10 de janeiro

ninguém disse que seria fácil

por luíza diener

uma nova perspectiva para as mães from potencialgestante on Vimeo.

não tá fácil. não tá nada fácil.
me disseram que aos 2 anos começavam os chiliques, os famosos terrible two. mas a coisa tava só no início.
benjamin aprendeu com todas as letras a dizer não para o mundo e sim para si mesmo. e como diz sim a si mesmo! e como nega com o corpo e a alma tudo aquilo que o desagrada!
eu tento evitar algumas situações desagradáveis, tornar sua rotina previsível para evitar conflitos, permitir que ele faça suas escolhas dentro do possível mas, mesmo assim, todo dia (todo santo dia) haverá algum momento em que o chilique será inevitável. seja por fome, cansaço, seja por vários fatores, seja simplesmente porque ele descobriu a delícia que é contrariar seus pais e descobrir que pode-se ter opinião própria.

eu sei a teoria de um monte de coisas. tenho pagado a língua diariamente com aquele tanto de “meu filho nunca vai fazer isso, nunca vai agir dessa forma, nunca vai me afrontar dessa maneira”.
e às vezes, no desespero, eu surto, grito, bato porta, me tranco no meu quarto (pois é). não é sempre, mas acontece.
um dia, após um momento épico desses, desabei a chorar com a porta do meu quarto trancada. chorava, chorava e não conseguia sair de lá porque não queria que ele me visse daquela maneira. entrei numa crise de choro, mas depois de um tempo acabei saindo do quarto:

– que foi, mamãe?
– a mamãe tá triste e chateada porque você tem desobedecido muito. mesmo assim, me perdoa por ter gritado com você. eu não gosto de fazer isso. eu estava muito nervosa.
– tudo bem, mamãe, calma, respira fundo. vai ficar tudo bem. me desculpa, mamãe.

nessas horas dá vontade de chorar ainda mais, mas me seguro e tento colocar em prática tudo aquilo que sei – e muitas vezes faço – sobre uma criação baseada no amor, não no ego, na raiva ou autoritarismo.

minha visão materna: sou intolerante, impaciente, meu filho me odeia, estou fazendo tudo errado, etc, etc.
claro que, ao assistir esse vídeo, desabei de chorar ao ver que, por mais que tenhamos nossos defeitos, nossos filhos (que também têm os defeitos deles), nos amam assim mesmo. a gente, obviamente, continua a amá-los independente se a forma como se comportam nos agrada ou não (estágio para a adolescência é aqui! faça a sua inscrição. vagas ilimitadas).
afinal, isso também é reflexo da criação que faço questão de dar para os meus filhos. eles são seres pensantes, com vontade própria. apenas desejo que aprendam a mostrar suas opiniões de forma respeitosa.

a visão que fica: sou imperfeita, mas amo meus filhos e vou continuar me esforçando para ser ainda melhor para eles, sabendo que mais que um papel, ser mãe é um chamado, algo que nasceu com o benjamin e que vou morrer exercendo incessantemente, por amor (:

 

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categorias: 3 anos, amor, benjamin, erros comuns, mães extraterrestres, para mães, vídeos

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34 Comments »

  1. Da um alívio tão grande em ver que todas nos, mães preocupadas com a criação respeitosa, passamos pela mesma coisa… Afinal, somos humanas! Se não estivéssemos tendo tanto trabalho acho que significaria que não estaríamos tão presentes, pq criar e educar mesmo eh isso: disponibilidade, tempo, participação ativa, questionamento, reflexão, revisão de conceitos e atitudes… Encontrar-nos conosco mesmas e lutar contra impulsos adquiridos com anos e anos de hábitos errados. Não eh fácil, mas eh recompensador e nos faz tão melhores!!

    Comentário by Tais — janeiro 10, 2014 @ 9:19 am

  2. Meu filho ainda é bebê e eu vivo com caraminholas na cabeça, me sentindo a pior mãe do mundo.
    Mesmo ele sendo bebê, ás vezes perco um pouco a paciência, tenho que respirar fundo, ele é um bebê bem levadinho. O cansaço me deixa ainda mais frustrada. Não brigo com ele nem nada. Mas me pego pensando em como vai ser nesse futuro onde as crianças ficam mais, digamos assim, temperamentais. Me sinto mal por ser sustentada pelo marido, por não ter casa própria, por não ter uma renda pra poder dar presentes de mim para ele. E não "o papai comprou, mas é da mamãe e do papai".
    Todo santo dia tenho pensamentos sobre como sou uma mãe ruim. Me comparo muito com as outras mães que – na minha cabeça – são melhores do que eu, fazem coisas "melhores" do que eu.
    Mas esse vídeo me faz ter esperança de que quando meu filho crescer e entender as coisas irá me amar e me ver pelo meu lado bom. Coisa que eu também deveria fazer!

    Comentário by Paula — janeiro 10, 2014 @ 9:31 am

  3. Paula, tira da sua cabeça essa ideia de ser "sustentada pelo marido". Que negócio é esse? Vocês não são uma família? Deixa ele exercer o papel de provedor da casa e você, aproveita para ser uma mãe presente e dedicada – como já mostra que é. Sinta-se privilegiada por isso. Falo isso com toda sinceridade do mundo!

    Comentário by Natalia — janeiro 24, 2014 @ 3:56 pm

  4. Lu querida, aqui tem um de 5 e um de 7, que brigam pra caramba.(minha vida é inventar coisas e brincadeiras para que eles nao fiquem brigando npos jogos eletronicos) Tb me descontrololo as vezes, surto, grito, bato porta, me tranco no quarto. Depois faço como você, converso, peço desculpas por ter perdido a paciência. (isso me que diferencia da mae que tive), e eles sempre parecem solidários a isso rs Tb penso sempre que quero ser uma mãe melhor e tentar resolver as coisas com sabedoria e serenidade, quero muito, espero que isso conte, o meu querer e o meu esforço, porque todas sabamos que não ;e fácil né? Mas tenho certeza que benjamin vai lembrar sempre das coisas boas, e da mãe amorosa que vc é, e espero que por aqui tb seja assim! beijo e toca aqui (ou abraça aqui 😉

    Comentário by Cynthia Le Bourlegat — janeiro 10, 2014 @ 9:51 am

  5. Luíza.. bom dia. Tenho um blog (só os amigos e familiares acessam rsrsrs) e desde outubro que não escrevo nele. Cheguei pensar se continuaria escrevendo tamanha tem sido a neura comigo mesma a respeito do "terrible two" que está imperando na nossa casa também. Parece que se eu for escrever só vou reclamar porque, como escreveu: não tá nada fácil.
    Desde que a Laura nasceu sempre leio teu blog e ele é pra mim assim: ei.. calma.. não acontece só na tua casa, tua filha não é a pior criança e nem você a pior mãe, i.e., sempre me dá um chacoalhão pra realidade materna.
    Gostaria, com tua permissão, de copiar teu post lá no meu blog porque as tuas palavras se encaixam exatamente na minha realidade.
    Bjs.

    Comentário by Lid Milton Ferreira — janeiro 10, 2014 @ 9:52 am

  6. Que saudadeeeee dos posts de vcs! Adorei!

    Comentário by Tamara — janeiro 10, 2014 @ 9:57 am

  7. Chorei aqui tb com o vídeo e com seu post. Ser mãe não é uma tarefa fácil, se engana quem pensa assim. Mas da mesma forma que posso elencar defeitos da minha mãe, não consigo imaginar a minha vida sem ela perto de mim. Ela é fundamental na minha vida e hoje, na minha maternidade. Da mesma forma, tento ser a melhor mãe, sei que até meus erros contribuem e contribuirão para o nosso crescimento.

    Comentário by Vivi Marques Pinheiro — janeiro 10, 2014 @ 10:05 am

  8. Me sinto bem melhor quando vejo mulheres como eu ,me sentia muito mal ,frustrada.Meu baby querido e planejado mudou minha vida completamente muitos desafios e angustias parecia que eu não tinha o Dom de ser Mãe =( ;de um mês p/ ca resolvi deixar Deus conduzir meus passsos como mãe tambem e desencanei do estresse de perfeição ;minha Isa esta com 1ano e 5meses tenho que curtir, amar e ser feliz pois o tempo passa e so ficara as lembranças ,e saberei que sempre fiz o melhor para minha princesa!Bjim

    Comentário by jana — janeiro 10, 2014 @ 10:11 am

  9. Oi, feliz 2014 para vcs! Que Deus abençoe ainda mais sua família.
    Tenho acompanhado e adoro. Não se cobre dessa forma, os dois estão crescendo tão bem, resultado de todos os cuidados que recebem de vc e do Hilan. Vc é uma mãe maravilhosa, cuida PESSOALMENTE e TOTALMENTE dos dois. O Benjamin já está começando a ficar mais independente e deve ser difícil essas mudanças tanto pra vc quanto pra ele. Mas de jeito algum vc é uma mãe imperfeita, dar bronca e corrigir faz parte, até pq vc está preparando ele pra viver em sociedade. Beijão

    Comentário by Mayra Muhieddine — janeiro 10, 2014 @ 11:04 am

  10. Luiza, nunca comentei aqui, mas sigo seu Blog desde sempre. Sempre tive vontade de sentar com você pra conversar (sou de BSB também)… Sei que você sabe disso, mas num momento desses, é sempre bom lembrar: PASSA! E eu sei por experiência própria! Minha filha tem uma linda personalidade forte aos 4 anos! E eu tenho menos paciência do que gostaria (estou melhorando muito!!), mas há muitos meses nem preciso colocá-la de castigo, pois ela se acalmou. Passamos por uma fase punk quando ela ficava de castigo pelo menos uma vez por dia e eu me sentia A MÃE DE M**DA do século! Mas PASSA! Passou pra nós e vai passar pra você também! Beijos e muita paciência por aí.

    Comentário by Adriana Moraes — janeiro 10, 2014 @ 11:08 am

  11. Bom saber que esse sentimento não é exclusivo… cada reação agressiva e reativa da minha filha me questiono onde é que eu estou falhando. Sentimento de impotência grande e pior, um medo enorme que tudo isso se volte contra mim! Bem mais difícil do que poderia imaginar, certamente.

    Comentário by Flávia Oliveira — janeiro 27, 2014 @ 11:04 pm

  12. Me lembro de quando há uns dois anos mais ou menos eu me sentia exatamente assim, e olha o Felipe já tinha quatro anos. Eu queria saber o que estava errado, porque esse terrible two era aos dois anos, e ninguém me contou que durava tanto. É claro que naquela época as birras e chiliques eram bem mais espaçadas e não exatamente pelos mesmos motivos. Mas ainda tinha muito chororô para tomar banho, por exemplo. E fome ainda era um dos principais gatilhos. Portanto, saiba que pode demorar muuuuito, mas passa. Hoje aos seis ele ta um mocinho, ainda não gosta de parar de brincar para tomar banho, mas já não fica correndo de mim pela casa.rsrsrs
    bjos

    Comentário by Francine Barrionuevo — janeiro 10, 2014 @ 11:57 am

  13. Já tinha visto esse vídeo, mas é sempre bom ver de novo para nos lembrarmos que nossos filhos nos amam muito, acima de qualquer surto ou descontrole que possamos ter. Claro que isso não é o ideal e temos que tentar manter a calma, afinal não queremos que nossos filhos aprendam a ser surtados como nós rsrs. Mas como vc bem disse, sabemos toda a teoria, mas a prática é bem difícil.

    Comentário by Monique Oliveira — janeiro 10, 2014 @ 12:33 pm

  14. Luiza, muito legal ler um post como esse. Sou leitora do blog há alguns anos, mãe há 4 meses e me identifico muito com sua visão da maternidade. Muitas vezes, porém, tenho uma imagem sua como sendo " A " mãe perfeita, que se doa integralmente aos filhos, a imagem do casal super unido e pais incríveis! Sei que vcs são tudo isso, mas dentro da realidade e que dificuldades existem, sempre! Estou me adaptando ao lindo e difícil papel de mãe, sempre me esforço pra dar o meu melhor, e sei que nem sempre as coisas saem como planejamos no mundo das ideias… Muitas vezes perdemos a paciência, mas não podemos perder nunca o sentido do amor! Parabéns!!

    Comentário by Maria — janeiro 10, 2014 @ 2:16 pm

  15. Luíza! Sou uma com vc nessa! Tim tim por tim tim! Pra variar, identificação 100%. Parabéns pela coragem de expor suas fraquezas. Acho que fomos separadas na maternidade. Rsrsrsrs! >.<

    Comentário by Simone — janeiro 10, 2014 @ 2:39 pm

  16. "têm horas que dá vontade de surtar. deixar os filhos chorando e se trancar no banheiro pra chorar também. mas nada disso adianta, a gente precisa buscar força onde não existe e continuar adiante.

    deixe para surtar, sei lá, quando sua mãe, marido ou outra pessoa estiver em casa e tiver disposição para olhar as crias. até lá respire fundo e desperte a tia de colônia de férias que há em você. vai ver como vale muito mais a pena que ficar nadando contra a correnteza."

    Trecho extraido do post: Cuidando de dois ao mesmo tempo. Quando li isso, na epoca com um bebe de 9 meses e outro de 20 meses, me senti ultrajada. Se fosse facil assim…

    Bjos e desperte a tia de colonia de ferias que ha em vc.

    Comentário by Laura — janeiro 10, 2014 @ 2:44 pm

  17. Texto e vídeo lindos, estou em lágrimas…

    Comentário by Fernanda — janeiro 10, 2014 @ 7:11 pm

  18. Luiza, essas reações do Benjamin também podem ter a ver com o nascimento da Constança, Claro que ele já se acostumou e ama a irmã, mas deve se lembrar bem do lado bom de ser filho único!

    Comentário by Joana — janeiro 11, 2014 @ 12:03 am

  19. Quem tem 2 sabe!! um de "terrible two" e meio e um de 3 meses… "quero trazer a memoria aquilo que me dá esperança".

    Comentário by michelle — janeiro 11, 2014 @ 7:57 am

  20. Uau! este post caiu como uma luva para o que estamos passando por aqui! Adorei! Bjs

    Comentário by Taniguá Valle — janeiro 11, 2014 @ 8:54 am

  21. Nossa, Luisa, quanta emoção, li primeiro o post pois estava curiosa (1º do ano!) e vi o vídeo depois…me enxerguei nas duas situações, não se culpe e não se preocupe quando perder a paciência ou se achar brava demais, todas nós passamos por isso, tenha certeza e ainda assim, eles nos amam!! Muita paz e alegria em sua vida e na vida de sua família esse ano! Adorei a proposta do video:" Vamos nos enxergar de uma maneira diferente" e seremos melhores, bjOs!!
    P.S. Adooooro o blog 😉

    Comentário by Raquel Simões De Medeiros — janeiro 11, 2014 @ 12:01 pm

  22. Luiza, ontem descobri a coisa mais excepcional da minha vida ! a mais preocupante, a mais linda… estou grávida !! é tao estranho pra mim dizer isso ainda, mesmo o resultado sendo 4.850 ! me sinto tao feliz, assustada, preocupada, ansiosa e feliz, feliz, feliz, feliz, ainda fico tremendo e pensando e revendo o exame, nossa ! Nem acredto.
    Estou escrevendo para você por que você é uma pessoa que eu me baseio, rs serio mesmo, vejo seu blog, seu modo de agir com seus flhos, suas teorias, tentativas loucas (como a da primeira papinha da Constança !!), rs e sempre confirmo que gostaria de ser o mais parecida com vc ! kkkk acho q penso mt parecido com vc em varias coisas, vc me parece ser mt confiante e segura, coisa q eu nunca fui e gostaria de ser c meus filhos, TODO o dia entro no seu blog pra ver post novos, rs mas ultimamente sempre me deparo com os posts mais lidos em 2013 ! kkkk
    Vim aqui com esse texto grande pra vc perder seu tempo lendo, pra dizer que eu admiro vc, seus filhos sao lindos, e que a partir de agora serei outra louca, nesse mundo louco da maternidade. Continue sempre assim, mesmo achando ser uma mae ruim ou etc, fique sabendo que vc é demais ! kkkkk abraçao e me deseje sorte !

    Comentário by Hingrid — janeiro 11, 2014 @ 12:41 pm

  23. Oi, Hingrid, nunca será perda de tempo ler uma mensagem tão fofa como a sua.
    Em primeiro lugar, parabéns!
    Cada vez que recebo uma notícia de gravidez de alguém, alegro-me como se fosse de um parente próximo. Gravidez é sempre uma bênção 🙂

    Fico muito feliz por ser inspiração para você tanto nos acertos quanto nos erros. Ok, espero que você inspire-se apenas nos acertos, mas saiba que quando errar (e como erramos!) isso também é normal e faz parte do crescimento (deles e nosso).

    Te desejo uma gravidez saudável e tranquila. Desejo a você como mãe muito amor e segurança também. Confie nos seus instintos, sempre procure informação confiável e de qualidade e não deixe de conversar sempre com outras mães, pois a troca de experiência nos ajuda muito a crescer.
    E, claro, conte comigo também.

    Sorte, muita sorte! Parabéns!!!

    Beijos

    Comentário by luíza diener — janeiro 12, 2014 @ 6:56 pm

  24. Super me identifico com a parte do estágio para a adolescência…rs..a Sophia já passou dos terrible two, que nem foram tão terrible assim, e já vai completar 7 anos – e posso te dizer: piora! Mas num é que fique de todo ruim, é que os argumentos ficam mais elaborados, o vocabulário é maior e as vontades idem. Temos momentos que ela se revolta, cruza os braços e deita na própria cama, de costas pra porta…mais adolescente impossível. O que eu faço? Rio e espero a tempestade passar. Mini adolescentes, assim como os adolescentes, não escutam quando estão irritados, então espero ela perceber que não tem platéia e converso sobre o motivo do chilique. Toh fazendo um super estágio, pode ser que quando a adolescência chegar eu esteja super preparada…kkkkkk

    Comentário by Thatianne — janeiro 11, 2014 @ 8:59 pm

  25. Eu era um monge antes do Miguel hahahaahaha ninguem dos meus amigos antigos acredita quando digo que fico doido às vezes. criar filho não é fácil e a gente erra bastante. mas quem quer criar um filho perfeito? o importante é nos esforçarmos para fazer nosso melhor 🙂

    Comentário by Noris — janeiro 20, 2014 @ 10:42 am

  26. Luiza!!!!! preciso urgentemente de dicas de livros sobre o temível terrible two… estou começando esta fase na minha casa, eu e meu marido não sabemos mais como agir…

    Comentário by Gabriela Santos Savian — janeiro 20, 2014 @ 2:27 pm

  27. Gabriela, um livro que ajudou bastante aqui em casa foi “Soluções para disciplina sem choro”, da Elizabeth Pantley.
    Nos ajudou bastante.
    Se não achar nas lojas, pode comprar pela internet (sites de confiança que já comprei e recomendo: submarino, americanas e livraria cultura).

    acima de tudo, revista-se de paciência.
    te indico duas leituras:

    http://potencialgestante.com.br/a-disciplina-do-amor

    http://maternarconsciente.blogspot.com.br/ (tem que escarafunchar o blog pra achar assuntos relacionados)

    boa sorte!
    beijos

    Comentário by luíza diener — janeiro 20, 2014 @ 9:13 pm

  28. […] criação com apego? lindo, amoroso, muito colo e carinho, mas confesso que às vezes deixo meu filho de castigo e não dou conta dessa de abraçar no auge da birra. não mesmo (pra quem não viu, leia este post). […]

    Pingback by potencial gestante – nenhum método é perfeito — janeiro 21, 2014 @ 8:01 am

  29. Precisava tanto ler/ escutar algo assim… as vezes (quase sempre) acho q só erro com o meu filho… é mto mto dificil! Obrigada por dividir esse vídeo!

    Comentário by Ludmila — janeiro 22, 2014 @ 3:45 pm

  30. Querida, não é possível assistir o vídeo, foi retirado… você tem cópia pra enviar por email? Se tiver poderia me enviar…? Se sim ana_alva62@hotmail,com. 🙂 Grata, beijos, Ana

    Comentário by Ana Separavich — janeiro 26, 2014 @ 4:22 am

  31. Meu filho, o Thiago, está com 1 ano e 6 meses e parece que a crise já chegou. Ele me desafia constantemente, principalmente no quesito 'não joga as coisas no chão, por favor meu filho'. Já tentei bronca, castigo (sim…tentei até cantinho do castigo), conversa, fazê-lo pegar, mas nada adianta. Vai celular, laranja, brinquedo, controle remoto. Tudo arremessado para o chão. Já tive meus surtos também. Grito com ele e depois saio correndo me trancar em algum lugar. Me arrependo em 30 segundos e me sinto a pior mãe do mundo. Mas não vou desistir de educá-lo. Não posso! Colocar alguns limites é minha responsabilidade, ainda que seja tão difícil.
    Sinto grande alívio em saber que não estou sozinha nessa empreitada tão complexa que é a maternidade! E pensar que tenho outro (na verdade outra…a Rafaela) no 'forno', chegando em meados de Junho…ai ai ai. Grande beijo e vamos em frente!

    Comentário by Nancy Russo — janeiro 27, 2014 @ 12:51 pm

  32. Realmente incentivador e intrigante. Todo o tempo esta dúvida está alí, como uma pulga atrás da orelha, principalmente após repreender o seu filho, de 4 anos, por algo errado ou mal educado que tenha feito…
    Procuro melhorar e algumas coisa relevar, mas.. Não é fácil…pois por outro lado é resultado de ciúmes do irmão mais novo(4meses)

    Comentário by Luciane Dowbenca de Paula — janeiro 28, 2014 @ 1:43 pm

  33. Como faço para compartilhar este video no meu perfil do facebook?

    Comentário by Rosy Souza — fevereiro 5, 2014 @ 4:39 pm

  34. Como já comentei em outro post, entrei aqui hoje (e como deu pra perceber to lendo sem parar), e o motivo de eu ter lembrado de ler o blog (que já tinha sido recomendado faz tempo, mas cabeça de grávida né ¬¬) foi esse vídeo. Estava eu linda, bela e barriguda ontem fazendo janta quando meu marido (que não costuma fazer isso) me chama sério, me faz sentar no computador dele e assistir o que ele achou num blog.
    A crise de choro demorou pra passar. Meu filho nem nasceu ainda e eu já vivo me sentindo a pior mãe. Pq não consegui cortar certos alimentos durante a gravidez (não comia chocolate antes e agora sempre fico com vontade, como lidar?). Pq to com medo do parto. Pq acho que não vou dar conta. Pq vou ter que botar ele na escolinha. Pq vou ter que discutir com muita gente pra aceitarem a forma de criação que eu desejo. Pq já tenho que defender meu filho que nem nasceu de pré-conceitos de outros pais que não pensam como eu. E pq tenho medo depois de ficar ouvindo nhenhentos EU AVISEI desses mesmos pais. Pq tenho medo de não dar certo como mãe como senti que não dei certo em tantos outros aspectos da vida.
    Depois disso ele me abraçou e me tratou com o carinho que tava faltando nos últimos dias por conta do estresse com a proximidade da chegada do bebê e uma reforma infinita da casa. Achou engraçado meu choro e me disse que eu mal tinha começado o vídeo e ele já sabia que eu precisava ver. Desabafei todos os medos mais profundos e obscuros que tenho sentido e que sequer falo em voz alta pq o pavor é muito grande.
    Tô me sentindo 10kg mais leve desde ontem, mesmo com todo o peso da barriga, e até mais limpa, mesmo com o calorão que tá fazendo.
    Obrigada!

    Comentário by Carol — fevereiro 21, 2014 @ 3:32 pm

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