10 de dezembro

dicas de presentes para papais e mamães

por luíza diener

sua amiga está grávida e você não sabe com o que presenteá-la?
vai visitar um recém nascido e não tem ideia do que levar para os pais?
chá de bebê, amigo oculto da firma (e você tirou uma gestante que nunca falou direito), natal em família?

seus pobrema se acabaram-se!

chegaram os novos, os revolucionários, incríveis e cheirosos produtos potencial gestante!

todos feitos pelo meu lindíssimo (e esperto. rá!) marido!

pega uma carona nessa cauda de cometa e vem comigo conhecer as novidades!

 

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a roleta da obrigação

bebê chorando no meio da noite? hora do banho? hora da papinha? trocar a fralda? chega de empurra-empurra! deixe a roleta decidir por vocês.

um ótimo presente pra quem quer dar aquela indireta pro maridón.

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02 de dezembro

será alergia?

por luíza diener

tudo começou com apenas 6 meses.

eu ofereci cenoura ao benjamin logo nas primeiras papinhas e observei. 2 dias depois ele apareceu cheio de pontinhos vermelhos ao redor do pescoço e na área genital. suspendi por uns dias. voltei a oferecer e as bolinhas apareceram outra vez.

depois foi a vez da beterraba. a mesma coisa, um pouquinho mais forte.

com 8 meses eu dei os dois novamente. meu erro foi dar um seguido do outro, com diferença de apenas 1 dia. mas não percebi e não observei.
poucos dias depois ele apareceu com os tais pontinhos na virilha. pensei que estivesse assado ou com alergia à fralda, mas percebi que ele não estava com as bolinhas só no bumbum, mas também na cintura. depois acabou irradiando por todo o tronco, barriga, pescoço, nas costas inteiras. até o sinalzinho da vacina, no braço, ficou bem vermelho, cheio de bolinhas e
inchado. embaixo da boca também ficou vermelho e áspero. no dia seguinte a alergia subiu pelas bochechas e dentro das orelhas e, por fim, atingiu as coxas e a sola dos pés.
suspeitaram de roséola, mas ele não teve febre (e veio a ter roséola de fato 1 mês depois). realmente, era bem parecido.
observei outros fatores e concluí que somente a beterraba poderia ter causado tamanho estrago.
suspendi ela de vez.
conversei com a pediatra dele, que me apoiou.

perto de completar 1 ano foi a vez do glúten.
eu já havia dado pão francês para ele, mas era sempre pouco, menos da metade. eu notava umas poucas bolinhas ao redor do pescoço, mas pareciam inofensivas, por isso continuei.
aí fomos a um chá de bebê. ele já havia comido meio pão pela parte da manhã.
o chá de bebê foi à noite. ele foi de colo em colo e, como ainda tinha uma alimentação restrita, liberei que dessem torradinhas a ele. acontece que toda hora que eu o via, estava com uma torrada na mão e a boca cheia. perdemos as contas de quanto ele comeu.
a reação foi rápida: no dia seguinte ele estava com um colar de alergia. totalmente vermelho e pipocado ao redor de todo o pescoço. subiu um pouco para o rosto e dentro das orelhas.
no bumbum, assou e pipocou exatamente onde ficava o cocô e embaixo do saco. passou quase uma semana assim.
conversei com a pediatra na consulta seguinte e ela disse que poderia ser glúten. até então eu achava que era somente a farinha de trigo, mas aconteceu dele comer outros alimentos com glúten e sem trigo e a reação foi semelhante, mas menos intensa (devido à quantidade).
e lá se foi um item importante na alimentação do pequeno.

nesse meio do caminho ele também reagiu ao tomate e à berinjela. a berinjela foi bem pior, mas os dois atacaram tanto quanto (ou até mais que) a cenoura.

e finalmente foi a vez do leite de vaca.
ah, e esse é o mais chato, com certeza.
era uma coisa que eu já desconfiava há tempos. mas como ele nunca tomou leite diretamente (apenas através do leite materno), eu teria que cortar somente da minha dieta. e tudo que fosse derivado lácteo. e como isso sempre foi muito difícil pra mim (viciada assumida), nunca consegui completamente.
a pediatra não tinha liberado o leite de vaca na alimentação dele justamente por já ter manifestado outras alergias.
até que um dia, por algum motivo que eu não me lembro, resolvi tomar coragem e fazer isso pelo meu filho. ele estava com 1 ano e 1 mês.

eis minha retrospectiva:
os primeiros 3 meses de vida do benjamin foram de cólicas intensas. tentei tirar leites e derivados pra ver se alterava alguma coisa, mas as cólicas continuaram. nisso a pediatra descartou intolerância à lactose (que é diferente de alergia à proteína do leite da vaca) e liberou o leite gradualmente (só depois eu percebi que cortei apenas os leites e derivados e não observei o rótulo de nada).

com 4 meses ele teve uma assadura felomelal, que durou quase 1 mês. eu tentei pomadas diferentes e só a bepantol deu jeito. mas era só ficar sem pomada que voltava. depois de um tempo nem a bepantol resolvia mais.
por sorte ele passou a usar fraldas de pano e as assaduras melhoraram bastante, até sarar.
volta e meia ele tinha recaídas e eu precisava voltar pra bepantol.

ele também sempre regurgitava/golfava bastante, mas foi diagnosticado refluxo fisiológico. nada para se preocupar, visto que aquilo não parecia doer e ele continuava a ganhar peso e desenvolver-se normalmente.
todo mudo dizia que quando ele começasse a comer melhoraria. é fato que deu uma diminuída, mas as golfadas continuaram.
na consulta de 1 ano eu perguntei à médica se era normal ele golfar até essa idade e ela disse que não tinha problema.
mas aquilo começou a me incomodar, até mesmo a me irritar (toda vez que mamava, ele golfava. e ficava tudo sujo e com um fedorzão azedo).

além do cocô sempre mole. raras foram as vezes que ele fez um cocozinho normal, daqueles soltinhos na fralda. era aquela coisa pastosa, fedorenta, que sempre grudava tanto na fralda quanto no bumbum dele.

ele passou três meses com uma alergia respiratória sem fim: nariz escorrendo, tosse, pulmão com catarro. na verdade, era catarro pra todo lado. parecia mesmo uma bronquite alérgica. ele passou a tomar remédios pra alergia e até uma bombinha pra asma.

resolvi testar sozinha. suspendi todo e qualquer leite e derivados. qualquer coisa que pudesse ter não somente traços de lactose, mas também de proteína do leite da vaca (essa tabela me ajudou um bocado).

e ele melhorou. gradualmente parou de golfar, o cocô ficou mais firme (e até em bolinhas, gente!) e a pele voltou ao normal.
catarro? que catarro? remédio pra asma? guardei aonde?

o problema é que volta e meia eu como alguma coisa que contém qualquer porcaria com a proteína do leite sem me tocar e só vou perceber dois dias depois, que é quando ele costuma reagir. a primeira coisa que eu percebo é uma mudança na consistência do cocô. em seguida ele assa justamente onde o cocô encosta. depois ele passa a regurgitar, geralmente após as mamadas.

na última consulta à pediatra contei todo o caso e ficou bastante claro que o que ele tem é alergia à proteína do leite da vaca (APLV), que é diferente de intolerância à lactose.

nisso, muita coisa mudou na minha alimentação desde que foi constatada a tal alergia (conversamos com a pediatra e ela instruiu pra que eu continuasse a minha dieta restritiva):

  • o leite de vaca foi substituído por leite de grãos: leite de arroz, de aveia, de soja, de castanha, amêndoas, etc. não posso consumir nenhum outro leite de origem animal como de cabra, ovelha, de burra. até os leites com baixo teor de lactose estão proibidos;
  • pão francês virou meu aliado nº 1. mas há vários pães industrializados que não contém nada de leite e são encontrados em supermercados comuns;
  • aprendi na prática que porque “não contém lactose”, como a embalagem diz, não quer dizer que não vá conter traços de leite. por conta disso eu preciso ler e reler os rótulos. e pra isso eu preciso ter um conhecimento prévio. por exemplo, você sabia que a caseína vem do leite, contém a tal proteína e, portanto, pode causar alergia?;
  • comecei a me tapear procurando algumas alternativas. além do leite que não é leite, tem o pão de queijo sem queijo, o cream cheese de soja, o requeijão de banana e mais outras invencionices humanas. mas toda vez que eu como só consigo pensar: “a quem eu quero enganar?”;
  • minhas melhores amigas viraram a culinária vegana e a kosher parve.  a vegana não utiliza nada de origem animal e a kosher parve (mas tem que ser parve, ok?) não leva nada que contenha carne ou leite, mas pode conter ovo. ambos possuem selos que vão em algumas embalagens de produtos industrializados. tenho achado com mais facilidade o selo kosher parve (quando tiver a oportunidade, procure numa embalagem do sucrilhos kellogg’s, por exemplo, que vai saber do que eu falo).
    e daí que se me disserem “ah, tal restaurante é vegano” eu sei que posso comer de olhos fechados. uma pena que não exista nenhum estabelecimento kosher por aqui (não que eu saiba), porque eu iria deitar e rolar;
  • precisei riscar da minha lista muitos restaurantes e deliveries. isso porque grande parte dos funcionários não sabe dizer se os alimentos levaram leite e derivados no seu preparo ou não. várias vezes já perguntei: “isso leva algum derivado de leite?” e o funcionário disse algo do tipo “não, foi feito com manteiga (ou margarina)”. ou então “ah, qual salgado você tem que não leva leite?” e então ouço a clássica resposta “pão de queijo”. como confiar?
    até mesmo alguns alimentos que erguem a placa “sem lactose” podem levar algum substituto que contenha caseína, soro de leite, leite em pó e por aí vai;
  • o jeito é comer em casa mesmo e fazer a maior parte das coisas por conta própria;
  • e claro que precisei correr pra uma nutricionista, pra garantir que eu não suma minha alimentação continue ok mesmo com isso tudo.

e aí você pode perguntar: “luíza, não é mais fácil você suspender a amamentação dele?” não!
quer dizer, pode ser bem mais fácil pra mim, mas pra ele é muito pior, visto que ele tem todas essas outras restrições alimentares e que muitas coisas que eu uso pra complementar minha alimentação não poderiam ser incluídas na dele, como amendoim, castanha, aveia, soja e outros alimentos com forte potencial alergênico.
ele precisaria entrar com algum leite especial caríssimo pra suprir a falta de leite e mais outros complementos alimentares e vitamínicos, visto que nem só de gordura e cálcio é feito um leite materno.

ou seja, eu faço o esforço por ele.

na verdade, falar sobre alergias é sempre um assunto bastante extenso e eu diria até polêmico.
por exemplo, quando eu falo da aplv, muita gente ouve só o “leite de vaca” e imediatamente confunde com intolerância à lactose. mas são duas coisas distintas e eu faço questão de ressaltar.
(quem quiser mais informações é só clicar aqui)
isso porque já vieram me dizer “ah, meu filho também tem isso! pode dar iogurte pra ele” ou “ah, becel não tem lactose! pode comer tranquila”. se eu não tivesse me informado antes, teria dado o iogurte pro benjamin e lascar-se-ia tudo.
e como de qualquer maneira eu não daria creme vegetal ao meu filho, ele não comeu a tal becel. mas eu comi de olhos fechados e ele passou uma semana inteira golfando, com diarreia, com feridas na pele e eu que nem uma boba sem nem imaginar o porquê. só depois que me toquei a causa: continha aroma de manteiga. apesar de ser aroma artificial, tenho certeza que alguma coisa ocasionou. suspendi e melhorou.

também já me perguntaram se eu fiz algum teste pra diagnosticar a aplv.
sim. fiz o teste de desencadeamento, que consiste na observação da reação do paciente à retirada do leite de vaca e derivados com posterior reintrodução desses alimentos.
e só.
fez exame de sangue? não. fez algum teste na pele? também não.
na idade do benjamin – com 1 ano e 3 meses – e com o tipo de alergia que ele tem, esses testes não são tão precisos. eles podem dar um falso negativo. além disso, são todos muito estressantes pro bichinho, que já é traumatizado com agulhas e coisas do gênero.
e se desse negativo, iria mudar o fato de que a ingestão de leite faz mal pra ele? não.
então continuaremos assim.

a minha esperança é que melhore com o tempo. li que em 90% dos casos, a aplv – bem como outras alergias alimentares – some antes que a criança complete 3 anos.

e enquanto isso nos viramos como podemos.

para maiores informações, não deixe de ler:

www.alergiaaoleitedevaca.com.br
http://www.semlactose.com/

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11 de outubro

bebês sustentáveis

por luíza diener

você já ouviu falar em sustentabilidade? e em sustentabilidade com os bebês?

muita gente acha que pra ser ecologicamente correto é preciso ser ecochato, mas pequenas mudanças que adotamos podem fazer uma grande diferença tanto no meio ambiente quanto no nosso bolso.

saímos em uma matéria da tv justiça (a lidia e a tetê também aparecem com toda beleza e gramú, aquelas linda) e achei legal compartilhar um tema tão bacana, tratado de uma maneira muito legal nesta reportagem:

Bebê Sustentável from Momento Ambiental on Vimeo.

aproveitando pra desmistificar algumas coisas sobre fraldas de pano:

  • elas não dão trabalho e nem tomam todo o tempo que você teria com o seu filho (cinco minutinhos são suficientes. o tempo de uma cagada um banho rápido);
  •  mesmo gastando energia e água para lavá-las, não se esqueça do tanto de água e energia que as descartáveis consumiram para serem feitas. acha bobagem? existe um estudo de pegada ecológica que prova que as fraldas laváveis são mais ecológicas;
  • elas são todas moderninhas, bem diferentes das do tempo da vovó, como vocês puderam constatar no vídeo.
ah, na inglaterra já existe um método de reciclagem de fraldas e absorventes usados que permite que eles virem telhas e tubos de plástico. não é demais? já pensou se isso fosse viável em todo o mundo?
(leia reportagem completa)
* * *
já está participando do sorteio de dia das crianças? não?
então clique aqui logo!

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23 de agosto

higiene do recém nascido

por luíza diener

[post publieditorial]

o que você faz na hora de limpar seu pequenino?

lembro-me bem de como era por aqui. todo dia o mesmo ritual: tira a fraldinha do bebê, limpa os excessos com um algodãozinho úmido,  enrola o corpinho numa toalha fralda, lava a cabeça, enxuga. lava o corpinho, enxuga, enrola e veste bem quentinho e aconchegado.

eu sempre aproveitava a hora de amamentar pra fazer o resto da higiene: limpar as orelhinhas (inclusive atrás), cortar as unhas, tirar aquele excesso de casquinha do no cabelo com um bom óleo (deixado previamente de molho) e uma massagem no cocuruto.

mas e a frequência da troca das fraldas? mudar a cada mamada, independente de ter fezes ou não, ou esperar o bebê fazer cocô para trocar?
pode limpar recém nascido com lencinho umedecido? ou é melhor limpar com algodão? devo umedecer com água ou com loção de limpeza?

pras mamães de primeira viagem, sabia que existe diferença da troca de fralda do menino pra da menina?

são tantas as dúvidas que passam na nossa cabeça ao nos deparar com um bebê tão novinho. e nós, ou com zero de experiência, ou sem aquela prática de outrora, às vezes nem sabemos de onde tiramos inspiração pra fazer tanta coisa tão diferente, uma seguida da outra.

é nessas horas que eu levanto as mãos aos céus e agradeço por existirem sites e blogs pra nos dar dicas bacanas e nos ensinar coisas que nunca poderíamos pensar que existiriam.

por exemplo, quando o benjamin ainda estava na barriga li em algum blog que, antes de hora de trocar a fralda, a mãe pingava umas gotinhas de água no pintinho do seu bebezuco pequetico, pra estimular que ele fizesse xixi ainda dentro da fraldinha antiga, pra depois limpá-lo e evitar, assim, aquele banho morninho (e desnecessário) de xixi.
adorei a dica coloquei em prática por muito tempo, até não precisar mais.

na fanpage da johnson’s baby recém nascido eu li que nas primeiras semanas de vida das meninas pode aparecer uma secreção vaginal transparente, branca ou até mesmo um pouco de sangue, mas que isso é normal e desaparece em poucas semanas.

e tem várias outras dicas por lá, não apenas de higiene, como de massagem, amamentação e sono. você pode curtir e compartilhar com seus amigos. é ótimo (eu leio uma atrás da outra, por serem curtinhas e diretas).

gostou? então clique aqui e curta a página do facebook da Johnson’s Baby Brasil – Recém Nascidos.

e, claro, se quiser deixar sua dica por aqui será muito bem vindo!

[post publieditorial]

 

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18 de julho

a viagem com o bebê

por hilan diener

vocês pediram e eu atendi.

decidi escrever sobre nossa primeira viagem com o benjamin. ok que isso não nos torna os pais mais experts em viagens com bebês, mas acho que vale compartilhar a experiência com quem pretende fazer isso futuramente.

tomei a liberdade de linkar aqui a minha querida sut-mie, que tem um blog completíssimo sobre o assunto, o viajando com pimpolhos. qualquer dúvida, ela tem um blog muito mais especializado e completo que este mero post.
então, quem quiser, é só correr lá.

vou narrar como foi nossa experiência e dar pequenas dicas para facilitar a viagem com os pequenos (que, ao menos, funcionaram para mim), baseada nas dicas da sut-mie e do baby center.

o avião

pelo que percebi nos e-mails e comentários recebidos, aparentemente o maior medo das mães e pais de primeira viagem é o avião. a nossa experiência foi ótima. a viagem foi curtinha – durou aproximadamente 2h e foi sem escalas – e nem deu pra estressar. foi bastante tranquila. mais tranquila, aliás, que sair com ele pra um restaurante, cinematerna ou qualquer outro evento público em que ele não fica no nosso colo ou fica muito tempo parado no mesmo lugar (inclusive em casa).

os assentos: dizem que bebês de até 6 meses têm direito a bercinho. com 10 meses seguimos outra dica, que foi a de escolher para mim a poltrona da janela, e para o marido a do corredor, deixando o assento do meio teoricamente vago (bebês não pagam, mas também não têm poltrona, a não ser que você pague por um assento para ele).
como o voo não estava muito cheio, foi batata: tanto na ida quanto na volta o assento do meio ficou livre e benjoca ganhou uma poltrona.

o horário: o recomendado foi que escolhessemos horários das sonecas habituais. certo.
na ida, no voo da manhã, ele deveria tirar um soneca. mamou na decolagem e dormiu. tentei coloca-lo deitado na poltrona do meio, mas ele acordou. só que ficou tão encantado com o avião, somado ao bom humor matinal dele e à felicidade pós-mamada que tudo foi às mil maravilhas.
na volta – horário em que ele já costuma estar no décimo sono noturno – foi menos simples. ele já estava cansado do dia inteiro, com os horários desregulados por causa dos dias de férias, e acabou surtindo o efeito contrário: ficou agitado e irritado de sono e não dormiu. nada absurdo, mas foi mais difícil de driblar o mau humor.
na próxima eu pego somente horários em que ele fique acordado e bem humorado.

mamaço na decolagem e no pouso. se você não amamenta (ou não quer amamentar no avião), pode ser uma chupeta, mamadeira, um suco ou aguinha. o que vale é que ele engula e movimente o maxilar, o que ajuda a equalizar a pressão evitando, assim, a dor de ouvido.
ele mamou nos dois momentos, nos dois voos e ficou tranquilo. acho que o peito ajuda também a acalmar o bebê.
mas mesmo assim não pareceu em momento algum ter dor de ouvido, graçasadeusu.

compramos um brinquedo pra ida e um para a volta, embalados para presente. na ida foi um conjunto de potinhos que dão pra empilhar, colocar água e areia (este daqui). na volta, um livrinho com imagens de bichos e texturas (este daqui). ele já tinha um da mesma série e amava. foi a escolha acertada.
como o avião em si já era novidade, ele curtiu horrores o cinto, a luz, a telinha que passava filme, a vizinha do banco de trás, o braço da poltrona com luzinhas e botões. quando começou a aparentar cansaço, os presentes entraram em ação. primeiro a embalagem foi a diversão em si. depois, a caixa e, por último, o brinquedo/livro.

carrinho de bebê: viajamos pela tam e eles teoricamente oferecem carrinho de bebê. você pega ao fazer o check in e devolve ao entrar no avião. na ida disseram que tinha carrinho e não tinha. nisso já tínhamos despachado o carrinho dele e no fim ficamos com um monte de tralhas na mão + um bebê de 9 kg no colo que não parava quieto.
na volta o pessoal tava mais bem disposto a ser prestativo e descobri que poderíamos ir com o próprio carrinho dele até o avião e lá eles mandariam o carrinho com a bagagem. mas também tinha carrinho da tam, então correu tudo bem.
não sei se outras companhias aéreas têm essa opção do carrinho. é melhor se informar antes, se isso for algo relevante e importante na hora da compra da passagem.
senão, outra dica é leva-lo no sling.

o hotel

procuramos por hotéis baby friendly no rio de janeiro.
chegamos até a ver que existem hotéis que oferecem papinhas, com direito a escolha dos ingredientes e tal. todos o olho da cara.

então achamos um apart hotel na beiríssima da praia, na barra, com preço razoável (para o rio) e muito agradável, chamado sol da barra.
o bom do apart hotel é que ele é maior que um quarto de hotel normal, costuma ter uma mini cozinha e mais espaço pros bebês locomotivos circularem.
eles não ofereceram, eu lembrei, lembrei, mas não levei: leve protetores de tomada para bebês que já sassaricam pelo quarto. só pra garantir.

foi perfeito: eles tinham berço para o bebê e, apesar do gás do fogão do apart não funcionar, a cozinha estava sempre à disposição. quando fui pedir pra usar o microondas para esquentar a papinha, um funcionário (provavelmente o gerente) fez questão de esquentar a comida do bebê em banho maria. perguntou o número do meu apartamento e depois um garçom levou a papinha em uma bandeja, num pratinho, com talheres e tudo.
o fato do hotel ser pertinho da praia é que dava pra ficar pouco tempo com ele na praia e, em qualquer emergência, voltar pro quarto.
não trocamos fralda na areia, não tivemos problemas com bebê vencido e não precisamos estragar o programa de ninguém ao largarmos tudo pra cuidarmos do bebê. mesmo que custasse mais caro que os lugares normais (não foi o caso), ainda assim valeria a pena hospedar-se lá pela praticidade e comodidade.

a comida

passei uma ou duas semanas de antecedência cozinhando e congelando papinhas salgadas para ele.

antes disso tentei fazer uma adaptação para que ele comesse as famosas papinhas do mal da nestlé, mas ele não aceitou as salgadas. comprei umas duas doces pra ele comer no avião, no aeroporto ou em qualquer outra emergência, mas não foi necessário.
deixei pra comprar frutas em um mercado perto de onde nos hospedamos. além do mais, dá pra pegar as frutas do café da manhã do hotel tranquilamente.
como era voo nacional e rapidinho, eu levei as papinhas congeladas em uma bolsa térmica e avisei à companhia aérea do que se tratava.
foi tranquilo, não tive problema nenhum. a papinha foi despachada junto com a bagagem. levou um rótulo de frágil e chegou intacta – e congeladíssima.

mas se for ficar em um apart (com gás) ou em alguma casa ou apartamento, você pode tentar fazer comida lá na hora. eu não recomendo porque, afinal, você também merece descansar. mas cada caso é um caso.

a mala

não levamos berço: o hotel forneceu. um trambolho a menos.

não levamos bebê conforto, já que não fizemos nenhum trecho grande de carro. dois trambolhos a menos.

não levamos banheira: ele tomou banho com a gente no chuveiro. três trambolhos a menos.
a minha dica da banheira é: você pode passar uns dias, semanas ou meses treinando dar banho no bebê no chuveiro, caso não tenha esse hábito (aqui em casa a banheira é usada uma vez por mês ou menos).
se ninguém se adaptar, podem tentar uma banheira inflável (como esta daqui) ou uma dobrável (como esta daqui), que ocupam menos espaço que a plástica tradicional.

informe-se com antecedência sobre o tempo na cidade. eu tive esse insight bobo (quase óbvio) e deu super certo: perguntei aos conhecidos na cidade e informei-me em sites de previsão meteorológica para saber o que esperar. realmente, achei que o rio fosse estar aquele calor quase insuportável (como é de costume) e fiz foi chegar a pegar um frio de 12° C.

calcule a quantidade de roupas: quantas roupas seu bebê costuma usar por dia? faça o cálculo proporcional aos dias em que passará as férias e acrescente umas mudas extras.
se for ficar muitos dias fora e não tiver roupa suficiente (nem nadando na grana pra aumentar o guarda roupa repentinamente), você pode comprar um daqueles  sabões líquidos para lavar calcinha (como este daqui. ahahahha!), porque a embalagem é pequena, é prática, o sabão é hipoalergênico e dá pra deixar no chuveiro e lavar as roupinhas do bebê enquanto toma banho (especialmente aqueles chuveiros que demoram hoooooooooooras pra esquentar e fica aquela água correndo ralo abaixo).

os passeios

não fizemos nenhum passeio felomenal com nosso pequeno.
por isso, acessem o post completíssimo com dicas da sut-mie:

clique aqui para dicas de passeios com os pequenos

a praia

foi quase frustrante pra mim a primeira ida à praia com ele, visto que a maior parte do tempo fez frio e, mesmo quando abriu um solzinho, o vento tava intenso e gelado. ou seja, ele ficou o tempo inteiro na areia vestindo calça e casaco.
é verdade que ele comeu um punhado gigante de areia. muita gente falou que ele vai ter que tomar vermífugo, mas isso daí é coisa pra pediatra decidir.
só sei que ele se divertiu hor-ro-res naquele parquinho gigante, então já valeu.
mas, como eu disse, eu levei uns potinhos pra colocar areia (que a prima de 4 anos foi quem curtiu mesmo). pensei em separar uma piscininha inflável, mas quando tive notícias do tempo que estava fazendo, nem me dei ao trabalho.

mesmo estando friozinho e ele estar todo coberto, eu passei filtro solar para bebês (acima de 6 meses) nele todinho. literalmente da cabeça aos pés: braços, tronco, pernas, rosto, orelha, pescoço, pé e até por cima do cabelo (bem que podia ter um tipo de condicionador com filtro solar. o cabelo dele ficou emplastado).
não esqueça do chapéu ou do boné (se eles aceitarem, claro).
ainda assim ficou na sombra o tempo todo.

se for pra entrar na água, vale a pena uma boia de braço ou um colete flutuante.

há ainda no mercado roupas com fator de proteção solar no tecido. acho que compensa especialmente pras crianças que já andam e não param quietas na sombra do guarda-sol.

mas não se esqueça: a hora recomendada para exposição ao sol é até as 10h da manhã e depois das 16h da tarde.
tomar sol entre 10h e 16h é desaconselhado para qualquer pessoa de qualquer idade.
fica a critério dos pais (mãedemerdaqui levou o menino à praia às 11h, mas abafa e não faça o que eu faço).

na volta, prepare-se para tirar muita areia de lugares que você não imaginava que poderiam existir e, como comentaram aqui, saiba que elas multiplicam-se e continuam a aparecer mesmo depois que você volta pra sua casa.

e foi isso. serviu pra desmistificar muita coisa.
resumindo, foi como um passeio gigante de 4 dias (com grande evento incluído).
bora pra disney agora??

atenção, povo da TAM: se vocês quiserem patrocinar minha próxima viagem eu agradeço, tá? ahahah! bjoxau.

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14 de abril

fraldas de pano – minha experiência

por luíza diener

finalmente o sonho/plano tomou forma concreta: comprei e já comecei a usar as fraldas de pano no benjamin!
e finalmente (depois de cobranças mil) vim aqui escrever minha opinião a respeito.

o plano original era iniciar o uso quando ele tivesse três meses de idade, mas o tempo foi passando e a ideia foi ficando de escanteio.
vários motivos me levaram a adiar o plano: falta de espaço, falta de tempo pra lavar as fraldas, cocô hipervazante e, especialmente, encontrar a fralda ideal.

nisso eu fiquei pesquisando, pesquisando e nunca tomava coragem pra comprar. confesso que eu queria fraldas nacionais. mais que isso. apesar de ser super internética e adorar fazer compras online, não me senti totalmente à vontade pra comprar um produto que eu desconhecia, visto que nunca tinha trocado uma fralda de pano antes na vida. vai saber se eu iria me adaptar, né?

até que, graças a uma indicação aqui no blog (obrigada, carolina!), descobri uma marca nacional que tinha revenda aqui em brasília. na mesma hora corri pra entrar em contato e no dia seguinte eu já estava com as fraldas em mãos.
fiquei apreensiva de comprar um monte, não me adaptar e depois sentir que joguei dinheiro fora, por isso comprei três para testar e me apaixonei de cara.
comprei um modelo tamanho único, que serve desde pequenininho até os 17 kg, pra não ter que providenciar mais depois.

precisei lavar a fralda algumas vezes até que ela passasse a atingir seu máximo de absorção mas, como isso já era recomendado pelo fabricante, eu já sabia o que esperar.

depois de feitos os devidos ajustes (ela tem elásticos reguláveis nas coxas e cintura), benjamin já estava pronto pra usar.
este modelo, bem como boa parte das fraldas de panos modernas, tem a opção de inserir ou não um recheio absorvente dentro de um bolso na fralda. é o chamado modelo pocket. você pode colocar o recheio dentro do bolso ou por cima de tudo mesmo. preferi usar por cima pra perceber a quantidade de xixis que ele fazia. o bom de usar assim é que, quando ele faz cocô, você só precisa trocar o absorvente, caso a fralda em si não suje. o ruim é que às vezes o absorvente fica sambando, enquanto que dentro do bolso ele fica mais firme e bem parecido com uma fralda descartável.

(imagem retirada do site fraldasecologicas.art.br)

 

a fralda descartável que meu neném estava usando antes começou a apertar nas coxas gorduchas e por isso tive que passar do tamanho m para o g. aí acontecia de na coxa ficar certinha, mas do resto da fralda ficar folgada. por isso eu precisava apertar na barriga.
agora pense num bebê sentante, engatinharrastante e pançudo usando uma fraldinha apertada na barriga. machucado na certa!
sério! todos os dias, a cada troca de fralda, eu tinha que ver aqueles vergões na barriga (e até mesmo na coxa) e isso apertava meu coração.
e pra não apertar meu coração (nem as pernocas dele), eu tinha que apertar o bolso pra comprar aquelas fraldas descartáveis com elástico, que machucam menos.
foi isso que mais me convenceu a querer usar as fraldas de pano no lugar das descartáveis: conforto. posso dizer que, se você trocar frequentemente a fralda (ou absorvente) toda vez que ficar molhada de xixi, você garante o conforto dos pequeninos.

no dia-a-dia

a dúvida que muitos têm é a mesma que eu tinha: não dá muito trabalho?
olha, trabalho pra mim é ter que acordar cedo todos os dias, preparar papinha (ouantes dos seis meses, amamentar quase que de hora em hora), manter a casa limpa pra ele não se engasgar com tanto pelo de cachorro. trabalho pra mim é ter que lidar quase que diariamente com os palpites absurdos de pessoas totalmente alheias à sua vida que acham que você ter um bebê dá a ela um passaporte mágico pra falar a bobagem que quiser, mesmo que você não tenha perguntado nada.
perto disso, fralda pra mim é fichinha.

posso dizer que dá o mesmo trabalho das roupinhas.
o que você faz pra lavar uma roupa de bebê vazada de cocô ou xixi? do mesmo jeito você vai cuidar da fralda de pano.
eu faço assim: fralda de cocô eu jogo o resto na privada, tiro o excesso com água (você pode fazer com a ducha higiênica, por exemplo), passo uma água, sabão de coco (não de cocô) em barra e deixo ali embrulhadinho na beira do tanque até o fim do dia.
fralda de xixi eu enxaguo com água e não deixo de molho. eu já deixei e fica um cheiro horrível. melhor é passar uma água pra enxaguar e, caso, não tenha tempo, só a deixo ali de xixi mesmo. não me pergunte por que, mas as vezes que deixei de molho num balde d’água (com ou sem vinagre), a fralda ficou impregnada de xixi.
no fim do dia eu enxaguo tudo e ponho pra lavar na máquina junto com as roupinhas do dia.
se não tiver acumulado roupa suficiente pra fechar uma maquinada, deixo pro dia seguinte. aí o jeito é dar uma pré-lavada e só então vai pro molho.
toma de 5 a 10 minutos da minha noite e eu sempre deixo pra fazer isso depois que o benjamin já dormiu (ok. algumas vezes bem tarde!)
tá. tem vezes que eu esqueço, claro. quem nunca foi deixando pra depois, pra depois e quando foi ver, foi indo, indo e acabou fondo?

mesmo assim, pra mim, é um trabalho que vale a pena.

deixo aqui uma pergunta: se criassem roupas descartáveis pra bebês, você acharia estranho?
de início, provavelmente sim. mas com o tempo logo acharia aquilo normal, até o dia em que se perguntaria como é que conseguiu viver sem elas.
quando suas filhas ou netas decidissem usar roupas de pano em seus bebês, você acharia aquilo retrógrado e as aconselharia a deixar aquela bobagem de lado.
na minha opinião, certas coisas são pura questão de hábito.

 

minha avaliação

prós:

  • conforto, conforto, conforto!
  • são lindas que é uma coisa! dá vontade de deixar o neném o dia inteiro só de fralda, ou colocar uma camisetinha que combine e deixe a belezura à mostra;
  • é aquela velha história de que são ecologicamente corretas. e são. muitos sabem que um bebê consome aproximadamente 5.000 fraldas descartáveis ao longo de sua vida fraldal;
  • são econômicas a longo prazo: uma fralda descartável das confortáveis com elástico (turma da mônica soft touch, pampers noturna e diurna, pompom top confort) varia de R$ 0,75 a R$ 1,00 por unidade!
    uma fralda de pano com dois recheios das do tipo do benjamin sai por R$ 53. quinze fraldas dessas custam o equivalente a sete meses de fraldas descartáveis. o bebê pode usar anos a fio. só vai depender do peso e tempo de desfralde do seu filhote. por serem reutilizáveis, podem passar para os próximos filhos sem problemas. sacou a giga economia?

contras:

  • você precisa se organizar para lavar as fraldas frequentemente. do contrário, não terá fraldas limpas depois. é fato que não é lá um bicho de sete cabeças: você pode lavar normalmente na máquina, junto com as outras roupinhas de bebê;
  • é necessário uma grana inicial pra investir nas fraldas. em compensação, depois é só correr pro abraço, visto que você vai gastar bem menos com fraldas;
  • as trocas devem ser mais frequentes para que o neném fique mais sequinho;
  • você vai sempre ter que lidar com gente chata e desinformada te chamando de retrógrada ou eco-chata e cheia de pitacos desnecessários

aqui em casa é assim:

por enquanto ainda não encomendei mais fraldas, por isso uso três durante o dia com cinco recheios e lavo tudo à noite. às vezes seca tudo à noite mesmo. senão, pode botar na secadora de roupas.
dependendo da frequência de xixi e cocô, eu consigo usar quase que o dia inteiro. se não for suficiente, apelo pras descartáveis. de dia, uso das comuns (geralmente a turma da mônica tripla proteção) e à noite uso uma mais confortável, com elástico (pampers total confort). mas isso é assunto pra um próximo post.
pretendo comprar mais umas dez, pra me dar uma folguinha maior. aí volto a escrever a respeito.

onde encontrar

nacionais:

bebês ecológicos
fralda bonita

importadas:

fuzzibunz
bumgenius
kawaii

diz aí se não são uma graça (claro que o modelo ajuda, né? ehehehhe!)?

categorias: Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , benjamin, fraldas e trocas, potencial ecológico, teste de produtos, tranqueiras de bebê

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04 de março

6 meses!

por luíza diener

semana passada nosso benjoca completou 6 meses.

posso dizer que de todos os meses que já passaram, com certeza o quinto foi o mais fofo e delicioso de todos! e sei que a tendência é que melhore cada vez mais.

conquistas dos 5 meses:

  • já senta;
  • continua medindo 67 cm e agora pesa 8,270 kg (engordou 370 gramas). a pediatra disse que é super normal ele parar com aquele estirão todo e diminuir um pouco o ritmo também no ganho de peso. na verdade, isso já deveria ter acontecido no mês anterior.
    é o programa de desaceleração de crescimento;
  • incrementou seu vocabulário com novas sílabas como dé, dá, té, tá, nê, nã, mã e compõe suas próprias palavras e sentenças – como atleta e “é tetra” – e amigos imaginários como edna, ana, ada, adna e mamã (esse último ele fala, mas ainda não sabe que sou eu). isso quando não resolve metralhar um tatatatatatetetetedadadadadedededede insandecido;
  • está super cabeludo comparado à sua fase josé serra dos 3-4 meses, mas ainda tem pouco cabelo comparando a quando nasceu. as madeixas estão em um tom castanho claro;
  • descobriu que suas mãos fazem movimentos complexos e multivetoriais e agora ensaia tocar castanholas com todos os brinquedos que pega;
  • passa os brinquedos de uma mão para a outra repetidas vezes;
  • ainda não rola, mas vira de um lado pro outro numa velocidade impressionante;
  • agora, além de adorar se olhar no espelho, tem descoberto que espelho é somente um reflexo, não uma extensão do mundo em que vivemos.
    com isso, quando nos vê no reflexo, se vira pra checar se estamos aqui, no mundo real. faz a mesma coisa com objetos que considerar interessante;
  • já tem seu próprio quarto;
  • passeia de carrinho todo santo dia (evento raro no outro apartamento, que era de escadas e me matava de preguiça);
  • regrediu e acorda de três em três horas pra mamar durante a noite (alguém tira o relógio desse menino);
  • também deu pra acordar no meio da noite pra bater altos papos consigo mesmo e com quem mais conseguir escutar (alguém dá um relógio pra esse menino);
  • às vezes canta que é uma belezura (alguém tira o microfone desse menino);
  • é a-pai-xo-na-do pelo tov, que por sua vez virou nosso bobo da corte. benjamin pode estar aos prantos que o tov faz ele ir do choro ao riso em um segundo;
  • parou de estranhar todo mundo e agora distribui sorrisos e arranca suspiros por onde passa (exceto em lugares muito barulhentos, onde ele vira bichinho arredio);
  • fica fascinado por cabelos. especialmente pelos meus, de rapunzel, que têm bem mais de meio metro e estão sempre acessíveis para ele. se descuidar um pouquinho ele já mete um tufo na boca e fica chupando igual picolé (agora eu entendo por que tantas mães cortam o cabelo depois que o bebê nasce);
  • às vezes para e fica muito concentrado em algo que chamar sua atenção;
  • às vezes responde pelo nome. outras não;
  • desde o quarto mês, se distrai durante as mamadas (e eu esqueci de falar a respeito). ou seja, não dá mais pra ver tv, conversar, tossir ou mexer em qualquer coisa que chame sua atenção (como nesse post). absolutamente tudo tira sua concentração da mamada;
  • está com 8 dentes super marcados na gengiva (sendo que 4 são caninos, bastante inchados);
  • por estar muito mais interessado pelo mundo ao redor, aceita ficar mais tempo sozinho, seja no berço, na nossa cama, no tapetinho ou mesmo no carrinho. um alívio pros nossos braços;
  • com isso, tem deixado a mãe aqui fazer coisas que antes só conseguia enquanto ele dormia, como cozinhar, varrer um cômodo da casa (a casa inteira já é pedir demais), desencravar aqueles pelinhos maravilhosos e até depilar-se.

por enquanto, nada de fotos. mas semana que vem voltamos com tudo!

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15 de fevereiro

O que levar para maternidade?

por luíza diener

saiba quais são os preparativos para a chegada do bebê.  a malinha da maternidade, o armário com as roupinhas separadas, algumas compras e curiosidades sobre cada uma delas.  #parecequefoiontem

categorias: Tags:, , , , , , desperate housewife

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26 de dezembro

sorteio parte 2

por luíza diener

tardei mas não falhei!

cá estamos nós para a segunda parte do sorteio de fim de ano da baby boo. os primeiros presentes chegaram a tempo para o natal.
agora vamos para os presentes de ano novo!

esta semana sortearemos 2 presentes:

1˚ lugar – uma locomotiva thomas & friends

2˚ lugar – um pratinho fundo grande da giro baby

* os produtos podem variar em cor e estampa conforme disponibilidade em estoque.

para participar

é fácil demais!
simplificamos tudo pra você participar em apenas três passos.

*preste bastante atenção! leia tudo até o final:*

  1. cadastrar-se na newsletter da baby boo:
    entre lá no site da baby boo e, no canto inferior direito, cadastre-se (onde tem escrito cadastre-se) na  newsletter deles. basta informar seu nome, email e pronto (não precisa de cpf!);

  2. ser seguidor do blog potencial gestante:
    aqui mesmo, na página principal, nesta coluna à direita, entre o banner da roleta da obrigação e o plugin do facebook. é só ir lá, clicar no botão seguir e completar com seu login;

  3. preencher o cadastro aqui embaixo: informe seu nome igual ao fornecido no cadastro da newsletter, seu email cadastrado na newsletter e nome de seguidora do blog, do jeitinho que aparecer ali ao lado.

    [inscrições encerradas]

ATENÇÃO!

*leia atentamente todas as instruções. preencha todos os dados corretamente!
muitas pessoas foram desclassificadas do último sorteio por pura falta de atenção.

* se você já havia cadastrado-se anteriormente na newsletter será necessário que o faça outra vez (algumas pessoas foram desclassificadas no sorteio anterior por não ter seguido as regras).

*as inscrições para o sorteio acontecerão até domingo, 26/12, às 20h. o resultado do sorteio sai segunda-feira, 27/12.

qualquer dúvida, podem perguntar que terei o prazer de ajudá-las.

boa sorte!

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07 de dezembro

sorteio de fim de ano!

por luíza diener

fim de ano chegando, é uma galera pra dar presente de natal, amigo secreto e esse tanto de confraternizações. se você compra presente pra toda a família (papai, mamãe, titia, cachorro, gato, galinha), sabe como pesa o bolso na hora da presentaiada.

então, por que não participar desse sorteio supimpa? é um presente a menos pra você comprar pra criançada.

em parceria com a loja BabyBoo.com.br (loja super maneira de coisas pra criança), faremos dois sorteios: um esta semana, que sorteará três itens para três pessoas diferentes e mais outro semana que vem (quando chegar lá eu conto o que é).

para esta semana, temos:

1˚ lugar – um chocalho e mordedor da chicco

2˚ lugar – um pratinho fundo da giro baby

3˚ lugar – um mordedor e chocalho da fischer price

* os produtos podem variar em cor e estampa conforme disponibilidade em estoque.

para participar:

é simples: entre lá no site da baby boo e no canto inferior direito cadastre-se (onde tem escrito cadastre-se) na  newsletter deles. basta informar seu nome, email e pronto.

mas não esqueça de voltar aqui e informar nos comentários deste post que você já efetuou o seu cadastro.

pronto! você já está participando!

se quiser, pode parar por aqui. mas..

quer aumentar as chances de ganhar?

se você tem twitter, orkut ou facebook, pode aumentar as chances de ganhar. para cada rede social que você participar, é mais um cupom para concorrer.

calma, eu explico!

ao cadastrar-se na newsletter da baby boo, você já entrou pro sorteio e concorre com 1 cupom. mas se seguir a baby boo no twitter, ganha mais 1 cupom pra concorrer (aí já são dois). se curtir no facebook, + 1 cupom. se for amigo no orkut, + 1 cupom!

se você fizer parte dos três e inscrever-se nos três, já tem 4 cupons para concorrer: 1 do cadastro na newsletter e + 1 para cada cadastro nas redes sociais.

entendeu agora?

mas não para por aí!!

quer esculhambar tudo e DOBRAR as chances de ganhar?

você pode ter até 8 chances de ganhar! (isso tá parecendo aquelas coisas malucas da reader’s digest que chegavam pelo correio, mas não é!)

comofas??/

é assim: se você tiver blog, tudo que você precisa fazer é colocar o selinho abaixo lá no seu blog em um local visível, que possamos encontrar depois.

se quiser, pode até fazer um post divulgando a promoção.

se quiser colar, o código é esse:

<a href=”http://potencialgestante.com.br/sorteio-baby-boo” target=”_blank”><img title=”selinhopg&amp;bb” src=”http://potencialgestante.com.br/wp-content/uploads/2010/12/selinhopgbb.jpg” alt=”" width=”150″ height=”177″ /></a>

aí, se você tinha somente inscrito-se na newsletter e concorria com apenas um cupom, agora concorre com 2 cupons.

se já tinha 1 cupom do cadastro e + 1 cupom de alguma rede social, antes eram 2 cupons, mas com o selinho são 2×2= 4 cupons!

e assim por diante.

se antes tinha cadastrado-se na newsletter e nas três redes sociais, ao invés de 4 cupons, agora você concorre com oito cupons!

entendeu? quer que eu desenhe?

(1 + 1 + 1 + 1) x 2 = 8

pronto!

mas não se esqueça!

você precisa voltar aqui neste post e deixar um comentário informando com quantos cupons está participando e o endereço de cada um.

pra facilitar, vou deixar um modelo pra vocês copiarem, colarem e preencherem com os dados de vocês:

ESTOU PARTICIPANDO!

nome e email (igual ao cadastro na Baby Boo. pode apagar essa parte): Luíza Diener. luizadiener@gmail.com

twitter: @potencialgestante

facebook: http://www.facebook.com/nuazi ou Luíza Diener (nome de usuário)

orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=8300542052631313220 ou Luíza Diener (nome de usuário)

endereço do blog (com selinho): http://potencialgestante.com.br

e agora está mais que pronto!

MAS ATENÇÃO! preencha tudo com muito cuidado! não vá colocar o endereço do seu orkut, por exemplo como http://www.orkut.com.br/Main#Home, o nome de usuário faltando algum caractere ou acento ou o endereço errado do blog, porque assim não conseguiremos encontrar seu perfil.

o mesmo serve pro email cadastrado na newsletter. se você informar um email inválido, não temos como entrar em contato caso você ganhe o sorteio.

o sorteio será no próximo sábado, dia 11/12/10 e o resultado será divulgado na segunda feira, dia 13/12.

tá esperando o que então?

clique aqui para cadastrar-se na newsletter da Baby Boo e comece a concorrer agora mesmo!

*sem ideia de presente pras crianças? sem tempo de ir às compras? corre lá na BabyBoo.com.br e deixe de lado o estresse de compras de fim de ano!

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