19 de setembro

fazendo programas juntos isoladamente

por hilan diener

o casal super orgulho paterno vai almoçar com um bebê num restaurante bacana. nada muito requintado, um almoço de domingo normal, super família.  na nossa cabeça pensamos: vamos comer, conversar e relaxar um pouco, certo? errado!

não sei qual é o defeito de fábrica dos bebês que assim que sentamos numa mesa para comer eles começam a chorar, espernear e jogar copos e talheres no chão. obviamente os casais sem filhos pensam: “ai meu deus, quero almoçar em paz. por que esses irresponsáveis trazem um bebê para um restaurante?”.

falo isso porque quando eu não tinha filho também pensava assim. na verdade, quando você ainda não tem filhos muitas coisas na sua cabeça parecem ser tão simples, não é mesmo? um dia desses ouvi um podcast onde surgiu o assunto sobre crianças em viagens de avião. um sujeito que nunca teve filho se indagava por que pais levam crianças para viajar. como se fosse um absurdo bebês e crianças viajarem de avião.  o apresentador do podcast tentava amenizar a conversa dizendo que muitas crianças possuem avós que moram em outra cidade, por isso os pais levam os filhos para viajar.  é mole? ele também não tinha filhos. nem passou pela cabeça deles que amamos tantos nossas crias que queremos eles por perto, inclusive para viajar. há um tempo, antes do benjoca nascer, olhava uma criança fazendo birra e sinceramente achava que a culpa daquilo tudo estar acontecendo era sempre dos pais. podia até ser, mas nem sempre. muitos pais fazem de tudo para dar educação, carinho e cuidado para a prole,  mas nem sempre funciona na hora crítica – aquela que está todo mundo vendo. afinal elas são crianças! e se tratando de crianças tudo pode acontecer, não existe receita.

ouvi uma mãe que deixou de ir a cafés, cinemas, restaurantes e afins porque a filha tinha um temperamento muito difícil e hiperatividade. por mais que fizesse tudo certo a menina não correspondia, gerando olhares tortos de reprovação. um caminhão de culpa na pobre da mãe e o pior: solidão.

dividir para conquistar

se na ocasião não pudermos comer juntos em paz, então qual é a solução mais fácil? comer um de cada vez. eu fico com o benjamin, distraindo-o, enquanto a luíza pode almoçar sossegada. quando eu volto, devolvo o benjoca e repete todo o movimento. eu como sozinho e ela fica com ele.

um dia, enquanto estava com o benjocs do lado de fora do restaurante, pensei no titulo deste post e percebi que a paternidade/maternidade tem sempre um pouco de exclusão do mundo adulto, principalmente para algumas mamães, que tantas vezes se isolam para amamentar, ficam mais nos berçários do que no salão de beleza e também sempre estão sumidas em algum banheiro trocando a fralda e a roupa da criança ou procurando um microondas para esquentar a papinha. sinceramente acho que a exclusão em alguns casos é até importante, porém quando saimos para fazer um programa com a criança temos que lembrar que antes de tudo somos um casal, senão o bebezinho lindo nunca teria nascido né?

estou repensando nossa conduta. será que vale a pena sacrificar um programa em família apenas para poupar desconhecidos de incômodos infantis? será que devo então procurar locais babyfriendly  para ir adeternum? será que me preocupo demais se estou incomodando? será que as pessoas estão realmente incomodadas? sei que ninguém é obrigado a aturar choro e bagunças de crianças, mas também todo mundo deveria lembrar que já foi pequeno um dia. e com certeza em algum momento já deu um pouquinho de vergonha e constrangimento para seus pais. estou chegando à conclusão de que a solução é desencanar e que um pouco de compaixão para ambos os lados não mal para ninguém.

 

 

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categorias: pai feito

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24 Comments »

  1. Bem, eu ainda não tenho filhos, mas sou madrasta de um meninão de quatro anos que é mega agitado. Nós saímos com ele pra almoçar, pro cinema (filmes infantis) e pra vários programas, até no museu já levamos ele. Sinceramente, Hilan? Desencana por que isso acontece com todo mundo, meu enteado as vezes faz umas coisas que simplesmente não entendemos e que ele nunca fez antes e aí passamos por aquela vergonha que quem tem crianças sabe como é. Meu namorado e eu fomos crianças calmas, segundo nossos pais, mas todo mundo é diferente e tem reações diferentes nos lugares.
    O fato do meu enteado querer batucar a mesa, falar alto ou ficar correndo se deve ao fato dele ter apenas 4 anos e muita energia pra gastar e pra ele é uma perda de tempo parar. O jeito é desencanar e claro, corrigir quando a criança faz algo errado ou acalmá-la se está nervosa, no caso de um bebê os motivos do nervosismo são tantos e eles nem podem falar o que é. Sei lá, o pé pode estar coçando por exemplo e ele não tem como expressar.

    Relaxem e curtam juntos esses momentos em família!

    Comentário by Casal Único — 19 de setembro de 2011 @ 9:37 am

  2. em restaurantes eu ja estou veterana: a mais novinha fica no carrinho, o do meio fica comigo e eu dou na boca dele enquanto tento comer, e a mais velha (q ja é uma adolescente de cinco anos rsrs) acha q é adulta e come sozinha. claro q um de um lado e outro do outro! mas confesso q eu ja estou mofando em casa pq nao da mesmo pra sair sem "incomodar" os demais. acabo ficando com preguiça das pessoas. meu marido nem liga muito pro q os outros acham, ele acha q se alguem ta incomodado q veja falar, pedir ou q se retire. afinal todos tem o mesmo direito de se divertir!

    Comentário by bia moreira — 19 de setembro de 2011 @ 10:11 am

  3. HIlan, eu mesma senti essa vergonha e essa vontade de me excluir recentemente. Viajei pro Rio pra ver a minha família (moro na Argentina) e levei o pitico a tiracolo (eu e ele sozinhos!). Embora ele tenha se comportado relativamente bem, teve sim seus momentos de choro bem alto e gritos. No começo, eu fiquei passada, me arrependi amargamente de viajar. Mas depois, ah… que se dane o resto! Eu tava fazendo tudo pra não incomodar, mas chega um ponto que não dá, ele é criança e vai ter seus rompantes mesmo! Então eu relaxava e curtia o que tinha pra ser curtido!

    Eu já me excluo tanto, magina me excluir mais ainda porque o povo não sabe conviver com criança? Dá não!

    Faço o possível, mas espero que as pessoas tb saibam entender o entorno!

    beijão

    Comentário by Carol — 19 de setembro de 2011 @ 10:28 am

  4. Eu acompanho o seu blog, e a história dessa viagem mostra que, apesar de existirem algumas pessoas que recriminam os pais que saem com os filhos, a grande maioria compreende e até se compadece dos pais. Se muita gente torce o nariz quando vê uma criança chorando e esperneando num restaurante, alguns "dão um jeito" de arrumar lugar num avião lotado POR CAUSA da criança, não APESAR da criança. A gente se cobra… mas é bobeira pura!

    Comentário by Danielle — 19 de setembro de 2011 @ 11:57 am

  5. ouvindo nerdcast 272… tb achei meio babaquice a forma como falaram mas o objetivo do nerdcast é ser divertido e o Sr. K reclama de tudo… Azaghal e o Alotoni tem filhos sim.
    Eu estou esperando o meu e whatever se vão se incomodar com meu moleque!
    Abraços

    Comentário by casslyra — 19 de setembro de 2011 @ 10:43 am

  6. Oi Hilan, gostei muito do seu post. É isso mesmo, nós pais, nos afastamos (um do outro, pq um come, o outro olha a criança), nos isolamos do mundo, dos outros, dos amigos que não têm filhos, dos programas que não são babyfriendly e ainda nos preocupamos em "estragar" o almoço dos outros, o jantar do casal ao lado, o boteco dos amigos da mesa de trás. Sinceramente? Apesar de a minha filha ter apenas 9 meses, não andar e não falar, ela bate em tudo, grita, pega garfo e joga no chão, pega chave e atira na mesa…. e eu curto o meu momento fora de casa, danem-se os vizinhos. Sério, a gente se preocupa demais, o tempo inteiro, desde a gravidez, bebê recém-nascido, bebês com papinhas… chega uma hora que cansa, que os incomodados que se retirem e voilla.

    Pertinente a sua preocupação e esses questionamentos passam na cabeça de todos nós. Mas passam e vão. Tchau. =) Beijos, Dani.

    Comentário by Daniela — 19 de setembro de 2011 @ 10:49 am

  7. Hilan, ainda não tenho filhos, quando vou a esses lugares e as crianças começam a chorar, eu me incomodo pelo sentido de que não posso ir lá e ajudar. Muitas vezes vejo que os pais nem ligam se os filhos estão lá chorando ou não, e eu penso que é isso que eles querem, um pouquinho da atenção. Algum tempo atrás, na praça de alimentação do shopping, vi uma criança de no máximo 3 anos, passeando sozinha, eu só acompanhando, não vi nenhum pai procurando. Deu uns 10 minutos, a criança estava indo para outro lugar, quando aparece o pai e puxa a criança, gritando. E atenção, cadê?
    Abraços para você, Lu e Benjoca.

    Comentário by Fernanda — 19 de setembro de 2011 @ 12:19 pm

  8. Eu já sou super desencanada e nunca me aborreci com barulhos de crianças. Meu medo é ficar desencanada demais! Tenho que aprender a dar limites e isso vai ser omais difícil pra mim…

    Comentário by Flavia — 19 de setembro de 2011 @ 1:49 pm

  9. se eu tivesse que ficar na porta do restaurante com meu filho no colo pra não irritar as outras pessoas, eu ia ficar peidando e colocando a culpa na criança, sabe?, apertando o nariz e abanando o ar perto do rosto e falando 'iulinho, o que é isso? as pessoas estão passando, meu filho, affe maria, parece que não te dou educação, que carniça é essa?'.

    é o que eu acho.

    Comentário by iulo — 19 de setembro de 2011 @ 2:33 pm

  10. KAKAKAKkakaKAKAKAKAKAKKAKAKAKAK

    Comentário by hilan — 19 de setembro de 2011 @ 4:01 pm

  11. kkkkkkkk primeiro que esse comentário do Sr.Iulo está comico demais kkkkk tó chorando de rir. Bom parabéns pelo post, você escreveu tudo exatamente como os pais e mamães se sentem e esses programas juntos são isolados mesmo kkkk que coisa! É exatamente assim que me sinto e tenho certeza que meu esposo tb… somos encanados demais com as pessoas e tenho certeza que certo mesmo está quem desencana, tipo esse Sr. Iulo aí de cima, meus parabéns!!! kkkkkkk Parabéns pelo post novamente Hilan! adorei!

    Comentário by Joyce — 19 de setembro de 2011 @ 3:52 pm

  12. eu tinha pensado nisso esses dias também. e a gente, com duas? como vai fazer? acho que a gente não tem a opção de cada um almoçar. então, vamos ter que nos virar com as gêmeas. acho que o jeito é desbravar o mundo mesmo. quanto mais sair, mais a criança se acostuma e vai ficando melhor. bem, na teoria funciona.
    ótimo post!

    http://manualdafamiliamoderna.blogspot.com/

    Comentário by Tati Sabadini — 19 de setembro de 2011 @ 4:28 pm

  13. Nossa gente, sei que tem gente que não tolera bebês. Mas nunca fiquei pensando se o casal ao lado é um desses. Sinceramente, não tô nem aí. Desde que meu filho começou a sentar meu marido e eu saimos direito para restarurantes, lanchonetes e cafés e ele vai com a gente. Talvez pelo fato de hoje ele estar acostumado a isso, ele quase não dá trabalho. Sempre temos um brinquedinho (ainda que seja o acúcar e o sal em saches dos restaurantes) para entretê-lo e ele fica sentado com a gente numa boa (diga-se: batendo na mesa, rindo, cantando alto) e eu acho a coisa mais linda do mundo. Logicamente nunca fomos a um restaurante "romântico", à noite levando ele, pq realmente aí um bebê destoa, mas almoço de domingo? Ah não, me poupem os outros, pq acho que um pouquinho de bagunça e gritinhos fofos de bebês tem que ser tolerados. Porque um casal, e principalmente uma mãe que se isola, que não sai de casa, simplesmente enlouquece, não? É o preço da preservação da espécie… Desencana

    Comentário by Ariana — 19 de setembro de 2011 @ 5:48 pm

  14. Oi Hilan, adorei o post! Aqui em casa tb fazemos assim, enquanto um come o outro fica com a Clara e depois revezamos. A gente até tenta fazer com que ela fique na mesa conosco e participe da refeição, mas geralmente ela só fica poucos minutos e já quer bater perna, e aí não há quem faça ficar ou é choro e escandalo certo. Aliás, vc já reparou como os garçons adoram colocar copos de suco e tudo que quebra na frente da criança na mesa? Povo sem noção. rsss
    Ah, se descobrir restaurantes babyfriendly em Brasília não deixe de dar as dicas aqui.
    Beijos

    Comentário by Kelly Resende — 19 de setembro de 2011 @ 8:36 pm

  15. co
    Entrada
    X
    Responder
    Valéria Lim-Apo
    mostrar detalhes 17:03 (7 horas atrás)
    Eu acho que tudo é questão de bom senso, nosso e dos outros. Afasto dele coisas que quebram, fazem barulho excessivo, tipo chaves (não custa andar com um brinquedinho prático) e não deixo mexer com as outras pessoas, pq criança pequena está sendo educada a cada instante. Frequentar ambient epúblico e aprender aos poucos a se comportar tb é um aprendizado pra cirança e um exercicio de civilidade. . Acho que isso é respeito ao próximo. No mais, se ele chorar, tagarelar, paciência….os outros tb tem que ter tolerância…Eu não tenho que tolerar a fumaça do cigarro, que chega mesmo na área de não fumantes, bêbado se esgolando num tom de voz que ninguem em volta consegue se escutar e etc? Cada um faz sua parte. O que acho errado é viver em função do que os outros vão achar ou olhar exclusivamente pro próprio umbigo, e que se dane o resto! Essa tá virando a lei do mundo e por isso estamos nesse mundo cão, onde ninguem se importa com ninguem.

    Comentário by Val — 20 de setembro de 2011 @ 12:11 am

  16. Hilan, por aqui tbm rola isso.

    Gui não para quieto em lugar algum. Ele deve ter formiguinhas espalhadas pelo corpitcho, mas eu sinceramente ainda não as achei, e por essa razão quando vamos em algum lugar, restaurante, festa e etc… rola assim: primeiro o papito come se distrai enquanto a mamis aqui fica zuretinha com a cria, e depois o contrário.

    Comentário by Rebeca Bricio — 20 de setembro de 2011 @ 2:36 pm

  17. Adorei o post! Eu, mãe de um rapaz de 1 anos e três meses – ora comportado, ora não – não tô nem aí pro que os outros vão pensar… Como você disse muito bem, todo mundo já foi criança um dia e se não deixou os pais envergonhados em algum momento é porque talvez nem tenha tido a oportunidade de passear, viajar e almoçar, entre outros afins, com os pais quando bebê… Uma pena…

    Comentário by Bianca Fincati — 20 de setembro de 2011 @ 4:31 pm

  18. Pois é menino!! num é fácil pá ninguém, eu e maridón estamos sentindo na pele essa reviravolta louca (e deliciosa) em nossas vidas, e pagando a língua, é clarooooooo…nós corriamos de restaurantes com parquinhos e cadeirões hahaha , como o mundo dá voltas né!? estamos em processo de adaptação, ainda não consigo dar grandes saidas, mas já t^o com rugas de preocupação, pensando que em breve isso vai acontecer…e ai só por deus!

    ahhh…o blog está com cara nova, já que a vida mudou…:) passem por lá! bjus

    Comentário by Augusta — 20 de setembro de 2011 @ 9:36 pm

  19. Hilan,
    Vou dar minha opinião como mãe de duas e vou destoar completamente do restante.
    Vejamos de outra forma: restaurantes são chatos para crianças e bebês, assim como a maioria dos lugares onde eles dão "chilique". Os pequenos se expressam através do choro, do protesto, do "jogar" coisas e do fazer barulho, num lugar chato isso tudo vem à tona. Eu (eu, eu, eu) e meu marido, escolhemos deixar de frequentar esses lugares, mas não por medo de incomodar os outros, e sim poupar as nossas filhas da chatisse de um ambiente estressante e nada convidativo para crianças pequenas (que acaba virando uma missão pra gente também).
    Procuramos lugares que elas vão curtir, sentir à vontade, ter liberdade e CURTIMOS muito tudo isso. Concordo que o casal não pode deixar de ser um, mas esse casal virou família e quando escolhe ter todo mundo junto deve prezar pelos mais frágeis sempre, isso é vantagem pra todo mundo.
    E vou te dizer outra coisa, passa rápido demais! Então por enquanto, prezo o conforto geral da família (pode um pic nic no quintal de casa, pode apostar que é bom demais).
    Os "momentos de casal" voltarão mais rápido do que vocês imaginam, e a pauta: bons momentos que viveram em família.
    Tenho sim meus momentos com o marido, mas deixo as meninas com alguém da família por algumas horinhas, ou depois que elas dormem abro um vinho, faço um jantarzinho e (acrescente aqui o que achar pertinente)…
    Tudo nessa vida tem solução e ninguém precisa sofrer com isso, nem o casal, nem o bebê e nem o povo ao redor que nunca foi e/ou teve criança.

    Comentário by Cacau Ferreira — 21 de setembro de 2011 @ 12:13 am

  20. Oi Cacau. Eu estou plenamente de acordo com você. 🙂

    Comentário by Carol Marques — 12 de abril de 2013 @ 2:00 pm

  21. Isso é muito verdade!!! Meu Vítor ainda está na minha barriga, mas quando saio com meus sobrinhos acontece direto… é legal vc tocar nesse asusnto, pq é algo super do dia a dia, mas que faz toda diferença, né?
    Beijos
    MaH

    Comentário by Vida de Gestante — 22 de setembro de 2011 @ 12:20 pm

  22. Passei por situação semelhante e virou meu post de hoje. No meu caso percebi que faltou controle da mãe sobre seu filho.

    Passa lá: maededudu.blogspot

    Comentário by Priscila Nascimento — 22 de setembro de 2011 @ 2:51 pm

  23. Que post legal!!! E concordo com a conclusão… um pouco de tolerância de cada lado e pronto! Infelizmente, tem gente sem noção de ambos os lados e que abusa do bom senso. Por um lado, pessoas que se incomodam demais com a presença de crianças e, pra mim, demonstram que realmente se esqueceram de que um dia foram crianças e nunca se colocaram no lugar dos pais que também devem proporcionar uma vida social a eles mesmos e a seus filhos. Por outro lado, existem pais que deixam seus filhos tocarem o terror sem o menor limite. Equilíbrio é a chave!
    Também já percebi que muitos pais se incomodam mais por acharem que estão incomodando do que as próprias pessoas que estão ao redor. Já passei muito por isso… Eu em avião, me divertindo com a criança ao lado ou da poltrona da frente, e a mãe toda estressada, achando que a criança estava me incomodando.
    Ótimo post! Gostei mesmo.
    Abraços

    Comentário by Ana Paula Batista — 12 de abril de 2013 @ 9:32 am

  24. […] também é muito dengosa e carinhosa. prefere mil vezes um colo e um carinho a ficar no chão xeretando. é daquelas que deita no nosso ombro, fica no nosso colo. quando acorda, vem direto pra mim. eu deito com ela no seu colchão e ficamos muito, muito tempo de preguicinha. rola pra um lado, pro outro, deita nas minhas pernas, na barriga, na minha cabeça. e ri, faz charminho e derrete sempre meu coração. se comporta muito bem publicamente. fica tranquilamente no nosso colo durante o culto da igreja, num restaurante, durante uma palestra e por aí vai. isso é novidade e surpresa pra gente,  já que com o joca fazíamos programas juntos isoladamente. […]

    Pingback by potencial gestante – 1 ano de constança! aeee! — 16 de junho de 2014 @ 12:29 pm

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