
vasculhando o blog, encontrei este texto antigo, escrito em 2009, mais de um ano antes do benjamin nascer.
um incentivo àquelas que desejam engravidar, mas às vezes se pegam racionais demais e com medo de não darem conta.
vão por mim: vocês dão conta. no fim tudo dá certo.
“e quando você tiver filhos?”
por mais que eu sonhe com isso, taí uma pergunta que me dá calafrios.
até então não tinha percebido isso, mas hoje me fizeram essa pergunta remetendo a uma (outra) grande responsabilidade que estou assumindo.
confesso que me deu vontade de chorar.
não é a primeira vez que me perguntam isso. não mesmo.
não sei se consigo lidar com grandes responsabilidades.
acho que estou naqueles dias em que me sinto pequena demais pra tomar conta de qualquer coisa.
e aí a pergunta volta: será que sou capaz?
e aquela pergunta que todo mundo se faz: será que estou pronta pra ser mãe?
a resposta eu já sei: não estou.
ninguém está.
assim como eu não estava pronta pra me casar, para assumir a responsabilidade de manter uma casa organizada, de cuidar de mim, do marido, do cachorro, das contas e de toda essa coisa grande que um casamento implica.
mas casei. e assumi. e não morri. pelo contrário, cresci.
e hoje estou aqui, irresponsavelmente feliz, sem questionar a decisão que tomei e sabendo que ela é pelo resto da vida.
como diria coldplay, nobody said it was easy.
e como diria a mãe de uma amiga: no dia em que estivermos prontos, morreremos.
(maio/2009)

nas últimas semanas eu andei relendo alguns posts (a fim de organizar a barrinha aí em cima com as categorias dos posts. quem viu?) e percebi muita coisas que aconteceram e tantas outras que mudaram em mim e em minha vida.
lembrei da empolgação de ser uma potencial gestante: sonhar com a gravidez, com a carinha do bebê, planejar quartinho, roupas, acessórios e afins.
somou-se a isso o post de sexta da carol e lembrei de minhas baby bobeiras.
sempre que podia, ia com minha irmã mais velha a alguns brechós de brasília para comprar coisas para minha sobrinha. lá eu não cansava de olhar tranqueirinhas para meu potencial filho (ou filha), que não passava de um plano distante da minha cabeça.
um dia aconteceu de, em um desses passeios, eu encontrar um pijama, pelo qual eu me encantei de imediato.
ele era verde, com uns desenhos pequeninos de árvores, porcos espinhos, cogumelos e uns anõezinhos. falando assim parece feio, mas não é. na verdade é o pijama mais simpático que já vi até hoje.
era um pijama neutro, não apenas pela cor, como por toda a sua temática. se fosse pra menino, não ficaria afeminado, se fosse para menina, também não seria bruto.
e era lindo. eu já podia imaginar meu bebê ali dentro.
pra completar eu tinha dinheiro na carteira (logo eu, que só vivo lisa).
perguntei à minha irmã se era loucura da minha parte comprar uma roupa de bebê, sendo que nem eu sabia quando ia tentar engravidar.
ponderamos juntas que eu não costumava gastar por impulso, que o pijama era de ótima qualidade, estava novo, estava barato e que a chance de eu encontrar ele novamente era mínima.
comprei.
saí de lá tão feliz, como se tivesse recebido a notícia de que estava realmente grávida.
e era como eu me sentia, como se parte de mim tivesse tornado-se mais mãe naquele momento.
a primeira roupa do meu primeiro bebê. foi como se de repente aquele sonho começasse a ganhar forma. forma de pijama verde.
o tempo passou e eu engravidei.
passaram-se umas 30 semanas, eu comecei a lavar o enxoval.
lá estava ele. o tamanho: 12 a 18 meses.
perto das outras roupas ele era gigante.
puxa, meu bebê (agora já com sexo masculino e nome de benjamin) vai demorar muuuuito a caber nele!
aí percebi que a sola tinha anti-derrapante.
comecei a imaginar meu bebê já andando dentro daquele pijama.
fim de dia, ele andando pela casa, aquela iluminação artificial indicando que já era noite.
a gente conversaria com ele e explicaria que ele já tinha jantado, já tinha tomado banho e aquela era a hora de dormir.
o tempo passou voando.
sábado aconteceu. não foi a estreia, mas o pensamento me ocorreu anteontem.
eu terminava de enxugar meu pequeno e vesti seu pijama verde. lembrei de toda a narração acima.
o marido saiu do banho, viu o benjamin e comentou: olha só. parece que foi ontem que você comprou essa roupinha.
e foi.
hoje ele está aqui.
o sonho foi realizado.
meus olhos se enchem de água e o coração de um misto de alegria, satisfação e gratidão.
nas últimas semanas tenho sentido coisas estranhas como cansaço, irritação, dor no baixo ventre, além de estar com espinhas no rosto, completamente estabanada e alguns enjôos esporádicos.
soma-se a isso o fato de eu nunca mais ter menstruado desde que engravidei do benjamin.
então na semana passada eu cismei: vou fazer um teste de gravidez.
sempre que desconfiei que estava grávida (e não foram poucas as vezes) eu sentia boa parte destes sintomas/sinais/sentimentos/sei lá. quando a simples (e dolorosa) chegada do tio chico não resolvia, eu recorria aos testes de gravidez.
e toda santa vez que eu fiz os testes foi escondido.
semana passada não foi diferente.
sonhei que eu fazia um teste de gravidez de farmácia (mas o sonho acabava antes de eu ver o resultado) e encrenquei, até porque da última vez que sonhei com isso eu estava grávida do benjamin e não sabia.
pensei: dia dos pais está chegando, então vamos tirar essa cisma de uma vez por todas, porque vai que a gente comemora em dobro, né?
matutei a ideia por uns dois dias até que decidi: amanhã de manhã eu vou.
acordei cedo e nem xixi eu fiz.
esperei o marido sair pra trabalhar, botei o benjamin no carrinho e fui.
no caminho à farmácia um frio tomou conta de mim, me embrulhou o estômago e as pernas bambearam.
resolvi escolher o teste mais eficiente, pra não ter chance de errar.
cheguei. enrolei, procurei pra ver se não encontrava por ali mesmo em alguma prateleira a fim de não ter que encarar o cara do balcão. não encontrei.
nem pra comprar camisinha eu faço tanto drama.
fui, voltei, tentei encontrar de longe dentro do balcão.
dancei valsa comigo mesma, tomei fôlego e perguntei: “você tem teste de gravidez?”. ufa! prontofalei!
aí ele me mostrou as opções. o mais eficiente era também o mais caro: quarenta e tantos reais!
“não estou tão desesperada assim. me dá um daqueles vagabundos de tirinha” e ele me passou uma caixinha no valor de oito reais e vinte centavos.
tomei coragem de novo e fui ao caixa.
reflitam comigo: tenho 26 anos, cara de 15 e um filho no carrinho. se você fosse a atendente do caixa e não me conhecesse, o que pensaria deste pequeno ser que deseja comprar um teste de gravidez?
“coitada. grávida de novo?” era o que eu falaria a mim mesma se não me conhecesse.
na hora de pagar, o cartão não passou.
eu tinha levado somente este cartão e uns trocados no bolso, mas não chegava a dar nem 8 reais.
e lá fui eu andar de volta para casa, morrendo de fome, calor e vontade de fazer xixi.
o benjamin dormiu no carrinho (que não deita) e ficou todo descatembado lá dentro.
pensei quatrocentas e cinquenta e treze vezes em abandonar a ideia, mas também não tinha pão em casa, o que me motivou a voltar de qualquer jeito.
peguei meu cartão, comprei o pão e lá fui eu de volta à farmácia.
de repente, radiante e triunfalista, já com uma ideia diferente: “e daí se pensarem qualquer coisa de mim? se eu estiver grávida de novo vai ser simplesmente o má-xi-mo!”.
entrei, fui direto ao caixa, paguei. o cartão funcionou e eu saí com a caixinha e me imaginando com um rei na barriga e outro no carrinho. “mãe de dois, nada mal”!
e vários outros pensamentos voando distantes, como “será que é menino ou menina?” “qual nome escolher?” “será que eu aguento esperar pra descobrir o sexo só quando nascer?” “e se forem gêmeos, será que eu preciso contratar uma babá?” e outras coisas muito mais absurdas.
cheguei em casa e benjamin já estava acordado.
deixei ele brincar um pouco no quarto e me tranquei no banheiro.
lavei as mãos, sentei no vaso. abri a caixinha, li e reli a bula.
peguei um celular pra cronometrar o tempo exato.
segui à risca todo o procedimento descrito pelo fabricante. tudo no tempo certinho, pra não dar erro.
um minuto com o papelzinho em contato com a urina. cinco minutos para aguardar o resultado.
deixei a fitinha lá e fui brincar com o benjok, mas voltava a cada vinte segundos pra conferir: uma listrinha.
um minuto depois: uma listrinha.
dois minutos depois: uma listrinha.
dois minutos e meio depois: uma listrinha.
três minutos depois: uma listrinha.
quatro minutos depois: uma listrinha.
quatro minutos e meio: uma listrinha.
quatro minutos e quarenta segundos: uma listrinha.
quatro minutos e cinquenta segundos: uma listrinha.
cinco minutos depois: uma listrinha.
seis minutos depois: uma listrinha.
desencanei de esperar pela segunda listrinha (pra quem não sabe, a do positivo), visto que a bula dizia que após cinco minutos o teste perdia a validade.
embalei tudo e já joguei no lixo de fora do apartamento, pra não alimentar a curiosidade de checar o teste inválido depois.
não posso dizer que o sentimento chegou a ser de alívio, mas passou longe do desapontamento também.
até porque, toda vez que eu me imagino grávida, imagino um benjoca dentro de mim, parindo um benjoca e cuidando de um benjoca. comofas/?
quase consegui manter a história arquivada no meu acervo de mini-segredos, até que ontem o marido estava separando os comprovantes de pagamento e se deparau com a nota de uma farmácia: “teste de gravidez? de quando é isso?”, no que eu arranquei o papel da mão dele me senti uma boba de ter quase acreditado na minha gravidez psicológica
mas nunca se sabe, né?
porque a última vez que eu fiz um teste destes, eu estava grávida do benjamin e deu negativo.

hoje é o dia em que você senta com sua mãe na hora do almoço e comemora o dia das mães com ela. você dá presente, leva café da manhã na cama, dá flores, ou o que for.
a família se reúne e as mães ficam todas bobas lambendo a cria.
aí chega um momento que você começa a sonhar com isso pra você também.
você conversa com seu marido ou parceiro. vocês planejam, tentam, tentam… e nada.
hoje eu comemoro meu primeiro dia das mães com o benjamin aqui, fora da barriga, no meu colinho.
mas quantas vezes eu e vocês já sonhamos com esse momento e ele não chegava?
semana passada li um texto de um professor doutor chamado Joji Ueno de título “você ainda não tem filhos?” que abordava como uma pergunta aparentemente simples e inofensiva (ou não) pode atingir tanto quem a recebe.
às vezes a resposta não é simples.
às vezes essa é uma pergunta que você se faz todos os dias e anseia por tal resposta.
esse ainda não foi o dia das mães em que você passa com seu pequenos nos braços.
mas acredite: você já é mãe! seu coração pensa e age como o de uma mãe. quem sabe, muitas mulheres que até tem filhos (tantos sem planejamento) não têm a maternidade tão aflorada e desejada quanto você.
é pra você que eu desejo de todo o coração: FELIZ DIA DAS MÃES!
e deixo esse vídeo de presente, da campanha do ano passado em que a renner pegou pesado com todo mundo (até hoje choro toda vez que vejo):
não desista deste sonho!

acho que a maioria das mulheres que passam por aqui alguma vez na vida já desconfiou que estava grávida. e com certeza boa parte delas acertou.
mas quando simplesmente bate aquela dúvida e pensamos que é pura bobagem nossa, nem sempre queremos correr a um médico, pra não dar alarme falso.
então que tal pegar algumas coisinhas que encontramos em casa mesmo, pra descontrair e desestressar com essa história (ou dar mais caraminholas na cabeça)?
então pega a q-boa, a agulha, o balde e vem comeeeeego!
1. teste da agulha (ou teste marroquino):
é assim: você mija em um recipiente com tampa, coloca uma agulha ou alfinete dentro do frasco com seu xixi, fecha bem e se esquece dele por pelo menos 8h (du-vi-de-o-dó! então faça antes de dormir, pro tempo passar mais rápido). se o xixi mudar de cor, é positivo. senão, negativo.
2. teste do cloro (ou q-boa, ou cândida, como preferir):
mais uma vez você mija num potinho. não precisa de tampa. aí adiciona o cloro. se escurecer (o xixi, não o pote), positivo. se ficar da mesma cor, negativo.
3. teste da fervura (ou do nojinho):
mija, mija, mija. coloca pra ferver numa leiterinha de alumínio (que você não pretenda usar nunca mais na vida, a não ser que seja adepto da urinoterapia). se ferver igual leite (o xixi, não a leiteira), inclusive fazendo uma nata (oi?) é porque você é uma vaca é positivo. se ferver igual a água, negativo.
4. teste do cotonete:
enfie um cotonete na vagina. mas pegue leve. se sair avermelhado (o cotonete, não a vagina) é porque vem sangue por aí. se não, é porque você não vai menstruar (será um positivo?).
5. teste dos sintomas (esse é mais confiável):
se você tem sentido alguns desses sintomas: enjôos (geralmente pela manhã), sonolência, desejos e fome absurda, bicos dos seios maiores ou escurecidos, veias aparentes nos seios (bem como inchaço e dores), dores abdominais, vontade de fazer xixi toda hora (xixi não vai faltar pra fazer o teste), menstruação atrasada, sangramentos irregulares, alterações de humor, alterações no olfato e paladar, sentimento de burrice, pode ser um positivo. não necessariamente todos (eu não tive nem metade). até porque tais sintomas se confundem bastante com os de tpm.
6. teste do cuspe (avalia seus reflexos):
cuspa para cima. se você conseguir desviar, é negativo. se cair em você, é positivo (grávida fica devagar mesmo).
7. teste do anjo (esse também é batata):
se um anjo aparecer a você dizendo que foi agraciada, conceberá e dará à luz um filho, pode ter certeza que ele não está de brincadeira com a sua cara. aconteceu com maria e deu no que deu. e não precisa mijar em nada (nem no anjo).
8. teste de farmácia (toma vergonha e vá comprar o seu):
99% confiável (não funcionou comigo, mas vai funcionar com você). mais uma vez você mija – provavelmente num copinho ou direto no palitinho – e espera. mas aí tem que seguir as instruções do fabricante. se depois do tempo indicado aparecer apenas uma listrinha, é negativo. duas listrinhas é positivo. passa na farmácia ou liga logo.
agora, se você realmente acha que está grávida, já checou os itens 5 e 8 e tudo indica um positivo, corre pro médico, que é a melhor coisa que você faz

acho que a maioria das mulheres que passam por aqui alguma vez na vida já desconfiou que estava grávida. e com certeza boa parte delas acertou.
mas quando simplesmente bate aquela dúvida e pensamos que é pura bobagem nossa, nem sempre queremos correr a um médico, pra não dar alarme falso.
então que tal pegar algumas coisinhas que encontramos em casa mesmo, pra descontrair e desestressar com essa história (ou dar mais caraminholas na cabeça)?
então pega a q-boa, a agulha, o balde e vem comeeeeego!
agora, se você realmente acha que está grávida e já checou os itens 5 e 8 e tudo indica um positivo, corre pro médico, que é a melhor coisa que você faz
maisa magrela deseja a todos uma otima sexta feira
ps: ela tambem nao viu graca nenhuma neste video.
respondendo as perguntas: nao, esse video foi antes do bebe. eh do comecinho de 2009.
depois do bebe eu fiquei assim:
que ca entre nos, apesar da cara inchadinha, eu gostei bem mais.

uma coisa que encontramos às pencas seja na internet, lojas especializadas e etc são listas imensas de enxoval.
tem enxoval de casamento, enxoval do bebê e às vezes até o enxoval da mamãe (ou seja, sutiãs e pijamas para a maternidade).
mas se teve algo que não encontrei na minha fase de potencial gestante foi uma lista de enxoval para as grávidas.
com as semanas passando, a barriga crescendo e outras mudanças acontecendo, percebi que quase toda semana tenho que comprar algo novo.
muitos itens têm que ser comprados conforme a necessidade, mas eu me sentiria melhor se já tivesse deixado algumas coisas separadas de antemão, mesmo que fosse dinheiro.
então, a despeito do meu último vídeo, aí vai uma lista comentada – mesmo que longe de ser completa – do que já senti falta até essa altura do campeonato, ou seja, no oitavo mês de gravidez.
o resto é intuitivo.
assim, de cabeça, não me lembro de mais nada.
mas se você que já foi ou está gestante lembrar-se de algo que foi peça indispensável na sua gestação, deixe sua experiência e recomendação aqui!
meu plano é a cada semana compartilhar uma nova categoria nos itens básicos do enxoval da gestante.
há alguns meses – antes mesmo de engravidar – venho paquerando na loja em que trabalho um livro chamado “o livro de receitas da grávida saudável“, da editora publifolha
. até já tinha chegado a pegá-lo emprestado e ensaiado publicar alguns posts falando sobre dicas e receitas contidas no livro. mas hoje minha chefe trouxe da distribuidora o livro pra mim (trabalhar em lugares assim têm suas hipervantagens. e viva os livros com desconto!). fiquei tão empolgada que não queria fazer outra coisa senão ler ele todo de uma vez. é que o livro não apenas contém um bocado de receitas, mas vai explicando quais os melhores alimentos para cada trimestre, alguns esclarecimentos sobre o ganho de peso ideal (sem aquela de ficar contando quantos gramas se engorda por semana e preocupar-se com o ganho de peso como um todo), esportes durante a gestação e tanta, mas tanta coisa, que acho que vou ter que fazer posts semanais contando tudo que estou aprendendo e pondo em prática. isso porque no mesmo dia (noite) que eu peguei o livro já corri ao mercado para comprar os ingredientes necessários para cada prato. resultado: tornou-se o programão de fim de semana. na sexta à noite, resolvi fazer um jantar reforçado, pra compensar a parca sopinha que comi no almoço. peguei uma receita de janta rápida, ideal para o primeiro trimestre, adaptei alguns ingredientes e mãos à obra. a receita (com adaptações) você pode copiar a seguir, se quiser tentar essa aventura em casa:
contém: ácido fólico e ácidos graxos ômega-3 ingredientes
preparo
dicas da luíza na receita original não eram brócolis, e sim aspargos frescos. claro que eu não encontrei aqui no mercado dos pobres então tratei de substituir por algo que contivesse mais ou menos as mesmas propriedades vitamínicas (especialmente o ácido fólico). para os aspargos a receita é assim: 675g de aspargos frescos, fatiados na diagonal em pedaços de 5cm (absurdo! 675g de aspargos dão pra alimentar um batalhão!). aí, na hora de refogar, cozinhe por cerca de 5min, mexendo de vez em quando. depois adicione o caldo e o sal e cozinhe por mais 4 minutos. voilá! eu adorei o caldo knorr vitalie. apesar de ser totalmente contra esses caldinhos, porque contém glutamato monossódico (veneno!), na hora do aperto eles quebram um galhão (mas se você for um ser prendado, mestre cuca por natureza, faça seu próprio caldo de galinha). esse vitalie promete ter menos sal (eu achei mesmo) e ter baixo teor de gordura. e o sabor peito de frango ao vinho branco deu um toque todo especial ao brócolis. delícia! usei o spaghetti barilla nº7, de marca italiana. é excelente, fácil de achar (um da embalagem azul) e, por mais que você seja um cozinheiro zé mané, como eu, ele nunca fica ruim. não recomendo de jeito nenhum os macarrões de semolina. sempre ficam pastosos, tipo miojo gigante. recomendo caprichar no queijo e nas nozes. fica excelente! tempo de preparo aí há controvérsias. no livro diz que demora 10 minutos para preparar, 20 para cozinhar e rendem 4 porções. na minha inexperiência, durou quase 1 hora tudo e, mesmo tendo reduzido a quantidade de macarrão (aprox. 350g) e brócolis, comemos até nos fartar na janta (olha que eu como por dois!) e ainda sobrou por almoço do dia seguinte. custo do prato aproximadamente R$ 30,00 tudo, incluindo as nozes (facada!). você nunca comeria algo tão delicioso por um preço desses
contém: cálcio e proteína rapidíssima e prática de fazer, você vai precisar de:
bata tudo no liquidificador e seja feliz. não custa nem R$ 6,00 e rende quase 1 litro. dicas da luíza originalmente o suco é na verdade uma vitamina feita com 250g de abacaxi em pedaços, 125g de morangos, 250ml de suco de abacaxi, 1 colher de sopa de mel e 175g de iogurte natural. o que você acha mais prático? o iogurte é uma fonte excelente de cálcio para a mineralização dos ossos e dos dentes do seu bebê. além disso, oferece uma dose importante de proteína. no início da gravidez, essa vitamina é ótima pra quem tem enjôos e costuma ser bem tolerada. por ser nutritiva, não te deixa na mão. ** no sábado de manhã eu fiz rabanada com cream cheese e cerejas frescas mas, por ter ficado frustrada com as cerejas e para esse post não ficar mais gigante do que está, decidi deixar a receita em oculto. claro que, se alguém se interessar na receita, eu passo, com comentários. resumindo, o livro é ótimo e estou curtindo bastante. no fim dele contém um anexo com cardápio para antes de engravidar e primeiro trimestre, segundo e terceiro trimestres. não é difícil de achar e custa, em média, R$ 40,00. ai agora deu fome!

se ser mãe é padecer no paraíso, mãe de cachorro filhote padece no inferno.
também pudera, estou cuidando de um cão.
trocadilhos à parte, essa mini-experiência maternal mostra o tanto que eu não sei bulhufas de nada.
antes eu achava que sabia o que era criar cachorro, mas só tinha o ringo, que era idoso, peguei com 6 anos de idade e se foi com 15 (que o mato o tenha).
até que surge o honorável tov para virar nossas vidas de pernas pro ar: late na hora de dormir, chora quando acorda (por mais que isso seja 2h da manhã), demanda atenção o tempo inteiro, faz cocô e xixi o tempo inteiro (até embaixo da nossa cama), arrasta nossos chinelos/meias/tênis/almofadas/oqueencontrarnochão casa afora, rasga todos os jornais, aliás, mastiga tudo o que vê pela frente. parece um gremlin molhado esse tov
mas o mais difícil pra mim nisso tudo não é simplesmente lidar com a bagunça. já sabíamos que isso aconteceria com a chegada de um filhote e que logo passa (espero). o complicado mesmo é se manter firme na educação do monstrinho. afinal, o que você ensina pra ele hoje vai definir o adulto que ele virá a ser.
ultimamente, “não” tem sido a palavra mais pronunciada dentro desta casa.
não sei se mencionei anteriormente, mas já fui adestradora de cachorros. e adestrar seu próprio cachorro é sempre mais difícil, porque você sabe o que deve ser feito e sabe que o que é proibido num dia não pode ser simplesmente ignorado noutro só porque você está cansado ou sem paciência.
e o stress da bagunça que ele faz às vezes me faz esquecer do filhote fofo que ele é. de que toda vez que eu vou fazer carinho, ele já vira aquela barriguinha rosada com pintinhas pra eu coçar. de que as bagunças dele são muito engraçadas. de que o latido dele é a coisa mais cômica que eu já ouvi (especialmente quando ele late pro nada). do tanto que é gostoso educá-lo e saber que estou no caminho certo.
e enquanto eu escrevo este post ele tá deitadinho no meu colo, cochilando. ok, agora acordou. epa, ele desceu. mas ele tava, juro.
mas o que eu quero mesmo é um bebê que eu vou amar incondicionalmente, só pra padecer no paraíso.