18 de março

com licença (documentário)

por hilan diener

em uma época onde muitas mulheres (e homens) estão revendo suas prioridades de vida, o filme busca um entendimento mais profundo do cenário em que nos encontramos e a relação entre maternidade e vida profissional. “Qual o papel da mulher no mundo e na sociedade?” “quais as opções oferecidas à família quando nasce um filho?” “a licença maternidade deve aumentar?” “qual o ônus para as empresas? e o bônus?” “existe uma rede de apoio satisfatória hoje?” “o que sente uma mãe que deixa seu bebê de 4 meses na creche? quem é o indivíduo que esse bebê vai tornar-se?” “cinco dias corridos é tempo suficiente para o pai dar suporte à mãe e viver as transformações da paternidade?” “a mulher mãe torna-se uma profissional mais eficiente?” “Como as empresas lidam com suas grávidas e mães? afinal, as famílias têm opções? essas e outras questões são colocadas através do olhar de mães e profissionais de diversas áreas para trazer à tona uma reflexão sobre como se chegar a um equilíbrio entre mães, pais, filhos, empresas, governo e sociedade que, em última análise, são peças de um único quebra-cabeça.

conheça mais: http://umoms.com.br/documentario/

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7 Comments »

  1. Oi, Luiza! Sou leitora silenciosa assídua aqui do blog e de tantos outros. E doida por assuntos de maternidade, parto, puerpério… uma louca do bebê que não é tentante e nem vai ser nos próximos anos.
    Estudo psicologia, e com essa minha paixão por esses assuntos e pela psicologia, tô articulando minha mono JUSTAMENTE nesse sentido do documentário. Quero pesquisar como se dão as escolhas parentais desde escolha do parto, escolhas de alimentação… tudo isso dentro de um sociedade capitalista que marca a maternidade e paternidade caracteristicamente (essa é a teoria, vamos ver o que sai).
    Bom, só pra agradecer o link do documentário, vai ser de grande ajuda. E agradecer a voceê, por decidir dividir com tantas suas experiências, você, e tantas outras, que nos enriquecem demais com tanta luz.
    Beijo

    Comentário by Camile — março 19, 2014 @ 9:07 am

  2. Ter filhos é uma opção, uma escolha. É ver a sua mudar e virar de cabeça pra baixo literalmente.

    Percebo (percepção minha tá),que aqueles que querem manter a vida igual a antes de ter os filhos são os que mais sofrem com a mudança, e as crianças também.

    Tudo tem o seu tempo, assim como a gravidez que tem o seu tempo, cada criança precisa crescer sem pressa….
    Aproveitar a sua infância.
    Talvez devêssemos mudar a nossa vida, pensar em nos e nas crianças…… elas terão infância uma vez apenas.

    Será que viajei. rsrsrs

    Bjs. Acho vcs demais

    Comentário by Cassia — março 19, 2014 @ 9:56 am

  3. […] Confira todo o artigo em sua Fonte […]

    Pingback by com licença (documentário) - Babá Enfermeira de Recém-nascidos — março 19, 2014 @ 1:31 pm

  4. Sabe dizer quando sai mesmo o documentário completo ? Pelo que pesquisei ainda só tem o trailler neh ? Excelente assunto para se abordar, estou na casa dos 30 e com um turbilhão de pensamentos sobre se ter um bêbe ou não justamente por esse problema e deixar para 3º cuidarem devido eu ter que trabalhar…

    Comentário by Talita — março 19, 2014 @ 2:08 pm

  5. ai gente chorei !! o marido e eu optamos por eu ficar em casa depois do nascimento da nossa filha. é um super trabalho…. tanto quanto ou mais do que o meu emprego anterior…. a nossa filha vai fazer 6 meses semana que vem e todos os dias eu agradeço por ter essa oportunidade de estar com ela em cada momento, de ver de perto as evoluções e descobertas dela. Isso não tem preço, gostaria que todas tivessem a mesma oportunidade.

    Comentário by Flora — março 20, 2014 @ 3:20 pm

  6. Nossa,que legal! aqui na Croácia a licença é de seis meses, mas se pode prolongar para um ano! Os pais podem pegar a licenca no lugar das maes!
    Com certeza é necessário aumentar o tempo de licença tanto para mães como pais
    BJ,
    Marília

    Comentário by Marília — março 23, 2014 @ 8:04 am

  7. Eu não vi o documentário. Falar da dor das mães e das famílias (pais) é um fato, eu sofri essa dor ao deixar minha filha com menos de 5 meses e voltar a trabalhar e agora, grávida novamente, vejo que enfrentarei o mesmo problema com mais tempo, cerca de 6 a 7 meses contando com férias. Ampliar a licença é importante, mas somente posterga o problema pra um pouco adiante.

    Falar em ampliação da licença maternidade é, a meu ver, uma questão simplista, esse problema das mães e famílias se estende por toda a infância. Precisamos de redes de apoio robustas e de qualidade durante toda a primeira infância e estendendo-se até os 12 anos, no mínimo. O Estado é praticamente ausente nesse ponto.

    Precisamos de creches e pré escolas públicas. Precisamos de escolas de nível fundamental I e II em tempo integral. Não se pode tapar o sol com a peneira, boa parte das mulheres mães conseguem trabalhar devido ao apoio das avós e empregadas (as de classe média) e empregada está cada vez mais díficil por inúmeras questões.

    Comentário by Érica Cruz — março 24, 2014 @ 11:20 am

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