Mostrando somente a categoria filosofia de boteco

17 de março

o tanto de coisas que guardamos sem precisar

por luíza diener

esta semana decidi fazer um limpa nas minhas roupas. nada exorbitante, nada de deixar as gavetas lindas, arrumadas, com as roupas separadas por cores e tipos, dobradas minunciosamente ou penduradas em cabides carérrimos. apenas decidi administrar minhas roupas de uma forma mais… digamos… inteligente. sabe quando você vai sair, abre o guarda-roupa e diz “eu não tenho nada pra vestir!” e tá lá seu armário e gavetas abarrotados? alguém que vê de fora de pronto responde “como não? e esse tanto de coisa?” e a resposta muitas vezes é “mas essa roupa não me cabe” ou “eu não gosto muito dessa roupa” ou mesmo”eu até gosto, mas não combina comigo” ou ainda […]

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22 de maio

3:33 – a hora morta!

por hilan diener

tudo começou com esse meu post na nossa fanpage do facebook: e eu não imaginava que, sim!, 3:30/33 é realmente a {hora do demônio} para pais e filhos! veja as reações. é assustador:   e aí fica a dúvida no ar: por que, MEU DEUS, por quê? procurei no google e descobri uma coisa…. que medo! mas nossas leitoras não se assustam facilmente e logo começaram a zuera: huhauhauha! engraçado, né? só que não… …é real! muito real. veja minha postagem na noite anterior. no exato momento eu  estava com a do meio (vulgo sansa) chorando desconsolada, com febre no meu colo, enquanto eu digitava apenas para comprovar minha teoria:   […]

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21 de dezembro

o bebê sem nome

por luíza diener

escolher nome de bebê não é tarefa fácil. nunca foi. mas parece que no primeiro filho o caminho tá mais livre, as possibilidades são maiores e até a criatividade tá mais solta. por outro lado, depois que você já nomeou dois filhos, a gente fica menos travado na hora de tomar essa decisão. o nome do benjamin ficou definido ainda na gestação, acho que mesmo antes de eu completar 20 semanas. como descobrimos durante a gravidez que esperávamos um menino, ficou mais fácil fazer lista de um gênero só (até porque acho nome de menina bem mais difícil). já constança, nós descobrimos que era menina depois de nascer e demoramos 9 dias pra bater o […]

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17 de setembro

espelho meu

por luíza diener

eu me vi num momento de vida em que tudo estava acontecendo exatamente da maneira que eu gostaria que acontecesse. vi meus filhos aproveitando o espaço novo, brincando lá fora, desenvolvendo novos vínculos como irmãos, com a natureza que os cerca, com novos amigos, consigo mesmos. eu me vi muito animada com isso tudo e imersa numa vastidão de sentimentos e emoções. também me vi com um filho com necessidades especiais tanto alimentares quando educacionais. a dor antiga de ver que suas alergias nunca passaram como deveriam e a surpresa da novidade de ter que lidar com um menino que é especial na sua essência e não há nada que possamos fazer […]

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23 de março

uma criança pode ter dois pais?

por luíza diener

já tem um tempo que aconteceu, mas ano passado (joca ainda com 3 anos) estávamos nós quatro em um restaurante aqui em brasília. pra quem conhece a cidade, ficava em uma comercial na asa norte, onde os restaurantes ficam meio que na calçada e dá pra ver o pessoal passeando na rua. por ser um lugar quase aberto, nossa atenção fica dispersa, especialmente pro benjoca que é bastante observador. aí, do nada, ele volta pro planeta terra com a pergunta: – uma criança pode ter dois pais? – o que, filho? – uma criança, ela pode ter dois pais homens? – pode. – olha lá! uma criança com dois pais! […]

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20 de novembro

os padrões que nos impomos

por luíza diener

eu amo a vida que levo, sinceramente. mas volta e meia me pego com um comichão, sonhando com uma vida que não é a minha, admirando coisas que não tenho (e provavelmente nunca terei), planejando mudar algumas coisas, comprar alguns bens, como se minha felicidade dependesse daquilo. no fundo eu sei que não, mas tem vezes que isso é tão forte que eu quase chego a acreditar. eu fui uma criança de cabelos bem loiros, bem lisos e olhos verdes, escuros. fui gordinha até os 5 anos e logo me tornei um fiapo. eu odiava “parecer uma boneca”. eu odiava ser magrela. eu odiava ser loira. eu odiava meus olhos […]

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11 de agosto

existe sexo depois dos filhos?

por luíza diener

depois que meu primeiro filho, benjamin, nasceu, muitas leitoras me procuraram para perguntar como ficava o sexo depois do parto. na verdade aquilo tudo já estava esquisito para mim desde a gravidez. alguma coisa mudou e não foi apenas o meu corpo ou os meus hormônios, mas a minha percepção sobre mim. quando ele nasceu, um turbilhão de emoções, pensamentos, hormônios e mais percepções me tomaram de uma forma que eu não conseguia nem dar nome aos bois. mas a verdade é que: ficou estranho. bem estranho. era como se eu não me reconhecesse mais. era como se eu estivesse fazendo algo proibido. pior: era como se eu estivesse traindo […]

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25 de junho

quero colo!

por luíza diener

hoje eu não acordei num dia bom. mentira, o dia acordou estranho, ficou ótimo e depois desandou novamente. passei a noite inteira sendo acordada pela pequena que, nesses trezentos e setenta e oito dias de vida extra uterina, nunca jamais cogitou a possibilidade de dormir uma noite inteira sequer. até aí, normal. o marido me agraciou cuidando dos dois agora de manhã enquanto eu tirei mais quase duas horinhas de sono ininterruptos (coisa rara). acordei relativamente descansada e de repente me deparei com a realidade de sempre. falando assim não parece nada, porque resume o que eu tenho vivido nos últimos quatro anos, que é ter que cuidar da casa, dos […]

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10 de junho

desapego

por luíza diener

moro num apartamento de 70 m² onde habitam 2 adultos, 2 crianças e 1 cachorro. fiz os meus cálculos (porque sim, adoro fazer cálculos) e, se meu apartamento fosse um país, a densidade demográfica (sem contar com o tov) seria de 57.142 habitantes por quilômetro quadrado. ou seja, a dienerlândia tá abarrotada. não é à toa que todo mundo vive se trombando e tropicando pela casa. e, minha gente, num lugar apertado assim, espaço é mais valioso que dinheiro. claro que tem coisas que não dão pra abrir mão e tal decisão vai da necessidade e momento de vida de cada um. mas, se não cuidar, chega uma hora que […]

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04 de setembro

como uma onda

por luíza diener

  quando era criança, tinha uma música de sucesso do lulu santos onde dois trechos me intrigavam demais: “nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia. tudo passa, tudo sempre passará” e “tudo que se vê não é igual ao que a gente viu há um segundo. tudo muda o tempo todo no mundo” ficava perplexa com aquilo. parava, contava um segundo, suspirava e concluía: “agora já não é igual há um segundo atrás. mudou”. mas ficava em dúvida, porque as coisas pareciam exatamente iguais. conforme fui crescendo e estudando física e química na escola, aquilo só reforçava mais ainda meu pensamento. se as […]

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