16 de agosto

meu parto

por luíza diener

post escrito aqui, em 27 de agosto de 2010

* * *

minha intuição sempre foi de que o benjamin nasceria em agosto, não em setembro, conforme previsto.
as ecografias sempre acusavam uma semana a mais e minha médica, sempre que me examinava, dizia que o bebê nasceria antes da data prevista, que era 10 ou 11 de setembro.

aconteceu que quando estava quase completando 36 semanas a médica me examinou e disse que minha barriga estava bastante alta ainda e que deveria nascer lá pra 7 de setembro. ok.

quarta, 18 de agosto: é aniversário da minha irmã.
até então eu tinha bastante contrações (desde o 6º mês), mas sempre sem dor.
durante a comemoração do aniversário sinto algo bem parecido com uma versão light de cólica menstrual (porque as minhas sempre foram punks): um incômodo na lombar e uma dor no baixo ventre.
até comentei com o marido: acho que agora o benjamin tá descendo.
passa a dor, passa o dia e na noite de quinta, 19, sinto a mesma dor outra vez.

sexta, dia 20 à noite, a dor volta. passa. volta. sempre acompanhada de um endurecimento da barriga.
por puro desencargo de consciência resolvo verificar se as contrações são regulares. mais ou menos: às vezes demoram 15 minutos para voltar, outras 10 e de repente somem as dores e fica só aquela barriga dura.
separo umas roupinhas que havia comprado/ganhado naquela semana pra lavar no dia seguinte.

sábado, 21. acordo, lavo a primeira maquinada, estendo. passo o sábado passando roupinhas e separando por tamanho. lavo a segunda maquinada e já é fim do dia quando estendo. a típica dor na costela + dor na lombar. amanhã eu passo o resto.

domingo, 22 de agosto. cólica vai, cólica vem, barriga que endurece.
durmo até tarde e, depois que acordamos até comento com o marido: já pensou que esse pode ser nosso último fim de semana assim? isso porque eu estou apenas com 37 semanas.

13h: vamos almoçar na casa do meu avô.
comento que estou sentindo essa cólica chata e decido deixar de ser besta e metida a resistente e ligar pra minha médica pra saber se posso tomar algum remédio. ela está de plantão em um hospital e me chama para dar um pulo lá pra me examinar: “2 a 3 cm de dilatação. seu bebê pode nascer em até 72 horas. quem sabe mais”.

16h: saio do hospital com a sensação boa de que logo terei meu bebê nos braços.
passo na casa da minha mãe, pego uma mala maior, volto pra casa e começo a resolver um milhão de coisas: roupas na gaveta, as que faltavam passar, separar por tamanho, fechar a mala do benjamin e a minha.
mas as contrações vão ficando cada vez mais frequentes e compassadas.

18h40: decido marcar o intervalo entre as contrações: 2 a 3 minutos entre cada uma, com uma duração de 25 a 30 segundos. tomo banho e durante o banho percebo que não consigo fazer nada na hora das contrações: toda vez que elas vêm eu tenho que parar o que estou fazendo. a melhor posição é agachada (de cócoras).
tento ligar pra uma doula (que ainda estava pendente) pra ver se ela pode me acompanhar. não quero ir ao hospital à toa. ela está em um curso e disse pra eu ligar por volta das 20h.

20h: doula ainda no curso. só sairá umas 21h. a essa altura do campeonato as contrações já incomodam bem mais. ligo então pra médica e informo: contrações de 2 em 2 minutos com duração de 30 a 60 segundos cada.
ela pergunta: “dói muito?” e eu “não. dá pra aguentar”. ela diz que eu posso esperar um pouco mais então (nas consultas eu deixei bem claro que não queria ir pro hospital pra ficar de molho por horas e ela acabar induzindo meu parto. por isso ela me fez esperar mesmo e eu achei foi bom).

21h: “alô, doutora? acho que tá doendo muito” “tá bem, luíza. vai pro hospital e pede pro plantonista te atender. avise a ele que eu irei em seguida”.
mala pronta, aproveitamos pra pegar o bebê conforto e outras coisas. vai tudo pro carro.

21h40: o médico de plantão me atende: 8 a 9 centímetros de dilatação: “sua médica já está vindo? liga pra ela vir que eu já vou te encaminhar pro centro obstétrico”.
“é agora”, pensei.
subo na cadeira de rodas e me sinto chique. nunca me internei, muito menos fui carregada pra cima e pra baixo em uma cadeira de rodas.

daqui pra frente a noção de tempo fica distorcida.

vou pro centro obstétrico, pra sala de pré parto. parece que ninguém entende por que estou lá, visto que, quando as contrações não vêm, fica tudo bem. quando vêm, eu apenas respiro bem fundo e expiro como quem quer mandar a dor embora (nisso as aulas de ioga – apesar dos gases – me serviram bem). não consigo pensar na dor que sinto ou na pior que ainda virá. só penso: “o benjamin tá chegando! logo vou estar com ele!” e choro de alegria.
na sala tem bola, banquinho e sei lá o que mais, mas eu quero mesmo é ficar deitadinha.
chega o marido, fica bem quietinho do meu lado de mãos dadas: “ele tá vindo!”, digo.
vontade constante de fazer xixi. pra piorar, cocô também.
vou ao banheiro, volto.

a médica chega, faz o toque: dilatação completa, colo apagado. mas eu não to achando que vai sair agora. espera mais um pouco. posso ir ao banheiro? quero fazer cocô!
é normal mesmo. sinal de que o bebê tá quase saindo.
mas eu quero ir ao banheiro! tá, cuidado pra o bebê não sair na privada. tudo bem, melhor ainda! vou levar o marido pra aparar, tá?
volto pra sala de pré parto e a médica já mandou preparar a sala de parto.
aí me dá a louca (acho que vontade de que a coisa aconteça de fato) e pergunto se já posso ir. ok. lá vamos nós.

a sala de parto tem cara de tudo, menos de sala de parto. uma maca no meio dela, uma mesinha no canto, uma bola verde e uma daquelas luzes móveis de hospital que ficou apagada o tempo todo.
a maca inclina e tem uma barra na frente que dá pra segurar. legal!
e agora? o que eu faço? quando vier uma contração você faz força como quem vai fazer cocô.
li um livro dizendo que a gente não pode envergar as costas pra trás, senão atrapalha a passagem do bebê. tem que manter ela reta, como se tivesse uma linha puxando o umbigo pro teto. na verdade era essa força que eu tinha que fazer, mas fiz a do cocô mesmo. só lembrei de deixar a coluna reta e de respirar bem. nada de cachorrinho.
não lembro de mais ninguém na sala. não tem marido, não tem enfermeira. só a médica e eu. quer dizer, eu só lembro da médica porque ela faz questão de ser lembrada.
quando vinha a contração, ela enfiava o dedo na minha vagina e abria: “to vendo ele vindo! faz força!” e até agora a bolsa não rompeu.
eu queria que ela rompesse na hora dele sair, pra ajudar na passagem. e também ouvi dizer que têm mulheres que expulsam o bebê com bolsa e tudo, igual cachorrinho. mas claro que isso é uma péssima ideia pros médicos.
ela menciona alguma coisa sobre anestesia. pergunto se a dor das contrações pode ficar pior que isso e ela diz que não. então não quero. quero sentir o que está acontecendo. quero saber a hora certa de expulsar. me deixa!

se até a hora da expulsão eu era uma ovelha mansa, a rei leoa agora incorporou com força. quero ganhar sozinha. não quero a ajuda de ninguém. me deixa que eu vou saber o que tem que fazer.
mas a médica quer intervir. na hora da contração ela mete a mãozona lá dentro e aí dói pra cacete. “vai! força força!” e eu: “me larga! sai!” e começo a chutar ela. “não me encosta! isso dói!”.
briga vai, briga vem, ela pede pra estourar a bolsa. ai tá bom. vai logo. vamos acabar com isso.

parêntese: gente, se estourar a bolsa é válido ou não, eu não sei, mas achei demais! foi igual estourar um balão d’água gigante. claro que de onde eu estava não dava pra ver nada, mas eu só ouvi o tchááá do líquido no chão. foi uma diversão no meio daquilo tudo.

de volta à realidade, aí as contrações começaram a doer. e aí eu faço força pra valer.
é um berreiro só. quando ela me encosta o berro sai com vontade. gritei como nunca antes na minha vida e, apesar de me sentir um pouco acanhada, descubro que é a melhor coisa do mundo. não só o bebê estava desentalando vagina abaixo, como a dor foi desentalando goela acima. não só isso, parece que eu estou desentalando uma vida inteira. todo grito contido foi saindo corpo afora. e sai cocô, sai xixi e aquela cabeça começa a aparecer: “to vendo o cabelo dele! vai!”
mas logo em seguida: “ó, não vai passar sem corte. se não cortar, vai rasgar e vai rasgar de qualquer jeito. posso cortar?”
que jeito, né? eu não queria, mas vamos logo com isso.
e ela taca uma injeção local de xilocaína que não pega. cacete de agulha! aí ela fura de novo. juro. as agulhadas são piores que tudo. parece que não pegou direito, porque eu sinto ela me cortando. a vontade que dá é de dar um bicudo na cara dela e xingar de tudo que é nome. mas eu só grito e continuo fazendo força.
parece uma eternidade, mas acho que não fiquei nem dez minutos na sala de parto.
“ó, vou colocar este pano na sua barriga pra apoiar o neném.”
aí de repente força força força aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!! é a cabeça saindo. o tal do círculo de fogo é um absurdo. uma dor enorme que dura pouquíssimos segundos “sai! sai! sai, menino!” e pluft! o bebê escorrega.
22h42, a doutora canta.

na mesma hora colocam ele em cima de mim, que fica só miando num choro baixinho.
meu deus! esse é meu filho! jurava que ia chorar, mas fiquei meio inerte, apenas admirando a coisa mais perfeita do universo que não é somente meu filho, mas esse milagre da vida.
cortaram o cordão e agora beijinho beijinho tchau tchau. lá vai ele pra pediatria.
ué, mas eu não ia dar de mamar? no curso do hospital disseram que ele ia direto ao peito. não, não dá.

enquanto isso ela me diz que a placenta está saindo. mas já? não era pra demorar uns 40 minutos? não a minha. a enfermeira começa a apertar minha barriga e eu não deixo. deixa que eu faço força e ela sai. saiu. deixa eu ver? ai que legal é uma placenta! um pedaço gigante de carne vermelha com um fio grosso e roxo pendurado.
tá ardendo lá embaixo.
hora de dar os pontos. lembrando que eu não tomei anestesia e aquela xilocaína não serviu de nada, eu consigo sentir cada agulhada. ai! para! tá doendo pra cacete!
tá bom, acabou! vai pra recuperação.

22h50: me deitam ali num lugarzinho próprio e cadê meu filho? tá na pediatria. fiquei anestesiada de tudo. o tempo parece se arrastar sem fim.
toda hora que olho no relógio parece que ele quebrou. o tempo pirraça.

na mesma hora que cheguei pro parto, outra mulher chegou pra cesárea. eu fui parir antes, mas ali, na recuperação, ela chegou um pouco depois.
os minutos se arrastam e eu to que ouço um bebê chorar.
daqui a pouco chegam com a filha dessa mulher e o pai está lá também. a filha dela mama e eu deliro entre o cansaço e a lucidez com a hora em que vou dar de mamar pro meu filho também.
o bebê continua chorando. não é o dela, é o meu.

23h e tanto: vejo o hilan chegando com o benjamin no colo e a câmera a tiracolo. me dá, quero tirar uma foto sua segurando ele. na foto ele sai com cara de bravo e diz: ele tá com fome.
ali deitada mesmo colocam meu filho no meu peito e ele começa a mamar.
senti como se eu tivesse feito aquilo a vida inteira. o momento que eu mais esperava chegou! meu filho tá mamando, sem problemas!
fico um tempo lá. já deu meia noite. agora eu posso ir pro quarto.
a motorista da maca é bem destrambelhada e me bate em cada porta que passa. mais um solavanco pra entrar no elevador e eu sei que estou chegando.
na ala da maternidade vejo um monte de enfeite de porta: beatriz, joão, sei lá quem. eita é mesmo! tinha isso!

me contaram que o benjamin nasceu roxinho, quase sem ar. também fraturou a clavícula direita. isso é comum no parto normal. tá bem. é só tomar cuidado que ele logo se recupera.

no quarto minha mãe me espera. depois chega a irmã. festa em família e parece que nada aconteceu. o maior bate papo e a gente tira fotos.
no dia seguinte me liberam pra levantar e eu posso tomar banho sozinha, cuidar dos pontos, me maquiar (sim, eu não abri mão da maquiagem).
logo logo to levantando e agachando. saio na terça de manhã.
como valeu a pena esse parto! é como quase nada tivesse acontecido. todos os incômodos da gravidez foram embora e estou novinha em folha!
não chegou a ser um parto natural, mas foi o meu parto. se não fosse minha médica, acho que teria sofrido mais ainda.


terça feira, 24: 
tivemos alta. uma nova vida se inicia.

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categorias: marcos importantes, parto

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16 Comments »

  1. Que realto bonito! Amo relato sobreparto. Tb fiz parto normal da minha Lulu. Hj ela tem 1a e 9m. Foi lindo! As contrações começaram as 7ghs da manhã, fui parir as 17:57. Muita dor. Mas valeu cada segundo, foi emocionante, meu marido participou, foi muito bacana! É um momento único e lindo!
    Sou a avor do parto normal incentivo todo mundo, vale mt a pena!

    Comentário by Juliana R — 16 de agosto de 2012 @ 5:27 pm

  2. Sempre me emociono com histórias de parto!

    Também estouraram minha bolsa, mas com 7 pra 8 cm… e estava bem suportável, eu estava bem normal até… conversando, comendo, fazendo piada, andando, mas depois virei um bicho louco que urrava e enfiava a cara no colchão com a bunda virada pra lua…rs

    Mas ainda bem que não tive nenhuma laceração…

    Logo que ele nasceu eu fiquei com o coração disparado e burra… só sabia dizer "nene, nene, nene".

    Eu mesma botei a placenta pra fora tbm.

    E assim que pegaram ele pra limpar e tomar banho, eu já levantei pra tomar o meu… em coisa de 30 minutos já estávamos os 2 no quarto e pra mim esses 30 minutos pareciam a eternidade!

    Lá no meu blog tem meu relato tbm 😉

    Demorei meses pra chamar o Linus de Linus, por muito tempo ele foi simplesmente o nenê. rs.

    Comentário by carolina — 16 de agosto de 2012 @ 7:35 pm

  3. Meu parto foi tudo tão frio e doloroso. Fiquei 18 hs pra ter meu Thominhas comigo e quando ele nasceu não pude tirar a tal esperada foto em família, com ele todo sujinho….me deixaram com 7 dedos de dilatação até já não aguentar mais de dor, me tiraram ele de mim e levaram ele para uma outra sala. Ele nasceu perfeito, graças a Deus, sem nenhum problema, mas até hoje não consigo entender o porque meu marido só entrou praticamente depois que ele nasceu e o porque não pude pegar meu anjo nos braços… só depois de umas 2 horas, já a caminho do quarto me deram ele para mamar….fico feliz por vc ter sentido tudo isso, esta realização…. Bjus.

    Comentário by Fernanda Pelegrini Delgado — 16 de agosto de 2012 @ 11:34 pm

  4. huuuuummmm, eu acho que vc tá grávidaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

    rsrs

    acertei???????????????????? bjuuus

    Comentário by Sonia N. — 17 de agosto de 2012 @ 7:55 pm

  5. Meu parto também foi normal e as sensações são bem essas que você falou aí. Se quiser ler meu relato de parto: http://maeempotencial.blogspot.com.br/search/labe

    Comentário by Agda Yokowo — 17 de agosto de 2012 @ 9:26 pm

  6. Oi! Só queria dizer que não é normal fraturar a clavícula do bebê. Muito provavelmente você teve uma distócia no parto. Chama-se distócia de ombro, e provavelmente nasceu roxinho por que ficou muito tempo ali parado no canal vaginal. Fico feliz que deu tudo certo! Parabéns pelo site e pela família! Felicidades! Obs: Se quiser visitar meu blog, fique a vontade, será muito bem recebida! rsrs http://www.tiacegonha.blogspot.com.br

    Comentário by Debora Banhado — 13 de setembro de 2012 @ 8:52 pm

  7. Que bonito! Eu estou grávida de três meses e meio. uma amiga me indicou você, me mandou um videozinho bem engraçado que vc e seu marido fizeram sobre a gravidez…ri muito e depois comecei a ssistir tudo. Olha, eu sou super ocupada, mas arranjo sempre um tempinho pra ver, por que gosto da maneira que vc escreve e que enxerga as coisas. Não importa se tudo não for perfeito…importa a nossa preparação para que seja e, também, a maneira como a gente encara os percalços do caminho. Você tem me inspirado, inclusive a escrever também! Obrigad
    Aline Duenha

    Comentário by Aline Duenha — 15 de setembro de 2012 @ 8:15 am

  8. Olá! Estou grávida de 7 meses e ainda estava em dúvida sobre qual tipo de parto escolher. Meu marido quer que eu tente o parto normal e a minha mãe insiste que é muito sofrido e que eu deveria fazer a tal da cesárea. O fato é que o seu blog me ajudou a decidir agora que a melhor escolha que devo fazer é pelo parto normal, afinal de contas Deus nos preparou para isso. Abraços e obrigada pela ajuda.

    Comentário by Paula Alexandre — 19 de janeiro de 2013 @ 11:00 pm

  9. nossa, paula, que legal receber seu comentário!
    espero que dê tudo certo no seu parto. você foi feita pra isso!

    beijão

    Comentário by luíza diener — 21 de janeiro de 2013 @ 10:45 am

  10. Olá!
    Eu ainda não sou casada e não tenho filhos rsrsrs… mas hoje minha amiga e eu estavamos conversando sobre gravidez e ela comentou comigo sobre seu relato (blog) rsrsrs, achei o máximo… e vendo todas as fotos e comentários, tenho mais vontade de ter um lindo Principe que se chamará Pablo Jeff, ou uma linda Princesa que será chamada de Júlia Helena…
    Não vejo a hora de tudo isso acontecer… Deus abençoe todas as mamães… e Saibam… os Filhos São Herança De Deus.
    Kisses Dear.

    Comentário by Valcirene Santos — 21 de abril de 2013 @ 12:09 am

  11. Lindooooo!!!!

    Comentário by Camila G. Suzin — 20 de junho de 2013 @ 11:04 am

  12. estou adorando seu blog!!! muitooo boom mesmo!!! chorando horrores a cada postagem que leio…estou gravidinha de seis semanas…já tenho uma bebe de 1 e 10…tive parto normal tbm….td tranquilo ,4hs em trabalho de parto,segurei ate onde consegui p ir a maternidade,chegando lá foram só mais 40 mnts!!!! espero que o meu próximo parto seja tão bom qto o primeiro…e lendo e relendo seus relatos super emocionantes e sentindo um pouquinho dessas sensações novamente,tenho mais certeza de que não existe coisa mais gostosa do que um parto normal,de preferencia natural! cada pontinha das dores são válidas pra tornar a chegada desses seres ainda mais deliciosa…Deus abençoe sua família!

    Comentário by fer — 2 de julho de 2013 @ 11:28 am

  13. amei,amei,amei tudo!!! parabéns me emocionei d mais cm a sua historia..

    Comentário by milka — 16 de agosto de 2013 @ 10:24 am

  14. Ahhhhhhhh, meu Deus! O relato mais sincero que eu já li. Caraca, eu quis chorar lendo! Na parte que você diz que segurou a mão do teu marido e disse que ele tá vindo, meu Deus deve dar uma emoção! Quero muito um parto assim… Não calmo, não fácil… Mas que eu esteja tranquila ou melhor ciente, de que vai doer, mas que logo terei ele ali comigo. Me ajudou muuuuuuito. Sério. Sem palavras.

    Comentário by Lorayne Luz — 28 de agosto de 2013 @ 6:44 pm

  15. GENTE EU POSSO LER ESTE POSTS MIL VEZES E EM TODAS AS VEZES EU MORRO DE RIR, VOCÊ CONTA DO JEITO MAIS MARAVILHOSO QUE EU JÁ LI O RELATO MAIS PERTO DO REAL =D

    Comentário by Claudia — 10 de setembro de 2013 @ 2:01 pm

  16. Nossa… chorei viu! Que milagre da vida… eu optei por não ter o parto normal (tenho alguns motivos para isso) mas amo ler relatos de parto normal. Parabéns!!! 🙂

    Comentário by vanessa — 26 de fevereiro de 2014 @ 3:28 pm

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