ontem saímos, benjamin e eu, na revista do Correio Braziliense (jornal daqui de brasília).
o marido acordou cedinho, foi à banca (tentou ir escondido, mas ele não sabe disfarçar) e, quando me entregou a revista no domingo das mães de manhãzinha, fiquei feliz da vida e veio um misto de emoções: a primeira, vergonha por ser capa de revista (acreditem, eu sou tímida com essas coisas), a segunda foi orgulho de ver meu filho LINDOFOFOGORDELÍCIO em destaque na foto da capa (eu jurei que ele iria dar trabalho na sessão de fotos, mas se comportou como um prícipe sapeca) e a terceira foi medo de um um vizinho maluco descobrir meu blog e ficar me perseguindo (ahahahahha! eu tb sou beeem neurótica).
não foi uma simples reportagem, foi uma matéria com várias mães diferentes, de tema “a maternidade na era google” (daí já da meio pra concluir do que se trata, né?).
quem quiser ler a matéria na íntegra, é só clicar aqui. mas não se esqueçam que jornais em geral (to falando desse mesmo) costumam exagerar um pouco as coisas, tá?
eu fui só uma parte da matéria. confira quem mais apareceu por lá:
(se eu esqueci de mais alguém, podem tacar a pedra em mim desta vez, tá?)
e nisso eu “ganhei” de presente de dia das mães essas lindíssimas fotos, obra do fotógrafo iano andrade, responsável por deixar o benjoca de ótimo humor.
macaquinho fófo de fraldinha azul (e sorriso falso de campanha de amamentação. ahahhahaha)

cara de bichinho

bebê elétrico

meus bebês posando pra foto (finge que eles são uns santos, tá?)

mãe, olha o que eu sei fazer!

escala pra roer

dentes do coelho
gente, nosso cori cori já está com oito meses (completou sexta passada).
está cada vez menos bebezinho e cada vez mais parecendo uma criancinha. é uma delícia vê-lo crescer!
conquistas do sétimo mês:
pra quem quiser ver mais fotos e vídeos do nosso pequeno, cliquem abaixo:

fomos pela primeira vez ao mato com o benjamin.
seguindo a dica da paloma, fomos à chapada imperial, a 30km daqui.
fomos com os casais de amigos, nina + celo, lidia + daniel, outros amigos deles e, claro, a super-amiguinha do benjoca, a maria teresa (filha da lidia).
o local escolhido foi a chapada imperial, a 30km de brasília.
lá tinha um local com uma estrutura bacana, parquinho, rede, almoço no fogão a lenha.
o lugar também é uma reserva que recebe animais do ibama e adapta-os para retornarem à vida silvestre. por conta disso, lá tinha muitas araras canindés, aquela azul de peito amarelo, linda de morrer.
além disso também tinha um tucano cheio de graça que aceitava carinho. parecia um brinquedo que dá corda e sai pulando.
além de outros bichos de fazenda como galinha, ganso, vaca, cachorro, cavalo e coelho.


fizemos uma trilha curtinha, especial para os portadores de bebês e pessoas altamente cansáveis, como eu.
lidia e eu levamos os bebês em seus respectivos slings. logo os dois pediram para mamar. logo os dois dormiram.
a trilha terminava em um pedacinho de mini cachoeira, onde pegava sol e tinha uma parte rasinha. era pequeno, mal dava pra nadar. ideal para entrar com os bebezotes.
a pena foi que a tetê dormiu que nem viu o rio (quer dizer, viu, mas no começo. eu só falei pra rimar).



eu, que não resisto a uma nadança, tirei o benjoca do sling pra nadar, mas logo ele acordou e ficou me olhando de longe, super curioso.
resolvi trazê-lo para a festa: tirei sua roupinha e fomos os dois pra água.
primeiro o pezinho, pra acostumar. achei que ele iria fazer um escândalo, mas nem ligou.
molhei um pouco a cabeça, as mãos, a nuca.
aí sentei no raso, coloquei ele no meu colo e deixei ele com a bunda n’água gelada. logo ele viu os peixinhos e quis pegá-los.
ele se jogava para a frente, atrás dos peixes, mas logo se molhava na água gelada, dava um gritinho e voltava a sentar. ficou nessa um tempão.
brincou de bater na água gelada, bateu altos papos com o riacho e, quando comecei a ficar com frio, achei melhor tirá-lo, também porque o sol estava um pouco forte.


passamos o resto do dia no lugar. ele mamou e dormiu comigo na rede, foi de colo em colo e divertiu-se um bocado.
chapou na volta e acordou chegando em casa. deu pra cansar.



incrível como um lugar tão perto pode ser tão lindo. como é que pode? a gente mora há décadas na cidade e demora tanto tempo pra descobrir certas coisas.


isso é que o fim de semana está só começando! bom fim de semana/feriado a todos!
porque o benjamin tá super nessa fase e esse texto veio bem a calhar
Tradução de um trecho do capítulo O Choro e as Separações do livro The Science of Parenting de Margot Sunderland. Esse livro foi premiado em 2007 pela Academia Britânica de Medicina como o melhor livro de medicina popular. Não é um simples livro de conselhos para pais, mas sim um livro que, baseado em mais de 800 experimentos científicos, explica o que a ciência nos diz sobre como os diferentes tipos de criação afetam os nossos filhos.
Quando o bebê chega aos seis ou oito meses de idade, começa a operar a angústia da separação que, geralmente, continua a se manifestar de uma forma ou outra até os cinco anos. Em breve o bebê começa a sentir pânico quando não vê sua mãe. É preciso levar a sério a intensidade dos seus sentimentos. A mãe é o seu mundo, é tudo para o bebê, representa sua segurança.
Um pouco de compreensão
O bebê não está “chatinho” nem “grudento”. O sistema de angústia da separação, localizado no cérebro inferior está geneticamente programado para ser hipersensível. Nos primeiros estágios da evolução era muito perigoso que o bebê estivesse longe da sua mãe e, se não chorasse para alertar seus pais do seu paradeiro, não conseguiria sobreviver. O desenvolvimento dos lóbulos frontais inibe naturalmente esse sistema e, como adultos, aprendemos a controlá-lo com distrações cognitivas.
Se você não está, como ele sabe que você não foi embora para sempre?
Você não pode explicar que vai voltar logo, porque os centros verbais do seu cérebro ainda não funcionam. Quando ele aprender a engatinhar, deixe-o segui-la por todas as partes. Sim, até ao banheiro.
Livrar-se dele ou deixá-lo no cercadinho não só é muito cruel, também pode produzir efeitos adversos permanentes. Ele pode sentir pânico, o que significa um aumento importante e perigoso das substâncias estressantes no seu cérebro.
Isso pode resultar em uma hipersensibilização do seu sistema de medo, o que lhe afetará na sua vida adulta, causando fobias, obsessões ou comportamentos de isolamento temeroso. Pouco a pouco, ele vai sentir-se mais seguro da sua presença na casa, principalmente quando comece a falar.
A separação aflige as crianças tanto quanto a dor física
Quando o bebê sofre pela ausência dos seus pais, no seu cérebro ativam-se as mesmas zonas que quando sofre uma dor física. Ou seja, a linguagem da perda é idêntica à linguagem da dor. Não tem sentido aliviar as dores físicas, como um corte no joelho e não consolar as dores emocionais, como a angústia da separação. Mas, tristemente, é isso o que fazem muitos pais. Não conseguem aceitar que a dor emocional de seu filho é tão real como a física. Essa é uma verdade neurobiológica que todos deveríamos respeitar.
Às vezes, impulsamos nossos filhos a ser independentes antes do tempo
Nossas decisões como pais podem empurrar nossos filhos a uma separação prematura. Um exemplo seria enviá-los a um internato (1) pequenos demais. As crianças de oito anos ainda podem ser hipersensíveis à angústia da separação e ter muita dificuldade em passar longos períodos de tempo longe dos seus pais. Sua dor emocional deve ser levada a sério. O Sistema GABA do cérebro é sensível às mais sensíveis mudanças do seu entorno, como a separação de seus pais. Estudos relacionam a separação a pouca idade com alterações desse sistema anti-ansiedade.
As separações de curto prazo são prejudiciais
Alguns estudos detectaram alterações a longo prazo do eixo HPA do cérebro infantil devido a separações curtas, quando a criança fica aos cuidados de uma pessoa desconhecida. Esse sistema de resposta ao estresse é fundamental para nossa capacidade de enfrentar bem o estresse na vida adulta. É muito vulnerável aos efeitos adversos do estresse prematuro. Os estudos com mamíferos superiores revelam que os bebês separados de suas mães deixam de chorar para entrar num estado depressivo.
Param de brincar com os amigos e ignoram os objetos do quarto. À hora de dormir há mais choro e agitação. Se a separação continuava, o estado de auto-absorção do filho se agravava e lhe conduzia à letargia e a uma depressão mais profunda.
Pesquisas realizadas nos anos setenta demonstraram que alguns bebês cuidados por pessoas desconhecidas durante vários dias entravam em um estado de luto sofriam de um trauma que continuava a afligir-lhes anos depois. Os bebês estudados estavam sob os cuidados de adultos bem intencionados ou em creches residenciais durante alguns dias. Seus pais iam visitá-los, mas basicamente, estavam em mãos de adultos que eles não conheciam.
Um menino que se viu separado de sua mãe durante onze dias deixou de comer, chorava sem parar e se jogava ao chão desesperado. Passados seis anos, ele ainda estava ressentido com sua mãe. Os pesquisadores observaram a inúmeras crianças que haviam sido separadas de seus pais durante vários dias e se encontravam em estado de ansiedade permanente. Muitos passavam horas imóveis, olhando a porta pela qual havia saído sua mãe. Aquele estudo, em grande parte gravado em filme, mudou no mundo inteiro a atitude em relação às crianças que visitam suas mães no hospital.
Mas, não é bom o estresse?
Algumas pessoas justificam sua decisão de deixar o bebê desconsolado como uma forma de “inoculação de estresse”. O que significa apresentar ao bebê situações moderadamente estressantes para que aprenda a lidar com a tensão. Aqueles que afirmam que os bebês que choram por um prolongado período de tempo só sofre um estresse moderado estão enganando a si mesmos.
(1) Nota da tradutora: a autora é inglesa e o sistema de internato é muito comum no Reino Unido.
li este texto no blog da rapha, o maternar consciente. recomendo fortemente. tem muitos textos incríveis!

e você, que é mulher, mãe empenhada, emprenhada, empedrada, empoderada, você que sonhou com o dia em que seu filhote começaria a comer papinha salgada.
você foi à feira de produtos orgânicos, inseriu um alimento novo por mês, esperando passar alguns dias e observando.
deu arroz integral, deixou a lentilha de molho por hoooooras.
amassou tudo no garfo, não bateu nada no liquidificador e nem passou na peneira. deixou uns pedacinhos pra estimular a mastigação.
não botou nem uma poeirinha de sal e sempre finalizou os pratos com azeite de oliva extra virgem da melhor qualidade.
na hora de esquentar a papinha, nada de microondas. era banho maria.
você teve paciência e começou com algumas poucas colheradas e muito escândalo.
devagarzinho o seu bebê foi aceitando mais e mais a cada dia. sim! de repente ele já comia duas colheres de sopa de comidinha por refeição! um grande avanço!
chegou um domingo maravilhoso que você passou o dia inteiro fora de casa, atrasou todos os horários quase inexistentes das refeições, fez seu filho almoçar leite materno e comer frutas o dia inteiro.
mas na hora do jantar – ainda fora de casa – resolveu que ele precisava comer, mesmo que você não tivesse preparado nada.
vai até o mercado mais próximo decidida a comprar uma papinha industrializada.
tem de frango? tem só uma! ho, de hortaliças e peito de frango, diz a embalagem. frango, batata, cebola, couve, espinafre e, claro, sal!
ele nunca comeu essas hortaliças, muito menos sal. mas no desespero, vai essa mesmo.
mais tarde você abre o pote e cheira aquela papa verde: o mesmo cheiro das de frango, de carne, de feijão, de tudo! todas as salgadas tem o mesmo cheiro e gosto, é isso?
[pausa: confesso que adoro essas porcarias. já provei de praticamente todos os sabores salgados. as doces são eca. antes eu achava sem sal. mas depois que comecei a fazer papinha em casa, achei praticamente uma sopa de mar morto. fim]
sei lá, não arrisca: coloca só uma colher de sopa no pires. se ele gostar, você dá mais. se ele gostar médio, mas só quiser a metade, você guarda pra depois. se ele não gostar mesmo, você come o resto.
e lá vai aquela coisa totalmente verde, pastosa quase líquida, uniforme e padronizada do pote pro pires, do pires pra colher, da colher pra boca e o bebê mal engole e já abre aquela boca de passarinho faminto, obra de deus mesmo, pedindo mais. e mais. e mais. e mais. você demora um pouco a dar mais (só o tempo da colher voltar ao pote) e ele já começa a fazer escândalo. nisso vai o potinho inteiro e ele pede mais ainda.
como você, mãe dedicada, sente-se após essa saga?:
a. aliviada. nunca mais eu vou precisar cozinhar outra vez.
b. traída. como é que ele faz isso comigo, enquanto que e gasto quase metade do meu dia empenhando-me em fazer uma comida que preste?
eu senti uma mistura de b com a. ba, de banana!
primeiro, fiquei indignada. depois, aliviada. nunca mais vou passar perrengue nos fins de semana! até que a tal papinha industrializada não é tão má assim.
no meio da semana eu resolvi simular uma comida parecida com a do fim de semana anterior.
empolgada, introduzi a couve no ao cardápio dele. fiquei com medo, mas ele aceitou bem.
era a hora de tentar uma papinha batida, pra dar aquela variada liberada pela pediatra.
tinha frango e hortaliças, como aquela. bati tudo no mixer pra ficar um treco mais homogêneo. tinha até cenoura, que ele curte bastante. só nao tinha sal.
na primeira colherada, um careta bem horrorosa.
na segunda, botou tudo pra fora.
na terceira, fez cara de vômito.
na quarta, começou a se contrair, parecia que ia ter uma convulsão por indigestão.
na quinta, ele chorou.
na sexta, não teve sexta. eu parei na quinta.
frustrada, né?
passou uma semana da papinha ho, de hortaliça e mais uma vez passei o domingo fora de casa.
não preparei papinha orgânicaintegralcompedacinhoseazeite. preparei a papinha vouaomercadoescolhopagoetápronta. desta vez escolhi a ga, de galinha com legumes e macarrão. tinha cheiro e gosto de quê? da mesma, sabor ho.
tudo bem, se ele gostou da de ho, vai gostar da de ga, com certeza.
desta vez a avó que deu e mais uma vez ele comeu um potinho inteiro na hora do almoço.
aí aconteceu. ao voltarmos à casa, chegamos e arrumamos algumas coisas, pois nosso lar estava caótico. o bebê continuou no carrinho.
de repente, começou a reclamar. normal. deu uns gritinhos. normal, deve estar cansado daquele bebê desconforto. peraí que eu já te tiro!
daqui a pouco eu olho de canto de olho e vi ele vomitar. mas não foi um vomitinho qualquer. foi um no estilo aretuza de ser.
antes eu brincava de dizer que ele vomitava. na verdade eu sabia que ele estava era golfando. mas como há pessoas que dizem golfar, outras gorfar e outras ainda dizem gofar, eu sempre dizia que ele vomitava, pra ficar mais fácil.
cruzes. aquilo sim foi um vômito.
adivinha do que aquilo tinha cheiro? tinha cor de quê?
isso mesmo, de ga, de galinha, legumes e macarrão.
era como se ele tivesse acabado de abrir o pote e jogado a papinha sobre si. e depois tacado um pouquinho de vinagre, porque o cheiro já estava azedo.
sério, já tinha pelo menos umas duas horas que ele tinha comido aquele treco e a coisa ainda tava lá, praticamente intacta.
corri com ele para o banheiro. tinha vômito até na cabeça.
fomos pra debaixo do chuveiro, ele e eu.
no banho ele simplesmente apagou no meu colo (coisa que ele NUNCA faz). deu umas belas cochiladas no meu colo. saiu do banho extremamente mole e sonolento. nem fez aquela algazarra de me enlouquecer no trocador.
ficou hiper dengoso e eu não sabia se curtia aquilo ou se ficava preocupada, afinal ele nunca foi assim, nem quando recém nascido.
vesti a roupinha, sentei ele na minha cama-trocador e ele começou a ameaçar vomitar. foi só o tempo de pegar a fraldinha e ele vomitou mais ga. desta vez com cheiro de vômito mesmo.
limpei ele e a boca fedida. tentei dar água, mas não aceitou.
encostei ele no meu peito e ele chapou. simples assim.
depois de uns dez minutos ele acordou, pediu pra mamar, mamou uns 5 minutos e rejeitou o peito. pediu de novo. rejeitou. concluí que ele estava sentindo-se enjoado. dei a chupeta e ele dormiu de vez.
depois disso eu não sabia dizer qual foi a causa real daquilo tudo.
se foi o fato dele passar o dia sendo cuidado por outras pessoas e me vendo somente à distância (mas a hipótese não pareceu tão coerente assim), se foi a mudança de ambiente (mas ele só foi a ambientes conhecidos), se foi a mania de botar tudo na boca e nisso ele pegou algo que o fez mal ou se foi mesmo a tal papinha industrializada.
claro que decidi botar a culpa na papinha. mais especificamente no sal. aquela porcaria tinha 71 mg de sódio!
mas se tem uma coisa que eu aprendi com o michael foi: don’t blame it on sunshine, don’t blame it on moonlight, don’t blame it on good times, blame it on the boogie.
mesmo assim, minha conclusão nisso tudo foi: continua com a sua papinha fresca (em todos os sentidos) e deixa essas industrializadas pra lá.
papinha nestlé, nunca mais (prontofalei)!
ele está quase lá.
em um domingo decidiu que iria ficar nos teóricos quatro apoios. na verdade, só aprendeu a jogar-se pra frente e balançar, mas os joelhos não ficavam propriamente no chão.
na outra semana ele aprendeu a chegar sozinho à posição sentada (antes só ficava sentado se a gente o colocasse assim).
mas foi neste sábado que ele resolveu arriscar uma modalidade estranha de engatinhar de um jeito meio arrastado.
claro que ele passou a semana inteira tentando, jogando-se pra frente e batendo de cara no chão.
na semana anterior, ele aprendeu que rolar poderia ser um meio de transporte, mas não valeu-se muito dele.
e aí que de dois dias pra cá ele tá andando meio que de gatinhas (como diz-se em portugal). na verdade é assim: ele se joga pra frente, apoia-se nas mãos, pisa um pé no chão e fica com a outra perna dobrada pra frente.
se ele está sem calça (ele sempre está sem calça), em um chão que não desliza muito (ele quase sempre está em solos meio antiderrapantes), ele meio que empaca. mas tenta mesmo assim.
aí está o vídeo do sábado, nas suas primeiras tentativas de engatinharrastar-se, que não me deixa mentir (agora ele já consegue ir mais além):
benjamin, seu macaquinho fófo!

eu não me aguentei. já é meia noite mas eu fiquei com a imagem do benjamin jantando.
hoje ele resolveu comer bem mesmo. mesmo reclamando, mesmo morrendo de sono e mesmo que fosse uma papinha fora do convencional.
a pediatra liberou pra ele fazer de 2 a 3 refeições diferentes por semana e eu resolvi fazer logo.
por isso vou logo dar a receita que inventei hoje e deu super certo:
e fim. a receita é essa.
mas tá, mesmo que tenha sido tudo inventado, feito no olhão e sem nenhuma medida correta, vou tentar narrar a ordem dos fatores.
a proporção mandioca-frango eu fiz 3 pra 1, respectivamente.
mas se mesmo depois de todo esse trabalho seu filho fechar a cara (e a boca) na primeira colherada, não chore. nem insista pra ele comer. coma você, sem nojinho. fica uma delícia!
foto meramente ilustrativa. tinha foto dele lambuzado da cabeça aos pés (literalmente) com mandioca entrando no ouvido, no nariz, no olho e saindo pela boca.
porque benjamin rima com aipim, com alecrim e com.. franguim?
benjoc benjamoc já é um rapaz!
toda a agonia de ter um recém nascido que não interagia de forma alguma já se passou. agora ele é extremamente interativo e sociável.
conquistas do sexto mês: