“A licença paternidade pode ficar três vezes maior. A proposta que está no Congresso amplia de cinco para 15 dias o período de folga dos pais.
Há quarto dias, desde que Benjamin nasceu, o publicitário Hilan Diener participa de tudo na vida do filho. “Se eu tivesse peito até dava também”, diz.
Mas como vai ficar a vida quando ele voltar ao trabalho? “Vai ser dose sair de perto dele. Vou estar no trabalho perdendo os momentos mais importantes”, fala.
A pediatra Gloria Maria Andrade fala que quanto maior a licença melhor para o bebê. E lembra que para o homem não é um período de férias. “Ele tem que assumir seu papel de pai não só junto ao bebê recém-nascido como se ele tiver outros filhos, ele deve assumir inteiramente as atividades exercidas só pela mãe”, orienta.
No Congresso, um projeto aumenta a licença-paternidade de cinco para quinze dias corridos.
Se o bebê nascer durante as férias do pai, não tem problema: o retorno ao trabalho fica adiado por quinze dias. Quando a licença acaba, o pai tem estabilidade de 30 dias no emprego.
As regras também valem para quem adotar filhos. Veja, em vídeo, a entrevista sobre o assunto com o diretor da Sociedade Brasileira de Pediatria do Distrito Federal, Dr. Deoclécio Campos Júnior e com o vice-presidente do Sindivarejista do Distrito Federal, Edson de Castro.”
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