07 de fevereiro

benjoca na escola – parte I – o começo de tudo

por luíza diener

joca escola

sabe aquele momento que eu vinha adiando?
ele chegou.

o processo de decisão de colocá-lo na escola já vem acontecendo há meses. fui e voltei com opiniões diversas. como boa mãe, entrei em contradição incontáveis vezes. conversei com mães e pais diferentes, com diferentes idades e diferentes experiências.
analisei, pesquisei, ponderei.

minha linha de educação sempre foi a mais natural e intuitiva possível. não foi à toa que fiz post sobre montessori, educação em casa, desescolarização e tantos outros assuntos dentro do tema.
enquanto benjamin era filho único, eu consegui acompanhar bem meu filho. proporcionei atividades – algumas livres, outras direcionadas – passeava com ele de manhã e à tarde, fazia coisas em casa, debaixo do bloco (praticamente o quintal da nossa casa), na rua afora. tudo sempre foi motivo para aprender.
mas acontece que desde o começo da gravidez da constança, me senti muito cansada. as atividades e atenção foram diminuindo. com o crescimento da barriga, cresceu também o cansaço. depois que ela nasceu, então, nem se fala. porque, além do desgaste de cuidar de um bebê novinho em folha, veio também a atenção dividida por dois.
aí vocês já podem imaginar como ficou nossa vida, nossa casa, nossa bagunça.

sempre defendi que nenhum método é perfeito, assim como eu não sou perfeita.
por isso sempre soube que, por mais que eu tenha certos ideais, nem sempre eles serão cumpridos ao pé da letra, como manda o figurino. e vou além: nada impede que eu cumpra certos ideais de maneiras diferentes.
como já disse um cara aí, eu prefiro ser essa metamorfose ambulante.

antes de ter filhos, sempre disse que seguraria um bom tempo para levá-los à escola. e meu ideal sempre foi depois dos 3 anos.
passei por uma fase meio extremática de achar que nenhuma instituição seria boa demais para meus filhos, ou melhor, para cumprir as expectativas que eu tinha em relação à educação.
e também já tirei muito sarro de escola que cozinha junto com a criança, reproduz um ambiente como o da casa, come e bebe em pratos de louça, talheres normais e copo de vidro. até acho legal, mas isso tudo ele já faz aqui em casa. convenhamos que não há nada de incrível nisso, por mais que vendam como algo fantástico e extraordinário.

minha grande frustração nisso tudo era a de, de repente, não conseguir mais fazer pelo benjamin aquilo que sempre fizemos com a maior naturalidade. comecei a ver ele extremamente entediado em momentos que eu não conseguia fazer muito por ele. a dar bronca demais porque ele falou muito alto, acordou a irmã com seus gritos, pulou no chão e fez barulho pros vizinhos. crianças são barulhentas, curiosas e isso tudo é normal. mas comecei a ficar impaciente com isso tudo devido à relação 24h com os dois.

não me julguem, não quis colocar meu filho na escola para me livrar dele. mas vinha ponderando a ideia de conseguir um lugar onde ele tivesse crianças da idade dele, coisas para a idade dele e todo o resto.
sempre achei e continuo achando que bebês, como constança, não precisam de socialização com outros bebês. há tempo para tudo. mas tem chegado o tempo em que só mamãe e papai já não são tão interessantes o suficiente para brincar com ele somente. ainda são, claro, mas nem sempre temos disposição e tempo para realizar mirabolantes atividades com o pequeno.

eu vinha guardando todas essas coisas no meu coração por muito tempo e postergando algumas, às vezes por medo, às vezes por achar que o tempo não tinha chegado e – confesso – por às vezes ser meio controladora mesmo. sempre tentei rever as motivações do meu coração e quando via esse lance do controle querer falar mais alto, conversava (ainda converso) comigo mesma para que eu entenda que meu filho não é meu. eu apenas gerei e continuo com essa incrível missão de criar um homem seguro, honesto, com senso de justiça e cidadania.

cheguei a cogitar tentar uma vaga para ele no período de matrículas, no fim do ano passado. mas o orgulho falou mais alto e o “eu dou conta sozinha” me venceu. mas afinal, luíza, o que você está querendo provar e para quem você quer provar isso que você nem sabe que quer provar? às vezes me sinto meio smeagol, meio gollum, confesso.

então, nesse meio tempo, minha mãe me ligou dizendo que tinha aberto uma turminha de 3 anos no jardim de infância da rede pública perto da casa dela. no alto do meu orgulho achei quase ofensivo ela dizer isso pra mim. afinal, como minha mãe, ela deveria saber da minha decisão de ficar com ele em casa o máximo possível, mas ainda assim continuava (junto com minha família e metade da torcida do flamengo) insistindo no assunto de um jeito come-pelas-beiradas que só ela sabe fazer (love ya, mamãe!). mesmo assim não odiei a ideia. nem amei. afinal, a casa dela não é lá muito perto da minha, o que implicaria em sair de todos os dias pelo menos com meia hora de antecedência para levá-lo e buscá-lo, visto que, apesar da escolinha ser ao lado da casa da minha mãe, ela trabalha o dia inteiro e nem sempre o vovô tem tempo disponível.

mas mesmo assim fiquei com a ideia na cabeça. resolvi ligar no jardim de infância aqui perto de casa, que sempre pensei em colocá-lo lá. mas eles só tinham turmas a partir de 4 anos completos, necessariamente, e benjamin só faz 4 em agosto. nada feito.
pensei: se abriram turma para três anos naquele jardim perto de mamãe, por que não tentar em outros no meu bairro?
e lá fui eu atrás disso.
de repente me vi empolgada com a saga, especialmente com a ideia de colocar meu filho em uma escola pública.

veja bem, eu cresci e fui alfabetizada em escola pública. aprendi a ler minhas primeiras palavras lá, comi muita merenda de arroz com sardinha naquele prato azul com o fundo arranhado. corri por aqueles pátios cercados por salinhas e cartolinas coloridas pregadas nas paredes. vi minha mãe contribuir com apm mês após mês e se envolver sempre com nossa educação, participar ativamente das reuniões em um modelo de escola que sempre integrou e prezou pela relação com os pais.
de repente, na sexta série, a rede pública entrou numa greve interminável. minha mãe se viu obrigada a colocar-nos num colégio particular ou, do contrário, perderíamos o ano letivo – como já havia acontecido à minha irmã mais velha. foi muito difícil para mim. fiquei três anos tentando me adaptar a algumas coisas que não batiam com tudo aquilo que eu havia aprendido a ser. sofri preconceito de professor, que taxou o ensino público de “fraquinho” na minha frente, quando eu não soube responder a uma pergunta feita em sala de aula. de repente eu estudava no colégio mais rico da cidade e me sentia um ET completo por não fazer ideia do que eram aquelas grifes de bolsa, tênis, jaqueta. numa época (mil novecentos e bolinha) que mal minha mãe tinha celular, mas algumas colegas já o possuíam. que aluno menor de idade chegava de ferrari na porta da escola só pra tirar onda.
acredite, eu nunca achei nada daquilo legal.
eu só queria voltar ao arroz com sardinha no prato azul, sentar em filinha no chão do pátio, cantar uma musiquinha antes de começar minha aula e esperar pela hora cívica às segundas (e sextas) feiras.
devo à rede pública uma alfabetização excelente e mais um tanto de coisas que nem saberia listar.
e aquela professora ultraje ainda teve o disparate de chamar a minha escola de fraca.

pois bem, virei uma defensora das escolas públicas. eu sei que pra maioria dos brasileiros essa não é a realidade, mas aqui em brasília (especialmente no plano piloto), o negócio funciona para valer. claro, com muuuitas falhas, mas com um ensino que supera inúmeras instituições de ensino por aí.

e, de repente – fecha parêntese – percebi que era aquele tipo de escola que eu queria pro meu filho. escolinha waldorf, montessori,  et cetera, isso ficaria só na utopia até porque, na prática, sabemos quão difícil é encontrar um lugar que siga tudo isso à risca e, quando tem, custa os olhos da cara, um pâncreas, dois rins e meio pulmão esquerdo. coisa que, definitivamente, não tenho condição alguma de pagar (há escolas dessas aqui que uma mensalidade é mais cara que o aluguel do meu apê, ou o preço de uma faculdade. deus me livre!).
conversei muito a respeito com amigas, marido, família.

pesquisei na internet um jardim de infância relativamente perto da minha casa e resolvi ver se tinham alguma turma de 3 anos. sim, mas as vagas estavam esgotadas. ao perguntar por uma lista de espera, ela disse que eu seria a primeira da lista, mas que não deveria nutrir muita esperança a respeito, porque as vagas eram disputadas. deixei o nome dele na lista e decidi aguardar, sem muitas esperanças, só com aquela sensação do tipo “ah, eu tentei. vou esperar o ano que vem mesmo, já que vai ser obrigatório e fim”. fiquei até feliz de não ter arrumado vaga. assim, não poderia dizer que não tentei, mas continuaria a educar em casa (ainda que aos trancos e barrancos). semi-vitória para mim!

foi então que, depois de alguns dias, eu passei por acaso num lugar próximo à escola (para os brasilienses, eu estava na mesma quadra). estava procurando vaga e passei em frente ao jardim (de infância). comentei com o hilan: “poderíamos passar lá na volta, só pra ver de qualé”. dito e feito. na volta estava lá toda a família buscapé pra visitar a escolinha.
no portão uma placa: “não temos vagas remanescentes”.
cheguei como quem não leu e me deparei com a secretária. perguntei sobre a lista de espera, ela lembrou de mim e foi muito prestativa ao me mostrar a lista com o nome do benjamin lá, no primeiro lugar. ela nos apresentou a escola, mostrou a salinha que seria dele, a cantina, o pátio, o parquinho. fofo!
minha criança remanescente curtiu tudo aquilo, mas meu lado adulto-mãe tentou conter-se para não mostrar empolgação de mais (nem de menos) para o filho. ele pediu pra brincar no parquinho enquanto eu conversava sobre várias coisas com a secretária. quando questionei sobre a alimentação, ela me levou à sala dos professores e me mostrou uma tabela com todos os alunos que eram alérgicos. alguns a amendoim, outros a glúten, a corante, mas a maioria a leite. fiquei com dó e aliviada simultaneamente. ela falou que eles mandam na agenda o cardápio da merenda da semana que vem e, se a mãe ou pai quiser, pode mandar um lanchinho substituto. depois de muita conversa, o telefone da escola toca e ela atende. me despedi e fui buscar benjamin no parquinho. ele pediu pra ficar mais um pouco no gira gira e, quando finalmente o convenci a partir, a secretária me aparece – ainda ao telefone – e me faz um sinal pedindo para esperar. hilan me olhou com aquela cara de “tá vendo?”, e eu olhei de volta com aquela cara de “não quero nutrir esperanças”, enquanto o benjamin olhava com cara de criança pro gira gira e constança olhava com cara de bebê sabe lá deus para quê.
ao desligar o telefone, a secretária me explica: “pode ser que apareça uma vaga para ele. uma mãe que já fez a matrícula do filho disse que vai desistir. mas só posso te dar essa certeza quando as aulas começarem. como ela já matriculou o menino, por lei a vaga é dele”.

saímos de lá com um pingo de esperança.

(continua…)

clique aqui para ler a parte II

clique aqui para ler a parte III

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categorias: 3 anos, benjamin, criança, educação, marcos importantes

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31 Comments »

  1. Mas eu ri muito com as caras que fizeram os membros dessa familia!

    Comentário by Dandara — fevereiro 7, 2014 @ 7:51 am

  2. Não vou nem dormir com esse "continua…"!!
    Pô!

    rs

    Comentário by Carina — fevereiro 7, 2014 @ 7:59 am

  3. Éh…. estou com o mesmo sentimento que vc!! A minha filha está com 2 anos 2 meses, mas também tenho um bb de 3 meses. Acredito que chegou o momento!! Sinto necessidade por parte dela em socializar e brincar crianças. Isso é desenvolvimento e consequentemente este desprendimento natural de nós, os pais!! Estou pesquisando escolas também e gosto muito do método Montessori citado por vc!! Bj

    Comentário by Adriana Fernandes — fevereiro 7, 2014 @ 8:08 am

  4. Estou in love com esse post!!! exatamente o que passei aqui ano passado…. escolha de educar em casa – depois escolha da escola pública!!!
    Posso te contar o resultado após 1 ano?? mãe mega satisfeita com a escola e criança super feliz com os amigos!!!
    Muita diversidade, inclusão e respeito ao próximo!!
    Vou aguardar ansiosa pela continuação….

    Comentário by Cecília — fevereiro 7, 2014 @ 8:21 am

  5. Morri de rir com a cara da família também rsrs especialmente da constança rs

    Boa sorte pro Benjamin nessa nova fase , aposto que ele vai curtir muito a escolinha

    Comentário by Renata — fevereiro 7, 2014 @ 8:25 am

  6. Só digo uma coisa.
    Isso não se faz.

    rum!!!

    Comentário by Maíra — fevereiro 7, 2014 @ 8:28 am

  7. Que bacana! Acho que tudo acontece no momento certo, por mais que na hora pensemos o contrário… Pelo que você relata, a sincronicidade ajudou bastante, né?

    Ansiosa pela parte 2 🙂

    Minha filha completou 2 anos esta semana e eu também só quero colocá-la na escola após os 3, embora muita gente fique me "cobrando" mesmo sem sequer participar nadinha da rotina da nossa família.
    Eu trabalho fora e quem cuida dela é minha sogra que, aliás, também prefere que esperemos um pouco pois ela está muito bem lá…

    Comentário by Miriam Góes — fevereiro 7, 2014 @ 8:32 am

  8. Luiza,

    Me identifico muito com essa sua porção controladora. E tenho que, recorrentes vezes, me policiar para não querer que tudo saia de acordo com o meu planejamento.

    Espero que vc tenha conseguido matricular o Benjoca na escolinha, pq imagino q será bom para vc, mas principalmente para ele, por conta do convívio diário e formação de vínculos com crianças da idade dele. Aguardo ansiosa o restante do relato.

    bju grande!

    Comentário by Liza — fevereiro 7, 2014 @ 8:54 am

  9. Que lindiiiico <3

    Comentário by Aline Cruz — fevereiro 7, 2014 @ 9:20 am

  10. Fiz questão de manter a minha filha na rede pública até a primeira etapa do Ensino Fundamental. O jardim de infância onde ela estudou era um sonho. Eu pagava APM com prazer e ela foi muito feliz lá. Da 1ª a 4ª série ela estudou numa escola de outra quadra, muito boa também e ela adorava. Ouvi muitas críticas das pessoas, afinal de contas eu tinha plenas condições de matricular a minha filha numa “boa escola” particular, mas eu me recusava a submeter a minha pequena a uma escola supertradicional, com mil livros (?!?!), mil matérias desnecessárias e que não respeitaria o desenvolvimento da minha filha. Além do mais, ela convivia com todo tipo de criança, da neta da merendeira ao filho de diplomata. Posso garantir que a base dela é excelente! Na 5ª série (6º ano) tive que sucumbir ao ensino particular. Hoje ela tem 13 anos e é uma defensora da escola pública, não passou por nenhuma dificuldade na escola nova e respeita as pessoas independente de classe social. A escola pública, ao meu ver, prepara a criança não só para os “exames” que somos obrigados a nos submeter, mas a prepara para a vida. Estou grávida de novo e quero fazer tudo igual. Boa sorte na jornada de vocês!

    Comentário by Evy — fevereiro 7, 2014 @ 9:21 am

  11. Esse seu passado, 'escola pública feliz' e posterior 'escola particular assustadora' é muito parecido com o meu!

    Comentário by Aline Cruz — fevereiro 7, 2014 @ 9:38 am

  12. Fiquei admirada como os jardins de infância públicos daí de Brasília são bacanas. Aqui em Recife eu nunca teria coragem, não pela estrutura em si. Lá perto de casa tem uma creche recém inaugurada que é uma lindeza, mas as creches aqui ficam geralmente junto de comunidades muito pobres e a realidade é que infelizmente a educação doméstica das crianças é sofrível. Tenho uma amiga que trabalha nessa creche, e é aterrorizante quando ela conta dos palavrões e de como as crianças pequenininhas já fazem dancinhas sensuais e sabem tudo de ruim que se passa em novela e coisa do tipo. Os professores também não tem esse preparo todo, muitas vezes são estagiários que assumem as turmas.
    Uma curiosidade: o que é APM??

    Comentário by Alexandra — fevereiro 7, 2014 @ 11:30 am

  13. Estou passando pela fase de adaptação, meu bebê começou na escolinha essa semana e ele adorou só que eu estou me sentindo péssima um "smeagol" rs se eu pudesse esperar mais um pouco para coloca-ló não pensaria duas vezes ( falo mas por mim do que por ele) sei que vou me acostumar e eu tenho que pensar que é bom pra ele, infelizmente a vida é está, tenho que voltar a trabalhar e ele só tem 1 ano e 2 meses.

    ansiosa para parte II

    Comentário by Ana — fevereiro 7, 2014 @ 11:44 am

  14. como pedagoga, profissional da educação, cidadã e fã desse blog, esse post me orgulha muitoo, pois um dos principais problemas da educação brasileira hoje vem do fato de ela ser tratada como mercadoria e não como um direito.
    Se a classe média volta a exigir seus direitos, as coias voltam a funcionar melhor, e tira o carater mercantil da educação (principalmente a da educação infantil, onde coisas das mais absurdas são vendidas… desde aprenda ingles aos 2 anos e escreva um livro aos 3 até cobramos mais caro porque somos naturais e não aceleramos processos)
    Parabensssss!!!
    e boas aulas ao benjamin

    Comentário by Renata — fevereiro 7, 2014 @ 12:55 pm

  15. Me vi nesse post!! Aguardando o desfecho da saga.

    Comentário by Fairuce — fevereiro 7, 2014 @ 1:10 pm

  16. Luiza gosta de causar, rs

    Realidade completamente diferente da do Rj. Eu pago o rim todo mês para ter certeza de que a minha pequena tenha educação adequada, fora que as escolas aqui são sucateadas e isso é garantido por nosso prefeito #maravilhoso #sqn

    Comentário by cecília — fevereiro 7, 2014 @ 2:46 pm

  17. Sou baiana e moro em Brasília. Uma das coisas que mais gosto dessa cidade me adotou, são justamente as escolinhas de quadra- estou grávida de 06 meses ainda, mas eu e Leo sempre dizemos que quando Beatriz chegar aos 3 anos, vamos no desdobrar pra ela conseguir estudar em uma =)

    Comentário by Renata — fevereiro 7, 2014 @ 3:06 pm

  18. adorei o post… espero que daqui a um tempo eu ache uma escola publica boa aqui em sp para minha bebe…

    Comentário by Yve — fevereiro 7, 2014 @ 3:17 pm

  19. Estou procurando vaga para meu filho. A quadra da sua mãe que estava com vaga qual é? Vai que ainda tem….

    Comentário by uirapuru — fevereiro 7, 2014 @ 6:16 pm

  20. não tem mais não.
    agora acho que vc pode tentar em setembro

    Comentário by luíza diener — fevereiro 11, 2014 @ 11:57 pm

  21. Ah, que pena… qual quadra/escola? Muito obrigada!!!

    Comentário by uirapuru — fevereiro 14, 2014 @ 5:13 pm

  22. esses são os jardins de infância da rede pública no plano piloto:

    Asa norte:

    Jardim de Infância 404 Norte
    Jardim de Infância 312 Norte
    Jardim de Infância 304 Norte
    Jardim de Infância 302 Norte
    Jardim de Infância 106 Norte

    Asa sul:

    Jardim de Infância 316 Sul
    Jardim de Infância 314 Sul
    Jardim de Infância 308 Sul
    Jardim de Infância 305 Sul
    Jardim de Infância 303 Sul
    Jardim de Infância 114 Sul
    Jardim de Infância 108 Sul
    Jardim de Infância 102 Sul
    Jardim de Infância 208 Sul
    Jardim de Infância 21 de abril, na 707/708 Sul

    Comentário by hilan diener — fevereiro 15, 2014 @ 9:53 pm

  23. Oi Luiza!

    Q bom q ele foi pra escola…eu acho q independente das nossas convicções, chega uma hr q a gente tem q cuidar pra ñ ser tão radical e “afrouxar” um pouco, se ñ corremos o risco de podar algumas experiências importantes para os nossos filhos…

    Na idade q o Benjoca está, a escola vai ser super importante e legal pra ele, q é um menino tão ativo, tão esperto…

    E por mais q a gente tente, tem coisas q ñ, nós não vamos conseguir em casa…a convivência e socialização, por exemplo…

    Eu vejo isso aqui em casa, com a minha filha, q é filha única (por enquanto, o irmaozinho-a chega em setembro, rs)

    Vou ficar aguardando as cenas dos próximos capítulos, curiosa pra saber como anda a adaptação…

    Ahhh, e, acho engraçado como ainda existem certas “idéias” em relação ao ensino público como li aqui nos comentários ..só pra constar, criança q fala palavrão, q sabe fazer dancinha sensual e etc existe em escola particular tb viu!!!!

    Comentário by Renata — fevereiro 7, 2014 @ 8:23 pm

  24. Oi, Renata, se você se refere ao meu comentário, não, eu não me refiro ao mundo das "ideias", aqui na minha cidade infelizmente é realidade mesmo. Há poucas escolas públicas de ensino de "excelência" por aqui, nenhuma delas é de responsabilidade do município, a quem compete a educação infantil, ou seja, nelas não se investe na formação dos educadores, começa por aí. Eu não sei onde você mora, mas se aí for diferente "jogue suas mãos para o céu e agradeça.". Sim, eu também conheço pais e educadores de escolas particulares e sei que nelas esse tipo de comportamento também ocorre, mas por uma razão que não sei lhe explicar, EM GERAL ele não é tão comum como nas escolinhas públicas daqui, ou se ocorre, talvez seja logo coibido ou tratado. Mesmo escolas particulares, concordo sim, que não são todas iguais, é preciso separar o joio do trigo, mas te garanto que por aqui continuam sendo melhor opção, e foi isso que eu quis dizer no meu comentário. Eu não colocaria meu filho numa escola que permite que as criancinhas que estão brincando no parquinho, atirem coisas, deem dedadas e xinguem quem vai passando pela calçada, fosse ela pública ou particular (sim, minha mãe já presenciou essa cena). Faltam educadores? Diálogo com os pais? Educação doméstica? Não sei. Eu não acho que ter dinheiro seja sinônimo de educação doméstica, mas talvez a educação formal que os pais receberam faz alguma diferença.
    Perguntas semelhantes me faço quando constato que o parquinho aqui do lado de casa (que fica próximo a uma comunidade onde a moradia não é nada digna) tem seus brinquedos depredados ou quebrados por crianças maiores, que os utilizam de forma inadequada, que jogam bola bem no meio do parquinho impedindo que os menores brinquem, tão diferente de outros dois grandes parques que temos em bairros nobres da cidade, onde raramente se vê esse tipo de comportamento, e são também públicos.

    Comentário by Alexandra — fevereiro 11, 2014 @ 12:16 pm

  25. Poxa você conta tudo isso e termina com "continua"?
    Estou ansiosa para saber!!! 🙂

    Comentário by maylusouza — fevereiro 7, 2014 @ 8:49 pm

  26. Oi Luisa passei pela mesma situação no ano passado, a bebê pequena necessitando de muita atenção, o maior (com 2 anos e 10 meses) com muita energia e curiosidade e por mais que tentasse dar conta de todos os afazeres acabava numa bagunça só xD Depois que ele começou a ir pra escolinha comecei a ter mais tempo para ajudar no desenvolvimento da bebê e para cuidar de outras obrigações e também me ajudou a ficar mais calma no dia-a-dia com 2 crianças pequenas.

    Comentário by clazieli — fevereiro 7, 2014 @ 8:58 pm

  27. Luiza…Acompanho o seu blog desde que fiz uma pesquisa de marcas de lenço umedecidos…..Nisso ja vao dois anos, lei o blog toda semana. Os relatos das suas experiencias como mãe sao maravilhosas, agradeço por compartihar. A minha pequena vai a escola desde 1 aninho,pois nao pude parar de trabalhar. Tenho certeza que a escola vai ser tudo de bom para o Benjoca e o que aprendi com esses dois anos da minha pequena na escola e que antes de tudo eles tem que ser muito felizes la…. A minha pequena nem olha para tras quando vai e sai dela com um sorisso imenso….Com isso o meu coraçao de mãe fica tranquilo….Desejo tudo de bom para essa familia linda e mega ansiosa para o restante dessa nova fase da vida do Benjoca.bjs

    Comentário by Milena — fevereiro 7, 2014 @ 9:27 pm

  28. Eu me identifiquei demais com a sua experiência em colégio particular. Também estudei os primeiros anos na escola pública e na quinta série implorei pra ir pra uma escola particular que achei que seria legal. Foi o pior ano da minha vida escolar e no ano seguinte fui para o estadual, ainda bem. rs
    Torço muito pro Benjoca ter muitas boas experiências na escolinha que escolheram, aposto que ele está gostando.

    As Coisas que eu quero lhe Falar

    Comentário by Mariana Moura — fevereiro 8, 2014 @ 1:02 am

  29. Realmente esse post foi maravilhoso, me identifiquei muito, tenho a Fernanda de 3 anos e o Bernardo de 3 meses, é triste ver as nossas crianças querendo brincar e a gente , a companhia disponível , sem forca, sem energia para brincar tanto como antes. Como vou trabalhar fora daqui a três meses , a escola meio período já era a minha opção. Orei , como orei para que a professora da minha filha fosse a melhor do mundo para esse momento, e pelo jeito tá tudo indo bem, tem aquela tenção no inicio, engoli o choro, mistura de felicidade pelas novas experiências e medo sei la do que , são tantos. O bom é que na turminha da minha filha todos são iniciantes no mundo escolar. Força para todas nós e principalmente para os pequenos.

    Comentário by Gisele — fevereiro 8, 2014 @ 6:17 am

  30. Saudades eternas do arroz com sardinha! Sou de Brasília também (hoje moro em Fortaleza), mas estudei a vida inteira em escola publica, com pátio cheio de banquinhos, árvores, rodeado de salas de aula. Todos da escola me conheciam e eu conhecia todo mundo, foi uma educação maravilhosa, completa e me fez quem sou hoje. Quando conto que estudei em escola pública, o povo daqui me olha com cara de "oi, tah louca? "…ou seja, já dá pra deduzir que minha filha está na escola particular, né? Infelizmente, a escola pública cearense não é muito recomendada, não…mas que sinto falta do arroz com sardinha no pratinho azul, eu sinto…rsrsrs

    Comentário by Thatianne — fevereiro 10, 2014 @ 6:45 pm

  31. […] benjoca na escola – parte I – o começo de tudo […]

    Pingback by potencial gestante – benjoca na escola parte III – adaptação — fevereiro 24, 2014 @ 11:37 am

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