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18 de janeiro

meu primeiro ano – pôster presente

por luíza diener

lembra daqueles livrinhos em que sua mãe/avó registrava os primeiros feitos das crias? primeira palavrinha? o primeiro banho? era muito legal, né? mas acabava socado e esquecido em algum armário empoeirado. pelo menos o meu foi assim (diz minha mãe que fez um meu, mas eu nunca vi).

que tal eternizar isso com um lindo poster do relatório anual do seu filho/filha?
uma peça de design única e exclusiva que vai ficar linda no quartinho deles como decoração.
você pode escolher entre três opções de cores:

1) fundo branco

2) fundo rosa

3) fundo azul

 

DETALHES

impressão em papel fotográfico mate paper.

dimensões: 42,0 X 59,4 cm (formato A2).

tempo de produção – 15 dias a contar a partir da confirmação dos dados fornecidos e aprovação de pagamento (adiantado).

prazo de envio dos correios: aproximadamente 8 dias úteis, a depender da localidade.

* atenção: a moldura não é fornecida, a fim de viabilizar o envio!

 

PREÇO

R$: 250,00 o poster impresso + embalagem (tubo postal).

impressão adicional – R$ 70,00 por poster extra.

 

FORMAS DE PAGAMENTO (via pagseguro)

  • cartão de crédito em até 18x (a depender da bandeira) com juros.
    bandeiras aceitas: visa, master card, american express, diner, aura, hipercard e mais.
  • débito online/TEF.
    bancos aceitos: banco do brasil, bradesco, itaú, hsbc e banrisul.
  • boleto bancário.

 

COMO COMPRAR

  1. efetue o pagamento via pagseguro;
  2. preencha o formulário abaixo com os dados da criança (você precisará dos dados do pagseguro para finalizar o formulário);
  3. envie um email para postermeuprimeiroano@gmail.com contendo:
    - duas fotos em boa resolução para impressão: uma ao nascer e outra com idade próxima a 1 ano;
    - seu nome e email conforme preenchidos no formulário, para confirmação de dados.

para efetuar o pagamento, clique abaixo:

pôster meu primeiro ano – R$ 250,00

 

impressão extra* – R$ 70,00

caso tenha interesse em mais de uma cópia, adicione ao carrinho o poster de valor cheio (R$ 250,00) e, em seguida, solicite a impressão extra* (botão abaixo).

note que a quantidade de cópias pode ser alterada.

* válido somente para cópia.
** os dados não poderão ser alterados em caso de impressão extra.

 

ENVIE SEUS DADOS

através do formulário abaixo.
preencha com as informações de seu(sua) pequeno(a):

dúvidas ou problemas, entrar em contato através do email postermeuprimeiroano@gmail.com

muchas gracias ; )

Categorias: marcos importantes, para mães, para papais, produtos, tranqueiras de bebê Topo
02 de janeiro

e você percebe que seu bebê cresceu

por luíza diener

você percebe que seu bebê já não é mais tão bebê assim quando:

  • ele repete tudo o que você diz (até o que não era pra repetir);
  • ele imita tudo o que você faz;
  • ele se esquiva do seu colo porque só quer saber de chão, chão, chão, chã-chã-chão;
  • você deixa ele dormindo na cama e faz a famosa barricada de travesseiros para não ele cair. depois de um bom tempo aparece um cotoco de gente na sala com uma cara de sono e o cabelo todo desgrenhado e só fica te encarado sério, sem chorar, como quem diz “e como é que eu durmo com vocês fazendo essa balbúrdia toda?”;
  • ele pega fralda e lencinho, vai até você, deita no chão e diz “tô cocô” (e realmente está).

é, eles crescem mais rápido do que a gente imagina. e é uma delícia!

* * *

em tempo: estou entrando de férias (semi-férias, né? porque mãe não descansa) e retorno no começo de fevereiro.
vou deixar alguns posts novos e outros antigos já agendados para serem postados ao longo do mês, mas não vou entrar sempre e não sei se terei tempo de ler e responder todos os comentários, ok?

mais uma vez, feliz ano novo a todos e que 2012 seja ainda melhor!

Categorias: benjamin, mês 12-18 Topo
13 de dezembro

pa-pá!

por luíza diener

depois de mais de 6 (ou 15) meses de grude eterno com a mamãe, finalmente aconteceu: benjamin só quer saber do pai.

antes eu não podia sair de perto que era um mãmã? mamã? constante, acompanhado sempre de choro, até que eu retornasse.
pode até ser fofinho, mas quem passa por isso o dia inteiro sabe o tanto que chega uma hora que – desculpe – enche o saco.

mas de uns dias pra cá ele chama o papá pra tudo.
chega tá engraçado, porque agora ele tem rejeitado o meu colo pra ficar com o pai.

outro dia eu estava com o benjota no shopping e o hilan foi me encontrar pra almoçar. quando viu o pai, pulou no seu colo e deu um abraço pra não largar mais. juro, ele deve ter ficado assim, agarrado ao seu pescoço, uns 10 minutos. tentei tirar foto do celular, mas a bateria estava fraca. uma dessas cenas pra ficar só na nossa memória.

ontem mesmo o hilan deu banho nele e eu fui buscar o pequeno no chuveiro pro pai terminar seu banho. quem disse que ele queria vir comigo? se jogava pra trás e dizia não.
aliás, ontem foi o dia. estávamos benjamin e eu brincando, enquanto o hilan trabalhava. aí resolvi, no meio da brincadeira, cantar uma versão adaptada de nana neném: “mamãe tá aqui e o papai foi trabalhar”. pra quê… quando ele ouviu a palavra “papai” fez o maior bico, começou a chorar e falar papá? papá? e ficou tão, mas tão desconsolado que só melhorou mamando e dormindo em seguida.

pensam que eu estou achando ruim? com ciúmes?
longe de mim!
to achando a coisa marmaravilosa do mundo!
finalmente um sossego pros meus braços e costas cansados.
já posso até fazer cocô em paz (quer dizer, às vezes).

o bom disso tudo é que muitas coisas no cuidado do pequeno passam a ser tarefa quase obrigatória do pai, porque o benjamin não quer mais que eu faça, como comer ou tomar banho, que ele só aceita se o hilan fizer.

claro que ainda têm umas coisas (além do peito) que só a mãe resolve, mas estou muito aliviada e contente por finalmente esse momento ter chegado, porque agora eu tenho mais um tempinho pra mim.

Categorias: amor, mês 12-18 Topo
26 de novembro

ciclos

por luíza diener

quando o benjamin nasceu e eu lia textos sobre marcos de desenvolvimento, ficava a me questionar se as coisas aconteceriam realmente daquele jeito ou se cada bebê tinha seu ritmo.

hoje eu acredito que é um pouco de cada um, mas que há comportamentos padrões para certas idades.

por exemplo, os três primeiros meses de vida do benjamin foram de cólicas intensas.
mas foi só entrar no quarto mês que as cólicas cessaram.
aos 6 meses (como sonhei com essa data!) nasceu seu primeiro dente e daí em diante ele se desenvolveu muito rapidamente (não por causa do dente, mas creio que por causa da idade mesmo).

ele completou 9 meses. no dia seguinte teve convulsões e daí pra frente passou 3 meses doente. e foram 3 meses mesmo, com direito a febre toda semana.
dos 9 aos 12 meses ele ficou muito, mas muito chato! acho que foi a época mais difícil de lidar com ele, ganhando disparado do tempo de recém nascido.

completou 12 meses. ameaçou ter convulsões nesse exato dia (mas tudo correu bem). no dia seguinte ele começou a andar sozinho.
desde então, nunca mais adoeceu.
os meses 12 a 15 foram os mais doces e fantásticos de sua curta vida.

acontece que agora ele está com 15 meses e desde então está cada vez mais cheio de vontades.
antes ele dava um chiliquinho. agora ele se joga com força no chão e descobriu que dá pra puxar meu cabelo no auge da crise (quando o pego no colo).
eu sou muito firme e categórica ao dizer que não se bate em ninguém, muito menos nos pais dele. ele entende bem. e dá um chilique maior. se não funciona (depois dessas eu ignoro), ele desconversa, dá risada, faz charme.

confesso que estou um pouco apreensiva quanto aos próximos 3 meses, mas quando olho pra trás e vejo que certas fases passam, me inspiro e me animo novamente.

cheguem logo, 18 meses! te quiero!

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22 de novembro

15 meses!

por luíza diener

o tempo passa, o tempo voa e, apesar da poupança bamerindus não continuar numa boa, nós continuamos. yey!

como estava em falta com vocês (e comigo mesmo), resolvi recapitular o primeiro ano de vida do benji e atualizar algumas novidades (as que eu lembro de cabeça):

com 0 meses

nasceu dia 22/08/10 de parto normal, às 22h42, de 37 semanas e 2 dias;
pesou ao nascer 3,215 kg e media 47 cm;
passeou pela primeira vez com 4 dias de vida, à locadora;
caiu o umbigo com 7 dias;
reconhece a voz da mamãe e do papai;
acompanha com os olhos objetos de grande contraste;
aprendeu a ficar vesgo.

com 1 mês

já sorri para os mais próximos;
vai à rua, ao parque, ao shopping, ao mercado, ao salão e vários outros lugares sem quase dar trabalho;
aprendeu a lutar contra o sono.

com 2 meses

compulsivo por colocar a mão inteira na boca (as duas, se possível);
agarra os objetos e tenta levá-los à boca (sem muito sucesso);
dá risadas;
foi ao cinema pela primeira vez;
já toma banho de chuveiro;
baba demais da conta.

com 3 meses

ficou careca e com uma cabeça enormemente desproporcional;
dormiu a noite toda (poucas vezes, mas dormiu);
resolveu só querer saber do colo da mãe e do pai;
estranha os estranhos;
segura objetos com as duas mãos;
bebe água da banheira que nem cachorro;
sente cócegas;
firma as perninhas quando colocado em pé;
tomou seu primeiro banho de piscina (mas não gostou muito);
ficou longe da mamãe e do papai pela primeira vez (por algumas poucas horas).

com 4 meses

está no auge da gordura;
já leva o pé à boca;
as cólicas cessam;
bate palmas com os pés (vulgo bate-sola);
aceita ficar de bruços e levanta (um pouco) o pescoço, mas é preguiçoso;
se colocado de bruços, vira de barriga pra cima (mas depois parou e passou meses sem fazer isso);
estende as mãos para alcançar o que quer;
estende os braços quando quer ir pro colo de alguém (e vira de costas quando não quer);
quando acha graça de algo, se esconde;
distrai-se durante as mamadas;
dá gargalhadas;
reconhece outras pessoas que não o papai e a mamãe;
deu pra fazer escândalo quando a mãe sai de perto (e nunca mais parou).

com 5 meses

já senta sem apoio;
estagnou no crescimento e na engorda;
os cabelos voltaram à cabeça;
bate os brinquedos uns contra os outros;
descobriu seu reflexo no espelho e a nos ver pelo reflexo também;
mudou de apartamento e ganhou quarto próprio;
responde quando o chamam pelo nome;
acorda no meio da noite e fica falando sozinho;

com 6 meses

primeiro dentinho! (segundo também);
começou a comer e a beber água (mas não gosta muito);
passou da forma bolota pra forma um pouco mais longilínea. os braços e pernas ficaram mais alongados;
fala mamã quando quer mamar;
dança quando está contente;
bate palma mezzo brasileiro, mezzo judeu (uma mão aberta, outra fechada);
rola pra ficar de bruços (mas não consegue voltar) e rasteja;
quando sentado, joga-se pra alcançar algo à frente dele;
adora fotos de bebês;

com 7 meses

tem 3 dentes;
chega sozinho à posição sentado;
rola pros dois lados;
já engatinha;
sobe nos móveis e fica em pé com apoio;
começou uma fase chata (que só melhorou um pouco com quase 13 meses);
aprendeu o significado de não e testa pra saber o que pode ou não;
bate palma com as mãos abertas, especialmente ao som de “parabéns a você”;
entrou no rio pela primeira vez;
passou a aceitar as papinhas salgadas;

com 8 meses

chama papá e mamã, mas só quando quer;
reconhece várias palavras e aponta quando perguntamos (pinta, tov, papai, mamãe, luz);
liga o som e a tv sozinho;
ama abrir e fechar portas (até hoje);
fala pelos cotovelos um dialeto próprio (com a gente e com seus brinquedos);
ficou gripado pela primeira vez;
come papinha com pedacinhos;
anda apoiado nos móveis e nas caixas;
solta as mãos e fica em pé sem apoio por alguns segundos.

com 9 meses

tem 5 dentes;
falou a primeira palavra por repetição: tadam;
tenta repetir algumas palavras que dizemos;
aprendeu a brincar o tov (e vice versa);
come com as mãos;
teve convulsões;
faz movimento de pinça;
piorou de fase chata pra fase insuportável;
reconhece algumas músicas e liga o som para ouvi-las;

com 10 meses

tem 6 dentes;
fica em pé sozinho até cansar;
anda um pouco de mãos dadas;
viajou de avião pela primeira vez;
foi à praia pela primeira vez;
brincou (e comeu) na areia pela primeira vez;
rosna quando contrariado;
desatou a falar um vocabulário com mais de 10 palavras e ainda formou umas 3 frases de 2 palavrinhas.

com 11 meses

deu os primeiros passinhos em direção ao papai.
arrumou mais dentes, não lembro quantos;
mamãe descobriu que ele é alérgico a glúten. tchau, pãozinho francês;
come a comida da casa, toda pedaçuda (com 10 ele comia, mas amassadinha);
passou a se assustar muito com sons.

com 12 meses

andou pra valer com 1 ano e 1 dia.
viajou pela segunda vez
incrementou o vocabulário e já fala mais de 30 palavras diferentes;
cortou os cabelos pela primeira vez (na verdade foram algumas mechas);
encantou-se por sapatos e chapéus;
melhorou incrivelmente do mau humor dos últimos 3 meses;
por outro lado, aprendeu a fazer birra e se jogar no chão quando contrariado.

com 13 meses

está com 12 dentes;
passou a adorar beber água e sempre pede “águo! águo! águo” enlouquecidamente;
começa a aceitar ficar longe da mamãe por um pouco mais de tempo, permitindo que ela saia pra resolver algumas coisas sozinha;
chama todos os pequenos de nenê, quer tenham poucos meses ou poucos anos. também chama desenhos e ilustrações assim;
tenta calçar o sapato sozinho, bem como tirar a roupa;
reconhece as formas de círculo e o X. chama círculo de (la) e xis de tí;
quando pedimos “encolhe a barriga” ele o faz. é cômico!
descobriu que faz cocô e o chama pelo nome. inclusive avisa

com 14 meses

  • já leva a comida à boca usando talheres. consegue pegar com a colher os alimentos mais papentos e espetar com o garfo os mais firmes.
  • forma pequenas frases com duas palavras como “tê, mamã” ou “mamá, mamã” quando quer mamar, “qué nã” quando come e fica  satisfeito;
  • a mamãe aqui descobriu que ele tem algum tipo de alergia ao leite da vaca, o que fez sua alimentação ficar ainda mais restrita;
  • quer ser independente, mesmo que não consiga. é ótimo vê-lo crescer e conquistar seu próprio espaço;
  • o problema é que,de algumas semanas pra cá entrou em uma fase terrível de gritar, se jogar e espernear, muito pior do que a dos 12 meses. é muito desgastante e tem exigido muuuuita paciência e sabedoria. mas a gente chega lá;
  • viu raios e trovões pela primeira vez. acham que ficou com medo? pelo contrário. adorou! ficou olhando através do vidro da varanda esperando por mais lampejos e barulhos;
  • também passou a observar os aviões voando lá no alto. ele ouve um e já me chama pra ver;
  • nomeia boa parte dos objetos da casa. do jeito dele, mas nomeia;
  • deu pra adorar peixes, especialmente tubarões;
  • começou a se interessar por diversas formas e cores. além do círculo e do xis, agora gosta e também reconhece o quadrado e a estrela (). das cores ele reconhece somente o vermelho (memê). com amarelo, verde e azul ele demonstra familiaridade, mas se confunde todo;
  • aprendeu a nomear algumas ações como subir (bi), descer (dê), abrir (bi), cair (fala teiu quando algum objeto cai), pular (u), comer (mê), tirar (ti), dormir (mi), rodar (ro ou u);
  • quando quer comer ele fala , abre e fecha a boca repetidas vezes e faz o gesto de comer com a mão;
  • cismou que quer pular e acha a coisa mais divertida, engraçada e intrigante. não pode ver ninguém (nem o tov) pulando que ele agacha, toma impulso, levanta de uma vez jogando os braços pra cima e ficando na ponta dos pés. mas, claro, não sai um milímetro do chão;
  • quando quer nos mostrar alguma coisa nos puxa pela mão ou então fica atrás da gente e vai nos empurrando até chegarmos ao lugar desejado. desse jeito fica difícil se fazer de desentendido;
  • óculos é o novo chapéu;
  • descobriu a própria sombra e no começo morreu medo. depois passou a curtir;
  • inventou uma nova dancinha da felicidade, um misto de dança do ventre com jogadinha de ombro;
  • aprendeu a subir e descer dos móveis mais baixos e também a subir em objetos pra alcançar as coisas do alto;
  • já conta 2 objetos. se pega dois copos iguais fala (is) ou du(as) ou toda vez que pega dois objetos similares (não necessariamente iguais), como sapato, meia, brinquedos, livros e por aí vai;
  • aprendeu a rodar. de costas. roda e depois sai andando até cair;
  • descobriu a sensação de calor. ou melhor, a saber quando alguma coisa está quente (ti);

 

meu muito obrigada pra quem conseguiu ler até aqui (eu não).

Categorias: marcos importantes Topo
25 de outubro

desrotina do bebê de 1 ano

por luíza diener

ontem me perguntaram como fica a rotina de amamentação do benjamin agora, que já tem mais de 1 ano.

a minha resposta foi que não fica.
assim, fica e não fica.

desde o meu desentendimento com a encantadora de bebês, quando o benjamin tinha por volta de 2 meses de idade, eu peguei birra de rotina.
não sou contra quem faz, mas sou contra horários inflexíveis.
acho importante as coisas terem uma sequência certa para acontecer e uns horários básicos para certas coisas, como comer e dormir.

mas outras (e até mesmo as principais) são alteradas de acordo com uma série de fatores.
por exemplo, se hoje chove, não tem parquinho.
se saímos, é capaz dele pular uma soneca.
se um dente nasce ele pode perder a fome.
e por aí vai.

antes dele completar seu primeiro ano, achava a rotina ainda mais difícil de ser seguida, especialmente porque é nessa época que eles crescem mais, passam por mudanças muito diversas, o sistema imunológico ainda é sensível e muita coisa no corpo deles é muito imatura.

a rotina serve pra auxiliar, não para escravizar.

o problema é que você dá de cara com o livro da tracy hogg que diz que a encantadora de bebês resolve todos os seus problemas.
então é isso? tudo que eu preciso está neste livro, sem falhas? se eu seguir à risca tudo vai dar certo, né? afinal são robôs pré programados que têm um manual que você compra nas livrarias por apenas R$ 49,90!

claro que não! quem ama a encantadora vai dizer que ela ensina a respeitar o bebê.
é verdade, eu li uns trechos  (e tentei botar em prática, lembra?) e até achei uma ou outra coisa legal.
mas o problema é que o livro te dá a falsa ilusão de que é só seguir as instruções à risca que tudo irá bem.
eu já ouvi e li inúmeras mães desesperadas porque tentaram de tudo e o bebê simplesmente não segue nenhum padrão: “ele dormia a noite inteira, mas agora deu pra acordar várias vezes à noite” ou “ele até comia bem, mas de repente só quer saber de mamar” ou então “essa menina passa o dia pendurada no peito. socorro!”
a impressão que fica é que se seu filho não se comportar de acordo com a lógica de causa-efeito de todos esses encantadores de bebê, quem está errado é você ou o bebê, não o autor do livro (que nunca te viu na vida e não faz a menor ideia de quem são seus filhos).

amiga, essas coisas vão acontecer mesmo.
não quer dizer que porque o bebê dormia a noite inteira com 4 meses de idade que vá repetir o padrão de sono aos 8 meses, por exemplo.
vale se aprofundar até um pouco mais na leitura (boa) e perceber que os bebês passam por fases variadas. vale a pena conhecê-las para ver que isso que tá acontecendo com seu bebê já aconteceu com vários outros da mesma idade.
recomendo fortemente o dr. carlos gonzáles, em especial seu livro bésame mucho.

 

e como fica depois de 1 ano?

é verdade o que dizem que muitas coisas melhoram depois que eles completam 1 ano. é quase uma mágica, assim como aconteceu quando ele fez 3, 6 e 9 meses.

de repente o benjamin aumentou o tempo da soneca e deu pra dormir 2 horas de manhã e mais 1 ou 2 horas à tarde (e quando era menor ele só dormia meia hora e olhe lá).

ele também passou a beber muito mais água (que antes odiava) e a comer mais que o dobro (quase o triplo) se comparado a quando tinha 10 ou 11 meses.

isso sem contar com a esperteza e a fofura, que estão no seu auge.

mas e o peito?

bem, há muitas mães que decidem desmamar seus filhos ao completarem 1 ano.
desde quando o bebê nasce, a questão da amamentação varia muito de acordo com as condições de saúde e emocionais da mãe.
depende do tanto que ela se sente à vontade para fazê-lo seja em casa ou em outro ambiente.
depende se ela pretende voltar a trabalhar ou não, do tempo da licença maternidade e se o trabalho permite que ela pare de trabalhar para amamentar em algum momento (o que é lei, mas nem todo mundo cumpre, né?).
às vezes depende do pediatra que o bebê frequenta e até mesmo da família e amizades dos pais – especialmente das mães – que muitas vezes têm influência muito grande.

eu só tenho a agradecer por estar inserida em um contexto muito favorável para que eu possa amamentar até que ele tenha pelo menos 2 anos (a não ser que ele decida largar antes por conta própria).

por isso continuamos em livre demanda, que significa dar o peito conforme ele solicitar.
hoje em dia é bem mais fácil, visto que ele já come super bem e bebe água razoavelmente.

no fim, as mamadas já não servem mais para matar a fome. pro benjamin elas não interferem no seu apetite. se ele estiver com fome e mamar, continuará a pedir por comida do mesmo jeito.

hoje o mamá serve pra matar a sede, pra matar a saudade, pra acalmar depois daquele tombo, pra pegar no sono. serve de remédio curativo e preventivo. de acalento nos dias de enfermidade. tem sido, mais que nunca, um momento mamãe e filhinho, completamente nosso.

às vezes ele passa o dia distraído na companhia de outros adultos e crianças e nem lembra de mamar. mas é só chegar em casa que ele gruda de volta.

à noite é que a história ainda continua.
quem põe pra dormir é o pai, lá pras 20h, mas depois de umas duas horas ele acorda pra mamar.
aí varia.
há vezes em que ele volta a acordar meia noite e depois às 6h.
em outras ele acorda nesse meio tempo, lá pra umas 2h.
eu parei de ver horários mas sim, meu filho tem mais de 1 ano e ainda acorda pra mamar.
confesso que já acostumei e não tenho planos de tirar a mamada noturna ainda.

eu nem detalhei os outros horários, como de comidas e  brincadeiras, porque não quero estabelecer aqui um padrão pra que outras pessoas sigam.
acho muito mais válido e importante observar o ritmo da criança que, como já disse, pode variar de um momento para o outro.

a hora de comer do benjamin é a hora em que ele sente fome e me pede (antes de aprender a pedir eu já sabia, porque o humor dele muda consideravelmente). o mesmo serve para as sonecas.
ele acaba repetindo isso dia após dia, quase sempre no mesmo horário, que foi ele quem estabeleceu.
o resto é hora de brincar. às vezes ele vai querer fazer isso sozinho. em outras só serve se eu estiver ali, do ladinho dele.

por enquanto eu posso dar-me ao luxo de viver assim.
tento manter em mente o meu objetivo inicial ao largar o emprego: criar meus filhos.
então se, de repente, eu estou atolada de coisas e isso está me roubando a hora de ficar com o benjamin, se vejo que estou criando substitutos pro meu filho em momentos que minha presença seria imprescindível, eu dou uma parada, analiso e vejo o que é real prioridade e o que dá pra esperar.

posso dizer que isso tem feito um bem muito grande tanto ao meu filho quanto a mim.
tenho aprendido a respeitar a individualidade de cada um, inclusive a minha.
a desacelerar deste mundo louco cheio de compromissos. a ouvir meu corpo.
a escutar meu filho além das palavras, que ele mal sabe pronunciar.

eu me esqueci do relógio.

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20 de outubro

vocabulário benjaminês

por luíza diener

eu estou me devendo o post de 1 ano desta criança linda, desde a retrospectiva (que eu idealizei fazer) até as conquistas dos 11 e 12 meses.

mas enquanto esse dia não chega (se é que ele vai chegar), preciso registrar com urgência o vocabulário maluco do benjoca, antes que mude e a gente se esqueça (na verdade, eu não to lembrando de tudo. mas lá vai):

águo – água
alerolerolero – a prima aurora, que pode ser chamada às vezes de ló, loló, auouá. serve pra chamar a tia laura também.
aô? – alô
áu – tchau
– braço
bába – sapo
– acabou
bobó – vovó
bulá – bola (pode ser bó ou eventualmente bola, com uma língua toda atravessada pra pronunciar o l)
cáca – qualquer coisa que ele sabe que não pode por na boca, mas põe.
cá-ô – quadro (não caô)
cá-rrô – carro (com um r bem arranhado de brasiliense)
caú – quarto
co-côô – cocô ou fralda
dê -
dente
hmmmm
(como um rosnado e com cara de mau) – vaca
– pode ser a tia marta ou o primo martin
mãmã – mamãe
mãmô – algo tipo “mamãe, quero comer”
mão – mão
– ovelha (fala arranhando a voz)
menmen mámá – homem aranha
– não. é assim: toda vez que ele prente fazer algo errado (ou está fazendo) coloca a língua sobre o lábio superior, franze a testa, faz não com o dedo indicador (e às vezes com a cabeça) enquanto fala nã, nã e sai andando.
nênê – neném, boneca e crianças, eventualmente.
papá – papai ou sapato
papé – chapéu ou papel
– pé
pei – peixe
penpen – pinguim. às vezes ele chama de pinpin
– porco
– porta
tetê – teta ou chupeta
– a letra x ou círculo (que ele tb chama de bó – bola). também pode ser tigre. nota: ele fala o ti com sotaque de recife.
– tov
uauaua – cachorro

aponta quando perguntamos pelo cabelo, olho, orelha, cílio, nariz, dente, boca, bochecha, língua, cabeça, braço, joelho e pé (joelho e pé, joelho e pé). Também sabe distinguir os brinquedos do tov dos dele, mas chama todos de tô (tov).

e sábado completa 1 ano e 2 meses! yey!

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18 de outubro

festinha do benjoca parte III – as fotos!

por luíza diener

chega de enrolação, chega de curiosidade.

então eeeee vamos nessa! vem no miudinho, vem no sapatinho, vem à beça!

primeiros passinhos

minha amiga tetê

pelo menos a boca aberta ele herdou da mãe

momento fofura: aurora


trio ternura: ciça, cali e alice

momento fofura: tetesa (ou totosa)

o que é isso, primo?

momento fofura: catarina

momento fofura: tito

vovós

vôs

momento fofura: emília

momento fofura: davi

momento fofura: henri

momento primos

primo fofura: martin

momento fofura: primo gael

cunhadas

momento fofura: rafael

"meninas, tenho um babado fortíssimo pra contar"

momento fofura: camyle

momento voador: teodoro

momento fofura: rafaela

morriiiiii

o bolo da tathy!

meu primeiro bolinho

tathy e seus docinhos

a maravilhosa que fez essas fotos foi a ana paula batista, do Ensaios Infantis.
quando vi as fotos no site eu não tive dúvidas: eles precisam fazer as fotos do benjoca!

graças a deus tudo deu certo e eles tinham agenda. a ana paula foi super pontual (chegou antes de mim, pra falar a verdade), tirou foto de tudo e de todos com a maior naturalidade. não dava nem pra perceber que ela estava lá.
ficou até o fim e registrou os melhores momentos (inclusive aqueles que a gente deixa passar porque estava fazendo mil coisas, sabe?).

valeu muito à pena. ela foi super profissional (como acredito que todos do Ensaios Infantis sejam), além de ser um amor de pessoa.
o benjoca que o diga. ela ensinou ele a imitar um macaco coçando a cabeça. já tem quase dois meses e ele faz isso até hoje. eheheheh!

gostou também? então toma:

site: http://www.ensaiosinfantis.com.br/blog/
facebook
email: atendimento@ensaiosinfantis.com.br

obrigada, ana, por registrar esses momentos meus!

* * *

veja também:

festinha do benjoca parte I - como tudo aconteceu

festinha do benjoca parte II – a papelaria

 

 

Categorias: benjamin, festa de aniversário, marcos importantes Topo
11 de outubro

bebês sustentáveis

por luíza diener

você já ouviu falar em sustentabilidade? e em sustentabilidade com os bebês?

muita gente acha que pra ser ecologicamente correto é preciso ser ecochato, mas pequenas mudanças que adotamos podem fazer uma grande diferença tanto no meio ambiente quanto no nosso bolso.

saímos em uma matéria da tv justiça (a lidia e a tetê também aparecem com toda beleza e gramú, aquelas linda) e achei legal compartilhar um tema tão bacana, tratado de uma maneira muito legal nesta reportagem:

Bebê Sustentável from Momento Ambiental on Vimeo.

aproveitando pra desmistificar algumas coisas sobre fraldas de pano:

  • elas não dão trabalho e nem tomam todo o tempo que você teria com o seu filho (cinco minutinhos são suficientes. o tempo de uma cagada um banho rápido);
  •  mesmo gastando energia e água para lavá-las, não se esqueça do tanto de água e energia que as descartáveis consumiram para serem feitas. acha bobagem? existe um estudo de pegada ecológica que prova que as fraldas laváveis são mais ecológicas;
  • elas são todas moderninhas, bem diferentes das do tempo da vovó, como vocês puderam constatar no vídeo.
ah, na inglaterra já existe um método de reciclagem de fraldas e absorventes usados que permite que eles virem telhas e tubos de plástico. não é demais? já pensou se isso fosse viável em todo o mundo?
(leia reportagem completa)
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27 de setembro

nossa segunda viagem

por luíza diener

benjamin fez sua segunda viagem interestadual, desta vez com direito a mais tempo fora de casa que quando fomos ao rio de janeiro (por apenas 3 dias).

desta vez fomos à são paulo e ficamos duas semanas.

algumas coisas foram mais fáceis, outras não.

desta vez, no avião, já sabíamos mais ou menos o que esperar, então foi mais sossegado.
repetimos os truques de levar brinquedinhos e livros novos (que ele ganhou no seu aniversário mas ainda estavam guardados). foi tão ok quanto andar de ônibus, táxi ou metrô, visto que o trajeto brasília-sampa costuma durar menos de uma hora e meia.

fomos de avianca e voltamos de gol, mas nenhuma se compara à tam.
a vantagem da avianca foi o preço e o espaço. o espaço entre as poltronas é maior que o padrão e elas são bastante confortáveis, mas o serviço de bordo deixou a desejar.
a gol é aquela coisa, né? poltronas apertadas, amostra grátis de biscoito e nenhum travesseirinho pra apoiar o bebê, o braço, a cabeça ou a bunda (pior que ela só a webjet).
na ida despachamos o carrinho junto com a mala e ele foi no colo até o avião. na volta eu levei o carrinho até a porta da nave e foi uma confusão.
saudades do carrinho de bebê da tam, dos mil travesseirinhos, da televisãozinha e dos fones de ouvido.

ficamos hospedados na casa da minha irmã, então não precisei me preocupar  nem com a estrutura e nem com a comida, visto que ela tem um bebê 3 meses mais novo que o benjamin e uma filhota com quase 4 anos a mais.

ele curtiu absurdamente os primos, especialmente a mais velha, que às vezes o fazia de boneco, às vezes o desprezava.
mas no fim ela tava até perguntando “tia lu, quando eu crescer eu posso casar com o benjamin?”. expliquei que primo não casa, mas achei a coisa mais fofa do planeta ever.
e o amor foi correspondido. todo santo dia ele acordava chamando por ela: “alelolelo” ou “lolololo”, que significa aurora ou loló, respectivamente. o problema é que até hoje ele chama por ela todo santo dia, procura e não a encontra.
também aprendeu o nome de todo mundo na casa: o primo, martin, era mamá, o tio caio era ou titi e a tia marta era má.

benjamin e loló na toca da aurora

duplinha de fofuras

andou de metrô pra cima e pra baixo (porque os aqui de brasília não prestam pra quase nada) e todas as estações têm elevadores de acesso (que funcionam) para cadeirantes e uma quantidade razoável de assentos preferenciais tanto na espera quanto nos vagões.
pegamos desde os vazios até aqueles entupidos com gente saindo pela janela, mas mesmo assim sempre conseguimos lugar graças a uma ou outra alma caridosa que aparecia.

a mamãe aqui ganhou pontos de habilidade na arte de conduzir carrinhos de bebê nas calçadas loucas (ou inexistentes) da cidade. uma coisa de louco essas ruas íngremes onde a calçada do nada vira escada ou simplesmente some como num passe de mágica e você se vê obrigada a andar no meio da rua.
mas também andamos em lugares pheenos e rhykos como higienópolis e perto do ibirapuera onde, além de ter calçada, tinha rampa de acesso para todo lado.

descobri que brasília é também a capital nacional do parquinho, porque enquanto aqui eu acordo e decido em qual vou leva-lo pela manhã e ainda tenho opções diferentes para a tarde (por aqui devem ter uns 6 num raio de 200 metros), lá em sampa a gente tinha que pegar um carro pra chegar a um.

por outro lado, não faltou opção cultural para fazer com os pequenos.
teve show gratuito do palavra cantada e só não fomos porque soubemos muito em cima da hora e os ingressos já haviam esgotado.
mas conheci o grupo brasileirinhos, que musicou as poesias de lalau e laurabeatriz e posso dizer que as músicas são ótimas!
pra completar, o show foi dentro de uma escolinha, vejam só vocês! onde que isso aconteceria por aqui, né?

a caipira saiu da roça, visitou a cidade grande e ficou toda abestalhada (como sempre).

além disso, conhecemos pessoalmente vários amigos até então virtuais, como a lúcia, filha do renato (diário grávido), o fred, filho da eleonora (cegonha trends), o beny, que agora já nasceu, mas ainda estava na barriga da fernanda franken (mamma mini) e a camila (mamãe tá ocupada).

os paizões hilan e renato com benjoca e lucia

eleonora, eu e os bebês que não paravam quietos

benji, eu, a mamma fê e o mini beny (atentem que a fê foi a única com cara de pessoa um pouco normal)

sil e nuno. dois amores!

na primeira semana o hilan esteve conosco, mas depois teve que voltar pra trabalhar e eu fiquei mais uns dias com minha irmã.

passei pela maravilhosa (e breve) experiência de cuidar sozinha de dois bebês e uma criança. mas deu pra sentir o peso, literalmente, de subir e descer escadas com dois no colo e ainda torcer pra mais velha não inventar de aprontar nada enquanto isso. a minha sorte é que eles não puxaram o primo de cá e são super comportados.

ele deu um salto de desenvolvimento por lá, desatou a falar (palavras soltas), a andar com desenvoltura (e pés tortos), a empurrar milhões de objetos, a subir escadas inteiras e descer pequenos degraus.
ganhou mais alguns roxos, sangrou a boca mais algumas vezes
comeu muita terra e areia.

aproveitou o frio e usou todos os seus casacos, calças e sapatos que estavam no fundo da gaveta lá na quente brasília.

só a volta é que foi um pouco mais complicada.

voltamos sozinhos  benjoca e eu e ele resolveu dar chilique no meio do aeroporto. ameaçou fazer escândalo dentro do avião também, mas acabou dormindo, o que me aliviou bastante.
sem contar que é bem mais complicado arrastar malas e carrinho de bebê tudo ao mesmo tempo. na próxima vou de sling, sem dúvidas.
mas nada apavorante não.

capotadão na volta. mamãe agradece

mesmo dormindo e comendo praticamente no mesmo horário lá e cá, os dias que sucederam nossa volta foram mais trabalhosos, especialmente porque ele habituou-se a dormir comigo quando estávamos somente os dois.

os primeiros dias foram de completa gritaria dentro de casa, escândalo, jogando-se no chão toda vez que era contrariado, falando não pra tudo e todos e chorando o tempo inteiro.
a solução foi muita (MUITA) paciência, respirar fundo, contar 1, 2, 3, 4567984709485, dizer não, fazer cara de paisagem, fazer cara de louca pras pessoas na rua e dar muito, muito colo,  amor, carinho e buquê de flor.

agora ele está voltando ao normal, dormindo às vezes no berço e às vezes com a gente, passeando o tempo inteiro pra desestressar do apartamento pequeno (lá era casa. só a escada já era um exercício por si só).

hoje acordou o prínpice do bom humor, dormiu e comeu bem e tá sorrindo para as paredes.
claro que o humor e estado de espírito de um bebê são sempre uma montanha russa, mas sempre fico na torcida pra que ele só melhore.

o saldo, como sempre, foi hiperpositivo.
e a saudade (tanto de quem vai como de quem fica) aperta.

não fosse pelo dinheiro (e pelo marido que acaba por ficar, né?) eu viajaria mês que vem outra vez pra um lugar diferente.
viciei!

dupla de dois

amáveis amores

lucia, fofurinha master

os brasileirinhos tocando e a princesa branca de neve não parou um só segundo

lê e fred no dia do aniversário do pequeno

areia laranja, ué

uma das priminhas de loló. todas lindas de morrer!

depois me conta a marca do berço que esse aguenta!

comadres de olho nas crias

bichinho do papai

hora do lanchinho, bebezada!

cliford, o cão-abajur

dentinho dos coelhos

 

 

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