muito além da doação

doação.
uma palavra tão forte, mas às vezes vaga.

quando vemos campanhas beneficentes que arrecadam doações para crianças carentes, ou pessoas doentes, para comunidades afetadas por alguma catástrofe, dentre outros temas, colocamo-nos no lugar delas, nos compadecemos, queremos ajudar de alguma maneira.
muitos doam dinheiro, outros preferem fornecer algum bem material que será útil. há quem comprometa-se com serviço ou doação de tempo.
cada um ajuda como pode e com certeza isso faz diferença.
mas aquele momento passa e, para a maioria que doou, a vida continua seu curso.

doar é ceder gratuitamente a outrem.

mas quando viramos pais, entendemos que o que fazemos por nossos filhos vai muito além da doação.
é uma entrega plena, uma rendição, muitas vezes uma sujeição.
começa na gravidez, quando a mãe cede parte de seus nutrientes, sua energia, disposição e, às vezes, até sua saúde para gerar essa vida. não é uma doação voluntária. é algo que o corpo exige e entrega para que aquele pequeno ser indefeso possa sobreviver. mas sabemos que aquilo acontece para o bem deles e tenho certeza de que faríamos isso voluntariamente se nos fosse dada essa escolha.

eles nascem completamente despreparados, à mercê do mundo. necessitam de cuidado pleno e integral para que não pereçam.
é isso que nós fazemos. protegemos os pequenos, alimentamos, cuidamos para que fiquem fortes.
abrimos mão do nosso sono, da nossa rotina e muitas vezes do nosso próprio cuidado para ter certeza de que todas as suas necessidades sejam supridas.
a gente sofre, entra em conflito porque de repente nossa vida é virada de ponta cabeça e muitas vezes desejamos ter tudo aquilo de volta.
mas começamos a nos adaptar, a abrir concessões, a nos entregar de bom grado.

nós crescemos com a experiência. eles crescem de todos os jeitos.
conforme crescem, ganham independência.
num dia dormem sozinhos na casa dos avós.
no outro, na casa de um amiguinho.
viagem com escola, viagem com os amigos, “me empresta uma grana aí, mãe?”.

mas nosso coração permanece em espírito de entrega.
a doação nunca acaba, porque eles estarão eternamente ligados a nós.

fazemos tudo que podemos para que eles tenham aquilo de que realmente necessitam.
mas não temos controle sobre suas vidas. e melhor que seja assim.
pois nós os educamos para que eles aprendam a tomar suas próprias decisões e torcemos para que, em momentos de necessidade, aquilo que os ensinamos sirva para que sigam o melhor caminho.

assim como os primeiros passos precisam de incentivo e apoio – e costumam vir acompanhados de alguns tombos e choros – nós continuamos à disposição para dar um conselho, um suporte, um colo para desabafar.

em alguns momentos as coisas podem fugir da nossa alçada e até mesmo do controle deles, mas podemos nos precaver e impedir que algumas coisas aconteçam ao agir antecipadamente.

para situações assim, um seguro de vida se faz importante.
sim, porque não conhecemos o dia de amanhã, mas queremos garantir que eles continuem recebendo nosso cuidado, independente do que ocorrer.

seguro de vida itaú. você é importante demais para não ter.



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1 comment

  1. Cara, Luiza, admiro seu trabalho! Falei dia desses no post “como lidar com a perda”. Esse negócio de seguro de vida tem sido pauta frequente lá em casa. Eu tenho esse seguro do Itaú pelo trabalho. Marido também tem. Já tínhamos, mas depois do Benjamin faz muito mais sentido ter.
    Adorei post!

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