30 de novembro

luiza d., 27 anos, grávida e viciada

por luíza diener

por conta da alergia do benjamin e da amamentação prolongada, passei mais de um ano em uma dieta hiper master restrita de quaisquer derivados de leite de vaca. a maioria das comidas – doces e salgadas – eu parei de consumir na rua pelo fato dos ingredientes usados no preparo serem quase sempre de origem desconhecida:

– moça, você sabe me dizer se esse doce leva leite, leite condensado, creme de leite ou qualquer tipo de coisa feita a partir do leite da vaca?
– acho que não. não não, quase certeza que não leva não.
– acha ou tem certeza? porque eu realmente preciso ter certeza.
– peraí que eu vou perguntar na cozinha (…) não leva não.. só manteiga.

no fim, na falta de certeza da maioria das pessoas, sempre dei preferência para, na rua, comer em lugares especializados (lugares estes que nunca são baratos).
e se queria muito comer um bolo de chocolate com cobertura, por exemplo, o jeito era fazer em casa mesmo.

por conta disso, muita coisa mudou, o que foi bom e ruim.
bom porque passei a levar uma vida muito mais saudável.
ruim porque é realmente cansativo toda vez que você come fora ter que ficar perguntando, perguntando, tendo que ter certeza, enchendo o saco de todo mundo pra no final falar “ah, não posso”. e também, salvo raras exceções, a culinária sem-lactose costuma deixar a desejar em algum quesito, geralmente o sabor.
por outro lado, meu gosto mudou bastante e a maioria desses sabores – antes no mínimo estranhos – passaram a ser normais e até gostosos. paladar é uma coisa que se ensina.

aí, há aproximadamente 2 meses, eu comecei o processo lento e gradual de desmame do benjamin. ocorreu antes de eu engravidar, mas a gravidez me motivou a dar continuidade a isso, visto que eu queria me alimentar melhor e de uma maneira ace$$ível.
vejam bem, claro que é possível manter uma alimentação saudável e rica em cálcio, proteínas e outras coisas sem consumir nada de leite e até mesmo sem nada de origem animal. mas é trabalhoso, exige uma disciplina muito grande, uma condição financeira favorável e um paladar propício. e eu não tenho estado em condições de ter ou ser nada, absolutamente nada disso .
este primeiro trimestre de gravidez está sendo demasiado intenso em odores e sabores e eu tenho enjoado em excesso.
com isso, a maioria dos alimentos que antes eu conseguia consumir, agora eu não não dou conta nem de olhar para uma foto. muito menos cheirar ou – eca – colocar na boca.

e pra completar, tem os desejos.
ah, os desejos maravilhosos!

um dia desses eu tive uma vontade incontrolável de comer bomba de chocolate.
na gravidez do benjamin foi a mesma coisa. eu nem sabia que estava grávida e passei dias com ganas de bomba de chocolate. aí fiz o marido me levar no meio da noite em uma doceria para comer a tal bomba e coxinha de frango com catupiry.

e o desejo voltou com força.
diz minha mãe que também desejou isso na minha gravidez.
ou seja, é genético. é mais forte do que eu. eu preciso comer bomba de chocolate e ponto final!

mas o problema era: o benjamin mama à tarde e a noite, para a soneca e para o sono noturno.
em qual momento posso comer uma bomba de chocolate sem que isso afete o leite do meu pequeno? em momento algum!

por isso tramei um plano maquiavélico: ele não vai mamar nem hoje nem amanhã.
planejei tudo: à tarde ele mama pra dormir, aí à noite ele dorme sem peito. eu ordenho, tiro todo o leite “ruim” e no dia seguinte – 24h depois – ele mama novamente à tarde.
plano traçado, é hora de colocar em prática.
saí de casa determinada a ter uma overdose glicêmica. consumiria quantos fossem necessários: um, dois, três. o limite é a minha saciedade e o meu prazer máximo.
passei em uma loja de produtos naturais antes, a fim de comprar para o benjoca coisas que ele pudesse comer: barrinha de banana passa, maçã desidratada e outros “doces” para nossa tarde de gostosuras.

a caminho da quase-patisserie, a despeito de toda a determinação que eu senti minutos atrás, comecei a me sentir culpada e questionar se aquela era realmente a atitude correta a fazer. devo abrir mão da saúde do meu filho e da minha por um momento de prazer? como essa escolha pode afetar a minha vida deste dia em diante? o que minha mãe diria se pudesse ler minhas intenções agora?
minha vida e meu orgulho de mãe zelosa passaram diante de meus olhos como em um filme.
mesmo assim fui adiante.

a sensação era como se eu estivesse indo para uma boca de fumo, para comprar e usar dorgas.

entrei na confeitaria tentando estampar no meu rosto uma expressão de eu faço isso sempre, fiz ontem e farei amanhã se me der vontade e pedi sem hesitar: “me vê uma bomba de chocolate. a maior que você tiver” e me dirigi à mesa.
a bomba chegou, enorme, acompanhada de uma garrafa de água com gás (vejam como eu sou radical).
não pensei duas vezes e taquei uma mordida bem servida. quase engasguei. bebi um gole de água para não perder a compostura e consegui não tossir. tive vontade de me esconder, mas acho que ninguém percebeu que perdi a prática.

a mordida seguinte foi de êxtase, uma explosão de sabores e texturas: a suavidade do creme com a firmeza da massa; o contraste do doce com o quase-não-tão-doce.
mas mal cheguei na metade e comecei a achar doce demais. fiz um esforço e terminei de comer, novamente com a ajuda da água para descer.
a minha lembrança da bomba de chocolate era infinitas vezes melhor que saborear a sobremesa em si.
o glamour que se constrói em volta do açúcar refinado na verdade mascara os verdadeiros perigos que ameaçam a vida de crianças, adultos, idosos e, especialmente, gestantes.

foi uma experiência que considerei válida. mas será que ela era realmente necessária?
paro quando quiser. não vou voltar a comer doces.
doce engano!

naquela noite ele não mamou. dormiu comigo na cama e foi tudo bem.
dia seguinte, conforme mandou o script, o benjamin mamou para a soneca.
mas nossas vidas nunca mais foram as mesmas depois do episódio da bomba de chocolate.
eu precisava de mais. de coisas diferentes, que me proporcionassem diferentes sensações. necessitava de algo mais intenso.

em um dia foi um almoço de preparo desconhecido. pra não arriscar, à noite ele dormiu sem peito.
num outro foram os pães de queijo intencionais no café da manhã.
e quando fui ver, passou-se uma semana em que ele deve ter mamado, no máximo, 4 vezes (sendo que, ainda este ano, houve dias em que ele mamou 8 vezes. por dia!) .

para eximir minha culpa, fui a uma pediatra (ótima, por sinal), que me esclareceu bastante quanto à alimentação que ele precisa seguir sem a presença do leite materno. uma alimentação saudável e bastante rica, de forma que ele não fique prejudicado. as alterações foram poucas, visto que , independente do que faço ou deixo de fazer, a saúde dele vem em primeiro lugar.

mas este foi mais um fator agravante para minha pseudo-libertação total.
cheguei ao ponto de, certa noite, deixar marido colocando filho para dormir (win!) e sair sozinha com uma amiga para – gente! – um barzinho. pedi a primeira coisa que me deu vontade (camarões!) sem nem perguntar ao garçom como eles foram preparados e bebi não apenas uma, mas du-as cervejas sem álcool (tô falando que eu sou radical).

cheguei depois de meia noite em casa (mas antes da 1h. hahaha), cheirando a alho, óleo e cevada.

depois de tudo isso, perdi a conta do que consumi ou não.
apenas hoje fui perceber que cheguei ao fundo do poço quando, sem um mínimo de culpa ou nem me dar ao trabalho de ler um rótulo, comprei uma barrinha de kit kat.

(em minha defesa, eu precisava comprar um kit kat. eu sou do tempo em que o único jeito de usar kit kat era ou indo a outros países, onde a venda de kit kat é lícita, ou através de contrabando.
mas o kit kat foi legalizado no brasil no meu período de abstinência e eu era obrigada a ver pessoas consumindo-o na minha frente e engolir tudo aquilo a seco).

minha consciência estava tão dessensibilizada que fiz aquilo com uma naturalidade muito grande.
no caixa do mercado, passei kit kat junto com as compras da família: banana, melão, alface orgânico, tomate cereja, suco natural e kit kat. o alimento meu, do meu marido, do meu filho e do meu feto. tudo ali, misturadão. e ninguém ao meu lado estranhava. ninguém se dava ao trabalho de gritar comigo ou me estapear bem no rosto para me dar um choque de realidade e dizer: ei! o que você está fazendo consigo mesma é errado! muito errado!

sentei-me à mesa, com toda a família, comi uma pamonha salgada (mas tirei o queijo) e, de sobremesa, abri sem hesitar meu kit kat.
ele também não era tão bom quanto eu imaginava. era infinitamente melhor!
tinha gosto de presente, de bélgica, de mala, de estados unidos, de sonho.
fechei os olhos e fiz uma longa viagem. em seguida abri-os com medo de me perder.

voltei delirando: brasileiros! nós temos kit kat! aproveitem! é delicioso, é maravilhoso, é lícito! valorizem essa maravilha que agora temos acessível em nosso país!

2 anos e 3 meses amamentando meu filho, mais de um ano sem consumir quaisquer derivados de leite.
e mesmo assim, naquele momento eu soube: esta é uma viagem sem volta.

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categorias: erros comuns, estou grávida, eu gestante

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16 Comments »

  1. Vem cá, segura a minha mão, eu te entendo demais!!! Passei a gravidez toda comendo tudo que tinha vontade a título de desejo (muitas vezes nem era) e meu bebê também teve essa alergia e cheguei a chorar em um restaurante por constatar que não havia nada no cardápio que eu pudesse encarar. Mas pra mim durou bem menos, um mês só por que quando eu voltei a trabalhar desmamei Vicente (te admiro demais por conseguir amamentar tanto tempo). Agora é minha irmã que está passando por isso com os gêmeos dela e tá puxado! Pode se jogar no Kit Kat que tá comprovado cientificamente que mães que comem chocolate produzem bebês mais felizes (juro que li isso quando tava grávida e foi o meu mantra por 9 meses).

    Comentário by Luciana — novembro 30, 2012 @ 8:24 pm

  2. Hahaha, que delícia de post! Já que o pé já tá na lama aproveita ao máximo!
    Na minha gravidez eu meio que enjoei de doces, mas as duas últimas semanas… ah, as duas últimas semanas! eu comia uma panela de brigadeiro de colher por dia!!!!! surgiu uma vontade desesperada e eu até que tentava desbaratinar, comer uma frutinha para disfarçar, mas acabava toda lambuzada!

    Comentário by Paola Rodrigues — novembro 30, 2012 @ 8:43 pm

  3. OK! mAS E O benjamin?
    parou de mamar de vez?

    Comentário by Mamãe do Otávio — novembro 30, 2012 @ 8:48 pm

  4. Hahahaha adorei o post Luiza! Grávida pode tudo né… Quando eu estava grávida, minha avó fazia bolo toda semana e me mandava um pedaço (melhor dizendo, metade) do bolo… Sempre meus favoritos. Ô coisa boa… E vc tem a vantagem de ter levado uma vida super saudável por tanto tempo, então essas extravagâncias de grávida nem vão te fazer mal. Aproveita!

    Comentário by laisortelao — novembro 30, 2012 @ 9:31 pm

  5. Que maximo!!! Nao sabia que o benja vai ganhar um(a) irma(o)!!! Parabens!!!!

    Comentário by Mafe Furquim — novembro 30, 2012 @ 10:26 pm

  6. Ri litros lendo esse post!!
    Sou doçólotra assumidíssima. A partir do segundo trimestre (no primeiro, tinha dias que só de pensar em doce, em especial chocolate, meu estômago revirava de azia), não passei nem um dia sem comer um docinho.
    Apesar da azia, no começo da gravidez, passei umas duas ou três semanas direto com vontade de comer o pudim de leite da minha mãe (ela mora em outra cidade, não é assim tão fácil!). E eu comia outros pudins pra tentar enganar e não passava!! O pessoal do meu trabalho até me perguntou se eu ia fazer um blog sobre os pudins de leite de pinheiros – sempre que o restaurantes que almoçamos tinha, eu comia. Só passou qdo consegui (finalmente!) comer o maravilhoso e simples pudim de leite preparado pela minha mãezinha… me esbaldei!!

    Comentário by Amandita — dezembro 1, 2012 @ 9:05 am

  7. Hahaha… que engraçado neh… acho q no fundo as culpas são iguais pra todas nós! Desde que descobri que estava grávida nunca mais bebi refrigerante ( de nenhum tipo, sabor msm)… me joguei de cara no suco de soja, que antes eu achava horrendo! Hj em dia ( já estou com 38 semanas), confesso que gosto do suquinho com cara de leite e nem lembro q existe refri… De resto… não como fast foods … frituras… mas meu fraco é sorvete…rsrsrsr… E as poucas vezes q comi algo que eu não considero saudável, me sentia culpada, uma criminosa atentando contra a vida do pequeno bb! Meu baby está chegando e espero que todo o sacrificio alimentar tenha de fato feito sentido! Bem Luiza, adoro seu blog e a sinceridade dos posts…afinal a vida é assim msm neh… não da pra se empanturrar de doce e depois editar o take rsrsrr

    Comentário by Ludymilla Cabral — dezembro 1, 2012 @ 9:06 am

  8. Sempre to pelo seu blog, mas qse nunca comento. Querida, minha bebe de 9 neses (qse 10) tbm tem/teve alergia a leite. Vc sabe q as chances de curas pra quem faz a dieta direitinho são altíssimas, né? Pois bem, eu acredito que o Mindoca ja deve estar curado, haja vista q vc sempre foi bem rigorosa com a dieta (sua e dele). Tbm lembro q vc falou em um post q tinha tomado sorvete do Mc (sobre a viagem pro evento da pampers q vc foi sem ele). Então, eu acredito q se ele ainda fosse alérgico, ele teria tido reações pq a proteína do leite pode ficar até um mês no organismo e dentro desse período ser expelida junto do leite materno. Pelo q vc contou o Benjoca mamou e não teve reação. E vc tá comendo coisas com leite e amamentando (mesmo q poucas vezes) e ele não tá tendo reação. Pq vc não tenta fazer a “descida” do leite com ele, como forma de teste? Tipo se ele mama e não bebe mais nenhum tipo de leite, vc continua ingerindo leite e derivados e observa se ele não tem reações alérgicas. Se em umas 2 semanas ele continuar não apresentando nada, aí vc dá a ele alimentos que tenham traços de leite por um mês e fica observando. Se ele não tiver reações alérgicas aí vc dá derivados a ele e depois passa pro leite mesmo. Desculpa o texto ongo, mas é um alívio ver crianças alérgicas curadas. Espero q o Benjoca já esteja livre dessa alergia nojentinha. Rsrsrs. Bjs!

    Comentário by LissaP — dezembro 1, 2012 @ 10:23 am

  9. Adorei o post! Tenho paixão por chocolate e se não fosse para passar um exemplo bom para o pequeno, eu comeria beeeeem mais. Kit-kat é um insulto ás outras barras de chocolate de quanto é bom!!
    beijo

    Comentário by Marina — dezembro 1, 2012 @ 2:07 pm

  10. Em matéria de alimentação durante a gravidez/amamentação eu não posso falar nada pra ninguém. Sou o pior exemplo, comi e como de tudo (refrigerante, fritura, chocolate, fast food. You name it). Tive a graça de Deus de a Clarissa não ter nenhum problema por isso (nem cólica durantes os primeiros 3 meses de vida ela teve, acredita?).

    Fico feliz por você estar podendo comer todas essas delícias. Deve ser muito difícil a privação de tanta coisa boa.

    Estou na torcida pra alergia do Benjoca ter ido embora, como sugeriu a LissaP. 🙂

    Beijo pra família!

    Comentário by Helen — dezembro 1, 2012 @ 4:29 pm

  11. Lu, vc eh demais!!! Amei o post!! Hahaha

    E ó, vc merece! Nada de rehab! 🙂

    Bjo!

    Comentário by Nana (a louca do bebê) — dezembro 1, 2012 @ 5:06 pm

  12. Uma vez ouvi que voce só sabe mesmo o que é ser mãe quando tem dois filhos. Taí: de agora em diante você decide privar um filho de alguma coisa para que o outro possa ter uma coisa. E isso vai pro resto da vida. Hoje é o leite materno, amanhã é o brinquedo, depois é a atenção… Privar um para que o outro possa ter: essa é a vida com irmãos. Feliz do segundo irmão que não tem de passar pelo infeliz estágio de ser filho único!!!

    Comentário by mari mari — dezembro 2, 2012 @ 6:16 am

  13. hahaha adorei o texto!!! Eu, na gravidez da minha Lulu, engordei 34kgs: vejam bem minha gente, 34kgs! Sei, sei que é perigoso, pode trazer riscos. Mas não fique uma grávida balofa e feia, fiquei bonita, sou alta, uma baaaaita barriga!! Ja emagreci bastante, mas ainda faltam uns kgs (to malhando mt pra isso). A gestação foi mt saudavel, acreditem! Apesar desse ganho de peso enorme… Não senti NADA, nada de enjoo, nada de azia, nada de pressão alta/baixa, nada de glicose alta, nem colesterol, NADA. Graças a Deus! Parto normal, 100%, tudo lindo! Mas te digo: chutei o balde na gravidez! Sempre gostei de doces, mas nunca fui maniaca, mas na gravides… eu comia sonho de doce de leite praticamente todos os dias. Era minha fascinação! E tb criei um desejo louco de comer torta de morango!!! Deliciaaaa!! Foi demais, comi tudo que eu queria, com mt gosto, era mt prazeroso! Ah e o desejo na minha gestação foi maçã do amor! Bem dificil de achar aqui, mas num belo dia achei! E foi demaaais! Boa gestação Lu, e te faça feliz! Coma o que desejas, o prazer é imenso!!!

    Comentário by Juliana — dezembro 3, 2012 @ 8:39 am

  14. ri horrores para variar!

    durante esses 2 anos e 7 meses de mamico livre eu comi chocolate todos os dias. o Gui me mamica tanto que eu fico tarada por algo bem calórico sabe.

    sei que não é certo, mas não consigo resistir. é mais forte que eu. eu podia á matanu, eu podia tá fumanu, mas estou aqui comenu chocolate!!!!

    kit kat é bom pra cajfhuhruv, aproveite que você está podendo comer e não se sinta culpada. vc fez o seu papel de mãe e não comeu enquanto o Benjoca não podia.

    Comentário by Rebeca — dezembro 3, 2012 @ 5:34 pm

  15. […] pouco mais de duas semanas eu postei aqui sobre meu deslumbre de voltar a consumir alguns alimentos com leite e que, por causa disso, eu tive […]

    Pingback by potencial gestante – ele desmamou. eu não. — dezembro 17, 2012 @ 8:59 am

  16. Acompanho vários blogs e quase nunca comento, mas hoje não teve como! rs É muito engraçado como a gente faz tudo por nossos filhos né?! Enquanto ele realmente não ficava sem o leite materno vc se segurou, quando começou o desmame, vc viu o quanto havia se privado. Mas é amor d+ né?! A gente acaba fazendo sem sentir tanto o peso das restrições! Mas como sempre a culpa nos persegue! Mas relaxa, vc cumpriu seu papel até aqui com louvor! Parabéns por ter conseguido manter a dieta restritiva enquanto foi necessário!

    Comentário by Michelle Oliveira — abril 2, 2013 @ 4:04 pm

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