12 de março

relato de parto – o nascimento de guadalupe

por luíza diener

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era meia noite e quarenta e seis do dia primeiro de março. virada da lua minguante, exatamente nove luas após a concepção daquele bebê que até então eu gerava dentro de mim.
acordei com uma dor forte.
elas já vinham e iam há algum tempo, mas achei que fossem consequência do dia puxado que eu tivera – primeira reunião da escola nova do benjoca. ou talvez fossem os tais pródromos, que ainda demorariam mais alguns dias até que o grande dia chegasse.

eu comecei a sentir as tais dores às 18h24 do dia 29 de fevereiro. 18h44 outra. 19h04 mais outra. de 20 em 20 minutos elas vieram. depois a cada 10, 15, 6 minutos, meia hora. elas iam e vinham sem apresentar um padrão. observei-as por mais de 5 horas, em segredo. sentia dores leves, como cólicas. ali, ao lado do marido, sem nada dizer. comentei que, no dia do parto, chamaria a parteira e o restante da equipe somente quando o trabalho de parto já estivesse avançado.
senti o bebê bem mais baixo: se antes o bumbunzinho se encontrava na altura das costelas, naquele momento estava poucos dedos acima do umbigo.
não queria alarmar mais ninguém, como havia feito 2 semanas atrás, quando acionei meio mundo jurando que o dia P (dia do parto) havia chegado quando, de fato, tudo não passou de um belo dum alarme falso.

desde as tais 37 semanas eu já sentia os incômodos da reta final, mas não sabia dizer exatamente se que aquilo era um sinal de começo de parto ou o apenas cansaço. nas gestações e partos de joca e sansa foi tudo muito claro e evidente, enquanto nessa os sinais eram mais fracos, confusos, nebulosos.
a gente acha que se conhece. que, porque já passou por duas experiências anteriores, a terceira será semelhante e que tudo será como imaginamos. que terceiro filho não nasce, escorrega que nem quiabo.
mas eu tive que aprender a entregar o controle da situação pra Deus, saber que a vontade dele é soberana acima da minha e que tudo aconteceria no tempo e do jeito dele, por mais que eu tivesse meus planos e idealizações de um parto perfeito. e assim o fiz. e isso me fez esperar mais 2 semanas e 2 dias.

as semanas passaram tranquilas. não se arrastaram. eu soube aproveitar meu final de gestação de uma maneira plena. apesar de todos os incômodos curti meus filhos, cuidei da casa, preparei o ninho e esperei, esperei.
tanto que, quando o trabalho de parto começou de fato – naquela madrugada do dia 1º de março – eu não me pus de pé e comecei a arrumar um milhão de coisas. não. eu virei pro lado e dormi.

dormia e acordava a cada contração. quase 2 da manhã me levantei e decidi que precisava comer alguma coisa. fui à cozinha, comi um cacho inteiro de uvas. enquanto isso, contrações de 2 em 2 minutos quando eu estava em pé ou em movimento e de 3 em 3 quando me sentava.
fiz anotações em um caderno pessoal: “não nego que estou com um pouco de medo. medo de estar enganada outra vez, como foi 2 semanas atrás, e até um pouco de medo da dor. de evoluir muito rápido. de não dar tempo de todo mundo chegar. ou medo justamente de dar tempo. meio cansada de plateias. a decisão é minha. não sei se aviso logo todo mundo ou se espero mais. tô tentando vencer esse medo besta e me entregar de vez. não vou contar pra mais ninguém. já liguei para a paloma (parteira) e agora vou é tentar deitar. vai que é só mais um alarme falso…”.

que sentimento estranho logo às vésperas de ganhar um bebê, mas ele era mais forte que eu. por isso decidi encará-lo. mas, para isso, eu precisava descansar. eu já sabia que o momento estava cada vez mais próximo, razão pela qual eu precisava poupar minhas energias.
então sansa acordou. queria água. eu dei. depois acordou de novo. joca sonhava e falava dormindo. hilan também levantou no meio da noite para ir ao banheiro. aí joca que acordou. tava tudo esquisito naquela noite.
deixei as crianças por conta do pai, voltei para a cama e consegui dormir. as contrações me acordavam. eu dormia novamente. elas vinham cada vez mais fortes e chegou uma hora que eu não encontrava posição que me aliviasse. já perto do raiar do dia eu não conseguia mais ficar deitada. agachava, ficava de bunda pra cima, rolava pela cama. resolvi marcar e elas estavam mais espaçadas que durante a madrugada: vinham a cada 6 , 7 minutos. até 14 minutos consegui de intervalo.

cochilei mais um bocado até perto das 7h da manhã. as dores já estavam intensas, mas o engraçado era que, quando as anotava no aplicativo do celular, eu mentia e marcava que elas estavam moderadas.
elas continuavam vindo a cada 6 ou 7 minutos, com duração de apenas 30 segundos.
“em uma escala de 1 a 10, qual o nível da dor?” perguntou baymax a parteira, pelo whatsapp.
“sete”, eu respondi. mas no fundo eu queria dizer uns oito e meio. ou nove.

7h30 da manhã levantei para ir ao banheiro. meu intestino estava bastante solto e percebi que as dores do útero se misturavam com as dores intestinais. de certa forma era um alívio pra mim, mas nesse momento o intervalo entre as contrações não durava nem 2 minutos. dali pra frente decidi ficar em pé, porque sabia que aquilo aceleraria o processo.
funcionou. aos poucos as dores se intensificavam e as contrações vinham mais próximas.
8h fui ao banheiro outra vez.  que dia lindo pra ter um piriri!
às vezes, contrações de 2 em 2 minutos. às vezes, de 3 em 3. de repente, 5 minutos.
a essa hora hilan já tinha acordado e estava a par da situação. benjoca e sansa também acordados, a todo vapor.
pedi que ele levasse as crianças lá pra baixo (os quartos ficam em cima e a sala/cozinha, embaixo), porque eu queria passar por aquilo sozinha (e porque eles estavam loucões, com fome, a mil).
fiquei pelo menos trinta minutos pra cá e pra lá, ora deitada, ora em pé, ora agachada. o tempo passou bem rápido e as dores estavam indescritíveis.
quando vinham, eu ia pro closet e queria me enfiar dentro do armário. me acocorava no pé da cama e queria morder o colchão. empurrava a parede com força, enquanto jogava uma das pernas pra trás. não encontrava posição pra suportar aquilo.
achei algum alívio não apenas em inspirar e expirar fundo mas, a cada expiração, emitir algum tipo de som. desses pra mandar a dor embora. vocalizar a dor era o único jeito de atenuá-la.
uma mistura de medo com raiva: medo daquilo ainda durar muito tempo. medo das dores ficarem ainda mais fortes. raiva daquela dor, de estar perdendo o controle da situação. tentei deitar de novo porque sabia que as contrações dariam uma trégua. eu não aguentava mais aquela dor.
pelo celular informei à parteira que as dores estavam muito intensas e ela disse que iria pra minha casa em breve. já era quase 9h da manhã.
deitar não me adiantou porra nenhuma.

e aí, aos poucos, comecei a sentir uma pressão lá embaixo. no assoalho pélvico. a parteira me informou que já estava a caminho da minha casa. aquilo ainda duraria mais uns 20 minutos. cogitei tomar um banho, mas não lembro se consegui ou não.
mandei mensagem pra minha mãe e irmã. falei com a ana paula batista, a mesma fotógrafa que registrou o nascimento de constança, que já estava de sobreaviso de que aquele poderia ser o dia. mas pra todas eu avisei assim, meio marromenos, meio “a paloma (parteira) tá vindo pra cá e depois que ela me avaliar eu dou uma posição”.
mal sabia eu que o grande momento estava muito mais perto do que eu imaginava. já era 9h25 da manhã.

veja bem: nós não moramos exatamente perto de lugar algum, a não ser dos nossos vizinhos. por mais que você seja um ágil e veloz motorista, por mais que não haja nenhum engarrafamento e que você seja super sortudo de não pegar nenhum carro lerdo na sua frente, ainda assim é quase impossível chegar na minha casa em menos de meia hora. dependendo do lugar, 40 minutos ou mais. e lá estavam minhas pessoas queridas mal avisadas por mim (será que foi de propósito?) de que, talvez (só talvez), meu bebê chegasse naquele dia. ninguém deu tanto crédito, afinal, duas semanas atrás foi apenas um alarme falso. tudo na maior tranquilidade e eu não me fiz lá muito clara.

9h30: paloma chegava na nossa casa. o equipamento dela já estava conosco havia 2 semanas. hilan já tinha levado tudo pro meu quarto. a outra parteira, auxiliar, estava a caminho.
quando ela entrou, eu estava igual leoa selvagem, andando de um lado pro outro na jaula.
em uma contração muito forte (nível de dor tipo 11) eu me agachei e acabei deitando no colchão no chão. era horrível sentir aquelas contrações deitada. queria levantar, fazer xixi, mas não conseguia. esperei mais uma. não deu. passada mais uma contração, pedi ajuda pra levantar e fui ao banheiro. achei que sairia um litro de xixi e… nada!
opa! se não é xixi, é o quê?
coloquei a mão na entrada da vagina e senti algo. era a bolsa!
“corre, paloma!” o bebê já estava na portinha.
era quase 10 da manhã.

ela chegou com um espelho, eu sentei na banqueta de parto e pudemos ver: o bebê está em pérola! tá dentro da bolsa, fazendo uma bolinha branca logo na saída. e tá vindo!
nessa hora acabou o medo, acabou a raiva e veio uma injeção de ânimo tão grande que eu só sentia uma felicidade fora do comum: “NOSSO BEBÊ ESTÁ CHEGANDO!!” – falei pro marido, com um sorriso enorme no rosto.

“hilan, corre e liga pra caribé!”
juliana caribé é nossa vizinha, amiga e fotógrafa. ela já tinha feito nosso mini ensaio de família/gestante e as fotos do chá de bebê. uma dessas poucas pessoas na vida que chega na nossa casa em poucos minutos. e ela seria o backup de fotógrafa, caso não desse tempo da ana paula chegar.
rapidinho ela adentrava meu banheiro com a filha no colo e fotografava os poucos momentos que restavam antes do nascimento.

banqueta de parto é uma coisa super legal e confortável até um determinado momento. eu conseguia fazer uma força suave pra trazer aquele bebê ao mundo enquanto – ao mesmo tempo – fazia compressas de água quente no meu próprio períneo, pra evitar lacerações.

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mas aí eu cansei de ficar ali. a pressão deixava minhas pernas dormentes e o banheiro estava muito espremido. preferi ir pro quarto, que é bem mais amplo. e tem ar condicionado.

a essa altura do campeonato, a outra parteira – dawn – já estava na nossa casa pra auxiliar a paloma. mas dali pra frente foi tudo muito rápido. não deu tempo de arrumar totalmente minha cama. somente o suficiente pra que não rolasse uma lambreca. me acocorei na base dela de novo. não deu.

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subi e deitei entre uma contração e outra. péssima ideia! aquilo me fez ver estrelas de dor!

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fizemos uma barricada de travesseiros e ali eu me apoiei, com os joelhos no colchão. senti que era hora de empurrar. eu não sentia aquela vontade de fazer cocô, como nos outros partos. apenas um instinto muito forte de fazer pressão.

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se nos outros partos eu senti pouca dor nas contrações e MUITA dor no expulsivo, dessa vez foi tudo ao contrário.
a dor maior já tinha acontecido e, na hora do bebê coroar, tudo aconteceu de uma forma muito suave. não senti o tal círculo de fogo no períneo. mas consegui sentir perfeitamente a cabeça saindo. e eu tinha visão privilegiada pelo espelho do meu quarto. visualizei, pela primeira vez, meu bebezinho do lado de fora: você está chegando! eu estou te vendo! foi somente quando a cabeça saiu que a bolsa rompeu.

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enquanto hilan amparava aquela cabeça de neném, eu esperei a próxima contração pra tentar fazer o corpinho sair. aí senti o bebê mexendo no canal vaginal e podia jurar que era alguém tentando manobrar o bebê. que nada!
paloma tirou o cordão do redor do pescoço e um dos braços: tava tudo enrolado!

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vi aquele bebezinho ficando cada vez mais roxinho: “é normal ficar roxo assim? é um minion mesmo?”  eu conseguia rir e fazer piada. e torci pra próxima contração chegar logo.
veio. eu urrei. e saiu todo o bebê. hilan segurou.

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eu estava de quatro e podia ver tudo pelo espelho. olhei pra trás com muita, muita alegria!
você chegou!! você chegou, meu bebê!

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10h12 de uma linda, quente e ensolarada manhã de terça feira.
hilan foi o primeiro a saber. na sequência paloma viu e ninguém se tocou do spoiler: “vou te passar ela aqui por debaixo das suas pernas, pra você pegar”.
então já peguei vendo quem era: UMA MENINA!!

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bem vinda! bem vinda! minha menina! eu queria chamá-la de guadalupe naquele exato instante!
lá no meu íntimo eu já desejava guadalupe na minha vida. aquele nome, que falou tão forte no meu coração a gestação inteira, com seu significado misterioso: rio dos lobos.
era aquela pequena mulher que estava ali dentro todo aquele tempo, me enchendo de força, de empoderamento, de coragem. o medo me rondou e quis me pegar por muitas horas, mas foi aquela pérola, aquela faísca de esperança que me fez largar da margem e me deixar levar de vez pela forte correnteza daquele rio. me levou direto pra minha lobinha.

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e lá estava ela nos meus braços, preenchendo aquele quarto com luz e graça, inundando meu coração de alegria e plenitude.
nos meus braços ela não chorou mais, apenas se acalmou. não havia mais medo, não havia mais dor alguma. apenas a mais pura felicidade.
juntos, hilan e eu pudemos celebrar mais um presente de vida que recebemos.

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então eu pude me deitar com ela, tirar minha roupa, encostar sua pele na minha.

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depois a placenta saiu e ficou num potinho ao nosso lado, terminando de nutrir nossa pequena.

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nos reconhecemos, nos cheiramos, eu a olhava sem parar.

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passado pouco tempo ela mamou. super bem e por muito tempo, como se tivesse sempre feito aquilo.

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meu períneo ficou íntegro, intacto. aquele foi o trabalho de parto mais esquisito da minha vida, o expulsivo mais tranquilo, o nascimento mais pleno.
eu não fui pra partolândia. eu estava ali o tempo todo. e dali não saí.

ana paula já tinha chegado, exatamente depois que ela nasceu. foi quando entrou pela porta que ouviu o primeiro chorinho da pequena.
minha mãe e irmã ainda estavam a caminho.
pedi meu celular e telefonei: “ei, mãe, você não vem conhecer sua neta?”. gritos do lado de lá: da minha mãe e da minha irmã. “nasceu!!” – gritava uma. “eu sabia que era uma menina!” – bradava outra. e foi a maior festa.

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onde estavam meus outros filhos?
lá no andar de baixo, assistindo desenho animado, como se aquilo tudo fosse a coisa mais natural do mundo.
tão absortos no seu próprio mundo infantil que não ouviram os urros de mãe, não ouviram o choro de bebê. eu estava segura lá em cima. eles, tranquilos e confiantes lá embaixo.

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hilan foi buscá-los. enquanto descia as escadas, já anunciou: “adivinha quem está lá em cima?!”. conta hilan que benjoca parou de assistir o desenho na mesma hora, arregalou os olhos, e gritou: O BEBÊ! e, seguido, de sansa, foram correndo pra conhecer o nenenzinho.
eles adentraram o quarto. dois pares de enormes olhinhos curiosos, brilhantes e sorridentes nos encontraram deitadas na minha cama. nessa hora eu chorei. que lindo encontro! a certeza de que esses três terão um milhão de histórias pra contar, um milhão de brigas pela frente mas, mais importante, terão essa infinita amizade que nunca, jamais cessará. aquela completude sem tamanho tomou conta de mim. nós cinco, ali. nada mais importava.

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pouco depois chegaram minha mãe e irmã e mais uma festa. a casa inteira imersa e transbordante naquele rio de amor.

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quando alguém me levou açaí eu percebi o tanto que tinha comido durante todo o trabalho de parto e continuava comendo.

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esperamos mais um tempo (não faço ideia de quanto) até que o cordão parasse de pulsar.
as crianças ainda estavam receosas de ver sangue e outras nojeiras (que eu escondi delas e pedi pra deixar tudo o mais limpinho possível pra que elas não se assustassem). mas benjoca decidiu que cortaria o cordão. que aquilo não era mais nojento.
paloma segurou. hilan e benjoca cortaram juntos mais um cordão. sansa apenas observava.
aquele foi o o momento oficial em que a pequena deixou a vida do útero e passou a fazer parte desse mundão aqui de fora.

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depois ela foi pesada, medida, verificada. tudo com tranquilidade e respeito. ela não chorou em quase nenhum momento (talvez tenha reclamado, mas nada demais. demorei dias até que ouvisse um choro de verdade vindo dela).

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eu já estava me sentindo tão faceira que por conta própria a limpei de seu primeiro xixi, botei sua primeira fralda, sua primeira roupinha e as luvinhas, sapatinhos e gorrinho que eu mesma fiz em crochê. e lá estava aquele meu pacotinho, quentinho no meu colo.

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a caribé e o marido providenciaram almoço. minha mãe e irmã alimentaram as crianças. e depois mamãe foi levar comida pra mim. eu bati um pratão enorme, com tudo que tinha direito. bebi muita água de coco e ainda continuei com fome. passei a tarde inteira conversando com uma galera: irmã, mãe, marido, vizinhos, parteiras, filhos.
sei lá, tava parecendo uma festa de aniversário. ou uma festa de nascimento : )

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minha irmã me perguntou em particular se o nome estava certo. disse que no meu coração sim, mas que não cabia somente a mim essa decisão.
sem saber de nada, mais tarde hilan apareceu e me disse: “e aí, como está a guadalupe?”, como se aquilo já fosse a certeza mais que absoluta.
GUA DA LU PE! aquela música soou nos meus ouvidos e mais uma vez as lágrimas quiseram me pegar.
aquela menininha de vastos cabelos escuros -assim como seus olhos – não poderia ter outro nome.
guadalupe. lupita. minha lobinha. seja bem vinda! que Deus te abençoe!

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assim como abençoou toda a minha gestação, abençoou aquele trabalho de parto, me encheu de força e coragem, tenho certeza de que Ele também abençoou e continuará abençoando essa pequena mulher.

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fotos: ana paula batista e juliana caribé – dupla exposição

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50 Comments »

  1. Que lindo, Lu. Que lindo seu trabalho de parto, seu relato, a chegada dessa pequena loba. Foi um privilégio enorme ter participado desse momento, eu agradeço imensamente. Eu amo você, amo Hilan, Benjoca e Sansa, e já amo Guadalupe também. Desejo que o amor que ela trouxe só se intensifique, e que essa união familiar se fortaleça sempre. Amo vocês. Beijos.

    Comentário by Juliana Caribé — março 12, 2016 @ 6:38 pm

  2. Não tenho palavras para dizer o que senti lendo seu relato. Parabéns à família inteira. E parabéns a você por ser tão mãe!!

    Comentário by Aline Almeida — março 12, 2016 @ 6:51 pm

  3. Nooooooossa!!!! Que lindo!!!!!! Chorei em várias partes!!!!! Que traga muitas alegrias!!!!!!! S2

    Comentário by Adriana Dias — março 12, 2016 @ 7:40 pm

  4. Que lindo parabéns, me emocionei muito.

    Comentário by Midiã Augusto — março 12, 2016 @ 7:43 pm

  5. Que lindo! Fiquei tão emocionada… Que Deus abençoe vc e sua família. Bjos de luz

    Comentário by Carla Vieira — março 12, 2016 @ 7:44 pm

  6. Luilui amei,nossa estou muito emocionada,minha vontade em ser mãe só aumenta a cada postagem,coisa mais linda de se vê e deve ser mais maravilhoso ainda sentir tudo isso,só peço que Deus continue abençoando muito vocês todos e que você continue nos maravilhando com todas as suas experiencias.Um enorme beijo pra voces…

    Comentário by Geisa Santiago — março 12, 2016 @ 8:06 pm

  7. lindosssssssss!!!! emoção! e-mo-ção! Benjoca o imrão mais velho <3 São tantos anos acompanhando essa família que não tem como não se sentir parte!
    <3 <3 <3
    beijos beijos e SAÚDE!

    Comentário by tamii — março 12, 2016 @ 8:33 pm

  8. Ai que liiiiiindo! Meu coração fica taaaaaao maravilhado com uma historia de nascimento tao lindo! Quero muito passar por um parto assim, em casa, descobrindo o sexo na hora do nascimento… E que seja tudo menos traumático como o primeiro.
    Parabéns pela Lupita, e pela familia linda.

    Comentário by Myckarlla — março 12, 2016 @ 8:43 pm

  9. Delicia! Qnd Sansa nasceu, estava grávida e o nascimento dele me ajudou a buscar por um parto respeitoso e tranquilo, minha Maria nasceu em uma casa de parto aqui em SP! Desde então, tenho acompanhado vcs e Estou emocionada com essas fotos! Que sensibilidade! Captou e passou toda a emoção e majestade que um parto com amor e respeito mostram! Obrigada por compartilhar sua vida, sua intimidade conosco! Deus abençoe sua família linda!
    Bjos
    Ester – Cotia, Sp

    Comentário by Ester — março 12, 2016 @ 8:44 pm

  10. Acompanhei cada um dos relatos e me emocionei em todos. T-o-d-o-s! Chorei mesmo. E fiquei absurdamente feliz por vocês. Benjoca, Sansa e Lupita melhores apelidos, melhores nome. E com certeza com melhores pais. Admiro muito vocês dois, a maneira como lida com tudo, admiro e me espelho. Parabéns por mais uma princesa na vida de vocês.

    Comentário by Lorayne Luz Soares — março 12, 2016 @ 9:05 pm

  11. Que lindo,parabéns, eu me emocionei tanto com parto da Sansa, agora mais um tão lindo, tão doce, eu achei que era guri, errei.
    Que a Guadalupe tenha um lindo caminho pela frente, que a vida da lobinha seja doce e cheia de alegrias, que o Senhor abençoe tua familia, agora 5. Gratidão por compartilhar momentos tão lindo. sim, choreiiiiiii
    Bjãooooo

    Comentário by Nara — março 12, 2016 @ 9:28 pm

  12. Obrigada pelo lindo relato, adoro vc é seus posts, desejo uma linda e cheia lua d leite, bjos

    Comentário by Natalia — março 12, 2016 @ 9:51 pm

  13. Lindo relato! Muito bom vivenciar esses momentos tão cheios de significado lendo o textão rsrs… Benjamin esta muito diferente de quando participou do parto da primeira irmanzinha rsrs… Um rapazinho. Os bebês desde o útero já tem nome e sobrenome, por isso você se emocionou quando seu marido CONFIRMOU o nome chamando a Guadalupe de Guadalupe rsrs… Parabéns! SEjam mais felizes e tenham muita saúde.

    Comentário by nilza — março 12, 2016 @ 10:45 pm

  14. Ai seus relatos sempre me fazendo chorar…..vendo a carinha da Sansa só lembrava do nascimento dela. Foto mais perfeita: Hilan amparando a bebê e voce rindo ! Deus abençoe voces !

    Comentário by Luciene Asta — março 12, 2016 @ 11:20 pm

  15. Nossa…seu relato foi lindo, e tal REAL…digo sem exageros, ou fantasias. Me emocionou, me tocou e me fortaleceu, como mãe e como mulher. No parto do meu filho nada saiu como planejado, absolutamente nada. Eu costumo dizer que ele viria em mundo em forma de poesia, mas tudo virou um grande rock and roll… e era isso que tinha q ser, mas levei muito tempo para entender isso, uma mistura de culpa e frustação ficou comigo por muito tempo. Não tive o parto em casa como queria, meu pequeno veio um pouco antes do planejado e por uma cesaria. hj 4 anos depois vendo a coisa mais linda do mundo correndo por ai, sei que fiz tudo certo. Mas seu relato me reconfortou…nosso filhos são o q são e vem ao mundo da maneira que tem q vir.
    Que Bom que tudo deu certo. Que familia linda e iluminada vcs têm. Que nunca lhes falte o amor e a força que vc mostrou neste parto! Um grande beijo!

    Comentário by Mariana — março 13, 2016 @ 1:36 am

  16. Que relato emocionante! Quanto amor!Não diferente dos outros..uma intensidade que me faz explodir em lágrimas. Que gosto orgulhoso de sua mãe! Hilan também..com as feições tranquilas e a certeza é que esse mulherão superados qualquer coisa! Minha querida..mais queridos parabens! Benfica e Sansa estão lindos..vcs são uma família incrivelmebte inspiradora..o nascimento da Guadalupe me faz perder o medo que estou de parir minha segunda oncinha..tudo De melhor sempre!

    Comentário by Morgen Neith — março 13, 2016 @ 6:48 am

  17. Vc tem um poder de emocionar! Chorei com o seu relato e obrigada por compartilhar conosco! Vc é corajosa e uma mulher admirável! Com certeza vc é um exemplo é uma força! Seja sempre ilumina e que essa luz tranceda as suas gerações!

    Comentário by Carol — março 13, 2016 @ 11:54 am

  18. Ah, que lindooooo! Orgulho! Parir é a coisa mais maravilhosa desse mundooo! No parto do meu segundo, tudo foi bem diferente, senti o mesmo que você. E não fui à Partolândia (fiquei meio saudosa da sensação). Mas foi lindo, respeitoso, visceral! AMO! Parabéns! Parabéns!

    Comentário by Mariana Caminha — março 13, 2016 @ 1:24 pm

  19. Que lindo! O momento que as crianças conhecem a irmã me fez lembrar quando meu irmão do meio e eu conhecemos o nosso irmão caçula.❤

    Comentário by Julia Gomes — março 13, 2016 @ 3:07 pm

  20. Como faz p parar de chorar depois de ler tudo isso?? Vcs são abençoados e peço a Deus que assim seja sempre!!

    Comentário by Monique — março 13, 2016 @ 4:03 pm

  21. Acompanhei os seus três relatos de parto, e apesar de todos serem especiais a sua maneira, com certeza esse foi o mais emocionante por ver a família tão grande, as fotos ficaram lindas com os três pequenos. Parabéns e muita saúde pra nova princesa.

    Comentário by vanessa — março 13, 2016 @ 7:56 pm

  22. Já li, reli, chorei, me alegrei… Vocês enchem meu coração de alegria. Família querida e muito amada. Deus os abençoe… Depois quero visitá-la para conversar e conhecer a Lupita, além de dar um monte de beijinhos na Sansa e no Benjamin…

    Comentário by Sonia Andrade — março 13, 2016 @ 9:55 pm

  23. Maravilhoso, chorei litros de emoção com seu relato. Parabéns!!! Muita luz para ela, que o Universo sempre a proteja. Quem já passou pela emoção do parto natural e humanizado revive a experiência ao ler, incrível. Linda e serena lua de leite.

    Comentário by Noemi — março 13, 2016 @ 11:16 pm

  24. Amo seus relatos!!!! Acompanho o blog desde que comecei a ler sobre partos e encontrei o relato do nascimento da Sansa. Meu sonho era ter em casa TB…mas acabei tendo uma experiência maravilhosa na casa de parto e minha pequena Maria Luiza veio ao mundo na banheira…bem natural. Deus abençoe Vcs….essa família linda!!!!

    Comentário by Thássia do Rosário — março 14, 2016 @ 12:37 am

  25. A cada parágrafo do seu relato parece que eu estava ali com você vivenciando tudo. Que parto lindo! Que Deus abençoe sua família e que Guadalupe traga ainda mais luz e felicidade a vocês. Segurando as lágrimas aqui do outro lado da telinha hehehe

    Comentário by Jociane — março 14, 2016 @ 9:19 am

  26. poxa, Dona Lu, eu aqui com meu cafézinho e soluçando de chorar.
    que familia abençoada! é de encher o coração!
    Parabens por mais um anjinho lindo!

    Comentário by Juliana — março 14, 2016 @ 9:25 am

  27. Mto lindo! Fiquei emocionada. Parabéns que Deus abençoe a família linda de vcs

    Comentário by Gisele Capellari — março 14, 2016 @ 1:19 pm

  28. Momento do nascimento: há momento mais sagrado na Vida?

    Quem me falou do parto, Lu e Hilan, foi a Luciane Zorzin. Sobre o parto, tenho a dizer que sou grata por terem dado oportunidade à Guadalupe de vir a este plano, de modo espontâneo e natural.Ela veio no momento cosmicamente certo, na lua certa, no ninho escolhido. Eu tive experiência semelhante: meu único filho nasceu em nossa casa, com o parto auxiliado pelo pai, que era médico. Só nós dois e o bebê, um menino lindo! esperamos e respeitamos, naturalmente, por tudo: o local escolhido, o momento, a lua. Atendemos à orientação vinda do Alto, de só apresentar o bebê às pessoas ( afora a pequena família) após sete dias de nascido. A razão, confesso não saber qual era, mas, mensagem vinda do Alto, minha Alma segue. Esperamos tb o nome do bebê, por inspiração superior. Ao amanhecer de um lindo dia, o nome veio, límpido, belo, intenso. Isso após um mês do nascimento.

    Penha Barrozo ( segue comentário)

    Comentário by Penha Barrozo — março 14, 2016 @ 2:03 pm

  29. continuando ( Comentários Penha Barrozo)
    Parece que muitos de nós nos esquecemos de que o nascimento é orquestrado pela Vida. Ela se manifesta majestosa, plena.Basta saber esperar, sem receios…e aprender a entregar. Somos feitas para procriar, mas, nos últimos tempos, andamos desaprendendo a sermos nós mesmas, porque o racional tomou conta demasiado de nossas vidas…andamos negando nossa ancestralidade…e nos confundindo com máquinas e aparelhos…e com eles nos identificando. Falta espaço e vontade para retomarmos o curso natural da vida. E de voltarmos a ser quem somos…originais, naturais, abundantes nas possibilidades. SER MÃE É CONDIÇÃO NATURAL, a despeitodo progresso que os snos trazem.

    Parabéns Lu e Hilan
    Penha Barrozo ( filha nascida de parto natural e mãe que teve filho de forma natural)

    Comentário by Penha Barrozo — março 14, 2016 @ 2:16 pm

  30. Que lindo relato, chorei em várias partes. Lendo ele só me deu mais vontade de ter o segundo.
    Muito feliz pela felicidade de vocês, que Deus abençoe você e toda sua familia minha querida Luíza.

    Comentário by Daniely Cardoso — março 14, 2016 @ 3:12 pm

  31. Obrigada, muito obrigada, por dividir isso tudo conosco. Lindo e emocionante. Que Deus continue derramando Suas bênçãos na família de vocês!

    Comentário by Talita Rodrigues — março 14, 2016 @ 5:18 pm

  32. Lindo! Lindo! Emocionante!
    Pena que não teve vídeo, mas as fotos descreveram muito bem! Vou rever o da Sansa ("Filme? Cadê o filme?")!

    Comentário by Marina — março 14, 2016 @ 10:39 pm

  33. UAU!!! Que relato!

    Comentário by Fernanda — março 15, 2016 @ 7:27 am

  34. Eu nunca comento nada aqui, apesar de ler o blog a mais de um ano.
    Esse relato foi lindo, muito emocionante mesmo.

    Desejo toda a felicidade do mundo para essa família tão linda.

    Beijos

    Comentário by Denise — março 15, 2016 @ 10:08 am

  35. Coisa mais lindo é o amor! Que deus abencõe a mim e ao meu marido para termos uma experiência de amor nesse nipe, um dia, nessa vida!!!! Seu relato me emocionou e inspirou e eu nem te conheço! Muito louco isso…

    Comentário by Daniela Rad — março 15, 2016 @ 5:01 pm

  36. ja li duas vezes e chorei muuuito!! que bençao poder parir assim! que Deus continue iluminando esta família linda!!!

    Comentário by erica — março 16, 2016 @ 1:54 pm

  37. Mais que amor! É aquele nó na garganta! E junto com uma invejinha da sua coragem, fui desencorajada pelo médico a ter parto normal e minha pequena Celina veio ao mundo através da cesárea, foi aquela invasão, furação e medição da maneira mais agressiva possível, mas apesar disso tudo ela veio linda e cheia de saúde!
    Deus abençoe sempre vcs e seus caminhos sejam só luz e adrenalina kkkk

    Comentário by Aline — março 17, 2016 @ 10:09 am

  38. Mais que amor! É aquele nó na garganta! E junto com uma invejinha da sua coragem, fui desencorajada pelo médico a ter parto normal e minha pequena Celina veio ao mundo através da cesárea, foi aquela invasão, furação e medição da maneira mais agressiva possível, mas apesar disso tudo ela veio linda e cheia de saúde!

    Comentário by Aline — março 17, 2016 @ 10:13 am

  39. Ooooh mulher forte é vc, hein Luiza!!!!
    Admiro por d+++ suas escolhas e força em segui-las.
    Guadalupe será muito feliz ao lado desta família abençoada.
    Lu, rever o tempo de atualizaçao da pagina que por vezes o texto inicia e me perdi na leitura. Está muito pequeno.

    Comentário by Alba Mendes — março 17, 2016 @ 9:45 pm

  40. menina, estou tentando consertar isso! eu odeio esse refresh e não consigo arrumar!!

    Comentário by luíza diener — março 31, 2016 @ 9:34 am

  41. Luíza, desejo toda a benção desse mundo a vc e a sua família… relato mais lindo que já li… obrigada por compartilhar esses momentos e conseguir transmitir a emoção diante de tanta veracidade.. lindo tudo muito lindo emocionante mesmo… a vida é mesmo um milagre. Guadalupe é linda…e parece que esse nome foi feito exatamente pra ela e pra essa família linda… Luíza, Hilan obrigada pelo exemplo de família e de amor. Desejo tudo de melhor pra vcs o Benjoca a Sansa lindos demais que Deus sempre de saúde em fartura pra vcs pq amor tem de sobra.

    Comentário by Karen Sabrina — março 18, 2016 @ 5:12 pm

  42. Lindoooo estou aqui chorando muito com seu relato que nascimento lindo e lindo seu agradecimento e dependência a Deus … Mais uma vez vc me encorajou a ter um parto domiciliar estou de 16 semanas e quero muito um nascimento com respeito diferente do primeiro. Parabéns que Deus cada dia abençoe mais essa menina é toda sua família

    Beijos

    Comentário by Maya Segers — março 20, 2016 @ 11:20 am

  43. Lindo, lindo, lindo! Nem tenho palavras! Felicidades e saúde pra vcs! <3

    Comentário by letícia — março 22, 2016 @ 1:19 pm

  44. Lindo eh pouco! Foi maravilhoso e emocionante ler seu relato! O que mais me emocionou foi a foto dos irmaos vendo pela primeira vez o bebe. Isso nao tem preço. E a maozinha da sansa pegando no bebe principalmente na ultima foto. Lindo demais! estou gravida do segundo…se eu tiver metade dessas bençaos q vcs tiveram estou satisfeitissima! bjo

    Comentário by Flávia — março 28, 2016 @ 4:31 pm

  45. Lindo lindo lindo lindo
    Super lindo
    Super lindo
    Que amor!!

    Comentário by Sâmara — abril 2, 2016 @ 8:31 pm

  46. Lindo lindo lindo chorei horrores aqui. Que Deus abençoe a todos

    Comentário by GLAUCIA PIRES — abril 5, 2016 @ 1:09 pm

  47. é emocionante gente, chorei aqui! que família linda, abençoada, uma luz e pura gratidão poder ter tido oportunidade de ler isso! toda a felicidade do mundo para vocês!!

    Comentário by Bella — abril 5, 2016 @ 5:34 pm

  48. Que lindo e emocionante!!! Parabéns pela coragem. Amei o texto. Beijos 🙂

    Comentário by Bruna — abril 7, 2016 @ 11:04 pm

  49. Emocionante e intenso!!

    Parabéns pela linda família!!!

    Comentário by Debora Vazon — julho 12, 2016 @ 10:52 am

  50. Que mulher! Que parto! Que relato maravilhoso!
    Uma mulher empoderada, cercada de pessoas que lhe deram todos os insumos pra esse rito de passagem maravilhoso!
    Parabéns família linda, me arrancaram umas lágrimas <3

    Comentário by ANNE LIMA — outubro 6, 2016 @ 6:14 pm

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