
há umas três semanas estivemos em são paulo para a gravação desse vídeo aqui.
e não pudemos deixar de aproveitar a oportunidade para encontrar a família, azamiga e, claro, dar uma micro passeadinha child friendly na cidade.
um dos lugares semi-bacanas que estivemos foi o aquário de são paulo. não fazia ideia de que existia aquilo por lá.
quer dizer, devia fazer, mas não era do meu interesse, até ter um filho que é enlouquecido por bichos.
pra chegar sem carro foi uma saga: táxi, metrô, 1 km a pé de ladeira com criança de 5 anos e um de 1,7 num carrinho de bebê e lá estávamos nós.

havia muitos aquários com animais diversos.
quando chegamos, benjoca ficou extremamente empolgado. queria conversar com todos os animais. ia de um lado para o outro, enlouquecido. vários jacarés e tartarugas chamaram a atenção dele logo de cara. além de uma jiboia gigantesca. acho que uma delas deveria conseguir comer uns 10 jocas numa boa.
ele deitava no chão para ver os jacarés e foi preciso convencê-lo de que havia mais coisa adiante. por ele, se o passeio acabasse ali já teria valido.

nossa sobrinha de 5 anos preferiu os peixinhos coloridos e cavalos marinhos. meninas são fofas, né?
além do óbvio que todo aquário tem (peixes, né?), também havia uns animais mais incríveis como peixe boi, tubarões, arraias, lobo marinho, lontra fedida, macacos invisíveis, morcegos, aranha, dinossauros (?) e bonecos de homens pré históricos.
ok. esses dois últimos eram bizarros. o que tem a ver dinossauro com aquário eu não sei. foi uma encheção de linguiça bem da mal feita. devem ter feito na época em que jurassic park bombava e nunca mais atualizaram. aliás, umas partes do aquário apresentavam mesmo essa estética anos noventa como um dinossauro que saia do meio da parede, bem como um semi tubarão na mesma condição, ambos de fibra de vidro (ainda existe isso, gente?). como eles foram parar lá, ninguém sabe, mas minha sobrinha elaborou algumas teorias.

ainda queimando um pouco o filme do lugar, lá tinha uma lanchonete terrível e caríssima. só salvava a coca em lata (salvava?). então, se algum dia você for, vá bem comida (rá!). e não se esqueça de levar o lanchinho das quiança.
a expectativa maior era de ver os pinguins, mas o aquário deles estava reformando. fuééem.
mesmo assim, tinha duas alas relativamente novas que eram bacanas (além do aquário básico, que também vale a pena): a dos piratas e a do brasil (igarapé).
e confesso também que fiquei fascinada pelos morcegos. eles eram estranhamente sedutores. um deles pendurou de cabeça pra baixo e mijou (vou ensinar o hilan a fazer o mesmo na hora do acasalamento).

e não podemos deixar de falar da grande atração local: os tubarões. esqueça o tubarão branco e o martelo. eram outros, sub celebridades no mundo dos tubarões. tipo ex-bbb.
o local é como se você entrasse dentro de um submarino. tem dois aquários paralelos grandões simulando o lado de fora do navio, como se os animais vivessem ao redor dos restos de um navio naufragado.

e se você olhar para cima, parte do teto é transparente também. pudemos ver as barrigas dos tubarões e arraias. foi bem legal.
até agora não entendi mesmo a parte dos dinossauros (pra completar tinha um cinema supostamente 4D, mas não quisemos arriscar). a aurora ficou com medo e o benjamin também.
mas a dos homo sapiens, erectus, broxus. ele adorou. falava “macaco” pra todos eles,
tinha um fraldário (na verdade trocador) toscão, mas dava pra quebrar o galho no caso de uma caganeira infantil o que, graças a deus, não aconteceu.
o preço do ingresso foi um pouco salgado: R$ 20,00 para crianças de até 12 anos e R$ 40,00 para adultos.
mas na segunda feira (dia que nós fomos) era 20 reais pra qualquer um.
mini crianças menores de 3 anos não pagam.
o site é esse daqui. anos noventa chegou e parou por lá também. alô, sala de bate papo do uol!
mas mesmo assim valeu a pena, porque no fim do passeio (fizemos o circuito tipo duas vezes e meia) estava todo mundo feliz da vida.
aurora chegou em casa radiante e doca não se cansou um segundo sequer.

foi uma festa. até nós, semi-adultos, nos divertimos.
um programa bacana pra família toda.
então fica a dica para papais e titios buscando entreter os pequenos. especialmente em dias frios ou chuvosos (pra quem vai de carro, ok?).
oi.
ele já começou a famosa fase do não.
já tá sabendo também distinguir algumas coisas certas das erradas, mesmo que a gente não fale nada.
e daí que, como eu já disse, ele tem um espacinho da prateleira só dele – as duas primeiras de baixo. dali pra cima, são nossas coisas e ele não pode mexer.
e eu tenho que ouvir o dia inteiro ele me relembrando disso, quase como quem dá bronca:
tem tempo que estou para escrever sobre isso. é um fenômeno que acontece aqui em casa. a casa dos pais papagaios.
é muito simples. nosso mini ser andante é uma criança cheia de charme e truques. pelo menos eu acho, né?
ontem no banho, sei lá por que, ele resolveu que queria dar banho no boneco do hulk, que estava no box.
aí passava a bucha no tadelo. no baço, no pé e no bumbum do ukinho.
porque agora não é mais uki, é ukinho. afinal, é um mini hulk.
depois de banho tomado, ritual do sono e tudo mais, finalmente o bebê dorme.
imagine a cena: estamos eu e luíza na sala e aí começa o fenômeno papagaio. começa de mansinho e de repente pimba! lá estamos nós repetindo as proezas linguísticas do filho, imitando tudo que o benjoca diz e morrendo de rir e de orgulho ao mesmo tempo. hoje no banho ele resolveu que queria dar banho no boneco do hulk, aí passava a bucha no tadelo. no baço, no pé e no bumbum do ukinho. por que agora não é mais uki, é ukinho. hahaha. aí ele disse: abi a póta (e balança a cabeça) como que afirmando. aí tov fez tal coisa e ele: tenta tóti, tenta. não podi não. papaizinho junto, abaço. oi, diga boi. oi peixe . mamãe tolinho, quelo tolinho. hahahah! imita levantado os braços.
eu não sei vocês, mas segundo os cientistas isso faz a orelha de 90% das crianças esquentarem (??).
pelo menos foi o que eu ouvi falar e também ouvi falar que o fenômeno papagaio assola várias lares brasileiros.
confere? :)
obs: você que é homem, macho com M maiúsculo e tudo. seus problemas acabaram. lá em cima no site, do lado direito, debaixo da pequisa, tem um botãozinho vermelho piscando chamado: disfarça pai. tem que clicar pra ver o que aparece. espero que goste. um oferecimento da nossa amiga raquel brehm, que consegui essa proeza tecnológica pra gente! valeu raquel!

{desabafo de uma mãe de primeira viagem (eu) sobre seu filho que demandava atenção plena e integral nos primeiros meses de vida}
até hoje sofro com minhas contradições maternais. ou melhor, com minhas contradições por ser maternal.
literaturas instruem e estragam.
será a ignorância uma benção ou uma maldição?
antes de engravidar eu lia muito sobre gravidez, bebês, criancas e idealizei muitas coisas maravilhosas: queria um parto natural, fraldas de pano, bebe no sling e cama compartilhada. queria toda essa maravilhosidade da maternidade natureba que lê-se por aí.
entao o bebê foi gerado, parido, nascido e agora deparo-me com contradições diárias. a chupeta contra a qual eu lutava entrou pra rotina e, falando nisso, a tal rotina veio não sei se pra me ajudar ou estragar tudo de vez. tentei voltar para a livre demanda mas fiquei com medo de “estragar” meu filho com tanto peito e colo.
sabe como eu queria mesmo criar o benjamin? grudado em mim o dia inteiro, ora no peito, ora no sling e na hora de dormir, juntinho comigo na cama (como fazemos em algumas manhãs).
lendo sobre cama compartilhada vi os benefícios que isso traz à auto-estima da criança, aos hormônios de ambos e à criação de laços afetivos, mas se ele dorme na nossa cama, quem não dorme somos nós.
li sobre as chupetas e que a quantidade de malefícios supera e muito os benefícios da mardita.
li sobre tudo de bom que é amamentar em livre demanda, mas eu sofro com ela porque não consigo mais nem almoçar em paz. ou melhor, não consigo mais almoçar nada.
aí me dizem o que eu mesma sempre disse: siga sua intuição.
pra falar a verdade eu sei BEM o que a minha intuição está me dizendo, mas eu tenho medo. medo de criar um filho totalmente dependente de mim, medo do que os outros vão dizer, medo de ter um filho mimado ou sei lá do que mais tenho medo.
mas no fundo no fundo, acho que é medo de me apaixonar mais ainda por esse pequeno bichinho de goiaba. de ficar totalmente entregue às suas vontades.
isso porque eu sempre quis ter o controle de tudo. e viver às custas dos filhos é perder totalmente o domínio da situação.
as pessoas são cheias de traumas e muitas vezes (quase sempre) te aconselham baseadas em suas próprias experiências de vida. não que elas queiram ver seu mal, ao contrário: muitas vezes querem evitar que você passe pelo mesmo sofrimento delas.
pessoas que passaram pelo divórcio geralmente te aconselharão a ter sua vida paralela, a não se doar por inteiro para, no caso de seu casamento não dar certo, você não ficar completamente desnorteado.
quem não conseguiu alcançar a tal carreira almejada por falta de instrução vai te aconselhar a estudar, fazer faculdade, especialização, concurso público e o escambau pra você nunca ficar sem emprego.
pais que sofreram por terem doado-se ao máximo por seus filhos sem nunca receberem o reconhecimento devido te ensinarão que os filhos um dia irão deixar seu ninho, os pais ficarão sozinhos e sua vida há de continuar.
e daí por diante.
de fato, todos os conselhos acima são super válidos e legítimos dentro da vivência e equilíbrio de cada um, mas não precisam necessariamente fazer parte da minha ou da sua vida.
afinal, cadum cadum, né?
mas por outro lado fico imaginando se eu conseguirei conciliar esta idealização com o o estilo real de vida que levo. sera possível?
* * *
hoje, 1 ano e 5 meses depois de ter escrito este post, voltei para reler este texto e tirá-lo do rascunho.
pra quem quer saber o final da novela, a cama compartilhada nunca deu certo aqui em casa, a rotina da encantadora de bebês foi exorcizada de nossas vidas com louvor, a chupeta continua até hoje, bem como a amamentação em livre demanda, que tornou-se o sucesso da casa, especialmente no primeiro ano de vida (aliás, estou digitando com uma mão só porque neste exato momento o pequeno está a mamar).

segui minha intuição com força e acredito que deu certo pra gente aqui em casa.
aos poucos eu pude voltar a almoçar (especialmente depois que ele começou a comer) e hoje já somos cheios de truques e malabarismos para conseguir fazer muitas coisas com ele por perto.
ao contrário do que pregam os militantes contra a livre demanda e o colo full time, ele não ficou mal acostumado.
claro que o benjoca é muito afeiçoado a mim e eu não vejo demérito nenhum nisso. pelo contrário.
mas ele é um menino muito alegre e independente e está cada vez mais difícil arrancar dele um abraço ou um beijo.
ou seja, eu aproveitei muuuuuito o tempo do grude grude, dei todo o colo, beijo e carinho que ele precisava.
mas agora ele já entrou na fase de querer descobrir o mundo com seus próprios olhos.
eu continuarei a persegui-lo para arrancar dele beijos e colos até o dia em que me der netos (aí eu corro atrás dos netos, deixo eles mal acostumados - e brigo com minha nora).
bom final de semana e boa páscoa!
chag sameach (rasgue essa meia)
é fato que os posts do desenvolvimento do benjamin pararam de ser mensais, mas eu não poderia deixar passar batido esse mês tão especial da maioridade bebezística.
veja bem: eu sempre achei que alguns meses seriam marcantes na vida do benjoca: o terceiro, o sexto, o dôzimo (neologismo rules!), o décimo quinto e, claro, o dezoitôzimo.
quando o benjoca era pequenico, imaginava que aos 18 meses ele seria uma criançona, que falaria tudo e não teria mais nada de bebê.
hoje vejo que me enganei em muitas coisas e que outras foram além das minhas expectativas.
é uma fase muuuito gostosa e ativa até dizer chega! mas ele está lindo e delicioso e cada vez menos chato. acompanhem:
e se você for a um restaurante onde os garçons tenham sido treinados pelo benjoca, saiba como fazer o seu pedido:
(em comemoração aos 18 meses do dia 22/02/12)
lembra daqueles livrinhos em que sua mãe/avó registrava os primeiros feitos das crias? primeira palavrinha? o primeiro banho? era muito legal, né? mas acabava socado e esquecido em algum armário empoeirado. pelo menos o meu foi assim (diz minha mãe que fez um meu, mas eu nunca vi).
que tal eternizar isso com um lindo poster do relatório anual do seu filho/filha?
uma peça de design única e exclusiva que vai ficar linda no quartinho deles como decoração.
você pode escolher entre três opções de cores:
1) fundo branco
2) fundo rosa
3) fundo azul
DETALHES
impressão em papel fotográfico mate paper.
dimensões: 42,0 X 59,4 cm (formato A2).
tempo de produção – 15 dias a contar a partir da confirmação dos dados fornecidos e aprovação de pagamento (adiantado).
prazo de envio dos correios: aproximadamente 8 dias úteis, a depender da localidade.
* atenção: a moldura não é fornecida, a fim de viabilizar o envio!
PREÇO
R$: 250,00 o poster impresso + embalagem (tubo postal).
impressão adicional – R$ 70,00 por poster extra.
FORMAS DE PAGAMENTO (via pagseguro)
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pôster meu primeiro ano – R$ 250,00
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caso tenha interesse em mais de uma cópia, adicione ao carrinho o poster de valor cheio (R$ 250,00) e, em seguida, solicite a impressão extra* (botão abaixo).
note que a quantidade de cópias pode ser alterada.
* válido somente para cópia.
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muchas gracias ; )

você percebe que seu bebê já não é mais tão bebê assim quando:
é, eles crescem mais rápido do que a gente imagina. e é uma delícia!
* * *
em tempo: estou entrando de férias (semi-férias, né? porque mãe não descansa) e retorno no começo de fevereiro.
vou deixar alguns posts novos e outros antigos já agendados para serem postados ao longo do mês, mas não vou entrar sempre e não sei se terei tempo de ler e responder todos os comentários, ok?
mais uma vez, feliz ano novo a todos e que 2012 seja ainda melhor!

depois de mais de 6 (ou 15) meses de grude eterno com a mamãe, finalmente aconteceu: benjamin só quer saber do pai.
antes eu não podia sair de perto que era um mãmã? mamã? constante, acompanhado sempre de choro, até que eu retornasse.
pode até ser fofinho, mas quem passa por isso o dia inteiro sabe o tanto que chega uma hora que – desculpe – enche o saco.
mas de uns dias pra cá ele chama o papá pra tudo.
chega tá engraçado, porque agora ele tem rejeitado o meu colo pra ficar com o pai.
outro dia eu estava com o benjota no shopping e o hilan foi me encontrar pra almoçar. quando viu o pai, pulou no seu colo e deu um abraço pra não largar mais. juro, ele deve ter ficado assim, agarrado ao seu pescoço, uns 10 minutos. tentei tirar foto do celular, mas a bateria estava fraca. uma dessas cenas pra ficar só na nossa memória.
ontem mesmo o hilan deu banho nele e eu fui buscar o pequeno no chuveiro pro pai terminar seu banho. quem disse que ele queria vir comigo? se jogava pra trás e dizia não.
aliás, ontem foi o dia. estávamos benjamin e eu brincando, enquanto o hilan trabalhava. aí resolvi, no meio da brincadeira, cantar uma versão adaptada de nana neném: “mamãe tá aqui e o papai foi trabalhar”. pra quê… quando ele ouviu a palavra “papai” fez o maior bico, começou a chorar e falar papá? papá? e ficou tão, mas tão desconsolado que só melhorou mamando e dormindo em seguida.
pensam que eu estou achando ruim? com ciúmes?
longe de mim!
to achando a coisa marmaravilosa do mundo!
finalmente um sossego pros meus braços e costas cansados.
já posso até fazer cocô em paz (quer dizer, às vezes).
o bom disso tudo é que muitas coisas no cuidado do pequeno passam a ser tarefa quase obrigatória do pai, porque o benjamin não quer mais que eu faça, como comer ou tomar banho, que ele só aceita se o hilan fizer.
claro que ainda têm umas coisas (além do peito) que só a mãe resolve, mas estou muito aliviada e contente por finalmente esse momento ter chegado, porque agora eu tenho mais um tempinho pra mim.

quando o benjamin nasceu e eu lia textos sobre marcos de desenvolvimento, ficava a me questionar se as coisas aconteceriam realmente daquele jeito ou se cada bebê tinha seu ritmo.
hoje eu acredito que é um pouco de cada um, mas que há comportamentos padrões para certas idades.
por exemplo, os três primeiros meses de vida do benjamin foram de cólicas intensas.
mas foi só entrar no quarto mês que as cólicas cessaram.
aos 6 meses (como sonhei com essa data!) nasceu seu primeiro dente e daí em diante ele se desenvolveu muito rapidamente (não por causa do dente, mas creio que por causa da idade mesmo).
ele completou 9 meses. no dia seguinte teve convulsões e daí pra frente passou 3 meses doente. e foram 3 meses mesmo, com direito a febre toda semana.
dos 9 aos 12 meses ele ficou muito, mas muito chato! acho que foi a época mais difícil de lidar com ele, ganhando disparado do tempo de recém nascido.
completou 12 meses. ameaçou ter convulsões nesse exato dia (mas tudo correu bem). no dia seguinte ele começou a andar sozinho.
desde então, nunca mais adoeceu.
os meses 12 a 15 foram os mais doces e fantásticos de sua curta vida.
acontece que agora ele está com 15 meses e desde então está cada vez mais cheio de vontades.
antes ele dava um chiliquinho. agora ele se joga com força no chão e descobriu que dá pra puxar meu cabelo no auge da crise (quando o pego no colo).
eu sou muito firme e categórica ao dizer que não se bate em ninguém, muito menos nos pais dele. ele entende bem. e dá um chilique maior. se não funciona (depois dessas eu ignoro), ele desconversa, dá risada, faz charme.
confesso que estou um pouco apreensiva quanto aos próximos 3 meses, mas quando olho pra trás e vejo que certas fases passam, me inspiro e me animo novamente.
cheguem logo, 18 meses! te quiero!