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o apego

não sei se já escrevi sobre isso antes, ou se foi apenas um post imaginário que nunca foi ao ar, mas ultimamente tenho vivido um momento de extremo apego ao filhote.

seja da parte do benjamin para comigo ou vice versa, o fato é que estamos cada vez mais grudadinhos.

e não sei por que cargas dágua isso gera um incômodo inexplicável em muitas pessoas ao redor.

foi por volta dos 8 pros 9 meses que ele começou com essa história de chorar quando eu saio e chorar quando eu volto. é a tal da ansiedade de separação. e daí que ele nunca melhorou disso.
claro que hoje em dia ele fica bem mais tranquilo na minha ausência e até mesmo na minha presença, mas no colo de outras pessoas.
também desenvolvi uma ferramenta mágica pra momentos em que bate aquele desespero depois dele ser passado de colo em colo e só querer saber de mim: dona teta. funciona que é uma beleza e permite que ele volte à sua atividade normal.

mas voltando ao apego, cada dia mais temos nos curtido de um tanto que eu nem imaginava que seria tão rápido. achei que só quando ele tivesse lá pelos seus 2 anos, com um vocabulário mais avançado e correndo para todos os lados.

mas não. há momentos em que um olha pro outro e já dá risada. em que ele começa a resmungar e eu sei que não é pura manha.
mãe que é mãe sabe quando é sono, fome, cansaço ou só enjoo mesmo.
às vezes, quando ele está a brincar, eu me esparramo no chão e chamo: “deita aqui com a mamãe” e ele vem rapidão e encosta a cabecinha nimim. e eu me derreto inteira.

aí já ouvi coisas do tipo “claro que ele é grudado assim, ele passa o dia inteiro com você”.

queria o quê? eu parei de trabalhar pra cuidar do meu filho e era pra ele passar o dia inteiro aonde? numa creche? com a babá? na casa da avó?

nada contra quem faz isso, pelo contrário!

mas parece que há um grande problema do filho passar o dia inteiro com a mãe, né?
alguém me explica o mal nisso?

também já ouvi “mas é porque ele ainda mama, aí fica muito dependente de você”.

hello-ou! meu menino tem 1 ano de idade. é mais que óbvio que ele ainda mama.
tem um tal de ministério da saúde e uma coisa chama oms que recomendam a amamentação prolongada até, no mímimo, 2 anos de idade.

eu só queria saber qual é o grande absurdo de uma mãe ter um filho – que ainda é bebê (porque é, né?) – apegado a ela. aliás, qual é o problema de um filho de qualquer idade ser apegado à mãe?
falam como se eu tivesse um filho de 30 anos que ainda liga pra mim pra perguntar qual roupa usar para ir trabalhar ou pra me consultar qual é o melhor lugar para sair pra almoçar.

é claro que o bebê que passa quase 24h ligado à sua mãe vai ter mais dificuldades de afastar-se dela. lógica pura.

e eu devo fazer o quê? arrumar um milhão de atividades longe dele só pra ele amadurecer (oi?) e eu mostrar pra todo mundo como meu pequeno é grande, forte e cheio de autonomia?
desmamá-lo pra ele deixar de depender de mim pra passar a depender – literalmente – de uma vaca?

acho que a cultura de hoje vive na base do medo.
medo de apegar-se demais e depois sofrer o abandono.

ninguém nunca morreu por excesso de amor, especialmente de amor genuíno e incondicional.

quando chegar o tempo certo ele vai ter suas atividades extras longe de mim e eu dele.
quando ele achar que é o momento (ou enjoar da minha teta), ele vai desmamar.
mas tudo isso vai acontecer de forma natural e agradável para ambos.
eu não vou pegar um bando de literatura e palpites vagos só pra nos encaixar no padrão dessa cultura maluca que cria uma geração de robozinhos que busca o amor nas coisas mais vagas e vazias.

viva o amor visceral!

*sei que essa foto não tem muito a ver com o contexto, mas é que essa cara fofa dele me mata!

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59 comments

  1. Luiza, me reconheci no texto! Mas não como mãe, como filha.
    Minha mãe parou de trabalhar quando meu irmão do meio nasceu, eu tinha lá meus 2 anos e quer saber? Foi a melhor coisa que ela fez na vida. Em casa somos super grudados, apegados. E não tivemos dificuldades de amadurecer por isso, pelo contrário, minha mãe sempre disse que eu fui "adultinha" demais e meu irmão também é super responsável.
    Acho que na verdade o que falta hoje em dia é isso. Mães e pais presentes, que conhecem o filho e permitem o diálogo.
    Não sei como será quando eu tiver um filho, mas tenho certeza que se tiver condição, não pensaria muito em deixar o emprego e cuidar dos pequenos.
    Sua atitude está certissima e não ligue para o que os outros dizem!

  2. Acho o máximo poder largar tudo e ficar com o pequeno… eu infelizmente não tive condições, e trabalho o dia todo. Assim como meu marido. Quando chegamos em casa, ele larga tudo e fica com a gente. Nunca foi de querer ficar no colo da vó (que fica com ele) ao invésde vir com a gente….
    Acho que mesmo que vc ficasse em casa o dia inteiro, mas não fosse um dia de DEDICAÇÃO à ele, esse apego não existiria, assim como o pouco tempo que temos com o Dudu, o aproveitamos o máximo. Isso faz com que eles nos amem e se apeguem aos pais. Acho que apego de criança é amor… só isso.
    E uma coisa, quem critica é porque sente inveja…. não há coisa mais linda e pura que amor de mãe e filho, pai e filho.
    Quanto mais grudadinho, melhor!!!
    Beijinhos,
    Fer

  3. Luíza, tu tá mais que certa. Quem diz o contrário tá com inveja da tua relação linda com o teu filhote.
    Parabéns pelo Blog super super legal.
    Sempre que preciso de conselhos, dicas ou apenas me sentir ‘normal’, dou uma espiada no que tu escreve.
    Beijo grande e obrigada. Mesmo não me conhecendo saiba que tu me ajuda muuuito

  4. Só uma coisa a dizer: NEH!!!!
    "Quando é que tu vai colocar esse guri na creche, tu tem que trabalha. Quando ele vai largar esse peito? Que coisa feia, desse tamanho e ainda grudado no peito, esse guri vai ser um pervertido!" (a pior de todas foi essas última)
    E devolvo com outra pergunta: "Quando é que você vai parar de cuidar da minha vida? Vai dar jeito na sua que neh, tá mais ou menos…" Isso serve principalmente para o meu pai e seus conselhos sem noção, para a minha mãe que só dá opinião quando não é chamada, para a minha irmã que acha que cuidar de criança é barbadinha, para a tia que teve cinco filhos e acha que sabe tudo.
    Desculpa o desabafo, mas como tu sabe, agente fica de saco cheio disso! #prontofalei
    Bjão pra ti e pro pequeno, o meu faz a mesma carinha e eu derreto da mesma forma *-*

  5. Luíza, não dê muito ouvido a essas coisas, queria eu poder largar o trabalho pra cuidar do meu filho quando tiver um. Aproveita bem essa fase e forma todos os vínculos que devem ser formados entre mãe e filho. Deixa esse papo do filho não ser dependente pra outra fase da vida dele.
    Beijos!

  6. Verdade Luiza, tenho estado no mesmo barco que vc…. tbm parei tudo pra ficar com meu filhote, e as pessoas perguntam assim com um ar de reprovação: Mas vc fica o dia todo com ele?????? Como se fosse errado sabe…. odeio…

    Liiindo teu Ben…. adoro ele 🙂

  7. oi Luiza, sempre passo aqui pra ler seus posts, sei la `e tanta intimidade que a gente aqui do outro lado se sente intima de voce, parece que somos vizinha de porta rsrsr, mas fiquei curiosa da festa de 1 ano do Benja, voce fez? `e que to me programando para fazer a festa da minha pequena e queria ler mais sobre isso. tem fotos ? bjs

  8. E onde é que eu assino?
    Isso é um guest post! Meu, meu, meu!
    Hehehehe
    Acho isso mesmo!
    E, pelo que percebi, tu tb não queres desmamar o Ben, queres que ele se desmame?
    Eu quero que Lorenzo se desmame… Mas minha vizinha mamou até os 7 anos, quando a mãe teve de desmamá-la! E o tanto que Lorenzo é fissurado num mamá, sei não, vou ter de ir no recreio da escola amamentá-lo! hahahaha!
    Nem é uma preocupação porque ele só tem 6 meses, é só uma dúvida…
    Beijos

  9. Ai lu, sabe que agora que gael est[a com quase 2 meses escuto cada absurdo, tipo, se vc pega-lo no colo toda vez que ele chorar , vai acostuma-lo mal, deixa chorar ate dormir, peito toda hora, seu peito vai cair…e etcetc…e vai a nova mama rodar a baiana todos os dias pelo menos uma vez!!! hahahah…viva o amor!!!

  10. Minha filha desmamou e começou a escola o dia todo aos 5 meses e mesmo assim começou a grudar em mim nessa mesma época que seu filho. Eu sempre adorei, claro que tinha horas que eu precisava de um tempo pra alguma coisa e ela não deixava, mas eu sempre amei esse grude. E CLARO que fui MEGA criticada, chamada de superprotetora e coisas do tipo.
    Isso só mudou depois que o segundinho nasceu e ela obrigatoriamente teve que passar, de repente, três dias longe de mim e na volta me dividir com o irmão.
    claro que nào foi fácil pra ela e nem pra mim, mas dois meses depois sinto que saímos sem sequelas. Ela continua me amando, mas é um pouco mais independente de mim (pra meu desespero, lógico).
    curta MUUUITO o seu grude enquanto ele é grude. Porque um dia não será mais e vai dar saudade. E os outros que vão pro inferno!
    Bjs!

  11. Nada a acrescentar. Vc descreveu muito tudo o que eu sentia durante essa fase do meu pequeno. Os palpiteiros de plantao deviam parar de cuidar da nossa vida e cuidar da vida deles e dos filhos deles, afinal eu nao digo como devem cria-los. Muito bom!!!

  12. Acho que amor e carinho nunca fazem mal. Independente da idade do filhote. Bom pra vc e privilegiado ele por terem a oportunidade de passar esse tempo todo juntos.

  13. oi luiza, vc não imagina como essas situações são familiares pra mim ainda hoje, que tenho uma menininha de 2 e 2 meses e que sim, ainda mama no peito. Aliás, está fazendo isso nesse exato momento. Só que a ladainha que eu escuto é assim: tá na hora de você "deixar ela crescer" , ela já fala e anda, mamar no peito até hoje? – ou ainda: você é muito animada (sarcarsm?) Sim, a Catarina é uma menina mega ativa, anda por todo lado, fala tudo e faz aula de balé. Mas quando lhe dá na veneta chega perto de mim e fala "telo mamá" e pronto. Desde que ela fez um ano eu venho escutando cada vez mais frequentemente "quando vc vai colocá-la na escolinha?" Resposta: em 2013. Choque. Ela também fica comigo o dia todo, eu a levo pro trabalho comigo (trabalho só a tarde) e lá ela tem uma mesinha, canetinhas, brinquedos, uma moto, e um cercadinho onde dorme a maior parte da tarde. Realmente um bebê de um ano ou 2 PRECISA MESMO ir a escola? Segundo a pediatra, não, não precisa. Até os 3 anos criança só precisa de pai e mãe. Antes disso quem precisa da escola são os pais por questões de trabalho. Mas se a gente não tem essas questões e podemos alegremente cuidar dos nossos filhos pequenos sem intermediários, eu continuo me perguntando o porquê da insistência das pessoas, em que incomodamos tanto a ordem estabelecida. Somos felizes. Nossos filhos mais ainda. Acho que é isso que incomoda.
    Recomendo a leitura do Besame Mucho do Dr. Carlos Gonzáles, é um bálsamo pro nosso coração. Beijos em vocês e no pequeno!
    Denise

  14. Concordo totalmente.
    Tbm tive a oportunidade de deixar de trabalhar pra cuidar do pequeno e a cada sorriso e aprendizado dele que posso acompanhar, me faz ter a certeza da escolha certa que fiz… e vou amamenta-lo sim ate os dois anos se ele quiser!
    E esses adolescentes loucos por brigas, orgias, drogas, crianças assaltando… com certeza não são filhos do amor incondicional.
    O que precisamos pra um futuro melhor é sim excesso de amor e cuidado com nossas crianças… isso não significa que não as educamos e dizemos não quando tem que ser dito.

    adorei o texto e a foto.

    bjs

  15. Ainda não vivi isso, mas acredito que é o que me espera! Também parei de trabalhar pra ficar com minha filhota, criar e cuidar dela. Não tive isso e quero viver essa experiência. Que bom que podemos fazer isso também, né? Tem muita mamãe que precisa trabalhar e não tem escolha senão deixar sua cria em alguma creche e confiar nos cuidado de um estranho.
    Curte muito teu filho e manda as críticas e os palpiteiros arrumarem o que fazer que cada um tem sua vida!
    Beijos Lu! Dá uma passada no meu blog, se puder!
    amandoamaralice.blogspot.com

  16. Oi Luiza,

    Eu trabalho fora, mas graças a Deus de uma forma bem adaptável. Trabalho por conta, só não é home office porque tive que arrumar uma sala para trabalhar. Mas consigo ver minha filha durante o dia, consigo estar com ela em todas as consultas, vacinas, enfim, consigo mesclar bem minha vida profissional e pessoal. Por esse motivo, foi possível amamentá-la exclusivamente até os 6 meses e seguir a livre demanda até 1 ano, quando ela resolveu desmamar (eu adoraria seguir até os 2 anos, rs).

    Porque tô falando tudo isso? Porque se na minha rotina de trabalho eu sempre que possível dou uma escapadinha só pra dar um cheiro nela, com certeza se decidisse ficar 24 horas do dia com ela, assim eu seria. Também não entendo a intromissão das pessoas nessa relação mãe e filho. Nunca vi um adulto de 30 anos dormir na cama dos pais, só porque a mãe fez cama compartilhada enquanto bebê. As pessoas falam por demais.

    Sabe que eu sempre ouvi essa história da amamentação: Nossa, mas ela vai mamar até quando? Ué, as crianças em geral não mamam até sei lá, 3, 4, 5 anos? Porque a mamadeira é menos pior do que o meu peito? Ficava pela hora da morte com esses comentários.

    A gente tem mais é que curtir, aproveitar e viver esse amor. Cada mãe ao seu modo, dentro de suas possibilidade e desejos. Vamos ser felizes!

    Fique em paz que com certeza o Ben tá muito feliz com esse apego todo!

    bjs,

    1. Eu super concordo com o amor incondicional , meu bebê nasce em novembro , pretendo amamentar e cuidar dela sozinha… tb larguei a carreira temporariamente pra cuidar exclusivamente do filhote pelo menos por um ano …
      Mas seu comentário me fez rir sozinha … eu cocnheço pessoas não de 30 …mas de 28, 25 e 20 que de vez em quando ainda baixam na cama dos pais … rsrsrsrrs não pra dormir uma noite inteira mas, pra conversar , ver tv e até ficar de bobeira mesmo… Lá em casa , sempre foi assim … qnd. pequenos as vezes dormiamos no meio … depois de adolescentes , adultos não criamos nenhum tipo de tabu em relação a cama dos nossos pais…ninguém nunca se envolveu com coisa errada … e somos muito apegados uns coms os outros .
      Não vejo nada de errado nisso , acho que é assim que deve ser …
      bjssssssssssss

      1. Akakakaka Vivi, quando disse dormir me referia simbolicamente a um adulto tão dependente da mãe que não conseguisse dormir sozinho, rsrs. No seu caso é puro amor e isso é lindo. Mas um fato positivo do tal apego que a Luiza falou. Eu também sempre tive essa relação com minha mãe e com certeza é fruto do muito amor que eu e meus irmãos recebemos.

        bjs,

  17. Viva!!!!! É bem contraditório um "bebê independente", como assim??? Estou na mesma situação que vocês e também acho que tudo tem seu momento para acontecer e vai acontecer naturalmente, sem neuras !! Viva o apego necessário ao crescimento!!!! Beijos procês.

  18. Luiza, vem cá….segredinho: _Todas as atitudes dos filhotes os (des) palpiteiros de plantão colocam a culpa na Mãe…. se ele estivesse na creche, na Vovó , na Tia, no vizinho…. tudo tudo …. a Mãe q tá fazendo algo errado ou errando a mão…affffffffffff Viva o amor Visceral!Vamos amar amar amar estas criaturinhas com tudo q nos é possível…. Vamos curtir mesmo este momento onde o coração até doi de tanto amor q não sabia q podia existir…. Bjus….

  19. ta mais que certa, Luisa!
    eu tenho 21 anos, com planos de formar minha propria familia e ate hoje sofro com a perda a minha mae, que aconteceu a 5 anos atras.
    ainda choro a falta dela com frequencia e isso me ensinou a valorizar o afeto, o amor, a presenca.
    mas que diabos! eu daria tudo por mais 5 minutinhos com minha mae.
    o Benjamim so vai ter esse tamanho uma vez, so vai ser essa delicia uma vez e voce tem mais e que aproveitar mesmo…
    e se a palavra de uma psicologa em formacao servir de alguma coisa… isso so faz bem pra ele e pro desenvolvimento emocional dele.
    la na frente, de alguma maneira (porque e dificil que ele se lembre) ele vai sentir os beneficios e as vantagens de ter tido uma mae tao proxima dele desde os primeiros momentos!
    deixe os chatos de plantao pra la!
    se amem!
    um beijo, Bia – http://www.solimda.blogspot.com

  20. O Apego aqui é mais da minha parte do que da parte da Maria! E o que tem de errado nisso? O problema é de quem? Bom, é bem assim que eu me descobri com a maternidade, pitacos alheios= cara de caneca ou respostão na lata! rs
    Beijão

  21. Lu, também já ouvi isso sobre o apego e acho um saco a mania alheia de querer dar autonomia a bebês! Ora, bebês são bebês, seres dependentes, que precisam da gente para tudo. Aos poucos e no tempo deles, é que vão ganhando alguma autonomia, mas forçar isso é lutar contra a natureza (deles), não dá certo. Ninguém respeita mais os processos, né? Como se tudo tivesse que acontecer de um dia para o outro, de preferência quando completasse 1 ou 2 anos. Melhor ser dependente agora do que ligar para as mães aos 30 anos por insegurança sobre o que vestir, ahahaha!
    Beijos

  22. "é claro que o bebê que passa quase 24h ligado à sua mãe vai ter mais dificuldades de afastar-se dela"
    Taí, não sei se concordo. Acho, pelo contrário, que um bebê que passa o dia longe da mãe fica muito mais grudento. Emília, por exemplo, depois que saiu do período integral para o matutino, vai pra creche super alegre, sem olhar para trás. Antes, ficava se agarrando no Rafael.
    O que as pessoas não entendem é que a disponibilidade da mãe, em vez de "estragar" a criança, permite que ela ganhe segurança suficiente para ser independente. Se ele tem uma mãe que sempre se vai, e demora a voltar, o que ele vai esperar do mundo?? Uma criança que tem suas necessidades atendidas (especialmente as emocionais) vai crescer sabendo que pode interagir com o mundo e obter respostas. Uma criança abandonada (porque é isso o que muitíssimas crianças são em nossa sociedade – abandonadas, largadas, terceirizadas) vai crescer carente e insegura. É batata.
    Amamente, lamba, curta. Essa fase não vai voltar. E esse privilégio de passar o dia com a cria não é pra qualquer uma.
    "Maria escolheu a melhor parte, e esta não lhe será tirada…"

  23. O que essas pessoas tem a ver com a forma que você cria seu filho?? Fala sério! Concordo com você e assino embaixo! Sou a favor da criação com muito apego mesmo, muito amor!!! Até hoje vejo a diferença da minha criação e das minhas irmãs com outras amigas…nós somos super carinhosas umas com as outras e sem falar na nossa mãe, que é super carinhosa e às vezes, confesso que até um pouco possessiva com a gente, mas a amamos incondicionalmente! E pretendo criar meu filho, que amo de paixão (minha mãe diz que sou uma onça quando chegam perto dele..heheh) da mesma forma que fui criada!

  24. Luiza assim tu me mata!! Adorei o post!! Ouço as mesmas coisas: mas tua filha é tão apegada a ti!! sÓ INVEJA MINHA IRMÃ Que seja! Tõ feliz e ela tammbém!
    Parabens pra ti, Bem e Hilan que tá segurando as pontas!!!!

    Bjão!!!!!!!!

  25. Lindo post Luiza! eu tb passo por essas situações as vezes. Quantas vezes já escutei que meu filho é "bichinho do mato" pelo fato dele estranhar alguém e ele querer ficar no meu colo, poxa vida ele só tem 8 meses, é um bebê; acho que as pessoas se esquecem disso. eu ainda amamento meu filho no peito e quero fazê-lo até ele desmamar sozinho, o que é algo que incomoda as pessoas tb.
    é incrivel como as pessoas se preocupam com a vida alheia. ngm paga as minhas contas, eu e meu marido que decidimos o melhor pro nosso filho e pras nossas vidas.
    Vc está certinha. Assino embaixo.
    bj

  26. meu filho esta com um ano, ele tbm ainda mama no peito, nunca tomou mamadeira, usa somento o copinho, e tbm passo o dia todo com ele, larguei tudo para ser mae 24×7.
    mas eu tenho que te dizer uma coisa, só agora sinto que ele esta um pouco mais apegado a mim, mas ele larga tudo e me da tchauzinho quando ve o pai! faz qquer coisa por ele, ate quando ve uma foto dele comeca a chorar de saudade. eu posso sair, voltar, fazer o que quiser, se ele estiver no colo do pai, nao vai dar a minima!
    acho isso muito especial, adoro essa ligacao dos dois.
    ah, mas nao vai no colo de estranhos, nem de parentes, tem que se acostumar com a pessoa bastante, brincar ai sim, pode pegar no colo.
    abs

  27. Amei seu post Luíza. Bem o que acontece comigo tb.
    Larguei tudo ainda quando engravidei, sempre quis ser mãe e queria eu mesma fazer o que conseguia do enxoval do Davi, marido me apoiou e eu me entreguei de cabeça. Depois o Davi nasceu, eu cuido dele sozinha, não tenho mãe por perto (mas tenho sogra, pra meu desespero), e cuido de tudo, casa, comida, roupa… Já ouvi várias vezes minha sogra falando, quando meu filho ainda tinha 5 meses que " ele já está bem grandinho, já pode começar a ficar na creche o dia todo e a mamãe pode voltar a trabalhar", oi? ela pediu qual a minha opinião? Ela que é a mãe? Falou isso não foi uma nem duas vezes, e eu sempre respondo: " Davi não vai pra creche, vai ficar em casa comigo e depois vai pra escolinha, e eu não vou voltar a trabalhar tão cedo." Depois dessa, veio a seguinte frase: " já pode dar chocolate pra ele (com 5 meses), oi? tá doida? Davi não vai ver chocolate por um bom tempo, pelo menos não tão novinho assim, frutas são bem mais saudáveis. Sou chata? Soooouuu, e super chata, tô de saco cheio de frases desse tipo, me pedindo pra por o menino tão pequeno na creche sendo que quero e posso ficar em casa com ele e me pedindo quando ele vai parar de mamar, por mim não pára tão cedo, e se Deus quiser vou conseguir levar pelo menos até os dois anos a amamentação dele. Nessas horas, com essas perguntas, tem que baixar um Buda na gente viu pra não ser tão grossa com a pessoa que fala essas asneiras.
    Beijos pra ti e pro Benji.

  28. Luíza eu fico imaginando como vai ser quando tiver que deixar minha pekena na creche, hoje nós temos que ser super tudo, super mãe, super esposa, super mulher, super cozinheira e outras coisinhas mais!! acho lindo sua dedicação exclusiva ao benjamim, eu por enquanto estou sendo super vaca da minha Lulu, rsrsrs, e me dedicando somente a ela e como muitas mamães gostaria muito de passar pelo apego que vc esta viendo hoje!!

    bjus
    Cissa http://nutrimae.blogspot.com/

  29. As pessoas que tem ânsia em controlar a vida alheia muito provavelmente não tem controle sobre a própria vida! Elas querem se sentir importantes e necessárias pra alguém, é carência, é vontade de ser o bebê! Elas se projetam no bebê, o que elas te dizem é o q elas sentiram ou aprenderam quando pequenas! Não se estresse ou se deixe abater, olhe pra elas como bebês que não tiveram essa coisa gostosa que você tem com seu neném.. a final de contas é ele que te importa e você que importa a ele.. você é a MÃE DELE!

  30. Nossa. nem sei quantas vezes eu ouvi que a Alice era apegada demais, justamente porque passava o dia inteiro comigo, ou porque mamava no peito… me irritava!!!!
    Realmente, as pessoas acham que a criança tem que bater asas e voar aos 18 meses???
    É isso, grude bom demais da conta… e digo mais, MELHORA!
    Hoje, com 3 anos e 8 meses, Alice é muito grudada em mim ainda. Vai para a escola desde os 2, em meio periodo. Quando nos separamos, ganho mil chamegos, quando nos reencontramos, ganho abraços e beijos mil… nada melhor. Ela dorme na casa da avó uma vez ou outra, adora, mas depois de uma noite, á quer voltar para casa porque sente saudades de mim! E eu dela!
    Não cogito viajar sem ela, por mais que insistam que precisamos de um tempo só do casal… só que o casal não é mais só um casal desde que ela nasceu… somos um TRIO… aliás, agora, somos um quarteto!
    Continue esse grude porque ele só melhora!
    LOgo você será a mamãezinha querida, o mau amorzinho de mamãe!!!!
    CURTA MUITO!!!!

  31. nossa me vi na sua situação, tenho uma menina de 8 meses, e ela ta super grudada, é uma loucura.. meus pais vão pega-la ou qualquer pessoa ela gruda em mim com as mãos, unhas, dentes e pé dsuiahudah ai sempre escuto "nossa ela é mto grudada em você", "desse jeito ela vai ficar muito mimada", "nossa ela ainda mama no peito? ta na hora de largar já, depois não vai querer soltar" a vontade e de ser incrivelmente grossa, mas é melhor deixar isso só no pensamento e responder educadamente sddhushdus, na moral foda-se né é minha filha ela fará o que quiser, se nunca mais quiser largar das teta aqui ta bom ué, se quiser passar o resto da vida grudada melhor pra mim SHDUSHDS, sei lá é uma fase única e que não dura eternamente depois eles crescem e vão querer sair com os amigos e se divertir sem nós, então acho mais que justo esse apego. beijas

  32. Por aqui também ficamos grudados o dia inteiro. E mesmo não querendo se apegar a nenhuma literatura, acho que tem uma que tu vai gostar, afinal, esse livro comprova cientificamente a importância dessa conexão maravilhosa que tu tem com o Benjamin pelo menos até os 3 anos. Da importância disso pro resto da vida dele! Não lí ainda até o final, comecei ontem e to adorando, o título é "Bebês do amanhã – Arte e ciência de ser pais" do Dr. Thomas R. Verny.
    Beijo

  33. Ai que preguiça dessa mentalidade distorcida, que acha que filho abandonado é que é independente. A lógica e a experiência têm nos mostrado exatamente o contrário. O pessoal da escolinha da Emília já nos disse várias vezes que ela é super independente (claro que num nível condizente com a idade dela, né?), e que depois que a Lia parou de trabalhar e mudamos o esquema de integral para meio-período, ela está bem melhor, muito mais tranquila e feliz (tem sido muito mais fácil deixá-la lá na escolinha, nunca mais chorou), ao contrário dos imbecis que acham que estamos num esquema de "amamentação prolongada" (oi? desconheço um limite máximo estabelecido por qualquer autoridade ou entidade de respeito). Mas, enfim, tá tudo errado no mundo mesmo. Querem que bebê seja criança, que criança seja (pré-)adolescente, que adolescente seja adulto, até começar a regressão de novo, pra recuperar o tempo perdido. Daí a gente vê um monte de trintão, quarentão emocionalmente inseguro, querendo ser adolescente ainda. Por que será?

  34. To atrasada no comentário, mas eu ouvia muuuuuito isso. Me falavam que ele era muito dependente de mim porque eu ficava o dia todo com ele…ué, e já era pra ele ser independente, indo pra balada com a galera??
    Me poupe, né?
    Essa foto está incrível!!!! Lindoooooo!
    beijos

  35. Ah Lu sério..fica bem grudada no seu garotão……..Fiquem bastante apegados..pq logo logo ele estará apegado ao videogame, aos amigos e vc vai poder falar "AINDA BEM QDO ELE ERA UM PITOCO EU APROVEITEI DEMAIS ELE AO MEU LADO, GARRADINHO"…..

  36. luisa, concordo em gênero, número e 'degrau', rs!!! Tb respeito e apoio as màes que voltam, acho que ninguém tem que parar a vida e tals… mas eu tb fiquei com o meu 1a e meio, amamentei esse tempo, aí ele foi para escola todo fofo e seguro de sí. hj em dia ele é um garotão MEGA independente, sim, sometimes ele esquece que eu existo, normal… Mas temos uma ligação muito forte, ele tem uma ternura comigo que é muito legal…. e é seguro até demais, eu que tenho que baixar a bola dele, eheheh!!! portanto, curta muito o seu menino que o resultado é muito legal, pode acreditar!
    beijos e bom finde

  37. Quer palpitar na criação do filho dos outros? Vai ter o seu!
    Eu voltei a trabalhar tem dois dias. Se pudesse ficaria com meu pequeno de 4 meses no maior grude. Tem que curtir MUITOOOO. Bjs a todas mamães.

  38. If Apple did not invent computers and Starbucks didnt invent coffee drinks, precisely why had they become so productive? The journey to offer the most up-to-date and more challenging products, though highly intoxicating, is often a somewhat jampacked line of business. Preferably, Apple and Starbucks built their own niche.

  39. Amei, amei e amei seu blog… me identifiquei muito, ri e chorei! Estou grávida de 7 semanas do meu primeiro filho. Sou filha de uma mãe que sempre trabalhou fora, que super valoriza o trabalho e foi ausente em muitas coisas, apesar de ter tentato fazer o seu melhor… Mas eu sempre quis fazer diferente. Eu me formei, fiz pós, trabalhei e casei com um bancário e por isso estamos sempre mudando de cidade. Com isso, parei de trabalhar para acompanha-lo e agora que engravidei é que não volto mesmo. Eu tenho o privilégio de não precisar complementar a renda da nossa casa, então porque eu não cuidaria pessoalmente da coisa mais importante do mundo que é um filho, o meu filho? Pq a sociedade valoriza tanto a super mulher profissional, em detrimento da que escolhe simplesmente ser mãe em tempo integral? Eu nao entendo pq se tornou praticamente um absurdo parar de trabalhar para cuidar dos filhos… Sei que vou enfrenter muitos palpites e criticas pela frente, mas vou seguir firme naquilo que escolhi e tenho certeza ser o melhor, tanto pra mim quanto para o meu filho.
    Um beijo!

  40. Moro em Goiânia, também espero um Benjamin (que nasce em Agosto/Setembro), já estou com as minhas fraldas de pano na mao, nao tenho carro, e pretendo parar de trabalhar quando ele nascer (alias, entrei de ferias ontem!). Tambem quero uma crianca bem carinhosa em casa e, acima de tudo, que ele seja um homem de bem, sabe? Mas já espero um milhao de criticas com relacao a tudo e a qualquer atitude que eu tomar, boa ou ruim. Por. Uma razao muito simples: eu devo ser o maximo e devo ter uma super "potencial". Com certeza vc tambem. Deixa essa galera e vai cuidar do seu Benjamin, da melhor maneira que vc encontrar, sem grandes interferencias externas. Pq se algum dia alguma coisa der errada, nenhum palpiteiro-chato-bisbilhoteiro-invejoso vao assumir a culpa.

  41. Aqui em casa é assim também. A Maria Antônia está com 9 meses e desde os 6 começou com essa choradeira se eu saio de perto. Quando estamos na casa da minha sogra ela chora um pouco menos. Óbvio, porque lá tem mais pessoas para brincar com ela e distraí-la. Mas eu quero morrer de catapora roxa quando ela me vê e quer vir pro meu colo e não deixam… Se ela cai, meu sogro corre na minha frente pra acalentá-la (ele tem a melhor das intenções, é uma pessoa maravilhosa, mas EU SOU A MÃE, ALÔ!!), se ela chora geralmente eu sei como acalmá-la e ficam tirando ela do meu colo, balançando pra lá e pra cá. Se ela quer vir comigo, minha sogra diz que é só porque quer mamar. Quero saber quando foi que eu deixei de ter identidade para ser uma mera teta ambulante???
    Às vezes ela quer simplesmente ficar no meu colo, brincar comigo… mas aí ficam me pressionando "dá logo o mamá dela, ela quer!". Dá licença, eu sei a hora que ela quer mamar, ou que ela só quer ficar comigo. Mas eu sou muito esquentadinha e tenho uma tendência muito forte a dar respostas atravessadas, então acabo ficando quieta pra evitar problemas… Mas ando muito irritada com isso.

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