guloseimas que você comia na infância (ou até hj) que seus filhos nunca nem vão sonhar em comer

perguntamos no nosso facebook: “quais tranqueiras/doces/bebidas/guloseimas vocês comiam na infância (ou até hj) que seus filhos nunca nem vão sonhar em comer? seja porque você agora é meio natureba consciente (tipo a gente), seja porque algumas tranqueiras deixaram de existir?” recebemos tantas respostas quanto o açúcar que comemos na infância!

isso estava escondido em algum lugar do meu subconsciente.. quando eu vi essa imagem, um portal mágico se abriu! chega senti o cheiro de plástico ruim.

quem eram essas pessoas que criavam os doces? 

e esses formatos politicamente incorretos?!

eu amava esse pozinho com cheiro de câncer 🙁 

e mais tarde fizeram aquele com um pozinho que explodia na boca (pólvora comestível?) saudade desse pedacinho do infer…

quando você achava que já tinham ido longe demais, eles sempre criavam drogas mais pesadas

tinha um saquinho minúsculo que fazia DOIS LITROS de “suco” e você ainda tinha que entupir de açúcar!

eram viciantes e nos faziam depender delas emocionalmente 

COM SÉRIOS RISCOS DE VOCÊ MORRER – SERIÃO 

existem vícios que duram até hoje

o jeito é apelar para placebos 

a velha tática de aliar uma porcaria dita “comida” a um brinquedo

o caldo daquela meleca grudando no seu dedo

“prove push pop e guarde de novo – QUE.NO.JO!

nada supera esse aqui no quesito “ERRADO EM MUITO NÍVEIS”

por que um mini balão?? será que alguém já engoliu esse negócio acidentalmente?

vejam essa confissão de quem sabe que o caminho de ida às vezes pode não ter volta 

o triste é perceber que nos dias de hoje podem haver tranqueiras piores

mas, gente! papelão = celulose = árvore = tipo alface. não??

os doces mudaram, os valores também. mas os avós continuam do mesmo jeito

ao ler esse post, as possibilidades de recaídas são reais

ainda bem que algumas drogas não existem mais

outras ainda se podem achar

e, no fim, o que realmente importa?

AVANTE! 

Related Posts with Thumbnails

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *