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21 de maio

turma do bairro

por luíza diener

aqui no meu prédio tem uma turminha muito bacana (falei igual à minha mãe).
são crianças de idades bastante diversificadas, mas elas são bastante unidas também.

tem o líder da gangue, que deve ter seus 11 anos. ele é quem dá a maioria das ideia das brincadeiras e distribui os papéis pra cada uma das outras crianças.
tem também a vice-líder, de 9 anos de idade. volta e meia ela vira meio que a mãe das crianças e vem com umas sugestões do tipo: eu sou a mamãe galinha e vocês os meus pintinhos.

irmãos do líder, tem outros dois mais novos, um de 8 e um de 5. eles moram no nosso andar e são a paixão do benjoca.

tem uma menina toda espevitada de 6 anos que me surpreende o tanto que ela entra na brincadeira dos meninos e por outro lado é super menininha (sempre quis ser assim quando criança. nunca consegui).

e alguns outros personagens deste prédio e do prédio ao lado que volta e meia aparecem por aqui. geralmente eles somam entre 5 e 10 crianças.

há alguns meses o benjamin não interagia tanto com outras crianças. era só a gente ir ao parquinho ou descer pra alguma outra atividade que ele ficava lá, todo bobão-contemplativo-boquiaberto, só observando as outras crianças brincarem.

lembro bem quando ele avistou pela primeira vez os três irmãos. os dois mais velhos usam óculos e ele ficou completamente encantado: “menino! óco!” repetindo por mais de uma semana.

eu sempre observei as brincadeiras dessa patota (ainda to minha_mãe_mode [on]) e achei o máximo.

há uns dois meses cortaram uma árvore numa área verde aqui na frente e pouco tempo depois lá estavam eles juntando os galhos maiores pra fazer um clubinho. eles demarcaram o chão com as toras e fincaram no solo uma estaca bifurcada de mais de 1 metro de altura (e uns 20 cm de diâmetro) na entrada do clube. desceram com tintas, pintaram as toras de cores diferentes e passaram alguns dias brincando no clubinho.
pra quem passava, via somente uns tocos no chão formando um quadrado de pouco mais de 4 m².
eu enxerguei o clube. imaginei as paredes erguidas, todas de madeira. uma espécie de cabana rústica, com uma mesa dentro e bancos de toco de tronco. umas cortinas nas janelas pra dar um toque feminino e uma placa do lado de fora “somente para membros”  (o tipo de pessoa que assiste dogville várias vezes).
com certeza eles teriam que falar uma senha para entrar.

mas também havia brincadeiras menos grandiosas, mas igualmente imaginativas, como a que misturava nave espacial e dinossauros, a do navio dos piratas, a corrida de cachorros e outras tantas.

a mais recente foi quando eles decidiram ganhar dinheiro. um dia encontrei colada na pilastra do prédio um papel de caderno todo colorido a lápis de cor e escrito: “vende-se toys”. fui perguntar e era obra dos 3 irmãos.
eles foram a uma loja daquelas de 1,99 (onde tudo custa, pelo menos, 5 reais) e compraram vários brinquedinhos novos.
aí começaram a vender embaixo do bloco.
não demorou muito e as outras crianças também gostaram da ideia.
o menino do prédio ao lado resolveu fazer grana com seus brinquedos antigos (inclusive comprei um pro doca).
aí as meninas logo passaram a vender prendedores de cabelo, tic tacs, enfeites de casa.
depois apareceram com balas, pirulitos, chicletes, bolinhas, beyblades e dinossauros.
um dia eu cheguei no parquinho e tinha dum lado um pano estendido no chão cheio de quinquilharias. de outro, uma mesinha com cestinhas contendo doces e bolas.
ao centro, um tapete de twister aberto, uma fita de cetim (dessas de dança de ginástica) e um outro joguinho que não me lembro qual era.
uma verdadeira 25 de março candango-infantil.
mal cheguei já veio a menina mais velha: tia, quer comprar alguma coisa? não? e o benjamin gosta de algum desses joguinhos? a gente está alugando pras crianças brincarem.
como assim? quis rir muito, mas fiz uma cara compenetrada, como quem leva a sério o business da criança.
todos eles pegaram as cestinhas e estavam caçando clientes na rua, vendendo o que podiam e como podiam.
o mais velho – um empreendedor e tanto – estava por trás de tudo. ele ensinava técnicas de abordagens aos clientes e dava comissão de 50% em cima das vendas. achei justo.
benjamin pegou todas as bolas e não queria entregar nenhuma. fez chilique, gritou, chorou. e os meninos diziam: tudo bem. dá as bolas pra ele. e achavam graça daquilo tudo.

meu filho foi acolhido por aquela turma. virou o mascote deles.
eu, sempre com medo dele trolar a brincadeira dos guris.
eles, sempre achando o máximo tudo que ele faz.
o doca chega lá embaixo e é aquela festa. param tudo o que estão fazendo e já vêm gritando: benjamin!! (com pronúncia inglesa, não portuguesa. vejam bem)
ele – que adora toda a turma – se abre todo, vai no colo, dá beijo e abraço. esquece que eu estou ali e vai com eles pra todo o lugar.
eu me sinto aceita no lugar dele.

ele chama por essa meninada dia e noite. se eu estiver passando por lá e eles estiverem também, joca tem que parar pra curtir um pouquinho.
sempre tem um ou dois pais das crianças por ali. a gente senta, bate papo.
eles já me convidaram pra uns eventos mais adultos, como piquenique no fim de semana, lual com churrasquinho e vinho.
gosto desse sentimento comunitário que rola por aqui.

desejo de coração essa infância saudável para o meu filho, que está crescendo na velocidade da luz.
e eu adoro!

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13 de janeiro

turismo com os bebês

por luíza diener

hoje o mamatraca está com vídeos especiais com dicas de passeios pelo brasil.

tem fortaleza, salvador, vinhedo, rio de janeiro, florianópolis e, claro, brasília.

estou lá dando a dica de dois dos meus lugares prediletos pra passear com os pequenos nessa cidade tão linda de meu deus: o parque nacional (água mineral) e o ccbb (centro cultural banco do brasil, também conhecido como cecê do bebê).

para os interessados, a entrada no ccbb é gratuita, bem como muitos eventos que eles realizam.
o ingresso da água mineral fica no valor de R$ 6,50 para adultos e crianças não pagam (agora não lembro se são crianças até 6, 10 ou 12 anos. tem que conferir).

quer ver o resto? é só clicar aqui.

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15 de agosto

meu primeiro show

por luíza diener

fernanda takai música de brinquedo pato fu show brasília parque da cidade

ontem foi o dia dos primeiros. o primeiro dia dos pais do hilan com o benjoca aqui, fora de mim.
e também foi a primeira vez em que benjamin foi a um show.

acho que não poderia ser outro, senão o show do único cd que ouve-se nesta casa (o primeiro e único que benji já ganhou): música de brinquedo, do pato fu. eu já contei anteriormente que nunca fui fã da banda. na verdade tinha até um certo preconceito.
depois começamos a ouvir o álbum online e o benji adorou.

aí ganhamos do pessoal da dermodex o álbum original e autografado e pronto. ele (o cd) passou a morar dentro do nosso som.
benjamin, sabendo disso, quando quer ouvir música já corre pro som e aperta o play, especialmente quando cantamos alguma música do cd – que ele já conhece de cor e salteado. tá duvidando? clica aqui!

é escutando música de brinquedo que volta e meia eu coloco ele pra dormir (e geralmente ele capota nas canções mais agitadas) e que ele se acalma instantaneamente se está a resmungar ou chorar.

como se já não bastasse todo esse histórico, semana passada ficamos sabendo que no dia dos pais haveria um show gratuito do pato fu aqui em brasília, no parque da cidade (aquele, que o renato russo já cantou). imperdível!

era um belo fim de tarde de um dia ensolarado. o local para o show era ao ar livre. um palco simples e não muito grande montado no parque. muitas famílias sentadas à grama, à sombra, esperavam o momento em que a banda começaria a tocar.
não estava muito cheio e logo conseguimos um local bem na frente.
subi em um palco armado ao lado do principal, que havia sido utilizado mais cedo.
logo nos acomodamos e o show começou no horário previsto, às 17h.

eis que surge a banda. benjamin ainda não sabia o que viria, mas eu sim. foi eles começarem a tocar, primavera, a primeira música – a mesma do cd (e a mesma do vídeo que o benjoca dança) – que meus olhos encheram-se de água.
juro, fiquei emocionadíssima. quem é mãe sabe que dá uma emoção inexplicável.
engoli o choro e fiquei na expectativa de que ele reconhecesse a canção.
não me desapontei. pelo contrário, ele reconheceu TODAS as músicas.

foi incrível ver os músicos, assim como no cd, fazerem todo o show somente utilizando brinquedos.
porque vai, no estúdio é bem mais fácil mas, como eles mesmos disseram, ao vivo é mais difícil porque o brinquedo quebra, acaba a pilha ou resolve não funcionar.
tudo isso de fato aconteceu e na verdade eles ganharam mais ainda meus créditos, porque eles encaravam tudo com muito bom humor e de um jeito muito lúdico.

de simples havia somente a aparência, porque eles botaram pra quebrar nos brinquedos (literalmente. a bateriazinha ficou detonada).

eu resgatei meu lado criança ao ouvir brinquedos virarem música e descobrir que objetos como um chaveiro, um joão bobo gigante ou um pula pula estilo pogobol podem dar um som maneiro.

a ordem das músicas no show era a mesma do cd. finalmente me serviu já ter ouvido ele tantas vezes de cabo a rabo, de trás pra frente. eu já sabia tudo que viria, todas as letras, todas as nuances.

nem sei dizer qual música foi a melhor, mas confesso que a minha predileta do álbum foi também uma das mais performáticas durante a apresentação: live and let die, do paul mccartney.
ela (a takai) já começou dizendo que o peso de tocar a música era grande, afinal ela precisava impressionar um beatle.
se vai impressionar o paul eu não sei, mas eu fiquei boba com aquele tanto de instrumeticos malucos somados à chuva de confetes, serpentinas e papéis coloridos explodindo na hora da parte live and let die. bastante diferente, claro, do performático (e ótimo) show do tal beatle, com fogos de artifício, chamas e muita fumaça, mas igualmente encantador.
adultos (ou eu) e crianças (ou eu) se alegraram, aplaudiram e tentaram pegar os papeizinhos voadores. mas eu é que consegui agarrar antes (talvez por ter mais de meio metro de altura, né?).

não poderia deixar de mencionar também os bonecos do giramundo, que fizeram o backing vocal no lugar das crianças (na gravação original). eles eram divertidos, engraçados e deixaram o benjamin vidradão.

por falar em benjamin, ele não desgrudou o olho um só minuto do palco. reconheceu todas as músicas, acenava, aplaudia, batucava na cabeça, na pança, se descabelava de emoção (leitura materna tá, gente?).

faltando uma música pra acabar (o cd) eles depediram-se, foram embora mas, obviamente, voltaram e cantaram love me tender embalada por uma caixinha de música. até que chegou a hora de tocarem bohemian rhapsody. sério. ô música complexa, ainda mais pra ser tocada somente utilizando brinquedos. mas os bonecos fizeram uma palhaçada engraçadinha e eles pularam direto pro lock ‘n loll.
foi tudo: animado, divertido, empolgante e, claro, muito bem tocado.

a pena foi que, quando a coisa pegou fogo, acabou.

bem antes disso o benjoca foi ficando com sono, olhos vermelhos, lacrimejando, mas não queria perder nada. até que pediu pra mamar e pronto, apagou.

só foi acordar no carro, na volta para casa. abriu os olhos e começou a brincar com toda a pilha.
chegamos em casa e ele continuava felicíssimo. a impressão que deu foi que ele sabia o que estava acontecendo e ficou tão alegre que não queria que acabasse.

e eu também, lembrando de um dos shows mais bonitos que eu já fui, dotado de uma simplicidade e despretensão tão lindos.
se antes eu não gostava da banda, agora já sou fã.
não fazia ideia de que o john fosse tão engraçado e crianção. até o baterista com cara de playboy bombado era super divertido.

foi contagiante e, principalmente, emocionante.

que venham mais eventos assim!

 

 

 

* * *

ah, não se esqueçam que hoje é o último dia para participar do sorteio da tip top.
você pode ganhar um look no valor de R$ 250,00.

corre lá que é só até as 23h59 de hoje!

 

Categorias: benjamin, brasília, música Topo
02 de junho

mamaço nacional e sorteio

por luíza diener

tá rolando o maior burburinho por conta do mamaço que aconteceu mês passado em são paulo, no itaú cultural.

e aí que a mulherada empolgou (empolgamos) e resolveu mostrar que amamentar é pra quem tem peito e temos o direito (no meu caso, além de direito também considero um dever) de dar as peita pros pequenos (médios e grandes) quando, como e onde houver necessidade.

pensando nisso, organizaram o mamaço nacional.
em várias cidades brasileiras acontecerá, simultaneamente, o ato de amamentar em público, em forma de protesto.

será neste próximo domingo, dia 05 de junho de 2011.

e brasília, que conta com uma quantidade razoável de mães peitudas amamententas, não poderia ficar de fora dessa. confira:

em brasília:

local: parque Olhos D’Água
hora: às 15:30h
o que vai acontecer: um babynique tipo esse. os adultos comendo lanchinhos saudáveis e as crianças, leitinho.

se você tiver facebook, não deixe de confirmar presença na nossa página.

em outras cidades

rio de janeiro
local
: parque lage
hora: a partir das 10h
o que vai acontecer: um piquenique no parque, onde cada um traga um lanche ou uma fruta para uma celebração coletiva. além da roda de amamentação, teremos a participação de mães artistas apresentando seus trabalhos. já temos confirmada a apresentação de um recital de kantele, um instrumento finlandês, com marília felicíssimo, teatro de mesa para as crianças pequenas com ana luiza e miza, contação de histórias para os maiores com maribel barreto. estamos sugerindo também, que as mães tragam fotos pessoais amamentando seus filhos, para fazermos um varal de exposição dessas fotos.

são paulo
local:
marquise do parque do ibirapuera
hora: às 14h30

florianópolis
local:
trapiche da beira-mar norte
hora: às 15h

recife
local: livraria cultura – bairro do recife
hora: das 12h as 15h
o que vai acontecer: além da roda de amamentação coletiva, teremos um grupo de discussão sobre os mitos relacionados a amamentacao, alem de compartilharmos experiencias e dificuldades individuais. temos confirmada uma oficina de shantala e baby yoga com heliane garcia e sorteios de brindes doados por empresas que apoiam o evento. tambem vamos sugerir um varal de fotos relacionadas a amamentacao para expor.

para mais informações, consulte o blog oficial do grande mamaço nacional e o post no blog mamíferas.

* * *

sorteio tupperware

gentein, minha prima-xará luiza está com um blog novo – o d’liquidificador - suuuuper fofo sobre esmaltes, maquiagens, dicas de modas e outras coisas lindas.
aí tá rolando um sorteio de dois produtos da tupperware (que ela revende).

se você é dessas que participa de todos os sorteios e nunca ganha nenhum (como eu sempre fui), eu te dou a dica da ex-perdedora: participe da maior quantidade de sorteios possíveis. um dia você ganha. ahahahha!

aproveita que o blog é novo, então suas chances de ganhar são maiores.

pra participar é só clicar aqui ou aqui:

http://dliquidificador.blogspot.com/2011/05/sorteio-e-mousse-de-maracuja.htm

e seguir as instruções do blog.

CORRÃO!

Categorias: amamentação, bebelândia ou não, brasília Topo
19 de maio

aventura na chapada

por hilan diener


a luíza me pediu para escrever uma observação: ELA ODEIA REGGAE. agora voltamos a nossa programação normal. :)

Categorias: brasília, viagens Topo
22 de abril

na cachu

por luíza diener

fomos pela primeira vez ao mato com o benjamin.

seguindo a dica da paloma, fomos à chapada imperial, a 30km daqui.

fomos com os casais de amigos, nina + celo, lidia + daniel, outros amigos deles e, claro, a super-amiguinha do benjoca, a maria teresa (filha da lidia).

o local escolhido foi a chapada imperial, a 30km de brasília.
lá tinha um local com uma estrutura bacana, parquinho, rede, almoço no fogão a lenha.
o lugar também é uma reserva que recebe animais do ibama e adapta-os para retornarem à vida silvestre. por conta disso, lá tinha muitas araras canindés, aquela azul de peito amarelo, linda de morrer.
além disso também tinha um tucano cheio de graça que aceitava carinho. parecia um brinquedo que dá corda e sai pulando.
além de outros bichos de fazenda como galinha, ganso, vaca, cachorro, cavalo e coelho.

fizemos uma trilha curtinha, especial para os portadores de bebês e pessoas altamente cansáveis, como eu.
lidia e eu levamos os bebês em seus respectivos slings. logo os dois pediram para mamar. logo os dois dormiram.
a trilha terminava em um pedacinho de mini cachoeira, onde pegava sol e tinha uma parte rasinha. era pequeno, mal dava pra nadar. ideal para entrar com os bebezotes.
a pena foi que a tetê dormiu que nem viu o rio (quer dizer, viu, mas no começo. eu só falei pra rimar).

eu, que não resisto a uma nadança, tirei o benjoca do sling pra nadar, mas logo ele acordou e ficou me olhando de longe, super curioso.
resolvi trazê-lo para a festa: tirei sua roupinha e fomos os dois pra água.
primeiro o pezinho, pra acostumar. achei que ele iria fazer um escândalo, mas nem ligou.
molhei um pouco a cabeça, as mãos, a nuca.
aí sentei no raso, coloquei ele no meu colo e deixei ele com a bunda n’água gelada. logo ele viu os peixinhos e quis pegá-los.
ele se jogava para a frente, atrás dos peixes, mas logo se molhava na água gelada, dava um gritinho e voltava a sentar. ficou nessa um tempão.
brincou de bater na água gelada, bateu altos papos com o riacho e, quando comecei a ficar com frio, achei melhor tirá-lo, também porque o sol estava um pouco forte.

passamos o resto do dia no lugar. ele mamou e dormiu comigo na rede, foi de colo em colo e divertiu-se um bocado.
chapou na volta e acordou chegando em casa. deu pra cansar.

incrível como um lugar tão perto pode ser tão lindo. como é que pode? a gente mora há décadas na cidade e demora tanto tempo pra descobrir certas coisas.

isso é que o fim de semana está só começando! bom fim de semana/feriado a todos!

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15 de novembro

cinematerna amanhã!

por luíza diener

alou meu povo lindo de brasólia, mamães desesperadas que não aguentam mais o claustro que esses juvenis nos fazem passar!
amanhã, terça feira, tem cinematerna!

o filme em cartaz é um parto de viagem, estrelando robert downey jr., sua esposa personagem grávida e um cão-tov cor creme com um daqueles abajures na cabeça (resumi bem o filme, né?).

o precinho é uma pechincha, se comparado com os abusivos preços atuais dos ingressos: R$14 a inteira e R$7 a meia.

será no cinemark do pier 21, às 14h e, após o filme, reza a lenda que costuma ter um bate papo no marietta café. pra quem for, podemos nos encontrar por lá depois.
mesmo se o filme não for bacana, vale pelo evento.
no cinema serão aceitos bebês de até 18 meses.

quem quiser ir, leve seu filhote, seu dinheiro, sua câmera fotográfica e a si mesmo.

vamos?
(foto extraída do flickr do cinematerna)

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10 de novembro

cineminha

por luíza diener

depois seis meses sem ir ao cinema (durante a gravidez tornou-se inviável ficar sentada por muito tempo), finalmente acabou a tortura!

benjamin e eu finalmente estávamos prontos para esta aventura (porque o hilan sempre esteve).
ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhfaisudhfoaisuhdfoaiusdhfoiaujnvkxcjvhoisdufhoiasuhdfoiaushdu!!! que coisa maravilhosa é poder pegar um cineminha e ainda estar com o bebê por perto (convenhamos, se fosse pra deixar ele com alguém eu não conseguiria pensar em mais nada)!

se você é mãe (ou pai) de bebê e tem o privilégio de ter um cinematerna na sua cidade, deveria aproveitar cada sessão.

tive a sorte de ver um filme até legal: juntos pelo acaso (com a aquela izzie, do grey’s anatomy), apesar de ter uma amigas que pegaram uns meio toscos. com certeza os roteiristas do filme são pais ou têm uma convivência muito próxima com bebês. certeza que todos os pais e mães ali no cinema se identificaram com umas e outras situações.

chegando lá até encontrei outra mamãe que conhecia só blog: a lorenna, mãe da lara.

benjamin mamou no meio do filme, cochilou no meu colo e acabou indo pro colo do pai, que ficou com ele até o fim do filme e ainda trocou sua fraldinha (o trocador ficou disputado no fim da sessão).

o fato é que foi um programa agradabilíssimo em família e pretendo repetir em todas as sessões de sábado e curtir cazamigas nas sessões de terça (mamis de brasília interessadas, manifestem-se!).


papai fortudo trocando a fralda de caquinha


de quebra, benji ainda pagou de bella e conheceu o gatíssimo robert pattinson (mas o papai é muuuito mais)


e no fim ainda deu pra mamar na pizzaria. yey!

:)

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09 de setembro

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por Luiza Diener

se alguém acha que vai ler agora sobre cosméticos para gestantes, roupinhas para bebês ou decoração de quartos infantis recomendo-lhe que leia outros posts que não este.

hoje quero falar sobre brasília.

deu vontade de falar sobre a cidade que nasci, cresci e amo de coração depois que li este post no blog da paloma. ela, baiana quase paulista, já já vira mais brasiliense que muitos daqui.

mas começou antes, não faz muito tempo, quando de repente me toquei do quanto a capital do país é mal vista.
eu, que ainda não tinha percebido, comecei a notar ao conversar com pessoas de fora ou até mesmo daqui mas que andaram viajando por aí.

e foi aí que descobri: a impressão que brasília tem, vista pelo resto do país é de uma cidade corrupta.
ok que por aqui rolam algumas maracutaias políticas, mas isso é minoria. sendo que a parcela dos políticos corruptos brasilienses é quase nula (a maioria vem de outros estados).

e quando a paloma falou da cachoeiras e coisas rurais da cidade, muitos ficaram espantados por não conhecerem esse lado bucólico da cidade.
mas a verdade é que aqui tem mato pra dar e vender. por enquanto. e espero que continue assim.
brasília é uma cidade planejada e nisso sobrou muito espaço verde pra os moradores.
com menos de duas horas de carro você chega a (vários) lugares incríveis e paradisíacos!

por isso eu prometo (como boa política honesta) falar mais do outro lado da capital federal daqui pra frente

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