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	<title>potencial gestante &#187; adestramento</title>
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		<title>tov e benjamin – o encontro</title>
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		<comments>http://potencialgestante.com.br/tov-e-benjamin/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 19:34:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luíza diener</dc:creator>
				<category><![CDATA[benjamin]]></category>
		<category><![CDATA[mês 0-3]]></category>
		<category><![CDATA[acostumar cachorro e bebe]]></category>
		<category><![CDATA[adestramento]]></category>
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		<category><![CDATA[tranqueiras de bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[vou ter um bebe]]></category>

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		<description><![CDATA[enfim chegou o dia tão esperado (especialmente por mim): o que benjamin e tov encontraram-se pela primeira vez! pra quem não sabe, o tov passou quatro semanas na casa do meu cunhado desde o nascimento do benjamin e só retornou ao lar ontem. como presente de quatro semanas de vida, benji ganhou um irmãozinho peludo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2242" title="ben e tov" src="http://potencialgestante.com.br/wp-content/uploads/2010/09/rDSC03135.jpg" alt="" width="700" height="525" /></p>
<p>enfim chegou o dia tão esperado (especialmente por mim): o que benjamin e tov encontraram-se pela primeira vez!<br />
pra quem não sabe, o tov passou quatro semanas na casa do meu cunhado desde o nascimento do benjamin e só retornou ao lar ontem.<br />
como presente de quatro semanas de vida, benji ganhou um irmãozinho peludo.</p>
<p>como muitas pessoas ficaram curiosas a respeito deste encontro, vou contar como foi e tentar resumir algumas coisas que fizemos para que tudo corresse bem. o hilan já falou algumas coisas <a href="http://potencialgestante.com.br/como-acostumar-o-cachorro-a-chegada-de-um-bebe/" target="_blank">aqui</a> antes. então vou contar só da prática.</p>
<p>assim que tov chegou à casa, o benjamin estava tirando um cochilo na nossa cama. sendo assim, deixei que o tov entrasse no espacinho do benben e cheirasse o bercinho, a lata de lixo (cheia de fraldas) e o cesto de roupas sujas.<br />
fiz isso porque sei que o cão identifica muito mais cheiros que imagens, então achei uma boa ele sentir alguns cheirinhos característicos como golfadas, cocôs e xixis.<br />
nada muito curioso e ele voltou para a sala, quando o bebê começou a chorar. aí o dog correu até onde podia (ele não entra no nosso quarto) e ficou ali paradinho, orelha em pé e super alerta àquele barulhinho novo. fui até a cama e o tov deu uma escapadinha e subiu no pé da cama, mas logo mandei-o de volta para o local dele.</p>
<p>depois de um tempo, peguei o benjamin no colo e fui até a sala. lá me sentei e deixei o tov cheirar o pezinho dele. ele nem deu muita bola. olhou e saiu. não como quem faz drama, mas como quem acha aquilo natural. chamei-o e brinquei um pouquinho com ele. ele olhou o bebê e continuou tranqüilo.<br />
quando fui trocar a fralda, dei a suja pra que meu marido apresentasse-a ao dog, que cheirou e até lambeu o conteúdo (você pode até achar isso nojento, mas para treinar um cachorro é necessário pensar como um cachorro).<br />
mais tarde fui dar de mamar e decidi fazê-lo no sofá da sala. tão logo eu sentei, o tov já veio pra perto.<br />
depois da mamada, deixei o tov cheirar a mãozinha e a parte de trás da cabeça e dessa vez ele fez a maior festa. tanta festa que ele se empolgou e lambeu não só a mão quanto a orelha do benjamin, que reagiu com uma careta.<br />
atenção, puristas e hiper higiênicos de plantão: eu lavei o bebê depois, obrigada pelo palpite!</p>
<p>e daqui pra frente tudo tem corrido bem.<br />
tenho tentado incluir o tov ao máximo em tudo. não o enxoto quando estou com o bebê no colo e se quero um pouco de privacidade, vou para o quarto. do contrário, passei a fazer mais coisas na sala: se antes as mamadas eram feitas unicamente na minha cama, agora eu intercalo com o sofá. enquanto troco as fraldas ou estou à beira do berço, o tov fica ali pertinho, de preferência deitado em cima do meu pé.<br />
quando o benjamin está calmo e no meu colo, volta e meia eu agacho perto do tov para ele cheirá-lo e retribuo o ato com um carinho.<br />
claro que sempre lembro de lavar as mãos após manipular o cachorro, mas mais cedo ou mais tarde vou esquecer disso e o benjamin vai desenvolver super anticorpos.</p>
<p>e pra provar a veracidade dos fatos, aí vai um vídeo dos meus dois filhotes:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="700" height="550" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WGSSdvs3xkM?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="700" height="550" src="http://www.youtube.com/v/WGSSdvs3xkM?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>fofos, né?</p>
<p>mais fotos deste encontro no flickr:</p>
<h1><strong><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.flickr.com');" href="http://www.flickr.com/photos/potencialgestante/sets/72157623058240827/" target="_blank">flickr</a></strong></h1>
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		<title>Como acostumar o cachorro à chegada de um bebê?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 20:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hilan diener</dc:creator>
				<category><![CDATA[questões]]></category>
		<category><![CDATA[adestramento]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[coisas de bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Como acostumar o cachorro a chegada de um bebê?]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[dog]]></category>
		<category><![CDATA[preparando]]></category>

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		<description><![CDATA[tov atrás das grades Para acostumar um cachorro a chegada de um bebê, o melhor é começar socializando o seu novo filhote com o maior número de crianças possível. Peça para sobrinhos, filhos de vizinhos e crianças amigas para virem fazer uma visitinha para seu cachorro, principalmente até ele completar 6 meses de idade. Nunca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://potencialgestante.com.br/wp-content/uploads/2010/07/tov_preso.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1870" title="tov_preso" src="http://potencialgestante.com.br/wp-content/uploads/2010/07/tov_preso.jpg" alt="" width="700" height="394" /></a></p>
<h5>tov atrás das grades</h5>
<p>Para acostumar um cachorro a chegada de um  bebê, o melhor é começar socializando o seu novo filhote com o maior  número de crianças possível. Peça para sobrinhos, filhos de vizinhos e  crianças amigas para virem fazer uma visitinha  para seu cachorro, principalmente até ele completar 6 meses de idade.  Nunca deixe crianças e cachorros sozinhos, sem a supervisão de um  adulto. Isso serve para proteger a integridade de ambos, crianças e  cães. Ensine às crianças a serem gentis e ao cachorro a brincar sem  morder ou pular. Evite brincadeiras muito brutas e se o &#8220;clima&#8221; entre as  crianças e o cachorro ficar meio &#8220;estranho&#8221; pare a brincadeira  imediatamente. É importante que seu cão relacione experiências  prazerosas com a presença de crianças.</p>
<p><strong>Quando o bebê estiver para chegar deixe que os cães participem desta  felicidade, apresentando roupinhas e sapatinhos para eles cheirarem. </strong></p>
<p>Assim  que o bebê já puder ser apresentado oficialmente, deixe seu cachorro  dar uma olhadinha e uma  cheiradinha. Fale palavras carinhosas para o seu cão, num tom de voz bem  doce e faça carinhos enquanto ele vê o bebê. Sempre que possível deixe o  cachorro ficar deitado aos seus pés enquanto você cuida do bebê. O mais  importante é não excluir o cachorro da vida do bebê e deixar que eles  se conheçam com calma e em momentos de prazer.</p>
<p><strong>O cachorro pode sofrer com a vinda de um bebê</strong></p>
<p>É normal um bebê atrair boa parte das atenções que antes eram  destinadas ao cão. Os cães frequentemente fazem a associação da perda de  atenção e carinho com a chegada do recém-nascido e isso pode ser motivo  de não gostarem da criança. Mesmo que não ocorra a associação, se o cão  sentir que o interesse por ele diminuiu bruscamente, poderá ficar  inseguro e ansioso e desenvolver algum problema de comportamento. Veja  como agir diante de uma situação como essa, para tudo correr bem.</p>
<p><strong>O ideal é começar a preparar o cão antes de o neném chegar</strong></p>
<p>Procure prever as mudanças que ocorrerão com a chegada da criança e  tente adaptar o cão a elas, gradativamente. Alterações radicais costumam  ser as mais estressantes. Um animal social como o cão pode temer ser  expulso por causa da chegada de um novo indivíduo no grupo, pois depende  dos companheiros para sobreviver. Por isso, o cachorro costuma se  manter muito atento, observando como os outros agem e como fica a  situação dele à medida que novos fatos acontecem. Reduzir gradualmente a  atenção, o carinho e o espaço físico é a melhor maneira de o cão se  adaptar bem, porque lhe permite perceber que continua a ser amado por  quem sempre cuidou dele e, portanto, a sua posição de membro do grupo  continua garantida.</p>
<p><strong>Espaço físico e atenção</strong></p>
<p>Se o cão não vai poder entrar num quarto depois de o local ser  ocupado pelo neném, é preferível pôr em prática a proibição algumas  semanas antes. Evita-se assim a associação da presença do novo membro da  família com a perda do espaço.</p>
<p>É quase impossível que, com a vinda do recém-nascido, o casal  continue a dar ao cão a mesma atenção de antes. Para que essa aparente  redução de interesse não seja associada ao bebê, acostume o cão a nem  sempre receber atenção – procure ignorar algumas das tentativas dele  para conseguir carinho. Assim, ele aprenderá a lidar com a frustração e  ficará menos ansioso quando não conseguir obter carinho de alguém  entretido com o neném.</p>
<p><strong>Associe o bebê a coisas boas</strong></p>
<p>Além de evitar as associações negativas, é possível estimular o cão a  gostar do bebê mostrando como pode ser prazeroso e interessante ter um  neném nas redondezas.</p>
<p>O cão terá todos os motivos para não apreciar a criança se perceber  que, quando ela está por perto, o casal o ignora por completo e se  somente receber atenção na ausência do bebê &#8211; cenas, aliás, bastante  comuns. Pior é quando as pessoas que estão com a criança gritam com o  cão para ele não chegar perto.</p>
<p>A idéia é fazer exatamente o oposto. Na presença da criança, sempre  procure dar petiscos, carinho e atenção ao cão. Em pouco tempo, ele  perceberá que essa proximidade significa coisas legais. Em vez de ficar  enciumado, se entreterá com guloseimas ou com o que de bom acontecer e  passará a gostar de ter o bebê por perto. Os agrados ao cão e os  petiscos podem ser dados por uma pessoa, enquanto outra segura o bebê,  sem problemas. O importante é algo agradável ocorrer sempre que o bebê  estiver por perto.</p>
<p>Associar o cheiro da criança com coisas boas aumenta as chances de o  cão, ao se encontrar com ela, considerá-la parte da “matilha” em vez de  um estranho, negativo ou perigoso. Esfregue alguns panos no bebê e  coloque-os em locais estratégicos, agradáveis para o cão, como embaixo  do prato de comida dele e nos locais onde ele gosta de cochilar. Assim,  enquanto come e dorme, o cão sente cheiro do neném.</p>
<p><strong>Resumo das dicas</strong></p>
<ol type="1">
<li>Evite mudanças bruscas na vida de seu cão. Antecipe as mudanças e  torne-os gradativas.</li>
<li>Associe o neném com coisas interessantes para o cão. Dê-lhe  petiscos e atenção quando estiver com o bebê no colo ou por perto.</li>
<li>Coloque panos com o cheiro do neném embaixo do prato de comida  de seu cão e nos locais onde ele gosta de dormir e relaxar.</li>
</ol>
<p>via: <a href="http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=79#" target="_blank">http://www.caocidadao.com.br/</a></p>
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		<title>padecendo no inferno</title>
		<link>http://potencialgestante.com.br/padecendo-no-inferno/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 13:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luíza diener</dc:creator>
				<category><![CDATA[enquanto o bebê não vem]]></category>
		<category><![CDATA[adestramento]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[filhote]]></category>
		<category><![CDATA[filhote de bulldog]]></category>
		<category><![CDATA[filhote de cachorro]]></category>

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		<description><![CDATA[se ser mãe é padecer no paraíso, mãe de cachorro filhote padece no inferno. também pudera, estou cuidando de um cão. trocadilhos à parte, essa mini-experiência maternal mostra o tanto que eu não sei bulhufas de nada. antes eu achava que sabia o que era criar cachorro, mas só tinha o ringo, que era idoso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-720" title="tov &amp; stitch" src="http://potencialgestante.com.br/wp-content/uploads/2010/01/tov-stitch.jpg" alt="tov &amp; stitch" width="700" height="465" /></p>
<p>se ser mãe é padecer no paraíso, mãe de cachorro filhote padece no inferno.<br />
também pudera, estou cuidando de um cão.</p>
<p>trocadilhos à parte, essa mini-experiência maternal mostra o tanto que eu não sei bulhufas de nada.</p>
<p>antes eu achava que sabia o que era criar cachorro, mas só tinha o ringo, que era idoso, peguei com 6 anos de idade e se foi com 15 (que o mato o tenha).<br />
até que surge o honorável <a href="http://potencialgestante.com.br/e-a-familia-cresce/">tov</a> para virar nossas vidas de pernas pro ar: late na hora de dormir, chora quando acorda (por mais que isso seja 2h da manhã), demanda atenção o tempo inteiro, faz cocô e xixi o tempo inteiro (até embaixo da nossa cama), arrasta nossos chinelos/meias/tênis/almofadas/oqueencontrarnochão casa afora, rasga todos os jornais, aliás, mastiga tudo o que vê pela frente. <span style="text-decoration: line-through;">parece um gremlin molhado esse tov</span></p>
<p>mas o mais difícil pra mim nisso tudo não é simplesmente lidar com a bagunça. já sabíamos que isso aconteceria com a chegada de um filhote e que logo passa (espero). o complicado mesmo é se manter firme na educação do monstrinho. afinal, o que você ensina pra ele hoje vai definir o adulto que ele virá a ser.<br />
ultimamente,<strong><em> &#8220;</em></strong><strong><em>não&#8221;</em> </strong>tem sido a palavra mais pronunciada dentro desta casa.</p>
<p>não sei se mencionei anteriormente, mas já fui adestradora de cachorros. e adestrar seu próprio cachorro é sempre mais difícil, porque você sabe o que deve ser feito e sabe que o que é proibido num dia não pode ser simplesmente ignorado noutro só porque você está cansado ou sem paciência.</p>
<p>e o stress da bagunça que ele faz às vezes me faz esquecer do filhote fofo que ele é. de que toda vez que eu vou fazer carinho, ele já vira aquela barriguinha rosada com pintinhas pra eu coçar. de que as bagunças dele são muito engraçadas. de que o latido dele é a coisa mais cômica que eu já ouvi (especialmente quando ele late pro nada). do tanto que é gostoso educá-lo e saber que estou  no caminho certo.</p>
<p>e enquanto eu escrevo este post ele tá deitadinho no meu colo, cochilando. ok, agora acordou. epa, ele desceu. mas ele tava, juro.</p>
<p>mas o que eu quero mesmo é um bebê que eu vou amar incondicionalmente, só pra padecer no paraíso.</p>
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