
no dia das mães vai ter presente pra todo mundo: pras gestantes, pros bebê e pra famílhea toda.
pra participar é só você escolher o(s) sorteio(s) que mais lhe agrada(m), seguir as regras de cada um e ser feliz.
sim, você pode participar de mais de um sorteio.
aliás, você pode participar de todos.
quer vir? então veeeeeem que a seeede de ganhar me faz melhooooor!!

para concorrer a R$ 200,00 em compras na loja virtual de roupas para gestantes Lui Mammy Store, leia atentamente o regulamento do sorteio e preencha o formulário abaixo:
conheça mais roupas para gestantes na Lui Mammy Store:
twitter, facebook, loja.

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uma roupinha pros baby boys e uma pras baby girls (tamanho 0 a 2 anos).
para os meninos, uma calça saruel super fofa.
para as meninas, um vestidinho lindo + tapa fralda.
para participar, leia o regulamento atentamente, preencha o formulário abaixo com os seus dados e boa sorte!
porque mãe besta como eu fica feliz em ganhar presente pros filhotes. sempre.
aproveite pra visitar a Baby Bib, essa coisa graciosa!
facebook, loja, blog.

quer ganhar 1 roleta da obrigação + 1 kit de bottons mamãe de primeira viagem + 1 poster meu primeiro ano?
leia o regulamento do sorteio, preencha o formulário e participe!
todos os produtos serão sorteados no dia das mães (13/05/12), e divulgados aqui no blog, no facebook e no twitter.

babalú e raí já estão participando. vem você também!
meses atrás luíza e eu escrevemos um post meio ranzinza desaforado para aqueles dias em que você simplesmente cansa de dar explicações a pessoas que não valem a pena. fuçando na internet achei um texto ainda mais sacana sagaz, especialmente para as grávidas e grávidos. com vocês:
GRAVIDEZ: PERGUNTAS E RESPOSTAS
1) será que eu devo ter um bebê após os 35?
não, 35 crianças ja são suficientes.
2) meu bebê tem poucos dias de vida e tem aquela cara de joelho. quando é que ele vai mudar?
com alguma sorte, depois que ele terminar a faculdade.
3) qual é o método mais confiável para determinar o sexo do bebê?
o parto.
4) minha esposa está grávida de cinco meses e está tão temperamental que às vezes ela parece um ser irracional.
e isso é uma pergunta?
5) minha doula diz que não vou sentir dor no parto e sim pressão. ela está certa?
sim. da mesma maneira que um tornado pode ser chamado de uma corrente de ar.
6) quando é o melhor momento para tomar a epidural?
depois você descobre que está grávida.
7) há alguma razão para eu estar na sala de parto com a minha esposa?
não. ao menos que a pensão alimentícia não signifique nada para você.
8 ) existe alguma coisa que eu deveria evitar enquanto me recupero do parto?
sim. ficar grávida.
9) você acha que eu devo fazer chá de bebê?
espere ele nascer primeiro, depois pode ferver a água.
10) nosso bebê nasceu semana passada. quando minha mulher vai começar a se sentir e agir normalmente?
quando as crianças forem para a faculdade.
bom final de semana!
primeiro post escrito para o blog e que, posteriormente, deu título a ele (que originalmente chamava-se vou sonhando).
é engraçado reler posts antigos, ver como algumas coisas são diferentes e como outras nunca mudam.
estaremos ausentes nos próximos dias, mas teremos uma semana de retrospectiva. acompanhem.
não há como negar: mães são seres superiores. especialmente as gestantes.
eu sempre quis escrever sobre isso.
de repente lá passam elas, balançantes, barrigudas, com aquele ar semi-divinal de quem carrega uma vida dentro de si.
não sei se existe na face da terra algum gravidofóbico - o que provavelmente já foi inventado – mas se tem, com certeza é alguém com alguma patologia mental, ausência de instinto materno/paterno ou sérios problemas na infância. deixa que Freud explica.
o fato é que não há como negar: elas são demais.
isso também se estende às lactantes. parece que o cuidar de um bebê é uma tarefa selecionada a dedo por deus (mesmo que às vezes ele aparente ter um ótimo senso de humor).
não importa quem seja. se alguém me disser: sua irmã ta grávida, sua prima está grávida, a filha da empregada da vizinha, sua mãe, minha cadela ou qualquer uma que eu nem conhecer, a alegria será a mesma. varia a intensidade e a ocasião, mas pra mim gravidezes (ô palavra linda) são sempre motivo de festa.
pode uma criança não ser uma bênção? duvido!
não tem como cuidar? dá pra mim então.
talvez a patologia esteja em mim.
mas tudo começou desde o momento em que eu me entendi por gente, sexo feminino, e mãe em potencial. desde aquelas brincadeirinhas de sopa de folha e bebê embrulhado num paninho.
é um sonho de infância.
ao ponto de quando eu não tinha nem 12 anos, criar um diário para depois mostrar para os meus filhos como era minha infância/pré-adolescência. pena que eu queimei (mas tive meus motivos comprometedores).
e muito precoce que era, ao 9 anos de idade já sabia tudo que podia sobre o sistema reprodutor feminino e masculino (e ainda fazia chacota com o meu amigo do tipo: eu tenho útero. e você, tem?) e me imaginava naquela situação.
mas quando foi chegando 13, 14, 15 anos e nada de menstruar eu fiquei apreensiva.
alguns médicos até alegaram que eu tinha um útero infantil e que nunca seria capaz de engravidar. planos não faltaram. até minhas irmãs poderiam servir de barriga de aluguel quando eu casasse.
mas o susto passou e hoje, mais que nunca, eu acredito em milagres e uma das melhores notícias que eu já recebi veio da minha ginecologista quando ela disse: tá tudo normal com você e, quando quiser, poderá ter filhos.
acreditem, nem todo mundo gostaria de ouvir essa notícia.
e desde que iniciei minha vida sexual me considerei mais ainda uma mãe em potencial.
mas a síndrome materna se agravou depois do casamento. não tem um mês sequer que não passe pela minha cabeça que eu posso estar grávida. ainda mais porque eu nem cuido muito dessa história de contracepção (deixa eu dar uma brechinha pra sorte).
junta isso com o meu ciclo irregular e aí já viu: paranoia positiva mês a mês.
uma vez eu atrasei 4 meses, mas todos os exames deram negativo.
chorei, tive crise, quase entrei em depressão.
os laboratórios já devem ter meu rosto marcado de tantos exames beta hcg que eu já fiz. de farmácia foram menos. acho que só uns 3.
mas aí de repente aquele sonho passou.
nos últimos meses evitei e não dei muita bola pra essa história.
pensei em toda a vida profissional que ainda tenho pela frente, o tanto de coisas que eu posso conquistar antes de ter um – ou vários – bebê(s): faculdade, emprego, carreira, comprar um carro, apartamento, secadora e tantas outras coisas que depois que um bebê vier vai embolar todo o processo.
aí coloquei a ideia na cabeça.
até meu marido tava querendo mais ter filhos do que eu.
mas quando vejo as amigas e parentes grávidas, começo a entrar em sites e ler revistas, ver lojas e tudo que se refira a bebês e o sonho começa outra vez.
não tem jeito. já decidi os nomes dos meninos, os nomes das meninas, tenho cadastro em sites de mães de primeira viagem, conheço todos os sintomas das primeiras semanas de uma gravidez, o que comer, quais exercícios praticar, como se preparar, quais vacinas tomar. até truques pra escolher o sexo do bebê eu já vi.
as incertezas sempre virão, mas já tenho decidido como vai ser o quarto (se eu não me mudar de novo), quais roupas comprar, quais não, como contar no trabalho sobre a gravidez (isso poq eu nem trabalho), como conciliar profissão e maternidade (apesar que meu sonho é largar emprego pra ter filhos), quais carros são melhores para famílias grandes, como cuidar dos filhos de maneira eco-sustentável, quais os melhores colégios da cidade, etc etc.
é claro que chega na hora a gente revê muitos conceitos.
mas de desprevenida, ninguém pode me chamar.
tudo isso e eu nem gestante estou mas, quando estiver, baixem minha bolinha e não me deixem voltar para o olimpo (minha família terrena sentirá minha falta).
[escrito em março de 2009. benjamin só nasceu em agosto de 2010]

volta e meia recebo emails de leitoras do blog com perguntas diversas.
confesso que ainda fico meio perdida com isso, porque nem sempre sei o que responder.
mas tento emitir a minha opinião de acordo com o que eu acredito.
penso que existem várias maneiras de se fazer a mesma coisa ou de solucionar um problema. a minha é apenas mais uma dentre tantas.
achei legal o email abaixo porque veio de uma mulher que ainda não é mãe e tem encontrado um pouco de dificuldade de se relacionar com sua amiga, que tem um filho pequeno. por ser próxima da mãe do menino e ser muito afeiçoada a ele, ela considera-se uma tia de primeira viagem.
conversei com ela e perguntei se poderia compartilhar nossa conversa, pois vejo que esse é um problema muito mais recorrente do que imaginamos.
e o resultado deu nisso daí:
Ei Luíza!
Sou fã do Potencial Gestante, me identifico com você, morro de rir com as coisas que você conta do Benjamin e apesar de saber que não há nada que possa nos preparar para a maternidade, sinto que aprendo coisas valiosas que influenciam minha vida agora e que influenciarão muito quando eu for mamãe.
Não sei se é coisa de maluco escrever para um blog pedindo um conselho pessoal, mas imaginei que você seria a pessoa que ao menos compreenderia o que tem acontecido comigo.
Eu e minha melhor amiga nos conhecemos há 13 anos e há um ano ela teve um bebezinho lindo. Nem preciso dizer que ele é minha paixão e que considero meu sobrinho, já que sou filha única.
Minha amiga é uma pessoa metódica e sempre foi alvo de brincadeiras da turma por conta disso. E com o bebê não foi diferente, principalmente após minha amiga ter recebido de presente do pediatra o livro Nana Nenê.
Minha primeira reação ao saber disso, foi pesquisar na internet sobre o livro. Minha amiga, infelizmente não fez o mesmo e logo estava obcecada pela rígida rotina do livro. Tentei falar com toda sutileza do mundo que tinha visto algumas coisas estranhas sobre o livro na Internet, mas ela não me deu bola e eu, educadamente não insisti, pois não queria ser mais uma palpiteira de plantão.
Hoje o bebê já tem 1 aninho e minha amiga continua escrava da rotina e tenta forçar as pessoas à sua volta a fazerem o mesmo. Para você ter uma ideia, eu não telefono para ela após as 17h pois sei que interfere na rotina do bebê.
Ela não tem vida social (ok, isso acontece com várias mães), mas chega ao extremo de privar a criança do convívio da família por conta da tal rotina. Para manter a convivência com ela é necessário ir até ela e adaptar-se aos horários, algo que fiz no começo por entender a fase difícil. Hoje em dia tenho minhas dúvidas se continuar fazendo isso é bom para ela.
Ela já chegou ao ponto de prometer me buscar após uma cirurgia e na hora em que liguei para dizer que tinha acabado, ela disse para eu pegar um táxi pois o bebê já tinha dormido e não podia acordá-lo.
Outras pessoas já tentaram alertá-la, mas ela fica extremamente defensiva e até agressiva. Eu sei que ela tem se sentido sozinha, mas ela mesma criou a situação e ela criou uma redoma ao redor do bebê que faz com que eu sinta vontade de me afastar.
Infelizmente ela é o tipo de pessoa que acha que psicólogo é coisa para gente doida.
Eu, por não ser mãe, sinto como se não tivesse o direito de achar algo, ou de me manifestar com mais firmeza, pois sei que só quem passa por essa experiência sabe o que é. Sei lá, fico pensando em todo o cansaço, preocupações, perrengues e me sinto um pouco cruel, sabe?
Fico pensando: Até que ponto a opinião de quem não tem filhos conta? Até que ponto posso questionar alguma atitude dela quanto ao filho? Uma criança de um ano ainda traz tanta dificuldade para sair de casa? Até que ponto ter um filho altera a nossa percepçao das coisas?
Ai, me desculpe o longo e-mail.. ainda que você não tenha tempo de ler e responder, já foi bom poder desabafar um pouco.
Um abraço, felicidades para você e sua família!
* * *
oi, querida! tudo bem?
obrigada pelo email! me sinto lisonjeada quando alguém me pede um conselho.
afinal, eu sou só mais uma pessoa normal como qualquer outra. eheheh!
bem, eu confesso que, como mãe, tenho um pouco de dificuldade, sim, de receber conselhos de quem não é.
por outro lado, passei mais de 25 anos sem ser mãe e sempre achei que, de alguma forma, podia ajudar as pessoas que já eram.
este é mesmo um assunto complicado, porque eu confesso que não sei direito o que dizer.
tento ver pelo seu lado, mas também entendo o lado dela.
ok, eu sou assumidamente contra o livro nana nenê.
acho injustiça com o bebê.
eu sou do tipo de mãe mais intuitiva, que tenta ouvir a criança, saber do que ela precisa e coisa e tal.
por conta disso, não sou muito rígida com horários, mas meu filho tem sim uma rotina. se alguém diz que vem me visitar às 19h, eu peço pra vir um pouco depois, porque é justamente esse o horário que meu filho começa a rotina do sono.
claro que não é inflexível. se a pessoa não tem outro horário pra vir, que venha mesmo às 19h, mas já aviso que nessa hora ele fica enjoado, irritadiço, não dá papo pra ninguém e que se isso acontecer eu vou colocá-lo para dormir sem fazer cerimônia, para o bem de todos, e depois volto pra minha visita.
por outro lado, ontem fomos a um casamento e ele foi dormir quase às 2h da manhã.
ficou tão agitado durante a festa que não quis dormir de jeito nenhum. dançou e curtiu muito.
falo isso porque acho que os bebês, assim como nós, precisam de uma certa segurança, mas também são seres humanos que mudam de acordo com as situações.
como disse, eu escuto muito o meu filho. se do nada ele começa a ficar extremamente irritado, tento entender o que pode estar causando isso: fome? sono? cansaço? será que está nascendo algum dente? ele pode estar doente?
na maioria dos casos existe realmente alguma coisa por trás disso.
mas algumas pessoas mais intolerantes (boa parte delas, inclusive, é pai ou mãe), chamam isso de birra. falam que a criança está testando os limites e coisa e tal.
eu não consigo enxergar dessa forma.
meu filho faz birra? claro que faz!
mas na maioria dos casos não é birra. sempre tem algum motivo para aquele comportamento que pode ser detectado e solucionado na mesma hora.
o problema é que nós queremos que nossos filhos se comportem como adultos e esquecemos que levamos anos e mais anos para desenvolver a noção de tempo que temos hoje, para sermos pacientes e compreensivos (muitos até hoje não são).
um dia desses mesmo tive que ouvir que meu filho era muito atacado e desobediente.
veja bem, o horário dele de dormir já tinha passado há muito tempo, ele estava na rua, com fome, sem tomar banho. como agir diferente? às vezes eu, adulta, gostaria de surtar como ele surta (mas faço isso só internamente).
enfim, estou contando tudo isso pra te situar como é que as coisas são complicadas.
é complicado pra sua amiga perceber que ela pode, sim, estar criando condições meio extremas para criar o filho dela, o que faz com que ela se afaste dos outros.
por outro lado, você também pode tentar enxergar isso como uma fase que vai passar.
bebês de 1 ano ainda são bebês e ainda dão bastante trabalho. um pouco diferente dos recém nascidos, mas são muito trabalhosos.
mas logo ele vai crescer mais, quem sabe comece a dormir um pouco mais tarde e as coisas fiquem mais fáceis.
daqui a um tempo ele não vai mais mamar, por exemplo, e poderá dormir na casa de uma avó enquanto sua amiga sai com você.
mas enquanto isso, que tal você se oferecer para ficar um pouco mais perto?
eu, como mãe, fui excluída por um bom tempo dos programas dos meus amigos de não-pais justamente por conta de horários.
precisei fazer essa escolha, pelo bem do meu filho.
mas depois combinei que sexta feira é dia de jogo aqui em casa.
assim, eles trazem os jogos pra cá, a gente pede uma comida e, enquanto meu filho dorme tranquilo, eu me divirto como uma pessoa normal.
de repente é o caso de você ir pra casa da sua amiga de vez em quando mesmo, levar um filme, uma pipoquinha, e vocês assistem num volume baixo e se divertem enquanto o filhinho dela descansa (e a sua amiga também).
acho que todo mundo tem suas diferenças e, mesmo que a gente não concorde, mesmo que a gente saiba que aquela pessoa está errada, às vezes precisamos ignorar certos defeitos, para garantir que as boas amizades vão adiante.
afinal, tenho certeza de que uma amizade de 13 anos já passou por muitos altos e baixos e esse é só mais um que vai passar, né?
espero que tenha ajudado de alguma forma.
beijos e boa semana!
luíza

o celular apita. ela corre pra ver e lá está uma mensagem:
“amiga,o dia tá lindo. bora juntar os filhotes pra dar um passeio hj?”
“bora, pra onde? msm lugar de sempre?”
“é o jeito, né? eu não conheço outro q dê pra levar os pequenos e ficar sossegada ao msm tempo”
“blz. te encontro lá. bj”
ou então você teve um dia de cão com sua bebê sem querer comer nada, enjoada, babando, meio febril, só quer saber de peito e fica pendurada nele por hooooras, não dorme nunca e, quando o faz, é aquela sonequinha rasa que é só colocar no berço e puf! a menina acorda!
será que é dente?
será que ela está doente?
não sei se devo ligar pro pediatra só por causa disso.
minha mãe não lembra mais direito das coisas e tem uns métodos meio duvidosos pra tudo.
minhas amigas não têm filhos. minha irmã mora longe.
como lidar?
graças a deus, jesus, que existe internet nesse mundão de hoje.
sério, não canso de falar que se não fosse a internet, o blog, os emails trocados com tantas mães em situações semelhantes à minha, eu não faço ideia de que tipo de mãe eu seria.
com certeza uma do tipo esquisita.
desde quando me descobri grávida (ou mesmo antes, quando eu tinha apenas potencial para isso), passei a revirar o mundo virtual atrás de informações. foi algo natural, nada forçado. mas até hoje a sede de busca pelo conhecimento sobre maternidade e assuntos correlatos me ataca.
esse foi um dos motivos pelo qual eu criei o blog, a fanpage no facebook, uma lista para mães em brasília e sempre vou atrás de grupos que unam as mães.
eu vejo o quanto eu descobri que meu filho – apesar de único – é muito parecido com outras crianças da idade dele. eu achava que ele era birrento e fazia manha, mas fui ver que a maioria dos bebês nessa idade também são assim, porque faz parte do processo de crescimento e descoberta do mundo que os cerca.
e tantas, tantas outras coisas, que me ajudaram a relaxar como mãe.
em tempos assim, ferramentas voltadas para a maternidade só tendem a acrescentar e nos ajudar a sermos mães melhores (e menos encanadas com algumas coisas também).
tem um negócio muito bacana lá no facebook que é o JOHNSON’S® baby Mimo. é tipo um aplicativo com várias coisas legais que ajudam pra caramba nessas horas.
tem a sessão perguntas e respostas, onde você levanta suas questões de mãe doida (porque toda mãe que se preza precisa ser um pouco doida para sobreviver) e outras doidas lindas e lindos vão lá e te ajudam compartilhando suas experiências.
ok, você pode argumentar que já existem fóruns assim espalhados por aí.
mas é que o JOHNSON’S® baby Mimo vai muito além de um simples fórum.
é um lugar de relacionamento.
e tem vários outros terecotecos úteis como:
guia de serviços: você pode buscar por estabelecimentos baby friendly, avaliar, recomendar, compartilhar com outras pessoas, consultar as dicas de outras mães/pais, filtrar de acordo com a idade do seus filhos.
olha que coisa linda e cheia de graça!
inclui opções de locais de lazer, alimentação, educação, saúde e compras.
e o livro do bebê: achei superfantásticoamigo. é bom estar contigo no nosso balão!
você pode registrar desde os momentos da sua gravidez, passando por marcos importantes como nascimento (óbvio), primeiro dentinho, primeira palavra, primeiros passos, primeiro dia de aula e vários outros primeiros, até que seu ex-bebê complete 5 anos.
pros rykos e rhykas, dá pra baixar gratuitamente um aplicativo para iphone ou android. assim você pode acessar o aplicativo de qualquer lugar.
pra entender mais é só entrar aqui:
https://apps.facebook.com/johnsonsbabymimo
as mãe pira na tecnologia!

vasculhando o blog, encontrei este texto antigo, escrito em 2009, mais de um ano antes do benjamin nascer.
um incentivo àquelas que desejam engravidar, mas às vezes se pegam racionais demais e com medo de não darem conta.
vão por mim: vocês dão conta. no fim tudo dá certo.
“e quando você tiver filhos?”
por mais que eu sonhe com isso, taí uma pergunta que me dá calafrios.
até então não tinha percebido isso, mas hoje me fizeram essa pergunta remetendo a uma (outra) grande responsabilidade que estou assumindo.
confesso que me deu vontade de chorar.
não é a primeira vez que me perguntam isso. não mesmo.
não sei se consigo lidar com grandes responsabilidades.
acho que estou naqueles dias em que me sinto pequena demais pra tomar conta de qualquer coisa.
e aí a pergunta volta: será que sou capaz?
e aquela pergunta que todo mundo se faz: será que estou pronta pra ser mãe?
a resposta eu já sei: não estou.
ninguém está.
assim como eu não estava pronta pra me casar, para assumir a responsabilidade de manter uma casa organizada, de cuidar de mim, do marido, do cachorro, das contas e de toda essa coisa grande que um casamento implica.
mas casei. e assumi. e não morri. pelo contrário, cresci.
e hoje estou aqui, irresponsavelmente feliz, sem questionar a decisão que tomei e sabendo que ela é pelo resto da vida.
como diria coldplay, nobody said it was easy.
e como diria a mãe de uma amiga: no dia em que estivermos prontos, morreremos.
(maio/2009)
gente, estamos com novidades no blog!
é o memezinho da mamãe, que agora estará por aqui todas as quartas feiras.
quando conheci o blog, eu simplesmente pirei!
alguém teve a brilhante ideia de fazer memes abordando com humor esse assunto tão delicado que é a maternidade.
a identificação foi imediata. é aquele tipo de coisa que você vê e fala “eu podia ter feito isso!”, o que, na minha opinião, é um baita elogio, pois significa alguém conseguiu captar o que passa na cabeça das mães e ilustrar com muito humor e leveza.
e foi assim que eu conheci a jamila. uma mãe que sabe o que quer, que curte o parto mais natural possível, defende a amamentação e bate nos obstreta tudo, sem ser chata ou cafona.
virei fã!
aí fui falar com o marido e ele também tinha acabado de descobrir o blog, quase que simultaneamente. óbvio que não pensamos duas vezes e corremos pra falar com a jamila.
e deu no que deu. agora ela é nossa primeira colaboradora fixa no blog!
espero que vocês gostem tanto quanto nós!
sobre o blog e a autora:
1) não entendi direito o nome. por que “memezinho”?
trata-se de um trocadilho com a palavra “meme”, utilizada para designar essas carinhas que eu utilizo repetidamente nas ilustrações. elas são de domínio público e se alastraram pela internet, por sua expressividade, tosquice e facilidade de identificação.
2) quem escreve os textos?
jamila, 30 anos, tradutora, professora de inglês, nerd e piadista desde sempre. mãe do gael, nascido em um parto domiciliar em março de 2011 e, desde 2005, madrasta do tico e da maria, duas crianças maravilhosas que me ensinaram (e ensinam) muito e me deram a certeza de que eu queria ser mãe.
3) eu tenho uma ideia pra uma historinha. o que fazer?
escreva para memezinhodamamae@gmail.com. se eu conseguir dar um formato legal e engraçado para a coisa, eu publico com os créditos para você.
para rir mais, acessem memezinhodamamae.blogspot.com
e não deixem de curtir a página no facebook
sua amiga está grávida e você não sabe com o que presenteá-la?
vai visitar um recém nascido e não tem ideia do que levar para os pais?
chá de bebê, amigo oculto da firma (e você tirou uma gestante que nunca falou direito), natal em família?
seus pobrema se acabaram-se!
chegaram os novos, os revolucionários, incríveis e cheirosos produtos potencial gestante!
todos feitos pelo meu lindíssimo (e esperto. rá!) marido!
pega uma carona nessa cauda de cometa e vem comigo conhecer as novidades!
bottons mamãe de primeira viagem

apenas R$ 15,90 o pacote com 4 bottons!
bottons papai de primeira viagem
apenas R$ 15,90 o pacote com 4 bottons!
a roleta da obrigação
bebê chorando no meio da noite? hora do banho? hora da papinha? trocar a fralda? chega de empurra-empurra! deixe a roleta decidir por vocês.
um ótimo presente pra quem quer dar aquela indireta pro maridón.
apenas R$ 9,90 a unidade!
é só comprar via pagseguro. é rápido, prático e – claro – seguro.
se não receber seus produtos, seu dinheiro é devolvido.
clique no botão comprar localizado abaixo do produto desejado. ao ser direcionado para a página de compra, você pode alterar as quantidades e comprar mais um presentinho pra sua prima, sobrinha, vizinhamiga.
para ver seu carrinho finalizar sua compra é só clicar abaixo:
*produtos sujeitos a variação de cor e padrão de embalagem.
o filme “O Renascimento do Parto” retrata a grave realidade obstétrica mundial e sobretudo brasileira, que se caracteriza por um número alarmante de cesarianas ou de partos com intervenções traumáticas e desnecessárias, em contraponto com o que é sabido e recomendado hoje pela ciência. tal situação apresenta sérias conseqüências perinatais, psicológicas, sociais, antropológicas e financeiras. através dos relatos de alguns dos maiores especialistas na área e das mais recentes descobertas científicas, questiona-se o modelo obstétrico atual, promove-se uma reflexão acerca do novo paradigma do século XXI e sobre o futuro de uma civilização nascida sem os chamados “hormônios do amor”, liberados apenas em condições específicas de trabalho de parto.