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15 de agosto

meu primeiro show

por luíza diener

fernanda takai música de brinquedo pato fu show brasília parque da cidade

ontem foi o dia dos primeiros. o primeiro dia dos pais do hilan com o benjoca aqui, fora de mim.
e também foi a primeira vez em que benjamin foi a um show.

acho que não poderia ser outro, senão o show do único cd que ouve-se nesta casa (o primeiro e único que benji já ganhou): música de brinquedo, do pato fu. eu já contei anteriormente que nunca fui fã da banda. na verdade tinha até um certo preconceito.
depois começamos a ouvir o álbum online e o benji adorou.

aí ganhamos do pessoal da dermodex o álbum original e autografado e pronto. ele (o cd) passou a morar dentro do nosso som.
benjamin, sabendo disso, quando quer ouvir música já corre pro som e aperta o play, especialmente quando cantamos alguma música do cd – que ele já conhece de cor e salteado. tá duvidando? clica aqui!

é escutando música de brinquedo que volta e meia eu coloco ele pra dormir (e geralmente ele capota nas canções mais agitadas) e que ele se acalma instantaneamente se está a resmungar ou chorar.

como se já não bastasse todo esse histórico, semana passada ficamos sabendo que no dia dos pais haveria um show gratuito do pato fu aqui em brasília, no parque da cidade (aquele, que o renato russo já cantou). imperdível!

era um belo fim de tarde de um dia ensolarado. o local para o show era ao ar livre. um palco simples e não muito grande montado no parque. muitas famílias sentadas à grama, à sombra, esperavam o momento em que a banda começaria a tocar.
não estava muito cheio e logo conseguimos um local bem na frente.
subi em um palco armado ao lado do principal, que havia sido utilizado mais cedo.
logo nos acomodamos e o show começou no horário previsto, às 17h.

eis que surge a banda. benjamin ainda não sabia o que viria, mas eu sim. foi eles começarem a tocar, primavera, a primeira música – a mesma do cd (e a mesma do vídeo que o benjoca dança) – que meus olhos encheram-se de água.
juro, fiquei emocionadíssima. quem é mãe sabe que dá uma emoção inexplicável.
engoli o choro e fiquei na expectativa de que ele reconhecesse a canção.
não me desapontei. pelo contrário, ele reconheceu TODAS as músicas.

foi incrível ver os músicos, assim como no cd, fazerem todo o show somente utilizando brinquedos.
porque vai, no estúdio é bem mais fácil mas, como eles mesmos disseram, ao vivo é mais difícil porque o brinquedo quebra, acaba a pilha ou resolve não funcionar.
tudo isso de fato aconteceu e na verdade eles ganharam mais ainda meus créditos, porque eles encaravam tudo com muito bom humor e de um jeito muito lúdico.

de simples havia somente a aparência, porque eles botaram pra quebrar nos brinquedos (literalmente. a bateriazinha ficou detonada).

eu resgatei meu lado criança ao ouvir brinquedos virarem música e descobrir que objetos como um chaveiro, um joão bobo gigante ou um pula pula estilo pogobol podem dar um som maneiro.

a ordem das músicas no show era a mesma do cd. finalmente me serviu já ter ouvido ele tantas vezes de cabo a rabo, de trás pra frente. eu já sabia tudo que viria, todas as letras, todas as nuances.

nem sei dizer qual música foi a melhor, mas confesso que a minha predileta do álbum foi também uma das mais performáticas durante a apresentação: live and let die, do paul mccartney.
ela (a takai) já começou dizendo que o peso de tocar a música era grande, afinal ela precisava impressionar um beatle.
se vai impressionar o paul eu não sei, mas eu fiquei boba com aquele tanto de instrumeticos malucos somados à chuva de confetes, serpentinas e papéis coloridos explodindo na hora da parte live and let die. bastante diferente, claro, do performático (e ótimo) show do tal beatle, com fogos de artifício, chamas e muita fumaça, mas igualmente encantador.
adultos (ou eu) e crianças (ou eu) se alegraram, aplaudiram e tentaram pegar os papeizinhos voadores. mas eu é que consegui agarrar antes (talvez por ter mais de meio metro de altura, né?).

não poderia deixar de mencionar também os bonecos do giramundo, que fizeram o backing vocal no lugar das crianças (na gravação original). eles eram divertidos, engraçados e deixaram o benjamin vidradão.

por falar em benjamin, ele não desgrudou o olho um só minuto do palco. reconheceu todas as músicas, acenava, aplaudia, batucava na cabeça, na pança, se descabelava de emoção (leitura materna tá, gente?).

faltando uma música pra acabar (o cd) eles depediram-se, foram embora mas, obviamente, voltaram e cantaram love me tender embalada por uma caixinha de música. até que chegou a hora de tocarem bohemian rhapsody. sério. ô música complexa, ainda mais pra ser tocada somente utilizando brinquedos. mas os bonecos fizeram uma palhaçada engraçadinha e eles pularam direto pro lock ‘n loll.
foi tudo: animado, divertido, empolgante e, claro, muito bem tocado.

a pena foi que, quando a coisa pegou fogo, acabou.

bem antes disso o benjoca foi ficando com sono, olhos vermelhos, lacrimejando, mas não queria perder nada. até que pediu pra mamar e pronto, apagou.

só foi acordar no carro, na volta para casa. abriu os olhos e começou a brincar com toda a pilha.
chegamos em casa e ele continuava felicíssimo. a impressão que deu foi que ele sabia o que estava acontecendo e ficou tão alegre que não queria que acabasse.

e eu também, lembrando de um dos shows mais bonitos que eu já fui, dotado de uma simplicidade e despretensão tão lindos.
se antes eu não gostava da banda, agora já sou fã.
não fazia ideia de que o john fosse tão engraçado e crianção. até o baterista com cara de playboy bombado era super divertido.

foi contagiante e, principalmente, emocionante.

que venham mais eventos assim!

 

 

 

* * *

ah, não se esqueçam que hoje é o último dia para participar do sorteio da tip top.
você pode ganhar um look no valor de R$ 250,00.

corre lá que é só até as 23h59 de hoje!

 

Categorias: benjamin, brasília, música Topo
20 de junho

despresente de aniversário

por luíza diener

niversário do benjoqueiro tá chegando. chegando assim, né? faltam 2 meses e tal, mas quem é mãe de primeira viagem e quer preparar a festinha de 1 ano, tem que fazer tudo com antecedência.

então pra mim o aniversário já é amanhã.

e aí que a coisa mais complicada é fazer a lista de convidados.
primeiro, porque sempre vai faltar alguém.
segundo, porque pretendo fazer no salão de festas do meu prédio, que cabe pouquíssimas pessoas.
terceiro, porque eu tenho medo dos presentes.

pensei, repensei e me agoniei porque queria desenvolver os dois primeiros argumentos, mas meu foco hoje é o terceiro.

os presentes. ah, os presentes!

obviamente não vou chamar ou deixar de chamar alguém por causa de presente, tá?
na verdade, como eu já disse, to morreeeendo de medo dos presentes que eu posso ganhar.

como meus posts sempre começam imaginários e pouquíssimos vão para o papel (ou melhor, para a tela), eu comentei deste com o marido e ele falou “as pessoas vão achar que você é enjoada”.

mas tá. eu SOU enjoada. não tem nada pra pensar. vocês já podem concluir: “a luíza é mesmo uma enjoada de carteirinha” e espalhar pra deus e o mundo, porque isso é um fato imutável.

MORRO DE PAVOR de ganhar presentes que eu não gostaria que meu filho tivesse. especialmente se alguém o der diretamente para ele.
porque o protocolo de educação das festinhas infantis é que os presentes venham devidamente etiquetados, embalados e fiquem todos em um cantinho pra depois serem abertos. e nisso eu posso esconder alguns que forem fora da faixa etária dele (pra dar depois) ou que eu julgar inadequado (ou de mal gosto mesmo).

e pra não continuar a enrolação, vou logo abrir o verbo e destrinchar tópico por tópico a lista negra dos presentes de aniversário de um ano do benjamin. neste caso, para mim, seria uma lista de despresentes:

DVDs

ok, não sou completamente contra dvds. o negócio já vai começar polêmico, mas aqui em casa benjamin não assiste dvd, muito menos tv.

aí você pode argumentar “ah, é porque você não viu o sossego que a tv te dá. coloca ele pra assistir a galinha pintadinha e blá blá blá” e tudo daí pra frente vai soar mesmo pra mim como um grande blá blá blá. porque eu desligo o botão e minha mente vai lá pra uma praia deserta do nordeste com muito sol e água de coco, enquanto você tenta me convencer que a galinha pintadinha é a melhor babá que um bebê pode ter.

pro meu discurso não soar como um grande blábláblá pra vocês também, nem vou dizer os pontos negativos (pra não dizer perigos) de uma criança com menos de 2 anos assistir tv. caso se interesse, pai google tá aí pra isso.

e até tem aquela coleção teoricamente educativa do baby einstein, baby newton, baby stephen hawking, baby edward norton, baby boom e sei lá mais o que, que é lindo e hipnotizante, mas pra mim também não cola.

eu tenho uma amiga linda, fofa, querida, que tem uma filhinha que é o amor ao cubo. as duas amam o benjamin e uma vez, em uma visita à minha casa, ela trouxe um dvd de um desses baby genious. eu agradeci, senti-me honrada, mas delicadamente disse “você sabe que o benjamin não assiste tv, né?” e guardei o dvd junto com os outros.
pra não dizer que ele está embalado até hoje, uma vez a aurora, minha sobrinha de 4 anos, veio aqui em casa e assistiu o dvd inteiro duas vezes, popotizada.

também pra não dizer que ele não assiste nadica de nada, tem um vídeo que ele adora, que é o clipe do jack johnson com o george, o curioso. ah, meu filho! ele é apaixonado nessa coisa! assiste o clipe todinho e não sabe se gosta mais do macaco ou do jack (a íntima, tá?). ele sabe a hora que começa e a hora que termina. mas se passa o clipe inteiro vidrado e de boca aberta, no segundo que termina ele já solta um som qualquer, avisando que terminou. mas também, o máximo que ele consegue ver são duas vezes seguidas e eu também não insisto pra que seja mais que isso.

outro dia, um amigo do hilan disse na maior boa vontade “de aniversário eu vou dar pro benjamin o dvd do patati patatá”. meu marido quase caiu para trás e também teve a cara de pau de dizer que ele desperdiçaria seu dinheiro.

gente, eu tenho HORROR a patati patatá. essas duas palavrinhas me causam arrepios, calafrios e acho que assistir a um dvd inteiro daqueles dois trequinhos me causariam convulsões múltiplas, choque anafilático e falência de todos os órgãos. morta na br 116.
primeiro porque eu o-dei-o palhaço.
segundo porque eles são os palhaços mais horrorosos, bizarros e exagerados que eu já vi na minha vida.
terceiro porque aquilo ali não é música, aquilo ali não é cenário e o que são aquelas crianças, pelamordedeus? as bichinhas tão ali com uma cara de que foram abduzidas do conforto de seus lares e de repente apareceram naquele lugar medonho com roupas coloridas e trequinhos no cabelo.
quarto porque, pra mim, aquilo ali é lavagem cerebral. só te falar patati patatá já me vem a musiquinha “vem brincar com patatiiii, vem dançar com patatataaaaaa” ou “se você quer sorriiiir é com patati. se você quer brincar, é com patatá”.

qualquer artefato desses demônios palhaços não passa nem pela porta da minha casa. e se passar vou ter que benzer minha casa, fazer uma defumação, ungir com óleo e jogar sal grosso na porta e nas janelas. claro, depois de ter queimado tudo deles.

meu cunhado disse que um dia o patati patatá(cover) foi à escolinha do meu sobrinho pra fazer show e, claro, vender dvd. ele, serumano sensato de 3 anos de idade, não quis ir.

mas sério. se meu filho fosse de um colégio que trouxesse patati patatá, eu tirava ele da escolinha sem nem pensar duas vezes. falo seríssimo. mal gosto chegou, parou e fez morada. se fosse pra ele ficar sem escola por conta disso, homeschooling djá.

to escrevendo aqui e ficando nervosa. vamos mudar de assunto e ir pro próximo tópico dos despresentes.

brinquedos acima da faixa etária

apesar de que, pra mim, isso é mais que óbvio, tem gente que insiste em comprar um brinquedo fora da faixa etária pros filhos, sobrinhos, parentes.
tá. uma coisa é dar pra um bebê de 12 meses um brinquedo de 18 meses. outra é dar um brinquedo todo escalafobético cheio de luzes, sons, hiperestímulos e peças pequenas onde, na caixa, está bem clara a indicação: acima de 4 anos. e nem precisaria ter, né?

se existe uma recomendação de idade, com certeza houve pesquisas e educadores por trás disso (ou tento acreditar assim). eu sou extremamente cricrizíssima sheldoniana com essas coisas.

acho que nem preciso desenvolver mais o assunto né? next!

brinquedos autobrincantes

uma coisa é o brinquedo ter uma luzinha, música e coisa e tal.
outra é ele ser tão completo e complexo que nem dá à criança a opção de usar um tico de imaginação ou fazer um mínimo de esforço pra coisa funcionar.
não chega a ser dinheiro desperdiçado, mas com certeza eu tiro a pilha.

e pra eu não ser linchada de vez e o povo dizer que se depender de mim meu filho só vai assistir os animais soltos na floresta, escutar o som das águas na cachoeira e brincar com plantas, flores, pedrinhas e o que a mãe natureza oferecer, vou fazer aqui a lista branca do que é permitido e muito bem vindo aqui em casa:

CDs de bom gosto

porque meu ouvido não é penico. e também eu não aguento mais ouvir o cd música de brinquedo, do pato fu, todosantodia.

eu adoro os cds do palavra cantada. todos. são de melodias fáceis, ricas e as letras são inteligentes. na verdade, como não sou muito antenada no mundo da música, não conheço muitos cds atuais para bebês.

mas eu ouvia muito as músicas do toquinho, os cds da arca de noé, do vinícius de moraes, os saltimbancos, do chico (e quem não se sente íntimo de chico buarque?) e adorava.
por incrível que pareça, depois de escrever este post, conversei com uns amigos que deram essas mesmas recomendações.
lista branca neles!

outros que eu não conheço, mas já foram altamente recomendados pela paloma varón – pessoa em quem eu ponho a minha mão no fogo quando o assunto é cultura infantil – são:

  • hélio ziskind, o do cocoricó. não que eu queira que meu filho curta cocoricó em si. no que depender de mim, quanto menos apelo comercial, melhor. mas tem outros cds dele. e o cara é bom.
  • sandra oak, ex-professora de musicalização de ciça, filha de paloma, da qual ela é fã. o treco deve ser bom também e eu fiquei curiosa de tanto ouvir falar.

aqui um post da paloma dando dicas de cds.
e se você também tiver alguma dica, me conta, tá?

livrinhos

óbvio que seguindo a recomendação de idade.
benjoca ADORA livros e tudo o que é feito de papel. o problema é que ele gosta de comer, então tem que ser livros de folha dura, que ele rói mas não engole.

engraçado que, pra ele, os feito de tecido ou plástico não têm a mesma graça.

dos de papel, ele é encantado pela série toque e descubra, da publifolha. ele adora livrinho com textura. desses ele só tem o dos cãezinhos e gatinhos e não pode ver o pelo dos bichos que vai com o indicador pequenininho e fica mexendo pra lá e pra cá. depois vai tudo pra boca.

um livro qualquer o entretém por muito mais tempo que qualquer outro brinquedo por aqui.

to muito querendo montar uma biblioteca baby aqui em casa.

brinquedos educativos

educativos de verdade. de preferência sem pilha..

blocos de montar, brinquedos de empilhar, encaixar, desmontar, derrubar, babar e morder.

pra ser bem sincera eu não morro de fazer questão.
mas já cheguei à conclusão que certos brinquedos (especialmente os portáteis) são a salvação em um longo passeio de carro ou em situações em que ele tem que ficar confinado em um carrinho ou cadeirão (restaurantes sempre me atormentam).

mas em geral, se ele faz barulho (mesmo que quando batido contra alguma coisa), já tá valendo. se rolar, deslizar, escorregar, então, melhor ainda.

roupas

lembra quando você era criança e vinha aquela tia com um pacotão de presente acompanhado daquela frase “abre. tenho certeza que você vai adorar!”. o embrulho enchia os olhos, mas era só apalpar e sentir aquele pacote fofinho que já batia o desânimo: é roupa.

mas com bebês é diferente. eles não sabem discernir embrulhos, não se frustram com a densidade do presente e pra falar a verdade, o que interessa pra eles é se o pacote é colorido, brilhante e barulhento.

a essa altura do campeonato eu já assumo: o presente é pra mim, não pra ele. pelo menos por enquanto.

de um mês pro outro ele deu um estirão e foi direto pra roupinhas tamanho 1 ano. a depender da marca, tamanho 2. a grávida luíza leu que não era pra estocar um milhão de roupas. passou o verão, chegou o inverno e eu esqueci de acumular vestimentas pro meu pequeno anão.

preciso lavar roupas dele todo dia sem falta, ou ele fica sem calça pra engatinhar  nessa casa fria de meu deus.

* * *

não pensem que eu me inflo toda, bato no peito e encho a boca pra falar isso.
ser exigente não é lá muito legal.

mas pelo menos é legal ter um blog e poder escrever todas essas porcarias aqui. ahahahahahhah!

* * *

n.p. (nota posterior): só quero deixar claro que não sou contra presentear ou ser presenteado e que sei que, mais cedo ou mais tarde, o benjamin terá autonomia pra ter seu próprio gosto. não to dizendo que ele NUNCA assistirá um dvd, quer seja da tal galinha ou dos tais palhaços ou qualquer outro. é só que há hora para tudo.
assim como seria absurdo dar papinha com pedaços a um bebê recém nascido, isso logo passa a ser rotineiro na vida de um bebê maior, que por sua vez não vai comer uma feijoada, por exemplo, caso tenha pais sensatos.
cabe a mim, como mãe, ensinar ao meu filho o que eu acho correto e também – por que não – dar uma forcinha para que ele tenha um gosto que eu julgo ser bom.
pode deixar que mais tarde ele com certeza será influenciado pelos amigos e todo esse meu esforço parecerá vão. mas fica lá a semente plantada.

Categorias: música, tranqueiras de bebê Topo
27 de abril

baby star

por luíza diener

o benjamin nem participou do projeto baby star que rolou nas últimas semanas, mas olha só o que ele ganhou do pessoal da dermodex:

quem participou teve a chance de seu filhote aparecer no clipe “rock and roll lullaby”, regravado pelo pato fu no seu novo cd música de brinquedo.

falando no cd, essa é uma história engraçada.
o hilan sempre foi fã de pato fu e eu sempre tive uma super birra com eles (vai saber por que, mas não gostava e ponto).
aí, quando o benjamin era um toco de recém nascido, o hilan veio me contar do cd música de brinquedo e eu torci o nariz, mas o benjocs não.
curtia as músicas e até esboçava um sorrisinho quando eu cantava “ovelha negra” e “live and let die” pra ele.

nisso eu acabei curtindo. sempre entrava no grooveshark pra ouvir as músicas de brinquedo.
legal, todas as músicas foram gravadas com brinquedos de verdade. e ainda conta com a participação especial do vocal de crianças fofas, uma delas a filha da fernanda takai.
sei lá por que, mas eu adoro música com criança cantando no meio. uma fofura.

fiquei toda siachandão por ganhar um cd autografado do pato fu (porque eu nunca tive nada autografado na vida), além do kit da dermodex (pomada dermodex prevent e livro “quem ama, educa“, de içami tiba), uma camiseta fofa do projeto baby star e (deixei por último) uma guitarrinha karmica que eu vou explicar por quê:

quando meu sobrinho fez 2 anos, hilan e eu resolvemos presentear o mini fã de homem de ferro e das músicas do tal filme. ele tocava tipo um air guitar e balançava a cabeça toda vez que ouvia esta música.
por conta disso, achamos genial a ideia de comprar para ele uma guitarrinha dosinfa que fazia uma barulheira danada, sem levar em conta os ouvidos dos pais da criança.
resultado: a guitarra passou tipo um ano sumida e, quando apareceu, tinha um monte de fita adesiva colada em cima da saída de som. minha conclusão: a bicha era mais que irritante.

precisa explicar por que a guitarra que ganhamos é karmica? a sorte é que benjamin ainda é pequeno, então podemos brincar com a guitarra e guardar quando der na telha sem ter que ouvi-lo buzinando no nosso ouvido porque quer o tal brinquedo. o hilan ficou todo bobo com o brinquedo. a sorte é: essa guitarra tem controle de volume! eeeeeeeeeeeeeeeeee!!

a ação da dermodex com o pato fu infelizmente já acabou. quem tentou, tentou, quem ganhou, ganhou. parabéns!
foi um projeto super bacana e logo poderemos conferir o primeiro clipe colaborativo com bebês. agora é sentar e esperaaaaaaar.

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27 de junho

todo mundo teve infância

por Luiza Diener

e até o michael foi criança.

e como hoje não se fala em outra coisa, vou aproveitar pra postar minha música predileta dele: ben.

ps: sabia que ele fez essa música pro ratinho dele de estimação?
fofo

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