saiu onti o vídel, gentch!
nossas amigas celebrities rô, mari e carol + yo.
se você ainda não conhece o minha mãe que disse está perdendo tempo!
corre lá pra conhecer não somente o blog, mas também as outras seções: minha mãe conhece a sua, mmqd recomenda, mães com zanguenozóio e mães compram e vendem.
e ó, tá confirmado: agora a tv mmqd vai ser duas vezes ao mês (rala, robert)!
e juro q não to pedindo elogio, mas quanto mais eu me vejo em vídeos, menos eu me gosto.
mas tá. aí vai pq o povo cobra (ps: tira as quiança da sala, porque o fim do vídeo é só sobre genitálias):
e se conseguir, bom fim de semana!
se você já chorou, riu, aprendeu, desabafou, concorreu a prêmios aqui no blog (mas se não ganhou, não me escorrace, ok?), que tal parar hoje por um segundinho pra nos ajudar?
estamos concorrendo – com o vídeo acima – ao desafio tecnisa.
são quatro vídeos onde os pais dizem o que acham que os filhos serão quando crescerem.
o mais curtido vence.
e como eu faço pra participar?
o que eu ganho?
minha eterna gratidão. quer mais que isso? ahahhahahahahahha!
vamos lá, pessoal! ajudem, divulguem, compartilhem no facebook, no twitter, google+, email, msn, uol, aol, bol, ig, pop,ziggy pop, ibest, ibesta, zipmail, icq, mirc, napster, sala de bate papo, carta registrada, telegrama, código morse, telefone sem fio, sinal de fumaça, pombo correio, coruja edwiges, mula sem cabeça, orkut ou o que você encontrar de mais moderno por aí.
o aniversário do benjoca é semana que vem e é uma forma de presenteá-lo!
muchas gracias, muchachos!
EMBED-Aliens like moving baby – Watch more free videos
O vídeo que mostra um bebê se mexendo no útero ganhou destaque em blogs e no site do jornal inglês “Daily Mail”. No vídeo publicado no site “Break” a mãe aparece deitada de barriga pra cima enquanto o bebê se contorce todo dentro de seu útero.
De acordo com a reportagem do jornal “Daily Mail”, alguns blogueiros escreveram que a cena lembrava os filmes de Alien. O vídeo não informa em quantos meses de gestação a mulher estava quando a cena foi filmada.
maisa magrela deseja a todos uma otima sexta feira
ps: ela tambem nao viu graca nenhuma neste video.
respondendo as perguntas: nao, esse video foi antes do bebe. eh do comecinho de 2009.
depois do bebe eu fiquei assim:
que ca entre nos, apesar da cara inchadinha, eu gostei bem mais.

ai meu santo cristo redentor!
acho que começou um pouco do pavor do “a qualquer hora vai chegar”.
dizem que há três momentos na gravidez, um para cada trimestre:
no primeiro trimestre a grávida oscila de humor, fica cansada, reclusa, meio que num momento de identificação do que está acontecendo com ela;
no segundo trimestre é a chamada lua de mel, onde a barriga já desponta mas não incomoda, os enjoos e oscilações já passaram e ela tá toda expansiva, extrovertida e cheia de energia;
no terceiro trimestre ela volta a se recolher, como que se preparando pra o grande momento do parto e concentrando as energias que sobram pra terminar de formar o bebê.
ow, yeah, crazy people! eu estou totalmente reclusa. queria entrar em um casulo e só sair de lá quando o benjamin nascesse.
na minha mente eu estou a todo o vapor, mas a vontade física que dá é de nunca mais sair de casa. cada vez mais virando bicho.
só quem teve uma gravidez normal (entenda por normal uma gravidez cheia desses pequenos incômodos) sabe que gravidez não é doença, mas às vezes cansa.
assim… eu me sinto a mais especial das pessoas por carregar e formar um bebê dentro de mim, me acho linda, absoluta e quase não tenho do que reclamar. mas, se reclamo é pra valer.
não vou reclamar de coisa boba. se eu to dizendo que tá doendo é porque tá mesmo doendo, porra poxa vida!
ai! confesso que me dá uma raiva quando vêm umas mulheres dizendo: “ah nas minhas quatro gravidezes eu estive ótima! não senti nada disso! tinha super energia e nenhuma dor! trabalhei até o dia de parir e só fui pro hospital porque minha chefe me levou!”. bom pra você. aliás, ótimo! mas como eu ia dizendo, o normal é não ser assim.
é normal ter dor, enjoar, inchar, passar mal, ter falta de ar. não necessariamente você vai ter todos os sintomas de uma vez só. mas isso é normal. não é doença.
e o pior de tudo é quando eu vou conversar com alguém querendo dar uma explicação e ela acha que é exagero, desculpa esfarrapada: “olha, eu não vou sair porque não aguento ficar muito tempo sentada” e tenho que ouvir um “ah, tudo bem! pode ficar em pé num cantinho” ou “a gente arruma uma rede pra você deitar”.
eu não quero, não vou e ponto. tá doendo e eu não gosto de ficar tomando remédio e fazendo mil manobras pra contornar isso tudo.
claro que mesmo assim eu continuo indo. eu me esforço. eu gosto das pessoas. mas se eu falei que não dá é porque eu me conheço: NÃO DÁ!!!
cada vez mais tô virando leoa. fazendo jus ao vídeo do chilique que o hilan gravou.
e pra completar, ontem tomei uma rasteira do meu cachorro mini monstro, o que me fez bater o joelho em uma quina e agora to manca no estilo dr. house.
ou seja, sentada eu não fico, muito menos em pé. o programa de sexta à noite vai ser ver filminho deitada na cama acompanhada de um milhão de almofadas.
[hoje a grávida acordou da pá virada]
mas pra não dizer que sou de todo ruim, aí vai um vídeo lindo. uma animação 3D explicando a gravidez da 28ª à 37ª semana:
tem coisa mais linda que criança tocando instrumento e cantando, ainda mais em outra língua?
pra mim não e é por isso que eu me fascinei por esse vídeo:
é de uma escola no reino unido, a lewes new school (gente, eu nao sei a diferença de reino unido pra inglaterra, tá? perdão pela ignorância).
eles fizeram este remake fofíssimo da música do david bowie – changes, pra promover uma conferência que eles fizeram ano passado.
e agora a música não sai mais da cabeça.
vou ouvir de novo.
e pra quem quiser, a letra:
changes
i still don’t know what i was waiting for
and my time was running wild
a million dead-end streets
every time i thought i’d got it made
it seemed the taste was not so sweet
so i turned myself to face me
but i’ve never caught a glimpse
of how the others must see the faker
i’m much too fast to take that test
ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
ch-ch-changes
don’t want to be a richer man
ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
ch-ch-changes
just gonna have to be a different man
time may change me
but i can’t trace time
i watch the ripples change their size
but never leave the stream
of warm impermanence and
so the days float through my eyes
but still the days seem the same
and these children that you spit on
as they try to change their worlds
are immune to your consultations
they’re quite aware of what they’re going through
ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
ch-ch-changes
don’t tell t hem to grow up and out of it
ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
ch-ch-changes
where’s your shame
you’ve left us up to our necks in it
time may change me
but you can’t trace time
strange fascination, fascinating me
changes are taking the pace i’m going through
ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
ch-ch-changes
oh, look out you rock ‘n rollers
ch-ch-ch-ch-changes
(turn and face the strain)
ch-ch-changes
pretty soon you’re gonna get a little older
time may change me
but i can’t trace time
i said that time may change me
but i can’t trace time
Por que seu filho sempre pede um brinquedo novo? Por que sua filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que seu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que você comprou a maquiagem para sua filha se ela só tem cinco anos? Por que seu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que você não consegue dizer não? Ele pede, você compra e mesmo assim. Seu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?
“Criança a Alma do Negócio” é um documentário que reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade.
A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real, este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.
Para os que já são papais: É esse exagero todo mesmo como mostra os videos? Conte sua experiência nos comentários!
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Aquela história de que quando os filhos chegam o relacionamento muda agora é comprovada em pesquisa. Um estudo realizado durante oito anos por pesquisadores das Universidades de Denver e do Texas, nos Estados Unidos, com 218 casais mostrou que 90% deles sentiram uma queda na satisfação conjugal após o nascimento do primeiro filho.
Uma dos estresses no casamento com a chegada de um bebê, principalmente no primeiro ano, é a falta de tempo que a mulher tem com o marido ( falta de sexo) Por isso, é fundamental criar momentos a sós para o casal, como sair para jantar, ir ao cinema, teatro. “No entanto, para a mulher, nos primeiros meses com o bebê em casa, sair, mesmo que por uma horinha, pode ser motivo de grande ansiedade”, diz a especialista.
É a hora de o marido compreender e aguardar um pouco mais (falar é fácil né?) Logo, a mãe já estará mais confiante com a rotina do bebê e com os horários da amamentação. Outro ponto importante é ter alguém de confiança (leia-se a avó) dos pais para ficar com a criança. Dessa forma, as pequenas saídas só tendem a ser produtivas.
Participe
Eu queria muito saber qual foi a experiência dos homens que acompanham o blog em relação a isso? E aí como se viraram? COMENTEM!