15 de julho

orgulho materno

por luíza diener

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há quase 4 anos eu escrevi um post chamado competição veladaonde eu falava de certas disputas bestas que rolam no mundo materno e que foram meio chocantes para mim assim que eu tive filho.
na época eu estava sendo perseguida por uma louca que quase todo dia me alugava pra fazer comparações e dar palpites sobre a criação do benjamin. somou-se aquilo a todos os pitacos e conversas que eu ouvia por aí, o copo foi enchendo, enchendo e.. transbordou em forma de post-desabafo.

hoje em dia eu entendo o que me motivou a escrever aquele texto mas, quase quatro anos depois, adquiri uma paciência e experiência que só o tempo poderia me proporcionar.
por algum motivo eu achava que precisava provar que era uma boa mãe. talvez uma das razões seja a minha carinha de criança. hoje em dia eu me gabo de estar beirando os 30 e ter gente achando que tenho 18, mas nem sempre foi assim.
eu cresci meio complexada por ser pequenina e magrela, por ter cara de novinha, por ouvir uns e outros falarem comigo no diminutivo como se eu fosse uma retardada, por ouvir “parece que você vai quebrar” ou “tadinha”. tadinha por quê? passei muito tempo tendo raiva dessa palavra “tadinha”.

casei-me aos 21 anos porque quis, mas tinha que explicar que não, eu não estava grávida e pretendia esperar ainda uns 4 anos para pensar em filhos. na lua de mel eu sentia que tinha que dar explicações para todo mundo que aquele era meu marido, que eu não tinha fugido de casa pra brincar de casamento e depois voltar correndo pra morar com a mamãe. sentia que eu precisava provar que meu casamento era um dos bons e que, contrariando as estatísticas (e alguns comentários que eu cheguei a escutar com meus próprios ouvidos), meu casamento iria – sim – durar bem mais que um ano.

aí veio o primeiro filho. assim que tornei pública a notícia da gravidez, começaram as dicas: “tá tomando ácido fólico?” “olha, não pode carregar peso, cuidado!” “vai continuar fazendo natação? pode ser perigoso para o bebê”. uma conhecida chegou a me telefonar, pedir pra eu pegar papel e caneta e começou com uma lista interminável de dicas sobre gravidez, parto e filhos. deu dica de preparação do seio, creme antiestrias, enxoval do bebê e até congelamento de células tronco do cordão umbilical. e eu mal conhecia ela.

quando benjamin nasceu, veio uma enxurrada de podes-não-podes, tem-ques, comparações mil e coisa e tal que meu orgulho materno se aflorou de um jeito que eu virei um poço de patadas. nossa, nessa época eu fui grossa com muita gente, passando pelos parentes até chegar em completos desconhecidos na rua.
ouvir me chamarem de “mãezinha” ou falarem coisas como “foi mãe tão novinha!” “é seu irmão?” ou “um bebê carregando outro bebê” me deixavam tão irritada que eu vivia com os nervos à flor da pele.

eu sentia que precisava provar pra todo mundo que cara e idade não fazem uma mãe, e sim a informação que ela possui.
hoje em dia paro pra me analisar e chego à conclusão que a maior louca da história era eu mesma.
o orgulho me cegou, me fez me afastar das pessoas. eu queria viver entocada dentro de casa, apenas maternando e lambendo a cria. procurava outras loucas como eu para desabafar e falar mal de quem não me deixava ser mãe em paz, mas não queria crescer ao conversar com quem era diferente de mim, pra não correr o risco de ouvir opiniões diferentes, que eu apenas enxergava como pitacos.
por fim, por mais que estivesse sempre rodeada de gente, passei a me sentir muito solitária, porque poucos eram aqueles que pensavam como eu. e até as semelhantes eram diferentes de mim, veja bem.

é claro que tem gente com intenção maldosa. é claro que tem uns palpites muito absurdos e me aperta o coração saber que pode ter mãe que segue esse tipo de conselho. mas pra mim fica mais claro que a maioria das pessoas tem a melhor das intenções quando vem conversar com você a respeito de bebês e gravidez.

há uma certa magia em tudo que está relacionado a bebês. eles são como um ímã e atraem as atenções, os olhares, os sorrisos. bebês têm o poder de trazer alegria. quer fazer o teste? quantas vezes você não estava de boa na lagoa, distraída na rua, quando se deparou com um bebê num carrinho, uma criancinha correndo ou uma grávida exuberante e sorriu, gratuitamente? eu fiz e faço até hoje. sempre. é irresistível.
daí que muita gente se sente tão atraída que resolve puxar conversa. e isso é lindo! vivemos num mundo cada vez mais egoísta, introspectivo, hedonista. os bebês chegam para quebrar essa letargia. eles enchem o coração de compaixão, te movem a querer fazer o bem. não que todo mundo sinta-se assim em relação aos bebês, mas muitas vezes quem vem com essas conversas malucas só quer trocar uma ideia com você. ela está feliz pelo seu bebê e quer te ajudar de alguma maneira, muito provavelmente porque alguém já fez o mesmo por ela um dia (ou dois, ou mil).
aí eu me toquei: “gente! eu já fiz isso tu-di-nho!” sempre pergunto pra uma grávida com quantos meses/semanas ela está, pergunto quantos meses o bebê tem, o nome, elogio ele por ser fofo, sorridente, grandão ou mesmo miudinho. faço de coração, como um elogio sincero. mas se a ela estiver numa fase como a que eu passei, pode ser que se irrite comigo, talvez porque eu a encontrei uma única vez, mas ela pode já deve ter ouvido essa ladainha de mais outras trocentas pessoas.

graças a deus minha segunda viagem como mãe tem sido bem mais tranquila. claro que eu passei quase que a gravidez inteira me irritando com essa pergunta de “é menino ou menina?” e, depois que ela nasceu, ouvir por nove dias consecutivos: “já escolheu o nome dela?”. me irritei com a cobrança. me irritei quando um ou outro zé mané reclamou do nome dela. mas me irritei porque aquilo era novo e eu não estava preparada para lidar com a situação.
e aí nasceu a lição: eu não preciso provar nada para ninguém.
não por orgulho besta (apesar de reconhecer que eu sou muito mais orgulhosa do que gostaria), mas porque eu não ganho nada sendo assim. pelo contrário, me faz mal, me amargura e me tira a oportunidade de me relacionar de uma forma tranquila com os outros.

sou muito feliz por ser como sou. já tenho auto confiança suficiente para saber que dou o meu melhor como mãe, que dou conta de muita coisa, mas que posso – e devo – pedir ajudas e conselhos aos outros porque isso me enriquece, me torna humilde e ajuda meus filhos a se desenvolverem de forma saudável.
os filhos crescem, mas aqueles que amamos e que amam nossos filhos permanecem. qual tipo de relacionamento eu quero construir com eles? de constante briga e negação ou de amabilidade?

hoje tento apenas enxergar pelos olhos da bondade. respondo cada pergunta como se fosse a primeira vez que a escuto.
quando vem uma senhorinha dizendo que é bom cobrir a orelhinha do bebê, eu vou lá e cubro. se falam que um sapatinho caiu (e eu já vi há muito tempo que isso aconteceu), eu agradeço, tiro o outro e guardo junto com o primeiro. se dizem que tem que dar água, chazinho, chupeta, mamadeira, eu não compro a discussão. apenas entendo como uma preocupação ou mesmo um jeito de puxar assunto e fico repetindo o mantra na minha cabeça “apenas sorria e acene. sorria e acene”.

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categorias: erros comuns, erros comuns, para mães

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28 Comments »

  1. Obrigada. Eu estava mesmo precisando ler isso…
    Um beijo,
    Julia

    Comentário by Julia — julho 15, 2014 @ 11:18 pm

  2. Caraca!Como eu devo ser chata…pois eu dou muito pitaco e o pior é que em cima do que leio desde 2012 ,por desejar ser mãe , e não em cima de experiências minhas, o que deve ser ainda mais chato.A intenção é boa, mas vejo que fui chata.rs.

    Ótimo texto!Acho que é um alivio para mamães e um alerta para as pitaqueiras como eu,rs.

    Comentário by Julia Gomes — julho 16, 2014 @ 8:02 am

  3. Escrevi um comentário longo. Espero que tenha ido! 🙂

    Comentário by Cintia Anira — julho 16, 2014 @ 8:02 am

  4. Nao, meu comentário nao foi. Vou escrevê-lo de novo. 🙂
    Eu passei os primeiros meses de gravidez na Irlanda e depois me mudei para a Suécia. Eu sempre reparava as grávidas brasileiras reclamando da intromissão de estranhos com dicas e palpites. Eu lia blogs maternos e aos poucos fui percebendo o quao diferente era a gestação escandinava e a brasileira. Naquela época, nos mudamos para uma casa no inverno mais rigoroso dos últimos 60 anos. O caminhão da mudança entalou por causa dos 30 cm de neve e eu tinha medo de sair de casa nos últimos meses, e escorregar na neve. No trem, metrô e ônibus ninguém me dava lugar porque aqui não há lei para isso. Vale o bom-sendo, e assim, eu sempre fiquei sem assento, mesmo com as dores pélvicas que eu tinha. Eu conheço bem o que é estar grávida e ninguém perceber, nem te saldar, nem te notar… e acredito que há quem goste. Porém, eu acho que gostaria de experimentar uma gravidez no Brasil. Amor nunca é demais! Faz tempo que não apareço no seu blog. Parabéns pelas crianças. Um abraço da Cíntia, mae da Beatriz

    Comentário by Cíntia Anira — julho 16, 2014 @ 8:14 am

  5. Te desejo uma gravidez no Brasil, em dias de verão, de preferência com praia e água de coco todos os dias, que é pra não morrer de calor.
    É uma delícia!

    Beijo

    Comentário by luíza diener — julho 16, 2014 @ 10:33 am

  6. Qdo li seu primeiro post pensei exatamente isso, que as pessoas mtas vezes estão só querendo ser simpáticas, amorosas… Que bom que seu olhar mudou. Concordo que as vezes é um saco os palpites mas se vierem com boa intenção…

    Comentário by Júlia — julho 16, 2014 @ 8:58 am

  7. Meu mantra é diferente! Kkkkk! Vale assistir ao vídeo e ficar com o refrão na cabeça! Kkkkk! Cee Lo Green – F*ck You (official video): http://youtu.be/2mkTPgZZXnU

    Comentário by paula — julho 16, 2014 @ 9:07 am

  8. Oi, Luíza!
    Adoro o seu blog! Leio há um tempão (antes de engravidar), mas é a primeira vez que comento.
    Gostei muito desse post… Me identifico com a sua visão. Não porque eu já seja experiente (pelo contrário, é o meu primeiro filho – ou melhor, filha!), mas porque eu já estive do "outro lado". Eu sei como é a expectativa e a alegria das pessoas quando um bebê está chegando. Eu tenho 4 sobrinhos, então eu vivi toda essa alegria, essa expectativa. Eu perguntava, eu comprava presente, eu até tentava dar conselhos, imagina! Claro, nunca era um conselho do tipo “faça isso” (pq nem mãe eu era), mas eram coisas como “ah, uma vez eu li isso, isso, e isso”. Sempre com muito boa vontade, sem a menor intenção de competir ou de ensinar a mãe, mas apenas de participar daquele momento, que também era muito especial pra mim.
    Acho que essa minha experiência foi fundamental. Hoje eu sei que a criança que vai chegar nesse mundo não é apenas minha filha e do meu marido. Ela também é a neta dos meus pais/sogros, é a sobrinha dos meus irmãos/ cunhados/amigos, é a prima dos meus sobrinhos. Ela também vai ser motivo de curiosidade e sorrisos pra desconhecidos na rua e, como vc disse, isso é lindo! Ela vai ser (já é!) importante pra muita gente e eu não posso me isolar no meu mundo. Claro que o momento de intimidade dos pais com o filho deve ser respeitado… assim como eu vou respeitar a opinião alheia, eu espero que respeitem a minha opinião e o meu momento tb.
    Vamos ver como vai ser quando ela nascer… se vou continuar com esse espírito zen budista… hahahahaa… por enquanto, estou tranquila, poucas coisas têm me irritado (pq sempre tem um aquele sem noção, né?). Mas perguntas triviais como ‘qtos meses’, ‘sabe o sexo’, ‘pode comer isso’ tenho tirado de letra!
    Beijos!

    Comentário by Aline — julho 16, 2014 @ 9:14 am

  9. "Hoje eu sei que a criança que vai chegar nesse mundo não é apenas minha filha e do meu marido. Ela também é a neta dos meus pais/sogros, é a sobrinha dos meus irmãos/ cunhados/amigos, é a prima dos meus sobrinhos"
    Disse tudo! porque o que eu passei e vejo muitas mães passando é achar que o bebê é única e exclusivamente dela. às vezes esquecem-se, inclusive, que ele é filho do pai, ou neto da sogra.
    difícil demais chegar nesse equilíbrio zen budista. eu luto pra alcançá-lo até hoje.
    mas só de você ter essa mentalidade já mostra que está no caminho certo.

    obrigada pelo comentário!

    saúde a você e ao seu bebê. beijo!

    Comentário by luíza diener — julho 16, 2014 @ 10:36 am

  10. Obrigada, Luíza!
    Tudo de bom pra vc e sua família também! 🙂
    Beijos!

    Comentário by Aline — julho 16, 2014 @ 11:32 am

  11. Amei o texto!
    E sim, a frase dos pinguins de Madagascar tb é o meu mantra de VIDA, não só pra maternidade!
    Bjs…

    Comentário by Pauline Incutto — julho 16, 2014 @ 9:30 am

  12. Oi… Faz tempo que só te leio. Infelizmente hj vou continuar sem palavras…

    Apenas… Te entendo.

    :~~~~~

    Comentário by Irina — julho 16, 2014 @ 9:48 am

  13. a vida de casada tá difícil, né? ahhahahaha!
    <3
    beijo

    Comentário by luíza diener — julho 16, 2014 @ 10:37 am

  14. Obrigada por partilhar Luiza. Acho que você tá ajudando muita mãe a colocar o foco no lugar certo! A gente é tão estimulada à competição e a manter relacionamentos superficiais que olhar para o "outro" e ver "alguém como você" é um exercício! Que Deus os abençoe! Você tem feito do seu blog um "ministério". Abraços de uma leitora anônima que hoje resolveu agradecer!

    Comentário by Giovanna Amaral — julho 16, 2014 @ 9:58 am

  15. Eu é que agradeço pelo seu comentário!
    Ler a palavra "ministério" no meio disso tudo encheu meu coração de alegria e os olhos de lágrimas <3

    Deus te abençoe riquíssimamente.

    Beijos

    Comentário by luíza diener — julho 16, 2014 @ 10:38 am

  16. 🙂 Eu leio o seu blog desde quando era "potencial gestante". E tive o André há 9 meses por parto natural, em casa de parto, por influência de mulheres como você! E… eu descobri recentemente que a Martinha é sua irmã! Eu achei o máximo! E acabei descobrindo que você é amiga da Lia – na verdade eu conheço o pai dela, o José Miranda! E tenho uma admiração e respeito profundo por ele!!!

    Comentário by Giovanna Amaral — julho 16, 2014 @ 10:56 am

  17. É muito bom ler um post assim quando estamos nos preparando para entrar na maternidade. Obrigada! Eu tava com muito medo dessa fase de pitacos por que tudo que eu penso é diferente das pessoas que me cercam, como parto, amamentação, alimentação, educação e nem tô grávida ainda e às vezes tem gente já querendo ditar o que vou ter que fazer…confesso que estava meio angustiada, mas vou reler sempre esse post para encarar com boa vontade quando as pessoas me abordarem e mesmo que eu não concorde, que tenha calma para apenas sorrir e fazer tudo do meu jeito!

    Beijo grande e parabéns!

    Comentário by Carolina Souza — julho 16, 2014 @ 10:40 am

  18. Quanta sabedoria, Luíza! No fundo nunca é o que falam ou fazem pra gente, mas o que a gente faz com tudo que falam e fazem pra gente. Eu também sou da paz hoje em dia. E quero mesmo é viver em paz ;-). Beijos (especialmente nas bochechas fofas das crias)

    Comentário by gabrielagrossi — julho 16, 2014 @ 2:22 pm

  19. Disse tudo. Disses tudo….

    Esperando a enxurrada de palpites… estou gravida do terceito…. entaõ….

    “apenas sorria e acene. sorria e acene”.

    Sou fã de vcs. Bjs

    Comentário by Cassia — julho 16, 2014 @ 2:39 pm

  20. Esse como o seu outro post sobre a aceitação das fantasias da infância, claramente demonstram o amadurecimento e sabedoria que só adquirimos com o tempo… Queria tanto conseguir passar isso para
    as “novinhas” rsrsrs sofri tanto TB e hoje com a idade e o segundo filho ficou tudo tao mais leve…UFA!

    Comentário by priscila — julho 16, 2014 @ 6:41 pm

  21. Oi, Priscila, de alguma forma pode ser que você passe isso pras novinhas. Ehehehhe.
    Antes eu recebia críticas ao meu radicalismo exagerado mas fechava os olhos porque achava que as pessoas não tinham mais nada a fazer do que me criticar. Achava que elas eram pouco esclarecidas ou que queriam palpitar na minha vida só pelo prazer de criticar. Mesmo assim guardava essas coisas no meu coração. Hoje vejo que o que mais me incomodava era aquilo que eu tinha mais incerteza de estar fazendo certo ou não. Eu apenas comecei o processo de mudança, mas acredito que o passo inicial deva ser o reconhecimento. Ainda sou hiper, mega orgulhosa e pretendo mudar isso com a vida. Só que o tempo, né? Só ele pode fazer certas coisas 😉

    Beijos

    Comentário by luíza diener — julho 17, 2014 @ 9:30 am

  22. Interessante ver do outro lado. Nem tive filhos (AINDA!!) e vivo dando pitaco. Mas na bondade mesmo, tentando passar para o mundo as coisas que eu aprendi em todo esse tempo de pesquisas sobre a maternagem.
    Acho que deveria mesmo era diminuir os pitacos e pensar que, às vezes, as pessoas têm suas próprias opiniões e nem sempre estão querendo uma nova.
    hehe

    Comentário by Lara Almeida — julho 17, 2014 @ 11:10 am

  23. Luiza!! Nossa..eu precisava desse post! Nenhuma das minhas amigas mais próximas tem filhos, então venho sempre buscar um conforto no seu blog. Ando passando por tudo isso que vc falou, desde os comentários pela de criança, passando pelos pitacos e finalizando com patadas..Tbm sou mãe full time, busco me informar de tudo e fazer o melhor pro meu filho..acho que por isso fico tão irritada com pitacos, por me esforçar tanto e ainda ter que ouvir..eu sei que nao estou certa em tudo, ninguém está, mas também queria fazer as coisas do meu jeito, aprender com meus próprios erros, sabe?! Bom, mas como vc disse só o tempo para nos dar paciência e sabedoria..enquanto isso, vou repetindo seu mantra e depois te conto se deu certo! 😉 beijo!

    Comentário by Tici — julho 17, 2014 @ 11:33 am

  24. Ótimo post! Preciso ficar mais tolerante! kkkkkk
    Senti falta da presença do pimpolhinho e da pimpolhinha!

    Comentário by Deborah Scheffer — julho 17, 2014 @ 1:13 pm

  25. Querida Luíza, que bom que a experiência e a maturidade tornaram você mais tolerante. Sempre a admirei como pessoa, mulher, mãe e esposa e ficava imaginando que se um dia eu a encontrasse na rua teria de ter cuidado com as perguntas ou qualquer colocação que viesse a fazer, tendo em vista seus desabafos no blog._Mas é bem isso que vc mesma concluiu: muitas vezes as pessoas, com perguntas bobas, querem, apenas, se aproximar umas das outras num mundo em que caminha cada vez mais para a individualidade. É tipo assim: ei, quer ser minha amiga? _É claro que existe a outra parcela de seres que é sarcástica, maldosa, mas daí a gente sabe distinguir esse tipo de gente e dá logo é um chega pra lá._Você é maravilhosa. Um ser lindo e raro. Parabéns por tudo. Por estar no mundo e colocar gente boa nele._

    Comentário by Luciane — julho 17, 2014 @ 3:54 pm

  26. Luíza, você é sensacional! Toda vez que leio algum post seu fico maravilhada… parabéns! Beijos no coração e em suas fofuras <3

    Comentário by Samantha — julho 17, 2014 @ 9:02 pm

  27. Sabe o que eu acho incrível? O imensurável alcance das suas palavras! Uma vez escritas, elas já são maiores que você, já estão além de Mindoca e Sansa…elas me ganharam, ganharam mães, futuras mães, ganharam o mundo! Tem noção do que é acalmar, entender, ensinar e fazer o bem nessa escala? É lindo demais! Obrigada e beijo.

    Comentário by Rosana — julho 17, 2014 @ 10:18 pm

  28. Que artigo deslumbrante. Parabéns, gosto muito do seu blog.

    Comentário by ketina — setembro 15, 2014 @ 1:03 pm

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