24 de julho

ciúmes de irmão mais velho

por luíza diener

osirmao

imagina você, uma esposa, que seu marido chega pra você e diz: “querida, vou arrumar uma segunda mulher. uma mais nova que você. no começo eu vou precisar dar mais atenção para ela, tá? ela vai dormir na minha cama, mas quando crescer um pouquinho vocês vão dividir o quarto.necessito muito da sua compreensão, especialmente nesse início. sabe aquelas roupas que você não usa mais? serão dela. aqueles sapatos que ficaram de lado? dela também. mas tudo bem, porque você nem lembra dessas coisas, né? eu sei que vai ser difícil, mas vai ser bom pra você também. tenho visto o tanto que você tem se sentido sozinha mas, depois de um tempo, ela vai ser sua amiga também e vocês vão poder fazer tudo juntas. só que até lá eu preciso que você me entenda e também me ajude a cuidar direitinho dela, tá bom? até porque você já está bem grandinha…”

 absurdo pra nossa realidade (graças a deus), mas esse é o discurso que nós, pais, esperamos que nossos filhos mais velhos engulam com a chegada do irmão mais novo.
apesar do benjamin ter lidado bem com a gravidez, nunca tive a ilusão de achar que ele não sentiria a chegada da irmãzinha. pelo contrário, comentava com uns e outros que acharia estranho se ele não tivesse nenhum tipo de reação a toda essa situação.

pois bem, benjoca já passou e ainda passa por diversas fases:

o eufórico

durante toda a gravidez ele conversou com a barriga. de repente lá está a bebê, toda materializada. o que ele quer fazer? interagir com ela, claro. mas benjamin não fala, ele grita. e com o nascimento da constança ele não grita mais. ele berra e se esgoela. já ganhou até o apelido de megafone.
acorda de manhã e vai direto pro nosso quarto (por enquanto ela dorme na nossa cama) para dar bom dia pra irmã: “ooooiiii
irmãzinha”.
e como nesse começo de vida esses pequeninos só dormem, geralmente é assim que ele a encontra. quando ela está acordada (graças a deus isso acontece com maior frequência pela manhã) é aquela festa: “oooolha! ela tá acordadaaaa! oi irmã! blega bluga bloginoli” (palavras inventadas aleatoriamente por ele, na expectativa de fazê-la rir).
ele também fica absurdamente eufórico e excitado quando chegam visitas aqui em casa, especialmente quando eles também têm filhos. mas isso rende um tópico à parte.

o dramático

essa postura ele não assume diretamente em relação a ela, mas a nós. mais especificamente ao pai.
como fiquei bastante tempo deitada ou descansando na gravidez, ele meio que se habituou a não receber meu colo e minha atenção o tempo inteiro. por isso, para compensar, quando o pai chegava em casa do trabalho, ou ficava com a gente no fim de semana, quem mais passava tempo com benjoca era o hilan.
ainda na minha gravidez, ele descobriu que o comportamento dramático resulta numa atenção imediata do papai hilan. então, quando quer alguma coisa, já começa a gritar e chorar de tal maneira que a impressão que dá é que acabou de cair uma bigorna de 3 toneladas em cima do pé dele. aí você corre pra ver e é só ele frustrado porque deixou derrubar alguma coisa que estava carregando.

o atirador

ele deu pra jogar as coisas. pro alto, pro lado, nas pessoas. também não é um comportamento novo. mas antes era uma brincadeira específica, do tipo pegar um boneco, gritar “ao infilito e além” e lançá-lo ao ar.
mas agora ele vai além do infinito. joga o buzz pro alto, joga a almofada do sofá no chão, joga um brinquedo em outra criança, joga bolinha de papel na cara do avô. fico morta de vergonha. misturo a vontade de enterrar minha cara num buraco com a vontade de enterrá-lo de corpo inteiro.

a felícia

pra mim esse é o comportamento mais difícil. lembram da personagem felícia, do tiny toon? uma menina doce e amante dos animais, mas com um jeito peculiar de demonstrar todo seu carinho? esse é o benjoca com a sansa. ele quer amá-la, abraçá-la, apertá-la, amassá-la, estrangulá-la. ele esmaga mesmo. com força. com vontade.
é engraçado que a gente não vê nele um comportamento de raiva. parece mais uma reação a toda aquela euforia mencionada acima. ele quer deitar em cima dela e ficar abraçando (com o leve detalhe dele pesar o quádruplo da pequena). começa a beijar a mão dela e daqui a pouco está quase mordendo. enche também seu rosto de beijo e ela fica toda babada (e depois, pipocada). quer pegar no colo. quer abraçar até pularem os olhinhos.
eu peno, porque por um lado não quero tolhir o amor do irmão, mas por outro preciso proteger a bebê.
é só dar uma descuidadinha que já está ele em cima dela, às vezes literalmente.
benjoca, que já está quase com 3 anos, chegou em uma idade que já não precisa mais de monitoramento constante. não precisava. falo que antes tinha zero crianças para vigiar, agora é preciso ficar de olho nos dois o tempo inteiro.

o anfitrião joselito

e do joselito, quem lembra? o personagem sem noção da mtv que sempre fazia coisas absurdas a outras pessoas? pois então, temos um pequeno anfitrião que às vezes também dá uma de joselito.
pra mim, o mais complicado disso tudo é que o benjamin sempre foi uma criança extremamente doce e abnegada, especialmente com quem nos visita. até chegava a ser estranho, visto que a maioria das crianças da idade dele costuma, em algum momento, ser possessiva, especialmente com seus pertences.
pois o menino que não dava alterações, agora me faz passar alguns vexames quando os visitantes trazem seus filhos também.
não é sempre, mas quando ele encrenca, não empresta nenhum brinquedo, fica abraçando demais, apertando e machucando outras crianças com seu excesso de “carinho”.
mas isso não é regra. o que acontece sempre, independente do seu estado de humor, é falar alto. o tal megafone, lembra? ele grita, empolga, abraça, joga os brinquedos em todas as direções. e, pra completar, ainda desenvolveu uma risada tão chata quanto a do joselito.

o expiador de bodes

comecei a notar quando deixava, por exemplo, o hilan tomando conta do benjoca e ia fazer outra coisa. aí suponhamos que o benjamin começe a brincar sozinho, hilan se distrai e vai pro computador. na primeira oportunidade, joca sai correndo e ataca a irmã. e não dá outra: o pai vai ter que largar o que estiver fazendo pra acudir a pequena. não dá pra deixar pra daqui a pouco. até chegar a essa atitude, ele já tinha feito outras coisas pra chamar atenção, sem sucesso.
ele sacou que consegue muito mais atenção e de maneira muito mais eficiente se usar a irmã para tal. difícil é contornar isso tudo sem, de fato, voltar os olhares para toda a situação crítica.
a pequena, que de nada tem culpa, acaba pagando pelo deslize dos outros.

#comolidar

diante dos casos acima apresentados, tentamos de tudo um pouco, a depender do momento.
a princípio, quando estávamos todos nos adaptando a ela – e ela a nós -, tentamos ao máximo não associar qualquer comportamento negativo à chegada da irmã.
então, se ele subia na cama a todo o vapor para (atacar) abraçar a bebê, alegávamos que ele não podia subir na cama de pé sujo – regra que sempre existiu aqui em casa. o tempo dele descer e ir limpar o pé era o tempo de pegarmos ela no colo ou dele acalmar-se e poder subir na cama já mais tranquilo, sem grandes ataques eufóricos.

mas algumas vezes já tivemos que apelar para medidas mais drásticas, como broncas diretamente ligadas à sua atitude e intenção ou mesmo castigos. confesso que não fui muito atrás de pedagogias relacionadas a esse assunto, até porque acredito que cada casa tenha uma dinâmica diferente, então o que funciona para uns não necessariamente terá resultado para outros.

de qualquer forma, volto sempre à minha teoria da disciplina do amor: enxergar a partir do ponto de vista da criança, entender que nós é que somos os adultos e devemos ensinar a criança a lidar com as adversidades da vida, respeitar seus sentimentos e, acima de tudo, amá-la em todas as situações.
tento resgatar todos os momentos gostosos que sempre temos juntos e nunca me esquecer que o mais velho também tem suas necessidades, tão importantes quanto as de um recém-nascido (e às vezes igualmente urgentes).

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categorias: 2 anos, benjamin, criança

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15 Comments »

  1. O gigante acordou! Você relatando as experiências do Benjoca e pensei no meu marido. Ele é irmão mais velhos de gêmeos com 4 anos de diferença. Minha sogra diz que ele era bem dramático, chorava e gritava "Você não me ama mais! Fez dois de uma vez só pra esquecer de mim!" Foi muito difícil pra ele e pra ela! Beijo.

    Comentário by Paloma Moraes — julho 24, 2013 @ 11:49 am

  2. Excelente!
    Muito beijo, amor e carinho é o que eles precisam. Disciplina do amor é um bom nome.

    Gostei do ponto de vista da criança, que é uma grande verdade: se um recém-nascido é uma grande mudança para nós, que dirá pra eles, pequenos?

    Beijo,

    Comentário by Carina — julho 24, 2013 @ 11:52 am

  3. Você podia ser minha mãe né Lu? í_ì Como filha e irmã mais velha, eu li e entendi seu texto, com dor no coração não de futura mãe, mas de filha mais velha que sofreu com a chegada do irmão… Na minha época não tive essas táticas usadas sobre mim i.i tanto que confesso que ainda tenho trauma por ser primogênita… Acho que aí esta meu desejo irrefutável de querer gêmeos ou trigêmeos, não quero ser injusta com meus filhos como eu senti que minha mãe foi comigo, não quero essa hierarquia de você é mais velho, tem de dar exemplo e coisa e tal, quero todos no mesmo patamar, igualmente responsáveis por ambos. E não acho que isso seja egoísmo meu, só eu sei o quanto ruim foram determinados momentos da minha vida e pra completar meus pais ainda fizeram o favor de se divorciarem, aí que a criança teve que virar adulta aos 5 anos de idade =/ Enfim… boa sorte com Benjoca e a Sansa. E obrigada por ser essa mãe maravilhosa que você é! <3

    Comentário by Suzan Afonso — julho 24, 2013 @ 11:53 am

  4. Estou grávida do meu primeiro filho. Mas imagino o que minha mãe tenha sofrido comigo e minha irmã. Sou a mais velha com uma diferença de 2 anos. E foi tentando chamar a atenção da minha irmã ainda bebê no berço, que eu subi em cima da minha cama ao lado e quis andar com o triciclo. Resultado um braço quebrado no cotovelo, que deixaram sequelas e foi necessário uma intervenção cirúrgica. Até hoje tenho um pequeno desvio no cotovelo. E tudo isso foi ocasionado por segundos em que meus pais me perderam de vista e eu quis "brincar" com o bebê.

    Comentário by Luciana Primante Costa Leite — julho 24, 2013 @ 12:14 pm

  5. Meu filho Carlos Henrique tinha 2 anos quando a mais nova Laura nasceu,hoje com 2 aninhos,a minha sensação foi a mesma que a sua a principio!Quando voltei da maternidade e me vi com 2 bebês desagüei em lagrimas de desespero,pq o mais velho deixou bem claro em atitudes que não estava nada a vontade com a condição de filho único que havia acabado de perder.Até que em um dado momento percebi que não eram apenas as atitudes dele que haviam mudado,mas a minha maneira de olhar pra ele também tinha sido alterada drasticamente.Na porta da maternidade ele ainda era meu bebê pequenininho e doce,de repente ao lado da irmã ele ficou tão grande,falava tão alto,pulava mais,estava manhoso….até que a pediatra dele olhou para mim e disse:
    A sua referencia mudou,mas ele continua sendo a mesma criança,com as mesmas necessidades,bastante dependente de você e da sua atenção.
    E aquilo me fez chorar bastante porque percebi que sim ele estava com comportamento piorado por estar com ciúme,mas reconheci que de repente tudo me incomodava mais do que antes porque passei a ver o mundo a partir das necessidades de um recém nascido,mas o meu menino estava lá,gritando por mim,e sim ainda que cansativo era minha responsabilidade dar a ele a segurança que ele precisava.Mamãe nao dormia mais a tarde com ele,não deitava no sofá e assistia seu filme predileto,antes ele gritava e a Mamae fazia festa,pulava e rolava no chão…qdo isso começou a ser errado?Porque?Muita coisa na cabeça de uma criança!
    Acredito que o comportamento da criança muda sim,mas a nossa tolerância também diminui muito!Temos que corrigir em amor as atitudes exageradas dos pequenos,mas todos os dias avaliarmos nossas próprias atitudes porque nós também exageramos.
    Linda família!

    Comentário by Pamela Campos — julho 24, 2013 @ 12:45 pm

  6. estou nesta fase..como já relatei aqui tenho dois filhos com 1 ano e meio de diferença e vc relatou td o que o LF faz, ele abraça a Luana demais, aperta, ela chora e tava até com medo dele!! Ontem estavam em um raro momento de brincar juntos sem que ele a machucasse e ele falou todo espontâneo, eu amo vc irmã!! Vc é linda demais.. e depois ficava repetindo que ela morava no seu coração e assim..eu sou amigo de vc!!
    SEi que daqui pra frente virão fases de brigas e birras, mas tb brigo, explico que ela é pequena(11meses), que ela não sabe. E tem horas que tenho que pegar os dois no colo, que ele pede pra eu trocar, dá a Luana e eu no colo!! Converso mt..falo que o amo muito, que nunca vou deixá-lo, e tb uma boa tática que funciona..comecei a contar de qd ele era bb, de como ele mamava, de como chorava, mostrei fotos do seu nascimento, da amamentação.. ele se acalma..acho que entende..tb digo que ela vai crescer, vai brincar com ela!! Mas eh uma fase difícil, LF parou de comer, teve alteração no sono..tb grita e joga td…
    mas tenho certeza de qd crescerem serão os melhores amigos um do outro!!!
    boa sorte!!!

    Comentário by Raquel Cabreira — julho 24, 2013 @ 1:56 pm

  7. É ótimo ler um pouco sobre isto pois tenho uma filha de 2 anos recém completos e estou grávida. E eu sei que vai ser uma fase difícil e complicada pelo menos até o bebê ter mais de 18 meses. Mas só de pensar que tudo isto compensa que o amor de irmão ultrapassa tudo isto, vale a pena! Paciência é algo sagrado, principalmente para mamãe de dois 😉
    Parabéns pela família linda! Beijos

    Comentário by Bruna Dihl Barreto — julho 24, 2013 @ 4:39 pm

  8. Oi Luíza e rebentos!
    Lá vou eu contar o meu causo! Tenho 2, o samuel de 21 meses e a flora de 8 meses…. Quando tu escreveu o texto da disciplina do amor em março, eu estava passando por uma fase muito difícil, pois eu tinha 2 bebes pequenos, um de 4 meses e outro de 17, e o samuca precisava de tanto ou mais atenção que a flora. Eu estava uma pilha de nervos, exausta, sem dormir, comendo pouco e sem vontade (já que quando eu sentava pra comer a pequena chorava e o pequeno se pendurava em mim querendo colo, me amassar, entrar pra dentro da minha pele!!). Naquela época o teu texto me ajudou muito, me deu coragem pra rever minhas atitudes, reunir alguma energia, juntar os cacos de mim, e dar muita atenção pros dois sempre que pudia. Olha, esse negócio de dizer que não é fácil nem precisa né, mas também, como tu já deve ter reparado, cada dia é diferente do outro, tem dias mais difíceis, outros mais fáceis…. O que funciona por aqui é reunir forças não sei da onde (só por deus mesmo) e abraçar e pegar o samuca no colo sempre que posso, dizendo que amo e adoro, que ele é lindo… ele se derrete todo e fica menos "do contra". Acho que muitas atitudes dele são também normais da idade, pois leio depoimentos de mães de um só falando dos mesmos comportamentos que vejo no samu…
    E quando estou no limite da exaustão, sem força pra me concentrar nos pensamentos positivos e mudar o meu humor, eu deixo os dois chorando (quando sei que não há uma necessidade imediata como fralda, fome, sede etc.) e vou prum cantinho e fico quieta 2 ou 5 min, só pra respirar um pouco e isso me ajuda a recuperar um pouco a bateria!
    É isso aí, é ruim mas é bom, é difícil mas gratificante, e no fim das contas o saldo é sempre positivo… olhar pros dois juntinhos e saber que foi tu que fez não é a maior alegria do mundo?? e naqueles momentos onde parece que a gente jogou pedra na cruz, está pagando todos os pecados naquele dia… segura na mão de deus e vai! eu começo a cantar bem alto pra extravasar, o samuca já vai na onda, dá risada e a vida continua!

    parabéns por essa belezura de família, e olha que apesar das dificuldades normais da vida, eu te acho muitíssimo equilibrada, racional e intuitiva, na minha humilde opinião tu está te saindo bem demais! querida tu consegue gerenciar as tarefas de tal maneira que dá tempo de cuidar dos dois e ainda postar no blog! Eu mal consigo tempo de escovar os cabelos ou os dentes!!!!!!!!!

    Comentário by Laura — julho 24, 2013 @ 7:40 pm

  9. É bem assim, quando o segundo filho da minha cunhada nasceu o primeiro assim que a viu com o bebe não quis falar com ela, no outro dia já começou a falar e abraçar o irmão(tbm com a mania de ficar em cima dele).Hoje é uma mistura de amor e ciúmes.^^

    Comentário by Julia Gomes — julho 25, 2013 @ 1:49 pm

  10. Veio em boa hora esse texto. Tenho uma filha que vai fazer 4 anos em Novembro e a irmãzinha nasce na msm época. Estou apavorada por não saber como vai ser a reação da mais velha quando ver q a bebê q ela tanto adora q ainda ta na minha barriga, ali, no meu colo toda fragil e recebendo paparicações dos visitantes, O texto me ajudou a ficar mais tranquila. Agora é torcer pra eu nao surtar de desespero se algo der errado rs,

    Comentário by Aline Saciloto de Oliveira — julho 26, 2013 @ 11:15 am

  11. Meu Deus me enxerguei, igualzinho aqui em casa …principalmente a parte dela deitada em cima dele ..só se inverteu ser uma primogênita e não um primogênito.

    Comentário by Luciana — julho 29, 2013 @ 11:23 am

  12. Tenho um filho de 5 anos e estou grávida de 3 meses, o João está super feliz com a gravidez, mas sempre bate um insegurança nele e ele vive me perguntando se quando o bb nascer eu vou joga-lo fora, sempre contorno a situação com muito amor e carinho, fico preocupada com a hora que o nenem nascer… estou orando a Deus!

    Comentário by Dayane Ferreira — julho 29, 2013 @ 10:04 pm

  13. Luisa sou sua fã de carteirinha, infelizmente sem tempo de ler todos os seus post maravilhosos pois tb tenho uma baby fofa de 5 meses – e um outro rapaz de 8 quase 9 anos. Lendo esse post posso afirmar que as reações do meu filho foram praticamente iguais a do Benjoca (ui!!). Agora vc imagina um menino de 8 beijando e apertando o bebê?? E obviamente não está arremessando objetos, mas passou por vários episódios de agressão verbal – coisa que nunca havia acontecido!!! Bom, ela está com quase 6 meses e ele reconheceu que foi uma fase e está ótimo. Acho tb que eles amadurecem com esses episódios…. Enfim, aguardemos a próxima fase, rs! beijo!

    Comentário by Bianca — agosto 2, 2013 @ 10:19 pm

  14. Pois é, Bianca, é fogo, né?
    O que sempre ouço é que depois dos 6 meses começa a melhorar.
    Diz minha mãe: “é só o bebê ir pro chão que as relações mudam”.
    Será que eu já devo deixar a Constança ir pro chão logo? ahahhahahah!

    Torcer por dias melhores aqui (vai, nem todos são ruins. mas os que são…)

    beijos

    Comentário by luíza diener — agosto 3, 2013 @ 2:16 am

  15. Exatamente o que o Davi faz aqui em casa! 2 anos e 5 meses de diferença! Ufa!! Estava com medo de não ser "normal".

    Comentário by ana paula — outubro 30, 2013 @ 9:21 am

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