três anos sem balada

oi gente, como vai a família? e as cria? tudo nascendo dente? com saúde e tudo mais? que bom. estavam com saudades de mim?
não?
ok.

tô aqui pra contar que final de semana passada luíza e eu fomos para uma balada. isso mesmo b-a-l-a-d-a. aquelas com dj, strobo e luzes piscantes!
quão diferente e estranho é para mim escrever uma frase como esta.
afinal, lá se vão três anos que o casal diener não pisa numa pista de dança. praticamente um ostracismo dançante deste pé de valsa que vos fala.

LEMBRANDO QUE ESTE MOMENTO ÚNICO, só foi possível com o oferecimento de:
O RAIO DA SOGRA ® . a melhor solução para saídas noturnas furtivas de pais desesperados por um pouco de diversão.

sim, o benjamin ficou com avó e estava tão distraído que nem deu tchau pra gente direito. e olha que já era quase onze da noite quando saímos de casa e ele lá, animadão porque tinha acabado de ganhar uma bateria de presente. levando em conta a empolgação do benjoca pelo presente, saí da casa da sogra pensando que o tuntstum seria pros dois lados.

não sei se foi o local específico que eu fui, mas muita coisa mudou na balada. acompanhem:

1) smartphones e facebook
qual é a graça da vida se você não pode esfregar na cara dos outros o quão descolado e lindo você é na balada, né gente?
tinha um grupinho perto da gente que abusou do iphone. cada passo de dança era um flash. luíza ficou tirando uma com a cara deles. acabou aparecendo em todas as fotos como papagaio de pirata. juro que dava meu braço para ver essas fotos. mentira.

2) na dúvida é glee
o que aconteceu com as músicas de hoje em dia? eu não conheço nenhuma. hahaha!
as que eu conhecia eram todas misturadas uma nas outras. parecia que uma música não se sustentava sozinha, tinha sempre que ter um refrão de outra com a base de outra ad infinitum. não sei se foi o dj específico, mas fiquei confuso. para momentos como este, estabelecemos a pérola da noite: na dúvida é glee (aquele seriado que faz versão de todas as músicas pops do mundo e que, graças a ele, eu ainda conhecia uma ou outra música mais recente).

3) homem com homem e mulher com mulher

na danceteria que fomos tinha mais casais gays que héteros. lembrando que não era um local GLS. não que eu tenha algum problema com isso, mas na minha época a coisa não tava nesse pé. era uma parada que quando rolava todo mundo ficava de boca aberta! “eita! tem um casal gay ali. olha, mas disfarça.”
lá era assim, só que ao contrário: “olha lá um casal hétero. olha, mas disfarça.”

4) que mania de querer ser sexy
foi ficando tarde, o povo foi bebendo e comecei a achar que eu tava numa versão tupiniquim do clipe da britney spears. tipo isso aqui:

que mania besta de que todas as danças que a pessoa faz tem que ser algo sexy e performático. gente, é uma balada e não um concurso de loira do tchan. MENAS, por favor.

sou chato né? mas pra não dizer que sou um velho ranzinza dei algumas boas risadas. não ache que fiquei parado só observando eu dancei também, mas nossos passos de dança são totalmente despretensiosos e zuados.

5) menos fumaça
antes de irmos para o evento, falei com a luíza que a única coisa que me desanimava em relação a balada era voltar dela com tudo fedendo a cigarro. nem a meia do pé saía ilesa. e não é que me enganei? agora é proibido fumar na buatchy! bingo! ponto pros não fumantes. só voltei fedendo a suor. don’t blame it on the moonlight. blame it on the boogie.

6) casal com filhos

a grande diferença é que na minha cabeça enquanto eu dançava pensava: será que o joca tá dormindo a essa hora? juro. e logo me tolia. HILAN PARA DE PENSAR NISSO! VAI CURTIR.

e aí eu caí na gandaia e entrei nessa festa.
nós dois, jurando que estávamos dançando assim:


mas na verdade era assim:

saímos da festa umas 3h da matina. cansados, mas satisfeitos com mais esta aventura. nosso amigo que foi com a gente disse pra luíza que ela não parecia uma mãe de um menino de dois anos. muito menos casada. é pra me preocupar?

PAUSA PARA ENQUETE: será que a balada sempre foi assim? ou eu que mudei? 

e aê? você já foi pra balada depois que o filho nasceu? como foi?

 

 

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48 comments

      1. Nunca comento, uma vez eu quase comentei depois de ver a Luíza em um ônibus… enfim
        Vc comentou que não era balada GLS, mas os tempos mudaram… o Velvet é GLS haha

  1. hilan, como minha saída desse mundo foi um cadinho recente (coisa de meses ainda) posso dizer que sim… quem mudou foram as "baladas" e o comportamento da galera que a frequenta… eu pude ver de camarote (ou, cabine do dj) a mudança da galera na PIXTA de DANÇA.

    smartphones dominaram, a galera tá muito mais amostrada (dança para ser notado, nem sempre pq curte a musica) e as músicas… a mudança é ainda mais drástica!… sim, é bem por ai… tá na dúvida manda um gleee… TENSO! São poucas e raras as buatchy que vôce vai rola uma boa sonzera… daquelas que se ouvia nos porões espalhados por ai.

    balada tá muito chato mermo… acho que precisamos voltar as pistas pra melhorar a situação… hehehehehehehehehe

  2. Hahahah meu baby tem 50 dias, e morro de saudade das baladas, eu e o papai curtimos muito, mas durante a gravidez não saímos e agora então impossível! Creio que nosso retorno a vida noturna, num futuro bemmmm distante, será exatamente como descreveu, nem quando vou ao supermercado consigo deixar de pensar se a cria tá dormindo, se tá bem, se a vovó e/ou o papai estão olhando certinho… Detalhe o supermercado é no quarteirão atrás de nossa rua!

  3. eita, shoray de rir.
    olha, eu já fui pra balada, mas entrei no ritmo e:
    1) sensualizei tudo
    2) causei
    3) tirei foto e subi pro feici rapidamente
    4) só nao estava tao inteirada das musicas, entao nao consegui acompanhar direito, mas fazia cara de que sim, tava por dentraça
    5) unico mico: ligar bêuba pra casa pra saber se o pequeno tava dormindo, respirando, mamando, vivendo etc.

    mas é bom, nao é? vale a pena dar uma saidinha!

    1. ahahaha! shoray!
      eu também fingi SUPER que estava por dentraça. acho que acharam que eu tava TÃO por dentro que tinha uma pessoa querendo ficar comigo. do sexo feminino.
      oi, casamento aberto bissexual! minha cara, né?
      ahahahahha

  4. HAHAHAHAH, god!
    Eu fico entre rir e chorar muito com esse post… morro de saudade de cair numa pista toda sensualizante, te juro (mas sem a parte do sensualizante, que nunca fui dessas). Uma lagriminha quase caiu ali no "blame it on the boogie", cara. Eu queria muuuuuito reviver algumas baladas da minha juventude – mas AQUELAS, daquele jeito. Se for assim como vc tá descrevendo, só vou ficar mais deprimida.
    Morri com os gifs no final. É isso mesmo. Há uns 3 anos eu escrevi um post chamado "mães não sabem dançar", mas nunca tive coragem de publicar. Vou lá rever e se bobear ele finalmente será publicado – em homenagem ao casal Diener, esses foliões baladeiros!
    Beijos!

      1. Tô, com a Mari, fiquei velha e saudosista, acho que só as baladas da minha juventude pré-filhos prestam, só aquelas. Já fui para a balada pós-Ciça e foi legal e tals. Mas a verdade é que, quando engravidei, eu já estava cansando das baladas. Eu era muuuuito baladeira, cês num têm noção, daquelas que saía todos os dias, na nite paulistana, que conhecia todos os porteiros das baladas e, por isso, não pegava fila. Daí, comecei a cansar e engravidei, veja se não tem a ver. Quero ver o post da Mari e talvez eu escreva um também, hehehe, deu vontade.
        Hilan, amei os gifs, principalmente os das dancinhas do final. Acho que, se for para a balada agora, dançarei como o último.
        Beijos

  5. Buatchy de verdade nunca foi a minha, rs… agora os botecos continuam como sempre. Meu unico susto foi q antes de Linus nascer uma ampola de suco de cevadis custava em media 4,50 nos lugares caros, rs… 5 pilas as marcas melhores… agora qualquer loira sem vergonha custa 6,50 ou 7. Tristeza.
    O mais perto de balada q rolou foi uma festa, em casa de amigos. Mas ai a trilha sonora estava estagnada nos anos 60 e 70 q ninguem ali viveu… sem falar na jam de musica indiana, rsrs.

    Mas eu acho q as coisas mudam junto com a nossa percepção tb. Sempre q eu saio a nóia com o sono do Linus é constante, mesmo ele dormindo mto melhor agora. Sem falar q o distanciamento temporal deve dar uma dificultada no envolvimento, rs. A gente vira espectador do rolê, não agente. Qdo saio sempre fico coma sensação de q não faço mto parte daquilo, q to voando e olhando tudo de fora… ai a gente começa a analisar os comportamentos alheios e a distancia aumenta mais ainda, rs… Mas eu acho q é falta de pratica.
    Com o tempo a gente reaprende, rs.

  6. kkkkkkkkk, muito engraçado!
    Meu filho ja esta com quase quatro anos e de verdade não sinto falta nenhuma de balada, alias acho que me sentiria um et, no meio da pivetada. Mas sinto falta de sentar em um barzinho com musica ao vivo, gente adulta e velha como eu ( não revelo meus vinte e poucos anos, tá 1986, faça as contas), sem ter hora para voltar para casa, sem pensar que vou ter que acordar cedo, para atender o rebento.

  7. Suuuuper me identifiquei…tentei ir pra balada com maridão esse ano e nos sentimos completamente OUT OF THE PLACE!!!! Logo a gente que sempre bombou…hahahahahahahahahaha…mudou a balada…haja paciência para tantos flashes que serão imediatamente postados no Instagram!!! Eu realmente me senti como o gif dos dois velhinhos dançando, ó…ai, que depressão!! Hahahahahahahaha..mas, o melhor mesmo é não conseguir deixar de pensar se o filhote tá dormindo, se acordou assustado…eu tive que me concentrar para pensar na balada e não no bebê que eu tinha deixado em casa por 3 horinhas…aff!!!

  8. hahaha. Ótimo post!
    Eu e meu marido já temos uma dinâmica meio diferente aqui… embora agora as nossas saídas sejam bem menos frequentes, nos revezamos pra encontrar os amigos de vez em quando e já deixamos o Luisinho com as avós para ir a shows quando ele tinha uns 2 meses. O primeiro foi o do Belle & Sebastian, que foi incrivelmente tranquilo. Em exatamente 3 horas eu estava de volta em casa, a tempo da próxima mamada! E depois percebi que não é tão difícil assim deixá-lo por algumas horinhas e me distrair. Pra mim, faz um bem do caramba. E as avós também agradecem. Recentemente até conseguimos a façanha de viajar para uma segunda lua de mel e passar 16 dias longe do bebê sem enlouquecer (quase).
    Mas sobre as baladas… elas sempre foram um saco. A gente é que não tinha tanto senso crítico antes…

  9. Hahahahahahaha ri alto no trabalho!

    Muito bom post! Não, não fomos a nenhuma balada ainda desde que o Lucas nasceu! Na verdade, minha época de balada é pré-casamento… o tempo foi passando e eu fui trocando as baladas pelos bares, depois pelos restaurantes e agora já me sinto uma velhinha de 80 anos hahahah Mentira (a parte de me sentir uma velhinha.. o resto é verdade rs). Mas tenho pensado bastante em fazer isso e deixar Luquinha com minha sogra para ir dar uma passeada, só eu e maridón! Todo mundo merece, né! =) Mesmo que seja para ficar pensando de longe se o baby já dormiu, se comeu tudo, mamou tudo etc. 😉

  10. hahaha Eu fui!!! Semana passada, pela primeira vez! me senti exatamente assim como descreveu!!! O Edu (marido) escreveu no blog também a versão dele sobre a balada. Um sarro! No início ficamos perdidos!!! Cadê as musicas que tocavam há tres anos atrás??? Aliás cadê a balada que íamos há três anos atrás. Tudo sumiu! Mas no final nos divertimos muiiiitoooo!

  11. hahahahaha! Muito, mas muito bom mesmo, o texto, as imagens, tudo!
    Tem um detalhe que também sempre noto, as gírias que não são as mesmas….rsrs Você fala uma gíria bem corriqueira no seu dia a dia e as pessoas olham com cara de: Ham???

  12. ri… e ri alto! sensacional!
    adoro ler os textos de vcs e suuuper me identifiquei!
    meu filho fará 3 anos em outubro e eu ainda não fui pra balada depois que ele nasceu!
    não me importo, mas acho bem estranho qdo penso que faz qse 3 anos!
    Beijo na família!

  13. Não vou pra balada muito antes da minha filha nascer. Pra ser mais exata há uns 15 anos. Mas acredito que as coisas mudaram MUITO de uns anos pra cá. Na minha época de balada era bem como vc falou. Hj tá todo mundo virado. Dá até medo de quando a filha quiser sair pra "buatchy".

  14. Hahahaha! Choreeeei de rir!!!!

    Achei que só c/ meu esposo e eu era assim!

    Também temos um filho, de quase 2 anos. Não vemos balada…sei lá há qto tempo…mas me deparo com situações semelhantes qdo vamos ao cinema ou ao teatro sozinhos. Acho que “paramos” no tempo…ou será que os filhos mudam nossa perspectiva?

    Adorei…vou acompanhar o site!

    Abraço!

  15. Ixi… se tem uma coisa que não sinto falta é de balada. Mesmo antes do filhote nascer eu já me sentia meio perdida! Sou bem mais barzinho, shows… isso não muda nunca.
    Adorei o gif dos velhinhos dançando, tentei imaginar vocês dois! hehe

  16. Pô…mt engraçado cara!! Minha filha vai nascer daqui a uns meses, mas já estamos no clima de ficar em casa…
    E iso aí mesmo, perigoso é que se tiver uma barra de ferro perto da pista de dança e galera se jogar achando q é pole dance…
    Mas enfim, parabéns a vocês 2 pelo blog, tenho acompanhado nos últimos 2 meses e fico lendo os posts antigos, mt bacana! Outro dia tava lendo que vocês moram de Brasília tb! Coincidência…

    ps. a maioria q visita o blog é mãe, mas graças a deus esse blog tem um dispositivo "disfarça pai" e então posso acessá-lo sem medo! kkkk

  17. Ótimo Hilan.
    Especialmente os gifs, muito bem escolhidos 🙂
    Estou há quatro anos e dois filhos sem baladas, fui num show semana passada e já achei estranho demais, e olha que nem fiquei pra balada. Assim que acabou o show voltamos pra liberar a sogra.
    Mas minhas amigas solteiras me contam os causos. Dizem que agora, se a mulher não ficar pelada na frente do cara e fizer uma lap dance ele nem olha pra ela… rs…
    Exageros à parte, as mulheres estão muito mais agressivas, segundo elas, e por isso os homens estão muito preguiçosos e não fazem a sua parte (flertar, encarar, dar o primeiro passo e tal). Ficam encostados esperando a mulher chegar… cadê o romantismo???
    Eu não serviria para as baladas de hoje.

  18. Caramba eu e meu marido sempre fomos baladeiros. Vicente foi pro show de Black Eyed Peas na minha barriga e acho que curtiu. Maaaas depois que ele nasceu, um recesso foi obrigatório. Uns meses atrás a gente foi convidado para um camarote VIP no esquema open bar com transfer e tudo, daquele tipo imperdível. Daí acionei minha mãe e caí com tudo na vodka. Eis que no dia seguinte minha querida mamãezinha toca na minha porta e descarrega o bebê às 08:00 da madrugada por que esqueceu de me avisar que tinha um compromisso no domingo de manhã!!! Valeu, mãe, foi uma delícia cuidar de um bebê com uma ressaca monstra! Falar nisso, já viu a abertura do seriado Up all night??? O seriado em si é bem ruinzinho, mas a aabertura é exatamente a história da minha vida.

  19. Eu estou grávida de 7 meses do primeiro, e sábado passado fui a uma festa sem marido, que estava viajando. Me senti completamente deslocada dançando com aquele barrigão na pixxxta! Dancei, sambei e me diverti, mas foi estranho… Detalhe, moro fora e essa era uma festa brasileira, e nunca tive a barriga tão afagada! Sério, o povo deve achar que estou grávida do Gênio da lâmpada de tanto que esfregaram minha barriga!

    1. ahahahaha vc era a própria lâmpada mágica! to muito imaginando a galera esfregando a sua barriga! ahahaha!
      eu me senti deslocada na balada mas disfarçava legal. afinal, tava vestida de solteira, cara de menina e fingindo que conhecia todas as músicas (mexer a boca na hora do refrão + dançando freneticamente + luzes piscando = essa menina deve muito conhecer e amar essa música). vc foi corajosa. na gravidez eu queria me enfiar numa toca beeeem fria e hibernar por lá até o bebê nascer.
      ***(:

  20. HAHAHAHAH demais este post! Minha filha vai fazer dois anos e eu e meu marido ainda não fomos em balda, pq nossos amigos todos resolveram casar e alguns se formar, então não faltaram festas! Fomos em algumas com nossa filhota e em outras sozinhos. Qd saímos sozinho snefiamos o pé na jaca: mt dança, bebemos todas e fomos de taxi para casa, uma delicia!
    Saudades das baladas… ontem mesmo peguei uma pasta de musica de um colega no servidos da empresa e tinha uma pasta "musicas antigas"! Meu Deus, que loucura, só coisa boa! Vim dirigindo e cantando as musica da pen drive kkkkk e sabe a que gostei mt hoje? NEW ORDER – BLUE MONDAY kkkkkkkkkkkkkkkkk Me senti a Tiazona!!!

  21. Deixei o Martín (1 mês de idade) com minha mãe e enchi a cara, eu digo, perdi o juizo na balada (que foi em casa, com muito vinho) com o marido! Foi muito feio? haha!

  22. Fui para a balada umas 3 vezes, no máximo, depois da Lara e faço das suas palavras as minhas!
    EXATAMENTE as mesmas observações! E olha que não faz tanto tempo assim desde as minhas primeiras baladas, que não eram nem perto parecida com as de hoje.

    Pelo menos não tem mais cigarro. E isso é MAIS que bom!

  23. amei amei amei simplismente porque as realidades de pai e mae depois que vem o filho são completamente diferente de nosso discurso de gravidas e pais ,nãoo quando ele nascer vamso fazer tudo com ele e levaremo ele junto ele tem que se adaptar a nossa rotina kkkk ledo engano nós é que nos adaptamos e amamos tanto que nem vemos o tempo passar somos abençoados com programas melhores e mais calmas e com a construção familiar

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