06 de março

a saga da introdução alimentar

por luíza diener

hamburguesinha
“e aí, gente? papinha ou blw? oh, céus!”

quem leu meu post de quase três meses atrás sobre as primeiras papinhas da constança deve lembrar da confusão que foi a introdução alimentar dela. bem, vou resumir tudo que aconteceu nos últimos quase três meses:

comecei a introdução alimentar determinada a misturar o blw e as papinhas tradicionais para ver no que dava (pra quem não conhece blw, este blog tem um texto ótimo a respeito) e essa mistura só poderia dar em uma coisa: confusão.
pra completar, ela ficou doente assim que começou a comer. teve uma tosse super chata que durou umas duas semana e acho que ela associou isso a receber comidas na boca. tanto que no vídeo dá pra ver que na primeira vez que ela comeu foi tudo bem. ela aceitou a papinha na boca e também pegou com a própria mão.
como ficou doentinha, perdeu totalmente o interesse por qualquer comida e continuou só no leite materno até os 7 meses.
enquanto isso, o máximo que rolou foi lamber uma ou outra fruta por conta própria, sem fazer muita festa.

na consulta de 7 meses (que emendou com uma consulta de emergência, porque ela adoeceu outra vez), a pediatra (a mesma que sugeriu blw) disse que na próxima consulta de 9 meses queria ver ela comendo pelo menos 3 refeições por dia. mas que de preferência já estivesse fazendo quatro: café da manhã, almoço, lanche da tarde e janta. eu disse que iria tentar, mas não prometi muita coisa.
pedi pra ela passar o método de introdução alimentar tradicional, da papinha mesmo, porque aquela história de blw tava me cansando.
então ela me passou o mesmo que passou pro benjamin, 3 anos atrás, com uma ou outra atualização:

1- primeira semana
introduzir um legume branco (batata, baroa, aipim, cará ). após 2 dias, 1 legume colorido(cenoura, abóbora, beterraba) . após mais 2 dias, 1 legume verde (chuchu,abobrinha) e mais 2 dias uma folha ou flor verde (espinafre, couve, brócolis).
cozinhar os legumes no vapor e amassar com um garfo. não usar sal.
escolher um trio, e ir variando uma cor de cada vez.

2- segunda semana
introduzir a papa básica (trio + arroz integral). pode refogar minimamente com um pingo de azeite e temperos verdes, cebola. pode usar a panela de pressão. essa papa tem que ser triturada ou processada inicialmente, diminuindo aos poucos a trituração.

3- terceira semana
introduzir na papa básica um grão: feijão azuki, feijão carioca, ervilha, lentilha. introduzir uma fruta no meio da manhã e da tarde.

4- quarta semana
introduzir na papa básica o frango caipira. uma vez na semana usar fígado ou coração de frango.
introduzir na janta a segunda papa salgada que pode ser a mesma da outra refeição.
acrescentar uma colher de chá de azeite de oliva extra virgem à papa na hora de servir. não usar sal.
ao final da refeição, oferecer laranja lima em gomos para chupar, pois facilita a absorção de ferro.

a diferença básica desta introdução pra do benjamin é que nesta ela começa com os alimentos salgados e no benjamin começamos com as frutas.
em um mês de introdução alimentar benjoca já comia de tudo. ou seja, com 7 meses de idade ele fazia quatro refeições e mandava ver. comia sem reclamações e ainda repetia.
com 7 meses… bem, com 7 meses sansa era só peito.
achei que ela tava comendo mal porque eu havia tentando dar o alimento salgado primeiro, então passei a oferecer frutas. ela até aceitou melhor, mas nada de mais.

saí da consulta determinada a fazê-la comer pra valer, especialmente porque eu não dou complemento de ferro aos meus filhos, por isso preciso complementar com a alimentação. passei no mercado, visitei a sessão de orgânicos e lá fui eu tentar novamente a papinha amassada. gente, foi só ver a colher que a menina fechou a boca! tentei encostar a colher nos seus lábios e, além de cerrá-los, ela virou a cara. comecei a fazer gracinha, fiz a mocinha rir e tchuf! meti uma colherada bem servida de comida. ela ficou brava e começou a parecer que ia vomitar. teve ânsia, tossiu e, finalmente, cuspiu e voltou a rir como se nada tivesse acontecido. aí dei um pedaço da mesma comida não amassada na mão dela e pronto! ela levou à boca e ficou roendo, ainda que fosse pouco.
eu passei dias, semanas tentando amassar e dar qualquer coisa pra ela e sua reação era sempre a mesma: diante da colher, lábios cerrados, rosto virado, ânsia de vômito. diante da comida pra ela pegar, festa, comida direto na boca e roc roc feliz.

foi aí que eu abracei o blw, não por ideologia, mas por encontrar nele minha última e única opção.
pesquisei no google, entrei em grupo sobre o assunto, li blogs, trechos de livros, busquei informação (e conhecimento, bilu).
ver o relato de outras mães me fez achar que minha filha e eu somos perfeitamente normais. ler diversas experiências me fez relaxar no assunto.

então passei a oferecer comida assim, sempre que dava, mas sem grandes pretensões. se estávamos todos na mesa (fazemos muitas refeições todos juntos – até o tov) comendo uma fruta, eu dava um pedaço pra ela, que fica sentada no cadeirão ao redor da mesa também. na hora de preparar um almoço (que eu não faço sempre, me julguem), separava pra ela um pedaço maior, feito no vapor, sem sal. sempre coloquei na bandeja do cadeirão dela com arroz integral na hora do almoço.
mas também se não tinha comida, se ela tava como uma roupinha bonitinha e que eu não queria que sujasse ou se eu estava com preguiça de lambrecar a menina e dar banho depois, não dava nada também (#menas #mejulguemdenovo).
se der, bem. se não der, amém. e assim seguimos.

nesse meio do caminho fiz uma descoberta interessante. eu estava dando água pra ela no copinho de transição, sem muito sucesso também (oh, sansa! por que tudo com você é complicado e perfeitinho?) e também desencanei, porque ela passa o dia comigo, mama bem e o leite materno supre essa demanda.
aí num dia eu estava bebendo água no copo e ela meteu a mão nele. de brincadeira, levei o copo à boca dela e não é que a bichinha bebeu a água com gosto? bebeu, bebeu e eu jurei que ela iria engasgar. mas não. ela bebeu feliz da vida e, quando matou a sede, começou a fazer bagunça, a babar e querer colocar a mão dentro do copo.
como suco aqui em casa neném não bebe (benjamin só começou a tomar seu próprio suco depois de quase dois anos), ficamos só na água no copão mesmo.

aí na semana passada eu resolvi vencer meu medo de fazer feijão. pois é, eu sempre cozinhei de tudo sem amarras nem preconceitos. nunca queimei um arroz e até me arrisco a fazer umas comidas mais incrementadas vez ou outra, quando o tempo e a paciência estão ao meu favor.  mesmo assim, nunca consegui fazer um feijão que prestasse nessa vida.
então, quase 6 anos desde meu último feijão, cheguei à conclusão que minhas sucessivas derrotas se deviam ao fato do meu feijão ser mal temperado. por isso resolvi fazer diferente.
cozinhei o feijão e, antes de temperar e refogar, separei uma parte pra sansa. eu ia deixar ele inteiro, em grãos mesmo, mas a panela de pressão deu problema, acabou cozinhando demais (e quase explodiu) e o feijão ficou se desfazendo. então amassei num garfo ali na cozinha mesmo (ela estava no cadeirão brincando com potes, talheres e tampas enquanto eu cozinhava) e dei na boca dela. eu sabia que ela ia fechar a cara, mas fiz só pela experiência (sou menas, mas sou asseverante). e não é que ela abriu a boca e comeu? dei mais um pouquinho e ela comeu de novo. me empolguei, peguei uma abóbora que tinha acabado de cozinhar, amassei e misturei ao feijão. dei e ela cuspiu. depois fechou a boca e nunca mais abriu.

nunca mais até ontem.
sabendo que ela se interessou pelo bom e velho feijão carioca, ontem na hora do almoço eu separei uma porção pra ela. amassei com um garfo, deixei com uma consistência bem uniforme e resisti à tentação de misturar qualquer verdura, arroz, azeite ou tempero. aproveitei a mão na massa e fiz tudo que comíamos na versão dela: cenoura inteira levemente cozida, arroz integral e um hambúrguer assado no forno que nada mais era que carne moída amassada em forma de disco (já o nosso hambúrguer tava todo temperadinho, delicioso e hummmm! que vontade de comer mais!).
enquanto o almoço não era servido, ela roeu boa parte da cenoura, acompanhada do irmão, que também gosta de comer cenoura inteirona e crua. os dois comiam, se olhavam e riam. uma coisa linda de ver!
logo cheguei com o almoço e, enquanto eu comia meu feijão, tentei dar o dela. na primeira vez ela já abriu a boca. e na segunda, terceira, quarta.. fui ver e já havia sido mais de dez! dez colheres de comida, gente, pra uma menina que até então só tinha ingerido em uma refeição o equivalente a uma colher de café de comida amassada!
dei uma colher pra ela tentar comer junto e corri pra pegar o mini hambúrguer, que já tinha esfriado. ela comeu quase metade. não satisfeita, ainda bebeu um tanto de água depois. fiquei tão empolgada que esqueci de oferecer a laranja lima, mas tudo bem.

fiquei feliz, meio sem acreditar no que havia acontecido. pensei que era coincidência, sorte, caso do acaso bem marcado em cartas de tarô (ô ô).
pois mais pro fim da tarde, no nosso lanchinho, benjamin comia uma banana (da qual sansa não é muito fã) e eu resolvi tentar dar uma pera raspadinha pra ela (preguiça de blw na hora de dar frutas que mancham a roupa). a moça abriu a boca e comeu com gosto. uma atrás da outra, sem a menor menção de vômito. comeu quase uma banda inteira de pera numa baita alegria.

eu sei que ainda é cedo pra cantar vitória e eu ainda não dei outra comida pra ela depois desses dois episódios de sucesso, mas já estou aqui feliz da vida por ela ter aceitado alguma coisa, já que no blw ela estava comendo pouquíssimo (antes pouco do que nada).
pra falar a verdade, acho que foi mesmo o blw que fez ela recuperar o interesse pelos alimentos depois de ter adoecido duas vezes seguidas mas, como já disse no post anterior sobre papinhas, não pretendo segui-lo à risca se eu tiver outra opção. agora que ela já conhece bem os alimentos, acho que não dá mais pra criar essa confusão que rolou antes.
assim eu espero.
e agora sigo mais confiante nesse processo.

e vocês, mamães que também estão encontrando dificuldades nesse momento de introdução alimentar, sabe qual é o meu conselho para vocês? isso mesmo: ASSEVERANÇA! não desista, persista. continue tentando sem forçar seu bebê a nada, mas sempre oferecendo opções variadas, deixando ele pegar, sentir a textura, provar (passar no cabelo, na parede, no chão).
faça as refeições junto com ele, de preferência comendo as mesmas coisas, pra que ele se interesse.
uma hora vai!

Related Posts with Thumbnails

categorias: alimentação, amamentação, blw - baby led weaning, constança, marcos importantes, mês 6-9, para bebês

assine nosso feed ou receba por email


29 Comments »

  1. Puxa, aqui estamos começando a introdução alimentar também e tenho feito uma mistura de blw e papinha. E isso mais porque eu me aflijo que ela não experimente o suficiente com o blw. Mas tenho achado que alimentação é como amamentação, cada um orienta de um jeito e tem horas que fico super confusa. Na França, a orientação é começar pelos salgados, por exemplo. E isso um legume por vez. Nada de misturar no começo. Frutas, apenas depois de uns 15 dias e carne, depois de um mês mais ou menos. Ou seja, não dá para saber em que se basear e tenho tentado ler e seguir um pouco o ritmo e os sinais da bebê. Tem dias em que ela come com gosto, noutros, nem liga. Acho que o que me tranquiliza é pensar que isso é apenas uma apresentação de outros alimentos, pois até um ano é o leite materno o principal. Assim, baixa um pouco da pressão. Mas, olha, é duro, né? Um abraço, Alessandra

    Comentário by alerib — março 6, 2014 @ 8:27 am

  2. Luiza de Deus…. eu estou passando por algo igualzinho. Parece até piada. A Milena vai fazer 9 meses amanhã e nada. Ou quase nada.
    Ontem ela ficou com a sogra. A querida, sem meu consentimento, tentou dar caldinho de feijão com arroz moído. E não é que a bichinha pegou? Não comeu lindamente, mas comeu. A noite tentei dar também e ela aceitou um tiquinho. Nada fenomenal, mas ao menos ela não jogou a colher longe, como ela geralmente faz. Fecha a boca, vira o rosto e mete a mão na colher jogando-a longe.
    Vamos tentando, né? A Mi pegou bem as frutas. Suco ela não quer saber, e água ela toma, principalmente quando está calor.
    Aiaiai, essas meninas. Meu mais velho pegou tudo de primeira (como o Benjamim), já ela…
    Beijos, e me identifico demais com suas histórias.

    Comentário by Fer — março 6, 2014 @ 8:41 am

  3. VOCÊ É UM ANJO!!!

    Sem mais!

    ^^

    Comentário by Dyane — março 6, 2014 @ 8:42 am

  4. hahahaha… a Constança parece a minha Letícia! Talvez seja coisa de menina…rs Ela não come fruta nenhuma…. a não ser que eu dê um pedaço na mão dela… e ainda assim é pouco! Suco…. foi só na semana passada que ela começou a tomar… (ela tb tem oito meses) antes não queria nem saber, virava o rosto só de sentir o cheiro do próprio na chuquinha… se era água, ok… mas suco… Pra minha surpresa, depois de dias sem tentar o suco, resolvi me encher de coragem e espremer uma laranja lima, e não é que ela tomou bonitinho?? Papinha salgada ela até gosta (todos ficam admirados quando digo que ela prefere papinha salgada a doce) mas ainda assim, não bate um pratão não… só em dias de muita inspiração… e posso dizer que o feijão… ah o feijão… que mágica existe nesses grãozinhos?? Ela come muito melhor quando a papa tem feijão. Adoraria ver ela comendo um monte, não nego… mas do jeitinho dela e no tempinho dela, ela vai comendo… temos que segurar a ansiedade, não?? E nunca deixar de oferecer, uma hora a coisa acontece… haha Bjs a vcs!

    Comentário by Maíra — março 6, 2014 @ 8:46 am

  5. Tô tentando ter asseverança,mas é difícil. Fiquei 25 dias fazendo suquinho pra ela e NADA. Tentei mamadeira,copo de transição,copo de vidro normal,dar de colher, nada funciona. Água tb não rola. Demora 1 hora para comer umas 3 colheres de papinha,fazendo careta. Só gosta mesmo do leitinho da mamãe.

    Comentário by Talita — março 6, 2014 @ 9:17 am

  6. Por quê não dá suplemento de ferro pros seus filhos? O que tem de mau nisso?

    Comentário by Paula — março 6, 2014 @ 9:26 am

  7. luisa ao inves do copinho eu ensinei a minha bebezinha a chupar agua no canudinho mesmo, ela aprendeu com 7 meses. em relaçao a introduçao alimentar , por aqui foi tudo perfeito com meus 2 filhos, eu nao tive essa experiencia e **asseverança* nao rsrsr boa sorte para vcs

    Comentário by aline — março 6, 2014 @ 10:27 am

  8. Que coisa boa que Sansa está comendo! Minha segunda bebeia ainda está nos seus 2 meses, mas estou acompanhando Sansa, pq não sei nada sobre criança que não come. Minha primeira era igual ao Benjoca, traçava tudo!!! Era uma maravilha! Vamos ver se foi sorte duas vezes! Se não der, vou seguir o conselho da asseverança!!!! (Não consigo mais falar perseverança, depois do Benjoca!!! Kkkk) o povo não entende nada! 🙂

    Comentário by Clarissa — março 6, 2014 @ 10:31 am

  9. Luíza, leio o blog há muito tempo, mas é a primeira vez que comento. Não resisti, porque estou passando por um momento parecido. Gustavo acabou de completar 11 meses, iniciei a introdução alimentar do jeito tradicional (papinhas com colher) e ele aceitou super bem. Maaaas, há umas 2 semanas ele está meio travado, só quer beliscar, colocar a mão, fazer bagunça. Comer que é bom, bem pouco… Deixo que ele se suje à vontade (mas blw toda hora só pra quem tem quem limpe depois, o que não é o nosso caso, rs). Pelo menos ainda mama bem (LM), no intervalo entre as refeições.
    Ele não tem ganhado peso (relevante) há uns 2 meses e o pediatra, na última consulta, sugeriu que eu desse Mucilon, coisa que não tenho coragem. Tem alguma sugestão de como eu posso "turbinar" a comida dele?
    Bjs e parabéns pelos filhotes e pelo blog.

    Comentário by Neima — março 6, 2014 @ 11:40 am

  10. Hahhaaha asseverança já entrou pro meu vocabulário também

    Comentário by Leticia — março 6, 2014 @ 1:28 pm

  11. Eu também nunca dei ferro – na verdade o ferro deve ser indicado caso a caso conforme avaliação médica, e não a torto e a direito como é feito no SUS – gente eu adoro o SUS, mas dou uma filtrada nas indicações – , e a criançada aqui de casa tem uma saúde de… tcharam: ferro!

    Querida que linda trajetória de introdução alimentar com a Sansa, bem suave, respeitando o ritmo dela e sempre oferecendo opções! Dá pra fazer melhor do que isso? =)

    Aqui em casa foi o contrário: o primeirinho não queria comer de jeito nenhum, nada, nem as frutas e mal e mal as papas salgadas – mal e mal = 1 colher de chá ou nada. Quando ele começou a comer um pratinho no almoço – até então era só leite, banana e bolacha maria – com mais de 1 ano e meio, dei pulos, liguei pra toda a família pra avisar e comemorar. Até hoje ele é muito seletivo, jantar é uma raridade, almoça pouco na maioria dos dias, come só algumas poucas frutas (mas é lindo saudável ativo inteligente e feliz)

    Mas sempre ficou aquela pontinha de culpa e incompetência por não ter ensinado meu filho a comer do modo certo… Minha mãe e outras parentes sempre me contaram de como foram rígidas com os filhos e eles sempre comeram de tudo, que era uma questão de saber educar…

    Foi aí que a segundinha linda maravilhosa nasceu e desde os 5 meses de idade já ficava desesperada pela comida do nosso prato. Comecei a introdução com quase 6 meses, e essa come de tudo, sempre abriu o bocão pra qualquer alimento que oferecêssemos, todas as frutas, feijões, legumes, verduras, salada crua – até temperada -, tudo tudo tudo. Não me pergunte porque, pois eu sou a mesminha de sempre e fiz as mesmas coisas que com o mais velho. A questão é que cada um já nasce do seu jeitinho, com sua larica e preferências, não é mesmo?

    Um abração procê!

    Comentário by Laura — março 6, 2014 @ 3:26 pm

  12. eu não entendo a vida sem feijão… minhas filhas nunca comeram nenhuma papinha que não tivesse feijão. que mané legume blé eu gosto é de feijão!

    Comentário by lia — março 6, 2014 @ 7:57 pm

  13. Impossível ler sem lembrar da dancinha do Benjoca: "Conseguiiiu! Conseguiu! Asseverança, asseverança!" Hahahahahahaha Me divirto toda vez que lembro.

    Comentário by Rosana — março 6, 2014 @ 11:52 pm

  14. minha neném começou a comer com cinco meses.. comecei primeiro com as frutas e depois as papinhas de sal.. nada muito refinado, tudo à moda antiga, como ensinado por minha avó… e a Isabel come super bem! desde sempre! graças a Deus!

    o que quero perguntar é: por que você não dá suco de fruta aos bebês?

    beijo

    ps. conheci vc e seus filhotes lindos num picnic no parque da cidade… nem sei se vc lembra! até então não conhecia o blog… mas aí a Camila comenta: "nossa Luiza! eu amo seu blog! é tudo pra mim!" e eu: que blog? cheguei em casa e já virei fã! 🙂

    Comentário by Lilian Marchesoni — março 6, 2014 @ 11:55 pm

  15. Oi Luiza, com a Sansa parece que vai ser mais uma questão do paladar dela do que com o fato de não querer comer. (Como se eu tivesse experiência com bebês).

    Beijos

    Comentário by Mayra Muhieddine — março 7, 2014 @ 11:56 am

  16. Aqui em casa com o meu pequeno ( 2 anos) sempre foi uma grande dificuldade dar comida. Se ele não gosta da textura (quando pega), da cara, da cor ou do cheiro não dá nem meia chance de colocar na boca.
    Mudei de pediatra e na última consulta ele me disse uma coisa que eu não tinha parado pra pensar… ele disse que eu tenho que descobrir qual é o tipo de comida que ele gosta mais: se é sólido, se é mais liquido, ou mais pastoso. Assim estamos nas descobertas. Já fiz de tudo, fiz sopas diferentes, caldos, amassadinhos, trituradinhos, inteirinhos… td que comemos em casa é oferecido mas ele já elegeu as coisas que gosta: arroz puro, macarrão e pão. Se tiver um desses itens é só isso e pronto acabou.
    Aos poucos estou entendendo o gosto dele e a hora de comer tem sido mais fácil.
    Para alguns bebês é mais fácil, outros a gente acaba tendo de ser muito mais criativa e paciente!
    Boa sorte pra nós.

    Beijos

    Comentário by Thiane Dorada Deichmann — março 7, 2014 @ 4:28 pm

  17. Luíza, a minha filha mais velha só foi comer de verdade com 1a4m. Antes disse era uma colher de café de comida e muito peito. A Bebê, que vai completar 8 meses, segue o mesmo caminho. Com o BLW até come um tiquinho e na colher, abre a boca, e quando vou colocar a comida ela se joga pra trás.. rsrsrsr E vou confessar junto com você: tem dias que nem me dou o trabalho de sujar um monte de coisas e nem tento. Haja peito!

    Comentário by Tati — março 7, 2014 @ 10:12 pm

  18. Oi Luiza, por que vc optou por não dar o ferro p/ seus pequenos? Estou dando o ferro ao meu bebê de 7 meses por recomendação médica (ele mama só no peito e começou a comer), mas fico tãaaaao pé atras!! Quando li que a sua conduta é de não oferecer esse complemento me veio o pensamento: "tá vendo? tá´vendo?" kkkk e fiquei ainda mais pé atrás… um bj e parabéns pelos lindos filhos!

    Comentário by Daniela — março 9, 2014 @ 2:31 pm

  19. Também gostaria de saber sobre a questão do ferro! Meu bebê (7m) iniciou a tomar aos 6,5 meses por indicação da pediatra e desde então sofre com prisão de ventre, coisa que nunca teve… Amamentei exclusivamente até os 6 meses e sigo amamentando. A aceitação dos novos alimentos tb tem sido lenta.

    Comentário by Leda — março 12, 2014 @ 12:27 am

  20. Ola. tenho um bebe de 10meses que só mama no peito e toma água, não sei o que fazer mais, ja tentei de tudo..

    Mesmo assim ela é uma gordinha super saudável nunca esteve doente.

    E tmb não toma remédios, na boca so peito!

    Comentário by pennelope — março 12, 2014 @ 2:18 pm

  21. […] começou a abrir a boca pra comer de colher. assim, come tipo o equivalente a uma colher de sopa. mas a gente solta fogos como se estivesse […]

    Pingback by potencial gestante – 9 meses de constança — março 13, 2014 @ 4:56 pm

  22. […] retrasada postei um texto sobre a saga da introdução alimentar da constança e mencionei o fato de não dar sucos para ela. como algumas pessoas me perguntaram por que eu não […]

    Pingback by potencial gestante – por que evitar dar suco para bebês (e para adultos) — março 17, 2014 @ 4:38 pm

  23. Menina, não li os comentários todos, mas olha só com a gente nunca está sozinha nessas sagas maternas, né?
    Por aqui o seu plano inicial – BLW misturado com papinhas – funcionou! Desde o começo Malu come às vezes sozinha, às vezes de colher e não reclama. Até os dois ao mesmo tempo já rolou – ela curte MUITO debulhar uma flor de brócolis enquanto eu dou a comida. E ela sempre aceita uma quantidade maior quando o pai, avó, tia, vizinha, qqer pessoa que não seja eu! está oferecendo.

    Comentário by Amandita Areias — março 17, 2014 @ 5:49 pm

  24. Bom dia!

    Tenho lido tudo q cai na minha ao sobre fazer o bb comer…. Até agora o q mais gostei foi da sua introdução…. Mas fiquei na dúvida… Em q momento ele começou a comer fruta? Banana, mamão?

    Comentário by Cristianr — março 22, 2014 @ 6:52 am

  25. […] A saga da introdução alimentar, post do blog Potencial Gestante. […]

    Pingback by Diversificação alimentar? Putz! | Barriga de bebê: o que as mães não dizem… — março 25, 2014 @ 12:37 pm

  26. […] semana retrasada postei um texto sobre a saga da introdução alimentar da constança […]

    Pingback by por que evitar dar suco para bebês (e para adultos) | Baby Blogs — março 28, 2014 @ 7:05 pm

  27. Belo artigo sobre alimentação do bebê.

    Comentário by ketina — setembro 17, 2014 @ 1:05 pm

  28. Que post maravilhoso. Parabéns linda!!!!

    Comentário by ketina — setembro 22, 2014 @ 1:06 pm

  29. Realmente cada bebê pode adiar ou adiantar a introdução de alguns alimentos, basta tentar e o próprio bebê faz suas melhores escolhas 🙂

    Comentário by Larissa — março 23, 2015 @ 5:44 pm

RSS feed for comments on this post.
TrackBack URL

Leave a comment

*