) nascer, mas vocês não fazem mais isso… né?? (tenso)
e minha mãe, a sinceridade em pessoa:
- olha, filha, a gente não fez sexo só pra ter filho (distorci o diálogo porque transar é cafona). a gente continua fazendo sexo.
juro. naquele momento meu mundo desabou. meus pais não podiam fazer sexo. fiquei indignada:
- não! vocês não podem! promete pra mim que vocês nunca mais vão fazer sexo?
- não, filha, eu não posso prometer isso a você. mas posso prometer que hoje nós não vamos fazer.
o sangue ferveu:
- então eu vou costurar o seu pijama pro papai não conseguir fazer sexo com você! eu vou lá na cozinha, pegar uma faca, cortar o pinto do meu pai e vocês nunca mais vão fazer isso!
conta a minha mãe que na hora ela precisou se controlar pra não rir e tentar entender o meu lado.
agora imagine você: uma criança, um cotoco desses, chegar cheia de questões e, por fim, ameaças. se o benjamin me saísse com uma dessas eu não sei se me aguentaria.
pra minha mãe a história terminou por aí.
pra mim, era só o começo da maluquice.
desde então – até os meus pais se separarem, seis anos depois – eu nunca mais dormi direito.
pra mim eu precisava ser a primeira a dormir e acordar somente no dia seguinte.
meu maior medo era meus pais acharem que eu estava dormindo e decidirem fazer sexo ali, debaixo do mesmo teto que eu, no quarto logo ao lado.
mas a verdade é que eu realmente não conseguia dormir até ter absoluta certeza de que os dois estavam dormindo. vestidos.
por várias vezes, ao perceber que eles iam para o quarto, eu ia na ponta do pé e encostava o ouvido na porta, a fim de me assegurar de que eu poderia dormir tranquila.
graças a deus eu nunca ouvi nada.
e mais graças ainda por não ter arrancado o dito cujo na faca. do contrário, não existiriam mais essas duas belezinhas:



ontem eu estava viajando (na maionese) em casa com o marido, aproveitando que o benjamin dormiu por duas horas seguidas e ficamos à toa. nisso acabamos por ver um stand up do marco luque. não achei lá sensacional, até porque, sei lá, não é muito o forte do cara.
mas deu pra dar umas risadas, como na parte em que ele fala sobre casamento e, depois, sobre filhos.
aí eu fiquei pensando quando ele mencionou aquilo que sempre falam de como a nossa vida muda completamente com estes dois grandes eventos na vida de um homem ou mulher. eu pensava que não, que era exagero. mas hoje vejo que é fato.
ansiei pelos dois (casamento e filhos) e sabia que teria que tomar algumas providências ao mergulhar nessas novas experiências . umas concretizaram-se, outras tantas não.
por exemplo, é normal – especialmente ao descobrir a primeira gravidez – querer arrumar um (ou outro) carro, procurar por um apartamento a venda (no nosso caso um maior, visto que morávamos em um apertamento de um quarto), ir atrás de móveis pro quartinho do bebê, roupinhas, etc, etc.
foi ao mesmo tempo empolgante e desgastante não somente preparar os eventos de casamento e chá de bebê (sempre estresso com eventos), mas eu achava simplesmente o máximo entrar em lojas de decoração e ver – em um espaço de 4 anos – móveis pra gente e pro pequeno, imaginar e idealizar como seria nossa futura vida.
no fim, não adquirimos nem metade dos bens que planejamos.
a maneira como imaginamos nosso futuro em parte veio a ser realidade, em parte foi completamente diferente do que pensamos e muita água ainda vai rolar debaixo dessa ponte.
quando falam “sua vida vai mudar completamente”, dá-se a entender que a partir dali é o fim de uma vida que se teve.
não digo que é o fim. nem o começo (acho muito clichê falar isso). é uma nova etapa.
poxa, eu vivi 21 anos até me casar. 25 até ter o primeiro filho (começou cedo, ein, mãezinha?). óbvio que as coisas vão mudar, né? mas ainda tenho mais tanto tempo pra viver – se essa vida de meu deus me permitir – que nem tenho tanto parâmetro assim.
hoje, pensando e pensando (doeu não), entendi que antes eu achava que quando falavam que nossa vida mudava pra sempre, tratava-se da minha pessoa.
mas vi que o que muda mesmo é a vida, a rotina, o jeito de levar as coisas.
claro que também muda meu jeito de ver tantas outras, de colocar-me mais no lugar dos outros e – espero – tornar-me uma pessoa melhor.
mas percebo que em geral sou a mesma luíza desde que me entendo por gente. aliás, é esse meu baby-toco-de-gente que tem me feito despertar coisas antigas e o melhor de mim que já havia (pensava eu assim) adormecido há algum tempo.
Florian Schmucker e Paul Ripke fizeram um ensaio fotográfico bizarro com pais e filhos. usando o photoshop e muito trabalho, conseguiram um resultado bastante inusitado. corpo do filho com a cabeça do pai, e vice-versa. O ensaio se chama Kindsköpfe (“Adultos” em alemão).
dez meses se passaram desde que o meu novo amor nasceu.
o último mês que foi o mais intenso de todos. o mais difícil, mas o mais cheio de conquistas também.
passei um mês inteiro cuidando de bebê doente, indo e voltando de médico, bebê oscilando de humor / temperamento / estado de saúde.
foi também o mês que mais cresci como mãe.
as novidades dos 9 meses não são poucas. recomendo que você vá à geladeira, pegue um suquinho, faça uma pipoquinha e senta, que lá vem história:

niversário do benjoqueiro tá chegando. chegando assim, né? faltam 2 meses e tal, mas quem é mãe de primeira viagem e quer preparar a festinha de 1 ano, tem que fazer tudo com antecedência.
então pra mim o aniversário já é amanhã.
e aí que a coisa mais complicada é fazer a lista de convidados.
primeiro, porque sempre vai faltar alguém.
segundo, porque pretendo fazer no salão de festas do meu prédio, que cabe pouquíssimas pessoas.
terceiro, porque eu tenho medo dos presentes.
pensei, repensei e me agoniei porque queria desenvolver os dois primeiros argumentos, mas meu foco hoje é o terceiro.
os presentes. ah, os presentes!
obviamente não vou chamar ou deixar de chamar alguém por causa de presente, tá?
na verdade, como eu já disse, to morreeeendo de medo dos presentes que eu posso ganhar.
como meus posts sempre começam imaginários e pouquíssimos vão para o papel (ou melhor, para a tela), eu comentei deste com o marido e ele falou “as pessoas vão achar que você é enjoada”.
mas tá. eu SOU enjoada. não tem nada pra pensar. vocês já podem concluir: “a luíza é mesmo uma enjoada de carteirinha” e espalhar pra deus e o mundo, porque isso é um fato imutável.
MORRO DE PAVOR de ganhar presentes que eu não gostaria que meu filho tivesse. especialmente se alguém o der diretamente para ele.
porque o protocolo de educação das festinhas infantis é que os presentes venham devidamente etiquetados, embalados e fiquem todos em um cantinho pra depois serem abertos. e nisso eu posso esconder alguns que forem fora da faixa etária dele (pra dar depois) ou que eu julgar inadequado (ou de mal gosto mesmo).
e pra não continuar a enrolação, vou logo abrir o verbo e destrinchar tópico por tópico a lista negra dos presentes de aniversário de um ano do benjamin. neste caso, para mim, seria uma lista de despresentes:
DVDs
ok, não sou completamente contra dvds. o negócio já vai começar polêmico, mas aqui em casa benjamin não assiste dvd, muito menos tv.
aí você pode argumentar “ah, é porque você não viu o sossego que a tv te dá. coloca ele pra assistir a galinha pintadinha e blá blá blá” e tudo daí pra frente vai soar mesmo pra mim como um grande blá blá blá. porque eu desligo o botão e minha mente vai lá pra uma praia deserta do nordeste com muito sol e água de coco, enquanto você tenta me convencer que a galinha pintadinha é a melhor babá que um bebê pode ter.
pro meu discurso não soar como um grande blábláblá pra vocês também, nem vou dizer os pontos negativos (pra não dizer perigos) de uma criança com menos de 2 anos assistir tv. caso se interesse, pai google tá aí pra isso.
e até tem aquela coleção teoricamente educativa do baby einstein, baby newton, baby stephen hawking, baby edward norton, baby boom e sei lá mais o que, que é lindo e hipnotizante, mas pra mim também não cola.
eu tenho uma amiga linda, fofa, querida, que tem uma filhinha que é o amor ao cubo. as duas amam o benjamin e uma vez, em uma visita à minha casa, ela trouxe um dvd de um desses baby genious. eu agradeci, senti-me honrada, mas delicadamente disse “você sabe que o benjamin não assiste tv, né?” e guardei o dvd junto com os outros.
pra não dizer que ele está embalado até hoje, uma vez a aurora, minha sobrinha de 4 anos, veio aqui em casa e assistiu o dvd inteiro duas vezes, popotizada.
também pra não dizer que ele não assiste nadica de nada, tem um vídeo que ele adora, que é o clipe do jack johnson com o george, o curioso. ah, meu filho! ele é apaixonado nessa coisa! assiste o clipe todinho e não sabe se gosta mais do macaco ou do jack (a íntima, tá?). ele sabe a hora que começa e a hora que termina. mas se passa o clipe inteiro vidrado e de boca aberta, no segundo que termina ele já solta um som qualquer, avisando que terminou. mas também, o máximo que ele consegue ver são duas vezes seguidas e eu também não insisto pra que seja mais que isso.
outro dia, um amigo do hilan disse na maior boa vontade “de aniversário eu vou dar pro benjamin o dvd do patati patatá”. meu marido quase caiu para trás e também teve a cara de pau de dizer que ele desperdiçaria seu dinheiro.
gente, eu tenho HORROR a patati patatá. essas duas palavrinhas me causam arrepios, calafrios e acho que assistir a um dvd inteiro daqueles dois trequinhos me causariam convulsões múltiplas, choque anafilático e falência de todos os órgãos. morta na br 116.
primeiro porque eu o-dei-o palhaço.
segundo porque eles são os palhaços mais horrorosos, bizarros e exagerados que eu já vi na minha vida.
terceiro porque aquilo ali não é música, aquilo ali não é cenário e o que são aquelas crianças, pelamordedeus? as bichinhas tão ali com uma cara de que foram abduzidas do conforto de seus lares e de repente apareceram naquele lugar medonho com roupas coloridas e trequinhos no cabelo.
quarto porque, pra mim, aquilo ali é lavagem cerebral. só te falar patati patatá já me vem a musiquinha “vem brincar com patatiiii, vem dançar com patatataaaaaa” ou “se você quer sorriiiir é com patati. se você quer brincar, é com patatá”.
qualquer artefato desses demônios palhaços não passa nem pela porta da minha casa. e se passar vou ter que benzer minha casa, fazer uma defumação, ungir com óleo e jogar sal grosso na porta e nas janelas. claro, depois de ter queimado tudo deles.
meu cunhado disse que um dia o patati patatá(cover) foi à escolinha do meu sobrinho pra fazer show e, claro, vender dvd. ele, serumano sensato de 3 anos de idade, não quis ir.
mas sério. se meu filho fosse de um colégio que trouxesse patati patatá, eu tirava ele da escolinha sem nem pensar duas vezes. falo seríssimo. mal gosto chegou, parou e fez morada. se fosse pra ele ficar sem escola por conta disso, homeschooling djá.
to escrevendo aqui e ficando nervosa. vamos mudar de assunto e ir pro próximo tópico dos despresentes.
brinquedos acima da faixa etária
apesar de que, pra mim, isso é mais que óbvio, tem gente que insiste em comprar um brinquedo fora da faixa etária pros filhos, sobrinhos, parentes.
tá. uma coisa é dar pra um bebê de 12 meses um brinquedo de 18 meses. outra é dar um brinquedo todo escalafobético cheio de luzes, sons, hiperestímulos e peças pequenas onde, na caixa, está bem clara a indicação: acima de 4 anos. e nem precisaria ter, né?
se existe uma recomendação de idade, com certeza houve pesquisas e educadores por trás disso (ou tento acreditar assim). eu sou extremamente cricrizíssima sheldoniana com essas coisas.
acho que nem preciso desenvolver mais o assunto né? next!
brinquedos autobrincantes
uma coisa é o brinquedo ter uma luzinha, música e coisa e tal.
outra é ele ser tão completo e complexo que nem dá à criança a opção de usar um tico de imaginação ou fazer um mínimo de esforço pra coisa funcionar.
não chega a ser dinheiro desperdiçado, mas com certeza eu tiro a pilha.
e pra eu não ser linchada de vez e o povo dizer que se depender de mim meu filho só vai assistir os animais soltos na floresta, escutar o som das águas na cachoeira e brincar com plantas, flores, pedrinhas e o que a mãe natureza oferecer, vou fazer aqui a lista branca do que é permitido e muito bem vindo aqui em casa:
CDs de bom gosto
porque meu ouvido não é penico. e também eu não aguento mais ouvir o cd música de brinquedo, do pato fu, todosantodia.
eu adoro os cds do palavra cantada. todos. são de melodias fáceis, ricas e as letras são inteligentes. na verdade, como não sou muito antenada no mundo da música, não conheço muitos cds atuais para bebês.
mas eu ouvia muito as músicas do toquinho, os cds da arca de noé, do vinícius de moraes, os saltimbancos, do chico (e quem não se sente íntimo de chico buarque?) e adorava.
por incrível que pareça, depois de escrever este post, conversei com uns amigos que deram essas mesmas recomendações.
lista branca neles!
outros que eu não conheço, mas já foram altamente recomendados pela paloma varón – pessoa em quem eu ponho a minha mão no fogo quando o assunto é cultura infantil – são:
aqui um post da paloma dando dicas de cds.
e se você também tiver alguma dica, me conta, tá?
livrinhos
óbvio que seguindo a recomendação de idade.
benjoca ADORA livros e tudo o que é feito de papel. o problema é que ele gosta de comer, então tem que ser livros de folha dura, que ele rói mas não engole.
engraçado que, pra ele, os feito de tecido ou plástico não têm a mesma graça.
dos de papel, ele é encantado pela série toque e descubra, da publifolha. ele adora livrinho com textura. desses ele só tem o dos cãezinhos e gatinhos e não pode ver o pelo dos bichos que vai com o indicador pequenininho e fica mexendo pra lá e pra cá. depois vai tudo pra boca.
um livro qualquer o entretém por muito mais tempo que qualquer outro brinquedo por aqui.
to muito querendo montar uma biblioteca baby aqui em casa.
brinquedos educativos
educativos de verdade. de preferência sem pilha..
blocos de montar, brinquedos de empilhar, encaixar, desmontar, derrubar, babar e morder.
pra ser bem sincera eu não morro de fazer questão.
mas já cheguei à conclusão que certos brinquedos (especialmente os portáteis) são a salvação em um longo passeio de carro ou em situações em que ele tem que ficar confinado em um carrinho ou cadeirão (restaurantes sempre me atormentam).
mas em geral, se ele faz barulho (mesmo que quando batido contra alguma coisa), já tá valendo. se rolar, deslizar, escorregar, então, melhor ainda.
roupas
lembra quando você era criança e vinha aquela tia com um pacotão de presente acompanhado daquela frase “abre. tenho certeza que você vai adorar!”. o embrulho enchia os olhos, mas era só apalpar e sentir aquele pacote fofinho que já batia o desânimo: é roupa.
mas com bebês é diferente. eles não sabem discernir embrulhos, não se frustram com a densidade do presente e pra falar a verdade, o que interessa pra eles é se o pacote é colorido, brilhante e barulhento.
a essa altura do campeonato eu já assumo: o presente é pra mim, não pra ele. pelo menos por enquanto.
de um mês pro outro ele deu um estirão e foi direto pra roupinhas tamanho 1 ano. a depender da marca, tamanho 2. a grávida luíza leu que não era pra estocar um milhão de roupas. passou o verão, chegou o inverno e eu esqueci de acumular vestimentas pro meu pequeno anão.
preciso lavar roupas dele todo dia sem falta, ou ele fica sem calça pra engatinhar nessa casa fria de meu deus.
* * *
não pensem que eu me inflo toda, bato no peito e encho a boca pra falar isso.
ser exigente não é lá muito legal.
mas pelo menos é legal ter um blog e poder escrever todas essas porcarias aqui. ahahahahahhah!
* * *
n.p. (nota posterior): só quero deixar claro que não sou contra presentear ou ser presenteado e que sei que, mais cedo ou mais tarde, o benjamin terá autonomia pra ter seu próprio gosto. não to dizendo que ele NUNCA assistirá um dvd, quer seja da tal galinha ou dos tais palhaços ou qualquer outro. é só que há hora para tudo.
assim como seria absurdo dar papinha com pedaços a um bebê recém nascido, isso logo passa a ser rotineiro na vida de um bebê maior, que por sua vez não vai comer uma feijoada, por exemplo, caso tenha pais sensatos.
cabe a mim, como mãe, ensinar ao meu filho o que eu acho correto e também – por que não – dar uma forcinha para que ele tenha um gosto que eu julgo ser bom.
pode deixar que mais tarde ele com certeza será influenciado pelos amigos e todo esse meu esforço parecerá vão. mas fica lá a semente plantada.
a maternidade é linda, maravilhosa, tchurururu e eu ainda planejo ter mais dois filhos.
mas estaria mentindo se não assumisse que sinto falta:
beijo nas linda
ps: não to conseguindo passar as fotos novas pro pc. então fiquem com esse gif velho:

já denunciei que é uma mulher.
a ganhadora foi: Kássia de Sousa Resende
parabéns, kássia! entrarei em contato com você, que tem uma semana para responder o email.
caso isso não ocorra, um novo sorteio será realizado.
umbeijo
oi! tenho que confessar um miniorgulho besta de pai. todo mundo que nos encontra – luíza, ben e eu – solta a máxima: É A CARA DO PAI. aí eu penso: “tá vendo! eu disse desde o começo que ele parecia comigo”. sinceramente ainda não consigo enteder porque isso me deixa, sei lá, orgulhoso, satisfeito. mas a sensação é divina, como Deus no éden – quando viu que era bom ter criado adão à sua imagem e semelhança. que fique claro que não quero me comparar a Deus, mas o sentimento é o mesmo! é muito bom!
pagando pecados
mas nem tudo são flores. existem outras coisas que o benjoca parece comigo como, por exemplo, ser sentimental ou dramático demais. sempre ouvi minha mãe e minha esposa falando que eu era chiliquento. agora vejo meu filho xerocando minha pior faceta.
sentiu o drama né?
beatles e paternidade
dia desses estava lendo este livro, que ganhei de aniversário, e li que o ringo, baterista dos beatles, tinha fé no talento do filho, mas preferia que ele se tornasse um médico ou advogado. sinto um pouco disso com o benjamin. parece que algo me diz que ele terá uma veia artistíca, mas no fundo acho que prefiro que ele seja outra coisa. no fundo não quero que ele seja um publicitário. será que, como o ringo, estou frustado com minha profissão? certeza.
por falar em beatles, você consegue dizer de quem são filhos os rapazes acima? é a cara ou não é? e quanto ao filho do ringo, o que ele anda fazendo?
filho de peixe, peixinho é. né, gente?