06 de junho

convulsões

por luíza diener

já faz duas semanas que aconteceu, mas eu lembro como se fosse agora.

ele estava com febre desde o dia anterior.
era segunda feira, e nos preparávamos para a consulta de rotina da pediatra, a consulta dos 9 meses.

passou a manhã inteira quentinho, dengoso, sem dar o menor papo pra comida e bola somente pra mim. mamava por 40 minutos, largava o peito por uns 20 e depois pedia pra mamar outra vez.

tomou um tylenol pela manhã pra abaixar a febre e, pouco antes de sairmos para a consulta, dei um banho nele pra abaixar a temperatura, que estava na casa dos 38,5º C.
não liguei para a pediatra porque a consulta seria em menos de uma hora.
no trocador ele deu uns dois espasmos parecendo aquele reflexo de moro que acontece em recém nascido. ele assustou-se, mas eu não.

combinei com o marido para almoçarmos juntos e depois irmos à consulta. mandei mensagem dizendo que atrasaria um pouco por conta do mamaço que tava rolando em casa.
mamou, dormiu e aproveitei pra deixá-lo no berço enquanto eu me arrumava. mal deu tempo de fazer isso e ele acordou chorando, pedindo colo. terminei de me arrumar com ele a tiracolo.
quando estava quase saindo de casa, ele teve mais um espasmo.
aí aconteceu.
e de alguma forma eu já sabia o que viria depois.

ele deu um grito alto e foi ficando vermelho, jogando o corpo para trás.
os olhinhos viraram e a língua mexia-se rapidamente na boca. o corpo tremia.
era convulsão.
como um flash, tudo o que eu sabia sobre convulsão passou na minha mente: 1ª coisa: ela não mata; 2ª: ela passa; 3ª: não segure a língua, 4º: proteja a cabeça, 5º: agora espera.
eu travei.
andava para um lado e para o outro na casa, sozinha, com ele no colo: “ai meu deus, ai meu deus”.
não consegui fazer nada, só orar. orei, orei, orei, pedi misericórida a Deus. “salva nosso filho, papai! em nome de Jesus!” e só.

em questão de um minuto ele foi acalmando e ficou pálido. a boca ficou roxa e a respiração bem escassa.
“meu filho vai morrer nos meus braços”.
mas logo voltou a respirar bem lentamente.
“vou ao hospital! ele pode ter outra convulsão”.
liguei para o marido e não conseguia falar nada, só hilan, hilan, hilan, hilan, em looping.
e consegui avisar “o benjamin teve convulsões. te ligo depois”.

tive que parar pra pensar em qual atitude tomar.
não tive coragem de pedir socorro no meu prédio.
pensei em ligar para uma ambulância, mas tive medo de demorar demais (se acontecesse outra vez, com certeza ligaria para a ambulância).
liguei para um táxi.
no caminho ele olhava distante, catatônico, sem responder quando o chamava.

no hospital encontrei o marido que já tinha deixado de sobreaviso a situação do filho.
chegamos e já entramos direto.
ele foi encaminhado para o banho morno. depois tentaram achar sua veia mas não conseguiram.
um, dois, três furos e eu estressei: “meu filho não é um boneco pra vocês brincarem de furá-lo. arrumem outro jeito de dar a medicação!”
foi na bunda.
nisso ele já estava bastante consciente e chorava, chorava, só não gritava porque não tinha tanta força.
a temperatura estava na casa dos 38º C.

ele ficou melhor, já estava observando as coisas, apontando para a luz.
vamos fazer o raio-x. nem chegamos a sair e ele deu outro espasmo: “ele vai convulsionar”, avisei.
na mesma hora começou tudo outra vez.
pedi pro marido não olhar (mas ele não me ouviu, claro. eu não ouviria).
a pediatra já chegou, deitou ele na cama e ele ficou ali, de ladinho, todo encolhidinho.
não quis ver seu rosto. deixei ele aos cuidados da médica e equipe.
oxigênio nele. desta vez demorou por volta de cinco minutos.
ela injetou um antiespasmódico e aos poucos ele foi cedendo.

ele chorava baixinho, como no dia do seu nascimento.
ele respirava com dificuldade.
meu coração ficou do tamanho de uma semente de uva.
por dentro eu estava desabando. por fora, tinha que permanecer forte.
“será que eu dou conta disso?”.
quando lembro de tudo, vejo que só Deus pra me dar força em uma hora dessas.

passamos a tarde toda, até o começo da noite no hospital.

raio-x, hemograma completo. tudo ok.

ele passou a tarde com compressas de álcool na testa e na barriga. ficou peladinho (e aquele ar condicionado gelado).

a pediatra explicou algumas coisas sobre as convulsões febris:

  • qualquer bebê ou criança de até 5 anos pode ter convulsões em caso de febre. o sistema neurológico deles ainda é imaturo, então essa é a forma de reagir do corpo;
  • a convulsão febril pode ocorrer ou em picos de febre ou em quedas bruscas de temperatura. no caso dele, as duas ocorreram depois do banho (e em uma delas ele até estava medicado);
  • ele não precisa tomar remédio controlado nem nada do tipo. apenas temos que ficar de olho toda vez que ele ameaçar ter outra febre;
  • agora, deu 37º C a 37,5ºC  a gente já tem que entrar com o antitérmico, visto que ele tem propensão a convulsionar. eu é que não vou arriscar chegar no 38.
  • um antitérmico sozinho não pode ser tomado antes de 4h desde a última ministração, mas eles podem ser utilizados alternados. quando ele estiver com febre, a temperatura deve ser medida constantemente e os antitérmicos pode ser usados alternados de 2h em 2h;
  • a ordem de uso dos remédios para controlar a febre foi: 1º a novalgina (dipirona), depois o alivium (ibuprofeno) e por último o tylenol (paracetamol). mas ele vomitou nas últimas vezes que tomou alivium e eu inverti a ordem com o tylenol. cada um desses pode ser dado alternado de 2h em 2h caso a febre persista;
  • banhos mornos quase frios e compressas com álcool na cabeça e barriga (axilas tb) são bem vindos e ajudam muito a baixar a febre mais branda (e a não subir a mais alta);
  • a convulsão não costuma durar mais de 10 ou 15 minutos. passado disso, corra pro hospital. na verdade, corra pro hospital de qualquer jeito;
  • durante a convulsão, não tente colocar a mão na boca da criança. deite-a, de preferência de lado (para não engasgar) e não tente imobilizá-la. apenas mantenha ela longe de coisas que possam machucá-la e proteja a cabeça com um travesseiro ou almofada;
  • é feio, mas tente observar tudo para depois narrar ao médico, especialmente a duração;
  • passada a convulsão, corra para o pronto socorro mais próximo (a pediatra disse que os hospitais públicos de brasília atendem emergência mais prontamente que os particulares);
  • ele não lembra-se do ocorrido. é como se a memória apagasse o feito (queria que acontecesse comigo também). em geral também não há sequelas;
  • ela disse que não é necessário ir a um neuropediatra, apenas se os pais desejarem como desencargo de consciência.

passados três dias (todos com febre controlada), apareceram vários pontinhos vermelhos por todo o corpo, semelhante a uma assadura. o diagnóstico: roséola.
uma virose chata, mas inofensiva (ofensiva foi a febre), que passou rapidinho.
mas nisso a imunidade dele deu uma abaixada e ele ficou gripado. também pudera: mudança de tempo e 6h seguidas no ar gelado do hospital. não poderia dar em outra.

ele ficou esgotado e traumatizado com todo o desgaste das convulsões os procedimentos hospitalares. passou dias molengo, só dormindo e mamando. parecia um recém nascido com tamanho de menino de 1 ano.
aos poucos conseguiu ficar mais tempo acordado, sentar-se, engatinhar e, ao fim da semana, ficar em pé.

hoje ele está ótimo. ótimo até demais. “fala”, grita, rosna, engatinha na velocidade da luz, escala todos os móveis, não me dá sossego um segundo sequer.
nisso ele está hiper grudento, só quer saber de colo o tempo todo. à noite acorda o tempo inteiro, vem pro meu colo e sossega. passamos uns dias de cama compartilhada mas eu que não dei conta.

dou graças a Deus por ele estar bem, mas tenho pedido ajuda pra que eu consiga lidar com a lembrança.
foi a experiência mais traumática de toda a minha vida.
foi a cena mais horrorosa de todos os tempos (nunca mais assisto o exorcista).
qualquer movimento brusco que ele faz, eu me assusto. qualquer gritinho que ele dá, meu coração acerela e quase sai pela boca.
estou tomando um floral de bach chamado rescue e orando sempre, porque só Deus pra me arrancar essa agonia.

sei que basta a cada dia o seu próprio mal.
os dias que se passaram nas duas últimas semanas foram me ajudando a me recuperar.

mas escrever esse post doeu. foi como jogar vinagre na ferida.
as memórias foram retomadas e passei um dia ansiosa.

eu não gosto de falar de doenças e coisas ruins no blog.
mas pensei em todos os pais que já passaram por isso (tenho descoberto que não são poucos) e vi que é um assunto velado.
é feio, mas não é um bicho de sete cabeças.
não deixou sequelas no meu bebê. apenas em mim e no meu marido.

de repente você já passou por isso. foi pensando exatamente em você que escrevi este post.

ATENÇÃO, PATRULHINHA BLOGUEIRA!
você, que se considera um médico vitual de plantão, que acha que entende mais de tudo do que todo mundo, que tem sempre uma crítica ridícula para fazer.
se você não tem nada para edificar, guarde seu comentário para si.
eu acabo de abrir meu coração e rasgar minha alma pra compartilhar o que passei na esperança de ajudar outras pessoas.
se você não tem um mínimo de bom senso, VAZA DAQUI.

grata!

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222 Comments »

  1. er. In the morning peel off t http://cardsbytrena.com/?q=node/74996 ,he skin, put the almonds in a blender, and add 1 cup hot cow’s milk and a pinch each of ginger, car??damom, and saffron. Drink almond milk every morning.Most professional who treat premature ejaculatio

    Comentário by ugg boots cheap store — 10 de dezembro de 2011 @ 5:58 pm

  2. […] há meses benjamin não ficava doente. há meses ele não tinha febre. há meses eu não precisava me preocupar com a tal convulsão. […]

    Pingback by potencial gestante – plaquinha na porta — 30 de março de 2012 @ 1:49 pm

  3. Oi, to procurando algo sobre convulsões na internet justamente porque meu filho teve com 3 anos agora está com 4 anos, foi exatamente como vc narrou, um desespero, pior coisa que ja passamos na vida…Agora ele ta com 39 de febre, faz uma hora q dei novalgina e nao baixa…to deseperada, vou intercalar com tylenol…

    Comentário by Eti — 16 de abril de 2012 @ 10:49 pm

  4. Eti commented on convulsões – potencial gestante:

    Oi, to procurando algo sobre convulsões na internet justamente porque meu filho teve com 3 anos agora está com 4 anos, foi exatamente como vc narrou, um desespero, pior coisa que ja passamos na vida…Agora ele ta com 39 de febre, faz uma hora q dei novalgina e nao baixa…to deseperada, vou intercalar com tylenol…

    já tentou novalgina supositório? abaixa a febre mais rápido.
    o que os médicos que eu já levei meu filho dizem é que tylenol não é muito bom no combate a febre. é melhor alternar com o alivium (ibuprofeno).
    você pode dar a novalgina, se não abaixar depois de 2 horas, o alivium e se não abaixar depois de mais 2 horas, o tylenol.

    se te consola, o meu pequeno nunca mais teve convulsão. só essas duas vezes.
    há umas 2 semanas ele chegou a dar 39,4 de febre.

    banho frio e compressa também ajudam muito!

    só cuidado pra não baixar de uma vez, porque a mudança brusca de temperatura (tanto quando sobe de uma vez quanto quando cai de uma vez) é que costuma causar a convulsão febril.

    qualquer coisa me mande um email no potencialgestante@gmail.com que eu estou online

    abs

    Comentário by Luíza Diener — 16 de abril de 2012 @ 11:55 pm

  5. […] difícil do seu primeiro ano de vida. primeiro porque foi quando completou 9 meses que ele teve convulsão. aí passou o dia no hospital, foi furado várias vezes, um monte de exames e médicos em cima. pra […]

    Pingback by potencial gestante – o sono (?) do bebê — 7 de maio de 2012 @ 4:24 pm

  6. Me coloquei em seu lugar, e so de ler chorei, tenho um filho com 9 meses, nao sei o que faria.
    Mulher de garra. Você e todas que sofrem com essa situação

    Comentário by Letícia — 23 de julho de 2013 @ 11:25 am

  7. Chorei de pensar no seu sofrimento (e do Benjoca, claro). Que bom que tudo passou. Que bom que ele está bem. Que bom que você saiu mais forte dessa experiência terrível. E que bom que você a compartilhou conosco. Tenho certeza de que isso há de ajudar mais gente ainda.

    Comentário by Letícia — 4 de fevereiro de 2014 @ 10:09 am

  8. Oi luiza, vou deixar meu depoimento, não como mãe, mas como criança que passou por isso inúmeras vezes.
    Não recordo como acontecia, mas por muitas vezes fui parar num PS por conta de febre alta e convulsões.
    Naquela época (tenho 29 anos), acho que nem os médicos e nem as mães tinham todo esse conhecimento que te foi passado. Chegaram q dizer que eu tinha disritmia cerebral, me fizeram tomar remédio controlado, mesmo meus(sim, foram muitos e periódicos) EEG não tendo alterações.
    Minha mãe, por medo de que alguma coisa pudesse me acontecer, acabava dando os tais remédios tarja preta. Apenas lembro de quando acordava num leito de hospital, o que acontecia antes de tudo, graças a Deus não sei como era.
    Mas lembro as feições de minha mãe, essa sim, me doem até hoje. Era de medo, de desespero, de tristeza, mas ao mesmo tempo, me passava calma e tinha certeza de que logo sairia dali. E era assim, depois que acordava, ficava por um tempo em observação e logo ia embora. Minha mãe, quando sentia que teria febre, já ficava em alerta, com medo que desencadeasse alguma convulsão. Mas o que a médica do benjoca disse, é certo, depois dos meus 5 anos, não tive convulsões, e aquele tempo que tomei remédio controlado, com certeza foi desnecessário. hoje, temos várias fontes, sabemos das coisas antes que aconteçam e isso é muito valioso. quando meu filho tem febre, é desnecessário dizer que tenho medo que ocorra com ele o mesmo que tive há tempos atrás. Graças a Deus, nunca teve, e que assim seja!

    Comentário by Esther — 4 de fevereiro de 2014 @ 11:01 am

  9. Eu sei que faz tempo que aconteceu e que ficou tudo “bem” depois que passou, mas chorei muito pela situação de vcs e de imaginar algo assim com meu filho. Tenha certeza que estarão sempre em minhas orações e que Deus abençoe infinitamente pela ajuda que prestaram neste post. Com certeza vai continuar ajudando muita gente.

    Comentário by Patricia — 4 de fevereiro de 2014 @ 1:10 pm

  10. Só imagino… tenho uma irmã, três anos mais velha, deficiente visual (por causa do câncer do olhinho) e ela já teve três. E a cada vez, mesmo sabendo o que estava acontecendo nas duas seguintes o terror foi o mesmo. Na primeira ela tinha por volta dos 18 anos, (sábado ela faz 30) era dia de semana mas por algum motivo não tínhamos aula. Eu acordei quando ela levantou da cama, que ficava de frente pra minha, lembro de ter achado estranho o jeito que ela levanto, como se fosse de noite e estivesse tudo escuro, mas já deviam de ser umas dez e meia. E então eu ouvi um barulho. Bum! Olhei e ela tinha caído. O corpo todo estirado no chão. A coisa mais estranha que eu já tinha visto. Ainda meio sonolenta sentei na cama pensando, mas que jeito estranho de cair? Foi então que ela começou a se debater… Fiquei alguns segundos em choque olhando. Um dos nossos cachorros começou a chorar na porta que estava entre-aberta. Me levantei rápido pois vi que ela acabou enfiando a cabeça entre a mesa e a cadeira da escrivaninha do quarto. Aí bateu o terror. Sempre fui maior que a Denise, em altura e peso, mas ela tava tão dura que eu não conseguia nem arrastar, nem puxar, levantar ela… Pânico! Ela batia com a abeça forte entre os pés da cadeira e da mesa. eu tentava puxar, nada, segurar a cabeça, fiquei com as mãos doloridas tentando evitar as batidas. Por fim o Brendo, nosso cachorro enfiou a cabeça pra dentro do quarto, e eu fiz algo totalmente guiada pelo instinto… mandei o cachorro chamar a mãe! E ele foi! E não demorou nada a mãe e o Brendo entraram no quarto… Juro que eu não lembro mais nada. A mãe chamou o pai que pegou a Denise no colo e levaram pra sala, chamaram uma tia que levou ela pro hospital. E horrível é só quem passou sabe como é! Não sabia dessa da febre… agora vou cuidar!

    Comentário by Natália Hax — 4 de fevereiro de 2014 @ 5:12 pm

  11. […] Dica do dia: Vale a pena ler o depoimento de uma mãe com um filho com convulsão. POTENCIAL GESTANTE, nós indic… […]

    Pingback by Levar ou não ao hospital? | Agora Está Valendo — 12 de fevereiro de 2014 @ 11:52 am

  12. […] se jogou para trás e começou a revirar os olhos. seu corpo travou, ele começou a tremer. era convulsão. depois de mais ou menos um minuto, a convulsão passou. ele ficou desmaiado no meu colo, pálido, […]

    Pingback by potencial gestante – amor que não se mede — 25 de setembro de 2014 @ 4:53 am

  13. terça passada minha filha teve uma febrona, bem alta, tipo 39.9 controlada pra 38 e pouco com remedio, mas apos sair do banho morno, ela começou a se tremer e chamar pelo pai, e eu ja imaginei o que seria, graças à Deus, agasalhada ela voltou ao normal e nao entrou em convulsao, mas fiquei morrendo de medo.. os dentes que sao as presas deram pra sair no mesmo dia entao pense?! foi horrivel, mas tudo ficou bem e 2 dias dps apareceram as bolinhas no corpo, como ja havia acontecido aos 10 meses ( coincidentemente qnd dentes apareceram ) eu nao me desesperei.. mas que dá um medo dá.. um beijao pra vcs!

    Comentário by mayara — 8 de junho de 2015 @ 1:47 pm

  14. OLÁ sei bem o.que passou…mesmo tendo todo o.conhecimento por ser profissional da área da saúde, qdo acontece com.nosso filho a gente se desespera…
    Minha filha teve 5 crises, com 9 meses, 1ano e meio, 2 anos, e duas com 2 anos e 11 meses. .
    P que me informaram é realmente o que vc relatou, porém com crianças que ja tiveram 2 ou mais episódios de crise é indicado a medicação. ..
    Eu esperei até a quinta e faz 1 mes que estou medicando com anticonvulsivo.
    O que você fez de relatar a situação é muito importante, e devemos divulgar mais e acabar com o preconceito e a falta de orientação das pessoas.
    Mudei para volta redonda esse mês e ao contar das crises febris da.minha filha, TODAS as escolas negaram ficar com ela…isso é preconceito e falta de esclarecimentos. ..
    Vamos divulgar e muita fé. .bjs

    Comentário by taciana — 8 de junho de 2015 @ 1:55 pm

  15. Luiza, acompanho o blog há um bom tempo e esse post apareceu na minha timeline no momento que eu mais preciso. Ontem minha Alice de 1 ano e 9 meses teve uma convulsão febril. É exatamente o que vc falou, a experiência mais terrível da minha vida. Desde ontem que não consigo nem comer. E a angústia permanece pq ela continua tendo febre devido a uma amigdalite. Só Deus mesmo pra nos sustentar.

    Comentário by Bruna — 8 de junho de 2015 @ 4:50 pm

  16. Meu filho passou por isso, revivi o que passamos lendo seu depoimento. É traumatizante para nós, país. Mas Graças á Deus passa e não deixa seqüelas. Mas desse dia em diante rezamos todo dia para que isso não se repita pois até eles chegarem aos 5 anos tem muito tempo. Bjos

    Comentário by Raquel — 3 de novembro de 2015 @ 12:20 pm

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