29 de abril

algo está mudado

por luíza diener

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não sei. tem alguma coisa me incomodando. e quando algo me incomoda eu me permito sair um pouco de mim para talvez nunca mais voltar, ou pra voltar, pegar somente o que é essencial e partir pro novo.
lembro-me da última vez que isso aconteceu de forma significativa. foi há quase cinco anos. vasculhei, vasculhei e encontrei um post de 13 de maio de 2009, quando eu decidi enfrentar minhas ideias pré concebidas e permitir-me conhecer o diferente. experimentar o novo. eu sabia lá no fundo que tinha alguma coisa diferente.
e agora é assim. algo já mudou.

qualquer pessoa mais atenta a um ou outro post no blog consegue notar que eu prezo por uma criação mais livre, no sentido de deixar a criança ser criança. deixa brincar na terra, andar descalça, deixa ela se aventurar, experimentar o novo. deixa ela longe daquilo que já está prontinho para que possa criar por conta própria. deixa.
o que eu chamo de brincadeira freestyle ou, pra ficar mais bonitinho, o brincar livre, sempre foi prática constante por aqui. mas de repente, notei que uma boa parte de mim ainda estava segurando. alguma coisa não se sentia segura, queria agarrar ali, a ponta da blusa, pra ele brincar “livre”, mas ainda preso a mim.

lembro-me de uma cena do desenho do peter pan, ali no começo do filme, onde as crianças começavam a voar. era delicioso ver a sensação deles, era como se eu pudesse fazer aquilo também. mas a cadela deles, a nana, tentava ir atrás, tentava, tentava, mas não conseguia voar. quando finalmente o bebezinho jogava o pó da sininho na nana, ela começava a voar, mas ficava para trás porque estava com uma corda amarrada ao pescoço. as crianças partiam para a terra do nunca, um lugar lúdico e cheio de fantasia, enquanto nana continuava latindo, presa à cinzenta londres. a aventura se desenrola e eu nem lembro o que acontecia a nana, porque não era importante para a trama.
essa cena nunca me saiu da mente:

assistindo tantos anos depois percebi como, por mais que cuide e zele pelos meus filhos, muitas vezes eu sou nana. eles lá, voando, e eu aqui, amarrada. até querendo voar, até voando, mas presa a uma corda que eu não rompo. o menininho do filme, em sua inocência, ainda a chama, mas ela apenas dá adeus.
também vi um pouco de benjamin em nana. no caso dele é diferente. eu seria a corda que o segura.

foi assim: teve uma comemoração de páscoa na escola do benjoca. eu estava toda receosa porque eles passaram bem umas duas semanas cantando música de coelhinho, contando história de coelhinho. cada dia era uma coisa diferente e eu fiquei com medo do meu filho ser tomado por aquela faceta capitalista e consumista que todas as festas comemorativas se tornaram. aos poucos fui me entregando, a contragosto, sabendo racionalmente que eu precisaria abrir mão de alguns ideias para que ele pudesse se encaixar em alguns termos basicamente sociais. afinal, nunca quis criar filhos alienados, mas conscientes.
chegou o dia da tal festa e até uma barra de chocolate sem leite eu mandei na mochila dele, já que naquele dia todos ganhariam chocolate. detalhe: ele nunca tinha comido chocolate puro. só começou a comer – no bolo – quando completou 3 anos.
na hora da saída lá estava eu para buscá-lo, mas a porta da sala continuava fechada. finalmente a professora abriu e nos convidou para entrar na salinha deles. as crianças estavam animadíssimas! algum coleguinha me chamou para ver, a professora reforçou o convite e lá fomos nós para a parte de fora da salinha, na varanda. tinha umas pegadas marrons, como se viessem do jardim e iam para dentro da sala. as pegadas continuavam até a mesa, que estava cheia de coelhos de pelúcia, mas nem atentei para a mesa. eu só conseguia enxergar as patinhas no chão e a animação dos pequenos. deveria ter uns cinco deles falando ao mesmo tempo que o coelho tinha passado lá, que tinha vindo do jardim, trazido ovinhos da páscoa.
gente, não sei explicar. naquela hora parece que mudou um botão dentro de mim e eu entrei totalmente na deles: “um coelho? jura? e ele trouxe alguma coisa para você?”
na visão da antiga luíza eu diria “que horror!” porque eu sempre fui aquela que lutava quando perguntavam pro benjamin “o que o papai noel vai trazer para você este ano?” e eu, assim que a pessoa saía, explicava pra ele que papai noel não existia, que era uma fantasia e blá blá blá.
então, pra mim, me deixar mergulhar no imaginário deles foi uma entrega completa. confesso que quase consegui enxergar com meus próprios olhos aquela criatura de olhos vermelhos e pelos branquinhos. aquela alegria me inundou, me invadiu totalmente.

voltei para casa ouvindo histórias de coelho que benjamin contava no carro. ele estava fantasiado de coelho, com nariz e bigode de coelho pintados no rosto mas, por algum motivo bobo, eu não tirei foto dele quando cheguei em casa.
à noite, enquanto dormia, ele falava coisas sobre coelhos e ovos. só que ao invés daquilo me deixar incomodada, eu me alegrei.

ainda no mesmo dia eu estava lendo um blog de uma mãe cujo filho estuda em escola waldorf e, pelo visto, ela é apaixonada pela pedagogia/filosofia antroposófica. li alguns textos e caí em um que ela falava sobre a importância da fantasia na primeira infância.
já li algumas coisas sobre antroposofia e escola waldorf e até faço parte de grupos sobre o assunto, ma sempre bati de frente com essa parte (com essa e algumas outras). me incomodava demais aquilo de fadas, duendes, anjos e não sei mais o quê.
fui lendo texto atrás de texto e me incomodando ainda mais, desta vez não com a pedagogia, mas comigo mesma.
eu, que sempre me julguei uma mãe do balacobaco, me vi extremamente confrontada com algumas atitudes que tinha em relação ao meu filho.

pra ser mais clara, sempre estimulei a brincadeira, a imaginação, mas exagerei nos estímulos, mesmo sabendo que talvez aquilo não fosse propriamente necessário. sabe quando alguém que você conhece vira, de uma hora para outra, fã de academia? aposto que você conhece alguém assim, ou um amigo de um amigo seu. de repente ele passa a malhar todo dia, a mudar sua alimentação, a mudar seus hábitos e rotinas por conta disso e, em muitos casos, só conseguem se relacionar com pessoas que vivem aquilo também.
não digo que seja em 100% dos casos, mas percebo que muitas vezes a pessoa fica viciada em ver os resultados e aquilo a estimula a continuar dia após dia.
assim fui eu (ainda sou um pouco, confesso), com benjamin.
ah, meu primogênito amado! como você tem sido o meu cobaia nessa minha curta vida de mãe!
sempre que escrevo os posts de desenvolvimento da constança, volto para comparar com os do benjamin e fico impressionada: meu deus, o benjamin fez praticamente tudo antes dela! ele falou mais cedo, engatinhou mais cedo, era super desenvolvido pra idade dele se comparado à irmã. então notei que eu estimulava ele o tempo inteiro: estimulava a rolar e a bater palma. ensinava as palavras e repetia mil vezes para ele aprender. lia livro com ele bem antes dele sequer conseguir firmar a cabeça por conta própria. cantava músicas o dia inteiro. enfim, era uma professorinha de plantão 24h por dia, 7 dias por semana.
com constança já foi uma coisa mais relaxada. eu converso muito com ela, faço uma ou outra gracinha mas, em boa parte, ou ela está no meu colo enquanto eu faço outras coisas, ou no chão, vasculhando o que estiver ao seu redor. ela arrisca falar alguma palavra mas depois volta pro seu eventual tatata tetete. nem engatinhar engatinha: se arrasta com a barriga no chão. ficar em pé? nessa idade benjamin ficava em pé sem apoio. ela não consegue nem segurar num móvel e subir por conta própria. e mais, tem criança nessa idade que, além de andar já tá praticamente correndo.
não, não acho que tenha alguma coisa errada com minha filha. pelo contrário, revendo hoje acho que estimulei demais meu pequeno. eu sinceramente não sei o que eu estava querendo provar ou para quem eu estava querendo provar aquilo que nem sabia que queria provar.

e aí ele foi crescendo e cada vez mais entrando no universo da fantasia. claro, não exatamente como eu gostaria, porque meninos são bombardeados constantemente com essa história de heróis, que continua a me deixar agoniada, mas não como outrora.

é curioso analisar meu ceticismo. sou aquele tipo de mãe que tenta explicar pra criança por que devemos evitar o consumo exagerado, o desperdício, que devemos salvar o planeta, que alguns animais estão em extinção. já falei pra ele que ele pode cair e morrer, já me peguei contando várias histórias nuas e cruas não porque queria botar medo nele (sou totalmente contra essa forma de “educar”), mas porque eu gosto da realidade e ponto final.
o antagônico é que eu acredito com todas as minhas forças em Deus, Jesus, histórias como adão e eva, arca de noé, sansão, daniel na cova dos leões, jonas na barriga do peixe. acredito em anjos e forças espirituais que vão além daquilo que a gente pode enxergar. assim, numa fé onde a dúvida, se porventura passar por perto, não chega nem a fazer cosquinha e já vai embora sem demora.
mesmo assim me vi, vez após vez, segurando a imaginação livre, leve e solta do meu filho, querendo dar explicações matemáticas e científicas para uma criança de 3 anos de idade como se estivéssemos num episódio de the big bang theory.

pra completar, fui assistir os croods enquanto os pequenos dormiam. totalmente a contragosto, somente seguindo a sugestão do marido. afinal, eu vivo no mundo das crianças o dia inteiro. à noite eu mereço ver algo adulto.
marido dormiu e no final das contas tava só eu assistindo e quase chorando em várias cenas. não sei nem dizer exatamente o que foi que me incomodou mas, quando o filme terminou, somei a esses outros episódios e percebi que, por mais que eu esteja cercada por esse mundo infantil, me tornei completamente uma adulta. das chatas.

ou seja, eu tenho tentado trazer o benjamin pro meu mundo adulto, ao invés de me deixar participar do mundo infantil dele. faço isso toda vez que racionalizo as coisas e essa tem sido a minha atitude mais frequente. chega me dá uma dor no coração, porque eu sempre prometi a mim mesma que não permitiria que isso acontecesse comigo.
não pode fazer espada porque estimula a violência. não pode cantar atirei o pau no gato porque vai querer maltratar os animais. e por aí vai.

um dia estava ele brincando com o primo de “beber cerveja”. eles pegavam um copo com água, bebiam, falavam que era cerveja e caíam na gargalhada. comentei com minha irmã e ela lembrou que, quando éramos crianças, fazíamos a mesma coisa, só que com guaraná. surpresa: eu não virei alcoólatra!
é, minha gente, o mundo politicamente correto é chato demais! e eu estou inclusa nele. em algumas coisas eu relaxo, em outras eu sou ainda muito pior. tendo a beirar o radicalismo. tenho consciência disso. aí quando me pego transformando tudo em regras e não-podes me policio pra ver o que realmente vale a pena proibir e no que devo relaxar.

uma vez minha amiga tati falou uma frase que nunca mais me saiu da cabeça: a gente precisa escolher nossas batalhas.
é isso. onde esteve esse conselho a minha vida inteira? eu sou do tipo que quer lutar todas as guerras, batalhar por absolutamente tudo. obviamente isso cansa, desgasta, acaba ‘ca raça de qualquer serumano.
desse dia em diante isso virou um lema de vida, quase um mantra. toda vez que me vejo querendo abraçar todas as causas, lutar contra o sistema inteiro e ficar dando murro em ponta de faca (essa expressão quem me ensinou foi hilan), reflito e escolho só algumas batalhas. o resto deixo de lado, porque a vida precisa de leveza também.

alguma coisa já mudou, outras vão precisar de um looongo processo de autodisciplina pra que eu não volte ao antigo hábito de querer controlar o mundo inteiro.
mas quero cada vez mais entender que sempre meus filhos terão coisas novas para me ensinar, muito mais do que eu tenho a ensinar a eles. quero deixar esse ser estressado de lado e aprender com as delícias de ser criança. permitir a eles e a mim que o lúdico e a fantasia nos ensinem a voardescansar em Deus e saber que ele, mais que ninguém, nos alivia. porque ele é manso e humilde de coração; seu jugo é suave e seu fardo é leve.

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categorias: desenvolvimento do bb, educação, erros comuns

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38 Comments »

  1. Verdade, também acho saudável ensinar aos pequenos as verdades para não serem alienados, mas como você disse, não podemos prender a imaginação deles. São crianças… Eu acreditava em papai noel, quando mais velha fiquei sabendo deforma carinhosa que papai Noel era meu pai, Enfim, não me causou espanto, foi natural com o tempo. Acho que as crianças precisam ter esse universo de iimaginação, sem exageros, e sem muita apologia a atividades consumistas..

    Comentário by thais — abril 29, 2014 @ 11:02 am

  2. Luiza, muito boa sua reflexão. Pensei nisso outro dia, quando meu filho começou a falar, de maneira muito leve, sobre religião. Eu, que sou ateia, e o pai, q é brasileiro e acredita em tudo, mas sem seguir uma religião específica, temos visões diferentes. O pai às vezes o leva a uma igreja na frente de casa, mostra as imagens, conversa com o padre, q é muito gente boa, segundo ele. Eu não. Pensei em proibir, mas relaxei. Por enquanto, para o Davi, aquilo faz parte do mundo fantasia e, um dia, quando for maior, explico pra ele a minha visão de mundo e o pai certamente explicará a dele. Por enquanto, ele diz q a porta da igreja é grande para que o papai do céu possa entrar (e ele acha q o papai do céu é o cristo redentor, de onde podemos ver da nossa rua). E q esse papai do céu solta raio pela mão e às vezes faz chover. Eu não ensinei isso e nem o pai. Não sei de onde ele pegou, acho q de alguém na escola. Mas achei melhor deixar quieto e não me meter muito nas fantasias da cabecinha dele. O dia chegará quando poderemos ter uma conversa adulta sobre o assunto.

    🙂

    bju grande!

    Comentário by Liza — abril 29, 2014 @ 11:20 am

  3. perfeito Luiza, perfeito!!

    Comentário by Priscila Manchenho — abril 29, 2014 @ 11:32 am

  4. Ahhh.
    Como sempre sua sinceridade frente a sua parte carne e osso, tirando a capa de super mãe ( que te enfiaram a força ou as vezes você mesma a vestiu, não importa) essa sinceridade é que me cativa e estou certa é a que faz você tão mãe! mãe de mão cheia . <3 gratidão por essa lição.

    Sim, a mundo das crianças é lindo e tem que ser lúdico, tem pelo simples fato dessa fantasia ensinar e desenvolver o corpinho emocional dando base para o cérebro se desenvolver de maneira saudável e assim eles terem essa consciência que tanto sonhamos ,
    Enquanto isso vamos deixa-los sonhar sem teorias, sonhar sem o politicamente correto ( ainda que usamos de nosso bússola interior ), existem maneiras realmente benéficas de estimulo, a batalha pelo não sexismo, pelo não consumismo etcetc deve continuar, mas sabe como eles aprendem? Nos vendo.

    Grande beijos

    Comentário by Augusta — abril 29, 2014 @ 11:44 am

  5. Augusta, vim escrever exatamente o que você escreveu! Perfeito, tanto a análise do estímulo ao lúdico das crianças quanto ao lado [super] mãe humana da Luiza.
    Luiza, que forte esse texto! Repensei várias coisas minhas, opiniões do meu período pré-mãe, e postura agora que tenho minha filha de 1 ano e meio. Mas que bom que temos a chance de aprender, amadurecer, crescer. Buscar o equilíbrio entre o educar, preparar nossos filhos para a vida, e o permitir a eles serem crianças, desenvolverem seu "corpinho emocional".
    Beijos pras duas

    Comentário by giselleramos — abril 29, 2014 @ 3:22 pm

  6. me enfiam a capa à força às vees, mas em outras eu forcei a barra pra vesti-la também 😉

    É verdade que a fantasia ajuda a criança a faer parte desse mundo que, infelizmente é tão adulto. Chega de tantas teorias, né? A gente escolhe algumas batalhas e vamos nessa sermos felizes!

    Beijos, lindona!

    Comentário by luíza diener — maio 1, 2014 @ 10:20 pm

  7. Luiza achei ótimo o post. Tenho dois filhos e realmente nos vemos muito duros tentando gessar a criança na nossa realidade, mas o gostoso é quando conseguimos nos inserir na irrealidade deles, nas fantasias que eles constroem. Assim que meu primeiro filho nasceu me imaginei como uma mãe muito pedagógica, que estimula o filho no seu desenvolvimento e aprendizado, MAS me vi sem ter como estimulá-lo da forma utópica que queria. Resultado: fiquei frustrada, tendo horas de querer abrir mão de todas as pedagogias que julgava excelentes para meu filho…enfim, tadinho! Teve que encarar mta coisa meu primeiro. Na minha segundinha que ainda está com 2 meses, quero me cobrar menos, estar mais livre para aproveitar com os dois estes momentos que não voltam. Então, optei pela leveza, pela maternidade sem grandes utopias, porque na real, o que é bom é estar presente para eles com muito amor no coração. Obg pelo post, me ajudou a reafirmar o que estava no meu coração de mãe. bjs

    Comentário by Luciana Lima — abril 29, 2014 @ 11:57 am

  8. Obrigada Luiza, muito obrigada, por me fazer pensar junto.

    Curioso que eu sou totalmente “do outro lado”; sempre acreditei no ficcional, difícil mesmo é me provar que algo é mais real do que a ficção. A coisa é tão obcecada na minha cabeça que virou até tese de mestrado, e depois, coisa da mãe que prefere comprar o macaquinho roxo, ao invés do marrom, sabe? Mas essa de lutar todas as batalhas, essa acho que me salvou por hoje. E por um bom tempo.

    Comentário by Aryana — abril 29, 2014 @ 12:40 pm

  9. criança que é criança inventa. e deve inventar mesmo. nao acho que isso seja alienação. cada coisa a seu tempo. se o benjamim começar a falar de coelhinho com 11 anos, bom, aí sim voce TALVEZ deva se preocupar. mas por enquanto? relaxa. querer que uma criança seja precoce em tudo, pra mim, nao é bacana. brinquei de boneca barbie até os 13 anos. serio! enquanto algumas colegas ja iam pra balada. nem por isso virei uma atrasada. bem pelo contrario. fui a primeira a casar, ter filhos.. cada criança tem sua necessidade, seu tempo. Por isso que as vezes me irrito com algumas coisas das redes sociais. alguns assuntos são tão desnecessários, tao irreais pra nossa cultura que chega a ser cômico!

    Comentário by Juliana — abril 29, 2014 @ 1:12 pm

  10. Leio todos os seus posts e por eles acho seu filho um menino sensacional, criativo, inteligente, amável. Isso porque você e seu marido o tem educado da melhor maneira. Penso que as mães sempre vão achar que estão errando em algo, porque afinal ninguém nos ensina como educar e mais do que isso, ninguém tem a fórmula certa, a medida exata do quanto estão exigindo ou flexibilizando demais. Acertando ou errando ao final o que importa é o ser humano que estamos criando, quais os valores fundamentais estamos passando, eu acho…

    Comentário by Andreia — abril 29, 2014 @ 2:40 pm

  11. Querida Luisa!
    A natureza arranja um jeito, não se esqueça… Meu segundinho tem quase a idade da sansa e já quer andar, eu não acho que estou superestimulando ele, acho que a natureza dá seu jeto… Você é uma ótima mãe, e graças a Deus não é perfeita! não se culpe por ter errado com o benjoca, apenas mude o que vc acha que está errado. A Sansa assim como o benjoca e como meus dois filhos vai andar, falar, correr, no tempo dela e só dela, e é isso que precisamos entender, Eu errei DEMAIS com meu primogênito, afinal como disse a mafalda nos graduamos no mesmo dia eu e ele, faz parte do meu aprendizado como mãe e do dele como filho, o principal é sempre se permitir a mudança e isso você faz muito bem
    Te adoro de montão, e rezo por vc toda noite, beijo grande!
    Teve uma coisa que uma amiga me ensinou e eu prezo muito até hoje: Se o que eu estou fazendo agora vai fazer diferença quando ele tiver 18 anos, se sim, continuo, senão desencano… Beijo

    Comentário by Barbara Janaina — abril 29, 2014 @ 3:36 pm

  12. Luíza, comecei a ler o teu blog muito por acaso, por enquanto, sou uma desejante e pelo visto vou passar mais alguns longos anos sendo desejante… Comecei a ler os teus posts muito bem escritos, por sinal e me chamou a atenção a tua forma de pensar e querer apresentar o mundo aos teus filhos, me cativou muito! Foi aí então que comecei a ler o teu blog desde o início hehe parei lá pelo nascimento do benjamin (e pretendo continuar vindo até os dias atuais) e nossa, em comparação aos teus posts atuais tu me transparece ter mudado MUITO! E acho muito bacana isso da tua parte e acho que mudar é muito válido, mesmo que pra pior que gera aprendizado ou pra melhor, que com certeza veio do aprendizado teu ou de outras pessoas, mas como é bom mudar! E coicidentemente hoje tu posta sobre mudanças hehe Admiro o teu jeito de criar os filhos, de ser mãe! Quero te parabenizar por se dar conta desses pequenos detalhes e tu serve de inspiração p mim, p daqui ha alguns anos eu possa ser uma mãe como tu! Abraço grande em ti e na família

    Comentário by Marjane — abril 29, 2014 @ 3:45 pm

  13. Post muito bom, na verdade todos nós mudamos em algum momento, isso chama-se amadurecimento e humildade!!! Parabéns, Deus abençoe sua família:)

    Comentário by Sibele — abril 29, 2014 @ 7:24 pm

  14. Luiza, eu estava/estou sentindo isso.E as vezes eu me angustio também querendo mudar o mundo diante das minhas opiniões.
    Muitas coisas eu defendo veementemente como AME durante os 6 primeiros meses, parto natural(tive uma cesárea a contra gosto),e tantas outras coisas relacionadas a maternidade. Fico com um nó na garganta quando ouço/leio que fulana não amamentou porque não teve leite/era fraco, ou que deixa o bebê chorar no berço pra aprender.
    Eu sempre dizia que ele não ia acreditar em coelho da páscoa, papai noel, duendes e fadas. Porque eles não existem,ora!Eu vou sempre falar a verdade!
    Mas o pastor da minha igreja (presbiteriana), disse algo muito válido num culto: "como é que eu digo ao meu filho que bruxa(e outros) não existem porque ele não os vê, e digo a ele que Deus existe mesmo que ele não o veja? É importante a criança fantasiar, acreditar também naquilo que não se vê, a fé é isso."
    Depois ele elucidou a respeito da hora de explicar a diferença entre ambos e claro, falar a verdade.Eu não sei se fui bem clara, mas a explicação dele foi sensacional,e eu acabei por deixar fluir. Ele tem 1 ano agora e eu não pretendo mais tolir toda e qualquer manifestação fantasiosa da parte dele. Como pedagoga sei da importância do lúdico e da imaginação no desenvolvimento cognitivo da criança. E apoio!

    Comentário by Lulliane Lucena — abril 29, 2014 @ 7:38 pm

  15. Novamente a Luiza foi lá na minha mente e pegou todas as minhas ideias/concepções/ neuras. Eu já estou aprendendo a relaxar quanto a algumas questões, mas não e fácil, é muito difícil, cansativo mesmo. Mas pode acreditar que tudo fica, cada ensinamento, cada valor passado… E quando eles querem usar a imaginação, eles usam mesmo. Eu estava nessa birra com bonecas estilo comerciais – Barbies, monster highs e Polly- graças a minha chatice, no aniversário de 3 anos da Alice, ela ganhou somente 1 Barbie e 1 Polly com uma mini casinha… Aquilo foi o presente mais legal para ela e que, três meses depois Alice brinca por muito tempo, ela amaaaaa. Depois desse episódio consegui entender que nós precisamos desses toques da vida. Fiquei feliz porque até hoje ela não pede nada da Polly, ela está feliz e realizada com aquela casinha e eu, que sou uma mãe chata nem penso em comprar a coleção inteira da boneca. Estamos bem assim, obrigada! Sempre chamo meu marido para ler os teus posts e pergunto: quem escreveu? E ele: acho que foi tu. Rsrsrsr

    Comentário by Diva de Morais — abril 29, 2014 @ 11:08 pm

  16. O grande barato do seu blog, que leio post a post, é que aqui encontro um resumo das reflexões que faço deitada, antes de dormir. Tenho pensando muito sobre essa questão de fantasia, inclusive já conversei com outras pessoas sobre o assunto. Minha filha de três anos viaja imaginando que pode ser uma sereia e vivi olhando na janela do seu quarto porque acha que nosso vizinho pode ser o Papai Noel. Isso me deixava apavorada, mas estou repensando… Ela é tão feliz nesse mundinho de sonhos!

    Comentário by Sâmia — abril 29, 2014 @ 11:17 pm

  17. Sem palavras. Parece que tirou um peso enorme das minhas costas, não que eu fosse como você, mas me culpava por não ser assim, como você. Me faltava criatividade, ânimo e me perguntava aonde estava errando. Demorou um pouco pra eu perceber que existe diferentes tipos de mães, diferentes formas de amor, e que eu não era uma mãe ruim. Não quero uma maternidade de cobranças, de regras. Quero uma maternidade, uma vida com meu filho mais leve, mais eu e ele sem ficar pensando o que deveria fazer diferente. E dessa forma a culpa já não me tormenta tanto. Esse post caiu como uma luva, era o que eu precisa ouvir, era a confirmação que eu precisava. Obrigada por acalmar o meu coração!

    Comentário by Laíse Padovan — abril 29, 2014 @ 11:23 pm

  18. Guria, vontade de te arrochar num abraco, porque me dei conta de tudo isso quando deixei Ana coner seu primeiro ovo de chocolate. Dei uma pirada boa, rs. Mas oh… ela comeu e fim. Durante o domingo de Páscoa celebramos o verdadeiro sentido pra nós, a ressurreição de cristo, e ela também sabia o significado daquele dia, assimilou à vigília pascal… Me senti como “avance 10 casas no jogo da vida”. Nosso Deus é fiel e nossos filhos nos atestam a cada dia que estamos educando e criando de forma correta, coerente… Ah, falar mais nada. Beijo em tu. (Ale do empoderadas :P)

    Comentário by ale — abril 30, 2014 @ 3:48 am

  19. Posso falar? Fui tão ministrada quanto numa pregação sobre criação de filhos à maneira de Deus! Obrigada! <3

    Comentário by Jaquelline — abril 30, 2014 @ 8:01 am

  20. Ótimo post, Luiza. Isso é amadurecer, crescer. Eu achei que eu seria radical na criação do meu filho… mas tive que continuar trabalhando fora quando minmha licença maternidade acabou. Resultado: O meu filho (hoje com 2 anos) fica desde pequeno com a minha sogra, e esta faz tudo da maneira dela. Chorei muito, briguei muito, um conflito interno doído, viu… e Heitor come de TUDO desde muito novinho e fez muitas coisas que “se estivesse comigo não faria” sabe? Ai tentei relaxar um pouco. “Ora, ela criou meu marido e os outros 3 filhos assim e eles estão aí fortes e saudáveis”. Mas não foi fácil e ainda não é. Aí tento filtrar as coisas que considero mais importantes, coisas que acho que vão realmente fazer a diferença lá na frente. E o resto vou me ajeitando, fazendo da minha maneira sempre que eu posso. “Murro em ponta de faca” realmente é desgastante.

    Beijos de uma leitora orgulhosa que te acompanha há muito tempo! 🙂

    http://www.ideiasefilhos.wordpress.com

    Comentário by Kenya Figueiredo — abril 30, 2014 @ 8:43 am

  21. Por postagens como essas (e outras) que eu visito seu cantinho diariamente. Obrigada por me fazer pensar também na relação com as minhas batalhas!

    Comentário by lorena — abril 30, 2014 @ 9:22 am

  22. Oi, Luíza!

    Leio seu blog há um bom tempo já, mas acho que nunca tinha comentado. Agora é a hora ;).

    Como me viiiii nesse post! De controlar, de querer estimular, estimular e estimular. Affff! Da fantasia não. Falo de Papai Noel, de coelhinho. E me chamou a atenção porque estou nesta mesma fase que vc: se descobrir assim, tentar mudar, percorrer o caminho pra isso.

    Dia desses comprei uma briga na escola do Felipe (assim se chama meu tesouro, ele tem 2 anos e 10 meses) porque tínhamos que fazer um projeto super legal em grupo e na última semana a escola decide adiar a data porque algumas famílias não tinham tido tempo de trabalhar no projeto. Como assim? Foi dito com 3 semanas de antecedência! Falei que mudar não era nada, mas e os exemplos pras crianças? O eterno jeitinho (dominicano, no caso. Moramos em Sâo Domingos)? E quando eles estiverem na faculdade, vão querer mudar o prazo da tese? KKKKKKK. Certeza que o único que ganhei foi uma fama de chata, rs. É como vc disse: escolher as batalhas. Felipe tem pais responsáveis, que tentam fazer tudo como deve ser feito e é dos pais, seus maiores exemplos, que ele vai aprender. Amém e ponto.

    Obrigada pelo excelente post!
    Michelle

    Comentário by Michelle — abril 30, 2014 @ 11:27 am

  23. Amei seu post!! Certeza que toda mãe que defende algo e parece que o mundo pensa de forma diferente.. láaaaa no fundo (pode não adimitir) mas tem o mesmo pensamento que você… Será que é tão ruim? Será que realmente ele não pode experimentar ser assim… de outra forma contrária ao que penso?? E é isso mesmo… seus filhos não serão alienados porque acreditam em papai noel e coelho da páscoa.. eles não vão morrer se comer um pedacinho de algo que não é tão saudável vez ou outra..

    Acredito que o maior problema hoje.. é essa loucura… da rapidez da informação… hoje tudo é muito rápido!!! Hoje existem milhares de blogs e grupos de discussão e outros do gênero dando receita de mães perfeitas… e filhos fantásticos.. Isso não existe… é ilusão… toda mãe radical láaaa no fundo também tem dúvidas sobre sua decisão… certeza que tem!!! Porque mãe não é perfeita.. mãe é humana!!

    O ser humano muda de idéia… enjoa… cansa… quer o novo…

    Fico orgulhosa de você (formadora de opnião que é.. com seu blog que é muitooo bem visitado) falar o que sente… e ser capaz de dizer que quer mudar… que está repensando… é muito bom!! Acho que você deve ter se sentido mais leve quando observou isso.. e também nos deixa mais leve podendo refletir sobre seu texto!!!

    Parabéns pelo blog!!

    Comentário by Alessandra Garcia — abril 30, 2014 @ 2:27 pm

  24. Amei o texto..
    Me identifiquei muito com a parte do desenvolvimento das crianças e dos estimulos.. Já fui tão alucinada com esse negócio de estimular que não vivia a fase do meu filho!
    e pra quê temos tanta pressa para fazer um bebe andar? Ele andará o resto da vida!!!
    🙂

    Comentário by Aline — abril 30, 2014 @ 2:38 pm

  25. Excelente. Eu tinha muito isso. Mas já aprendi a não superestimular meu filho e deixá-lo crescer e se desenvolver ao seu tempo.
    Há uns dias li um post onde você colocou mês a mês as conquistas do Benjamin.
    Você escreveu que com 12 meses ele falava 30 palavras diferentes. Fiquei achando que ele era o bebê gênio. Meu filho com 12 meses falava duas palavras, o resto eram sílabas aleatórias.

    Comentário by Paula — abril 30, 2014 @ 3:04 pm

  26. Me emocionei com esse texto. Me fez lembrar da minha infância, com todas as fantasias que eu teimava em construir, ainda que meus pais fossem adeptos da “dura realidade”. Com certeza me fará refletir ainda mais sobre meu comportamento como mae.

    Seu blog é show! MUITO OBRIGADA!

    Bjo

    Comentário by Raquel Matos — maio 1, 2014 @ 11:23 am

  27. Luiza! Tão, tão lindo td o q vc disse! Minha mãe diz que é mt difícil ser mãe hj em dia:tantas regras, tantos não pode. Tem hr que a gnt exagera por tanto querer acertar e criar gente melhor pra esse mundão doido! Adoro seus pensamentos compartilhados! Um bj!

    Comentário by Emanuelle bento — maio 1, 2014 @ 11:50 am

  28. Ser mãe é isso,se reanalisar diáriamente e mudar,se adaptar conforme as necessidades.Melhor do que olhar pra trás no futuro e perceber que poderia ter sido melhor.Refleti e mudei minha forma de penasr e agir como mãe faz dois anos,comemoro aniversário dessa nova mudança pq nasci de novo como mãe,com novos pensamentos e nasceu na minha casa um filho feliz.

    Comentário by Thammy Hull Fotógrafa — maio 2, 2014 @ 11:52 pm

  29. Nossa… adorei o texto!!

    Não sou mãe ainda, mas desde sexta passada uma pontencial gestante oficialmente! (Ee!!) E penso muito na educação que quero dar pros meus filhos junto com meu marido… Sinto q se eu não tiver cuidado, vou cair nesse mesmo dilema seu, pq, na verddade, já o vivo, mas não como mãe, e sim como professora, como esposa e como pessoa no geral… como lidar com atitudes q precisamos tomar ou aceitar q sao diferentes ou até contrárias àquilo q pregamos e acreditamos?? Como seguir a cartilha do correto qnd toda a correnteza te leva pro lado oposto??? Já tive umas crises por causa disso rs a gente se sente traindo a si própria! E realmente quando nos damos conta da possibilidade do sonho e da leveza, isto é, de q não temos nem podemos dar conta de todas as lutas, a vida parece ficar mais tranquila… é mais fácil falar disso do q praticar, mas, por nossa saúde física e mental, é um exercício necessário constante. Bom exercício pra nós, portanto! 😀

    Comentário by Luciana Mazzei — maio 5, 2014 @ 1:59 pm

  30. Texto maravilhoso, Luíza. Não sou mãe, mas sou professora, e tenho questionado a minha docência, em relação às crianças. Foi revigorante ler suas palavras!

    Comentário by Daniele Santos — maio 5, 2014 @ 7:00 pm

  31. Oi Luíza, penso que educar uma criança é rever a todo momento TODAS suas crenças e conceitos.
    E penso que não há problema nenhum nisso. E como dito pela leitoras, a mudança é sinal de maturidade e inteligência. Sem mudança ainda estariamos vivendo nas cavernas e esperando raios para acender a fogueira.

    Agora, não acredito que vc contava que o papai noel não existe!!!! Que maldade, rsrsrsrs

    A imaginação é da natureza humana criamos mitos e lendas para descrever aquilo que não conseguimos entender direito ou para tornar o mundo um lugar mais interessante.
    Como vc disse, se acreditamos em Deus, Jesus, Céu, vida eterna – e nada disso tem comprovação cientifíca – que mal há em acreditar em papai noel, coelho da páscoa, duentes e fadas.
    A imaginação e o faz de conta são instrumentos importantíssimo no processo cognitivos das crianças e, vamos combinar, deixam a infância ainda mais divertida!!!

    E fique tranquila, mudar é bom. E mudar novamente é melhor ainda.

    bjs
    laine

    Comentário by elaine — maio 6, 2014 @ 9:35 am

  32. Ótimo texto, e quero me espelhar em você e na sua forma de criar quando for mãe.
    Mas, como você mesma fez uma observação, não é um pouco contraditório ser tão cética e realista e ao mesmo tempo ensinar para o Benjoca sobre a arca de Noé? Só uma reflexão…
    Beijos

    Comentário by Marina — maio 7, 2014 @ 2:37 pm

  33. Gostei muito do post… e sobre as batalhas, eu aprendi a relaxar um pouco depois que li a seguinte frase:
    "will it matter a year from now" e pensei em todas as milhares de coisas que eu acabava me importando e "batalhando" sem necessidade!

    Essa frase vem desse livro: http://www.amazon.com/Sweat-Small-Stuff-small-stu

    Consegui uma cópia "alternativa" online… valeu cada linha de leitura

    Comentário by Angelina — maio 7, 2014 @ 9:37 pm

  34. Matar o sonho e a criatividade da criança é tão invasivo e agressivo quanto o mundo capitalista que cria tudo isso que você condena. Ainda bem que penou, ponderou… não importa de onde vem: o importante é a criança ser livre pra sonhar e agregar conhecimento e experiências. Assim ela, mais tarde, tem com o que pesar e decidir o que fica ou não disso tudo. Seu exemplo do guaraná é a prova de como na fantasia tudo é permitido, e é porque lá tudo é possível que não se torna sempre/tudo realidade. Tem espaço pro proibido na fantasia… se não tiver, ele vai pro real…..
    😉

    Comentário by pocketmandy — maio 7, 2014 @ 11:44 pm

  35. Oi Luiza! Nunca escrevi minha opinião em site/blog algum. Simplesmente porque até hoje não li nada que merecesse alguns minutos comentando o texto lido! Mas hoje eu tive que te parabenizar! Leio sempre seus comentários, não só porque estou gravida mas porque sempre me interessei pelo assunto. Tenho 30 anos e o primeiro livro que li sobre como educar filhos foi nas ferias de janeiro quando tinha 15! Hoje me sinto “preparada”! Mas tenho certeza de que muitas das minhas convicções vão mudar… Apesar disso parecer frustrante porque afinal, “de que adiantou minhas leituras e reflexões se eu cheguei à conclusão errada?”, eu me consolo pensando no crescimento que eu vou ter como pessoa e mãe! Seu texto prova o quanto eu preciso confiar-desconfiando de mim! Só peço a Deus que me dê sabedoria! Bom, parabéns! Cresçamos todas!!

    Comentário by Michelle — maio 8, 2014 @ 8:52 pm

  36. Que emocionante.

    Comentário by ketina — setembro 26, 2014 @ 12:57 pm

  37. Super lindo seu post! sou a favor do lúdico na medida certa, acho que ser criança é sim acreditar em Papai Noel ,coelinho da páscoa etc acredito que isso faz bem para o desenvolvimento de cada fase,mas procuro explicar sobre o consumismo e a sustentabilidade apesar de achar que ele ainda nao entende muito!A infância lá em casa é tratada com muito carrinho,somos criança 1 x na vida AMO MUTO TUDO ISSO !! Bjos Mi

    Comentário by michelle — janeiro 29, 2015 @ 9:51 am

  38. Me peguei com os olhos lacrimejados rs… vc me retratou e como, sou uma mãe que discordo de muita coisa como assistir pica pau rsrs e a Giulia adora, que não quero que ela acredite em coelho da pascoa e papai noel mas lembro da minha infancia cheia de fantasias e era bom demais, que acredito em Deus e Jesus e no milagre da vida e racionalmente não sei explicar… Como é dificil educar nossos filhos sem ser chata adulta cheia de razão … Obrigada por me lembrar que não sou a unica assim e que ter fantasias é muito bom … que nossos filhos nos ensinam todos os dias algo novo.

    Comentário by Maya Segers Lima — junho 26, 2015 @ 12:23 pm

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