31 de julho

viajei sem meu filho. rá.

por luíza diener

“olá, luíza. quinta feira acontecerá um evento exclusivo para blogueiras e fazemos questão de sua presença. você teria disponibilidade de vir para são paulo na data do evento?”

li o email e achei graça. afinal, direto me chamam pra eventos em são paulo, mas esquecem (ou nem se dão ao trabalho de saber) que eu moro em brasília.
até brinquei: “já que sou tão indispensável teria como vocês custearem minha ida?”
no que ela responde: “a ideia é essa mesmo”.
eu só respondi “legal”, mas por dentro era assim que eu estava me sentindo:

perguntei se eu precisava levar o benjamin e ela disse: “ele será muito bem vindo”.
você não está entendendo. eu quero saber se eu preciso mesmo levá-lo, no que ela diz que tudo bem.
posso ir sem ele.

comecei a sonhar, mirabolar, pensar em todas as possibilidades.
sozinha. sem filho. sem marido. viajando por causa do meu trabalho.
todas as despesas pagas.
ok que não é nenhuma ida a nova iorque, mas eu não precisei pedir o voto de ninguém.
estou simplesmente indo. coisa linda.
me senti adulta. me senti reconhecida.

mas ainda faltava uma semana.

nesse meio tempo ela me manda um email confirmando passagem de ida e volta + reserva do hotel.
agora é pra valer.

chega o dia. no lugar de uma mala gigantesca, uma singela mochila.
a mesma que frequentemente eu carrego lotada de fraldas, roupas, comidas e coisas pro pequeno passar apenas uma tarde fora de casa, desta vez com duas blusas, uma necessárie (ou duas) e coisas básicas como carteira, óculos e aparelhos eletrônicos.

deixo pra avisar pra ele que vou viajar apenas quando se aproximar a hora de ir embora.
tudo no esquema. ele vai ficar em casa. meio período com o avô e o resto com o pai.
aí eu explico: filho, hoje quem vai trabalhar é a mamãe. eu vou viajar.
engasgo e sinto um nó na garganta. minha voz trava. dá vontade de chorar.
prossigo: vou entrar num avião e vuuuuuuushhh! voar pra são paulo.
olhos cheios dágua. para!

eu estou indo rumo à minha liberdade de um dia só. não era pra me sentir assim.
mas né? como evitar?
então eu recupero o fôlego, firmo a voz e concluo: a mamãe vai viajar hoje. você vai dormir com o papai. mas amanhã eu volto.
não!
ok. ele fala não pra tudo.
mas vamos que vamos.
ele encrenca um pouco na hora de ir embora, mas nada demais.
tchau, meu amor! tchau, prinz.

entro no táxi e começa aquela sensação que eu sempre tive quando viajo sozinha: o mundo é meu e ninguém pode me parar.
“pro aeroporto”.
quando chegamos eu dou o dinheiro e digo o que sempre quis falar:
“fique com o troco” (de 1 real).
faço check in eletrônico. nada fila preferencial ou tralhas mil para despachar e medo de estar no limite do peso da bagagem.
sem carrinho pra empurrar nem filho pra emburrar.
as seis últimas vezes que eu viajei de avião foram eu sozinha com o benjoca e, apesar de natural, foi apavorante.
naturalmente apavorante, como costuma ser sempre que estou com ele em situações diferentes das cotidianas.

a primeira coisa que eu faço: compro um chocolate ao leite e um alfajor. mas também comprei um sem lactose pra quando eu voltar à dieta (a saber, no dia seguinte).
o chocolate não foi tão delicioso quanto eu imaginei.
talvez eu não tenha dado sorte. ou talvez eu tenha perdido o gosto pela coisa. vai saber.
mas mesmo assim tive alegrias múltiplas ao comer o alfajor dentro do avião que atrasou uma hora em terra.

por conta do atraso do voo, cheguei quase na hora do evento.
no desembarque tinha um chofer (acho chique) segurando uma placa com meu nome.
fiquei procurando minha limusine, mas não achei. mas era um baita dum carro. e eu fiquei me achando.
a agência que me trouxe para o evento pagaria inclusive minhas despesas alimentares, mas eu só tive tempo de passar no drive-thru do mc donald’s, o que pra mim já estava ótimo.
afinal eu matei minha vontade suprema de comer nuggets e casquinha de baunilha. essa sim, deliciosa:

cheguei um pouco atrasada para o evento e fiquei surpresa ao ouvir de uma das organizadoras que eles me esperariam para começar de qualquer maneira, caso tivesse me atrasado ainda mais.

havia mais ou menos quinze blogueiras. o espaço era muito legal e tinha até um lugar especial para as crianças brincarem, com monitores tomando conta.
uma mesa cheia de comidinhas – como todo bom evento – mas dessa vez não dei bola nem morri por não poder comer boa parte das coisas.

era um evento para promover uma nova fralda da pampers.
encontrei duas meninas do mamatraca que estavam lá e já havia conhecido na última viagem a são paulo: a ro lippi (nossa também co-worker na ação da royal) e a pri perlatti e também socializei com algumas outras.
mas gente, eu fico muito tímida nessas situações.
não sei o que fazer, onde colocar a mão. se fico no meu canto e passo por antissocial ou se forço amizade e deixo as pessoas com cara de “quem é essa guria?”.
tanto que acabei optando pela segunda alternativa cara de pau e não deu muito efeito. mas depois veio uma delas falar comigo pelo facebook (acho) e falou: ah! agora eu te reconheci! valeu.
toda aquela reclamação e antipatia que eu tenho pela maioria das agências que vêm pedir divulgação gratuita caiu por terra com o pessoal da pampers.
fui tratada a pão de ló, água, refrigerante, sorvete, avião e hotel.
a organização do evento foi impecável.
saí de lá com uma bolsa bacana abarrotada de fraldas (tipo aqueles kits que eles dão em programa de auditório e, quando pequenas, a gente sempre sonha em ganhar).
e o melhor é que a fralda em questão já foi testada pelo benjoca e é realmente muito boa. renderá um post à parte no facebook.

na volta o chofer (vou continuar chamando assim, com finesse) perguntou se eu queria que ele me levasse a algum outro lugar antes de ir para o hotel. minha cabeça fervilhou de oportunidades. pensei em museu, cinema, balada, até barzinho passou pela minha cabeça.
mas eu queria mesmo era ir pro meu quarto. sozinha. com frigobar, ar condicionado e um chuveiro só pra mim.
sem pelos de cachorro, sem brinquedos traiçoeiros no chão, sem precisar me preocupar com organização, horário, rotina e ficar ansiosa por ganhar o mundo quando finalmente o pequeno (e o grande) dorme.

três horas de pernas pro ar. um pouco de internet, um pouco de tv, uma andada pelos arredores do hotel, um banho demorado e não consegui fazer nada direito.
fui visitar uma antiga amiga que morava ali perto. foi bem bacana. soou natural, como se eu sempre estivesse por ali.

aliás, é esse o sentimento que eu tenho em são paulo. de pertencimento.
como se fosse parte da minha vida de alguma forma. talvez na infância (que não foi lá), talvez num futuro desconhecido.

na manhã seguinte, café da manhã do hotel. a-mo. mais iguarias contendo leite de vaca e eu nem precisei me importar.
meus peitos estavam enormes.

sim, a amamentação. preciso falar dela.
antes de sair de brasília eu amamentei bastante, esvaziei os dois seios.
quando cheguei no fim do dia no hotel elas -minhas tetas – estavam ok (o benjamin costuma mamar de manhã, à tarde e à noite. então eu pulei apenas uma mamada). mesmo assim dei uma ordenhada antes de sair.
e pela primeira vez eu consegui fazer isso direito.
descobri que ordenhar (adoro essa palavra e como ela me faz me sentir uma eterna vaca leiteira) com o peito vazio é infinitas vezes mais fácil que com ele empedrado, mesmo com todas as técnicas de massagens e bla bla blas.
mas no dia seguinte eles estavam turbinados e siliconados. ligeiramente assimétricos, como um verdadeiro par de tetas deve ser.
(e foi nessa viagem que eu descobri que minha mama esquerda está quase seca há muito tempo, mas eu não percebia).

e como ficou a amamentação dele lá?
não ficou. eu não deixei leite meu pra ele.
ele se alimenta bem, mesmo que de uma forma bastante seletiva.
comprei leite de arroz e deixei pra ele beber na noite de quinta e na manhã de sexta. à noite, morninho, depois da janta.
de manhã, batido com frutas.
mas o marido não encontrou o leite debaixo do nariz dele dentro da geladeira e ficou por isso mesmo.
um dia apenas. ele não morreu de inanição. afinal, tem quase 2 anos.
mas se ele tivesse uns 6 ou 10 meses (ou um pouco mais, ou muito menos), eu não teria viajado sem meu pequeno. jamé.

só me permiti fazer isso porque a viagem era curta, porque ele já está grandinho e entende boa parte das coisas que a gente fala pra ele e porque eu estava num estado de estresse tão grande que vi nessa viagem a oportunidade ideal pra tirar uma micro férias do papel de mãe, esposa e dona de casa.

não deu pra descansar, não deu pra fazer nenhum programaço e – confesso – não deu pra sentir saudades monstras.
como disse, fiquei com o coração partido na hora de despedir. mas depois que o fiz, beijinho beijinho e tchau tchau.

dormi como uma pedra, feliz da vida. viajei tranquila, comprei um livro.
gente, comprei um livro!
claro que não li ele todo, visto que a espertinha aqui só achou o livro que queria – as crônicas de gelo e fogo – na viagem de volta.
estava tão eufórica para lê-lo e ao mesmo tempo tão dda feelings que não consegui ler mais de 33 páginas. e o livro tem um pouquinho menos de 600. só.
mas um dia eu termino.

só que quando eu voltei, ganhei uma nova versão do filho. uma mistura de carrapato com pitbull. um híbrido de panda com leão.
um bezerro onça.
ele ficou grudento, mamento, choroso, raivoso, engraçado, fofo. tudo junto.

vibrou com a minha volta. dançou, riu, brincou, se alegrou. pediu pra mamar, passou a tarde bonzinho que só.
mas à noite acordou choroso, chamando pela mamãe. e desde então grudou em mim. voltou a acordar à noite – pelo menos duas vezes – e está dando vários chiliques.
claro que juntam outros fatores como as birras que ele já estava dando, a falta da chupeta e a presença dos primos na cidade que deixa ele muito feliz, mas demasiado eufórico e enlouquecido.
e só hoje estamos começando a voltar à rotina habitual, na esperança de restabelecer o equilíbrio da casa.

enfim, foi uma viagem ao mesmo tempo mágica e libertadora, mas por outro lado meio vaga.

talvez se eu tivesse passado uma semana completamente sozinha a coisa teria sido diferente.

talvez eu teria me sentido sozinha, me revirasse na cama à noite à procura do pé quentinho do marido ou acordando com barulhos imaginários de bebês chorando. talvez tivesse passado mal com tanto leite de vaca ou cairia em desespero após 1oo horas de solidão.

ou talvez eu tivesse terminado de ler meu livro do george martin e comprado o segundo (ou terceiroquartoquinto) volume da série, conhecido alguns spas da cidade, visitado os museus que eu nunca mais consegui ir depois do nascimento do benjoca, visto todos os filmes em cartaz no cinema, reencontrado mais amigos, engordado uns 5 quilos, ficado por dentro de toda a programação da tv por assinatura do hotel, encontrado um emprego pro marido e apartamento pra alugar e ligaria pra ele pedindo pra vir com o joca pra cidade de uma vez por todas.

talvez.

mas foi ótimo como foi. e necessário.

tipo um home alone 2.
só que num hotel.
só que em são paulo.
longe do natal.
e sem o macaulay culkin.

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categorias: desperate housewife, para mães, sem filho, viagens, vídeos

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39 Comments »

  1. ahahahah, Luisa, adorei o post!!! Delícia mesmo um "diazinho" só, assim em um hotel delícia!!! Vc merece! beijos

    Comentário by Bianca — julho 31, 2012 @ 4:13 pm

  2. devia ser obrigatório a todas as mães estas micro férias! adorei seu relato!

    Comentário by Ju Cavani — julho 31, 2012 @ 4:14 pm

  3. deveria mesmo. e como eu sonhei com isso! só que imaginava que seria daqui a, sei lá, 5 anos. ahahaha!

    Comentário by Luíza Diener — julho 31, 2012 @ 5:21 pm

  4. mais legal é a tua alegria ao dizer "esqueceram de mim!!"

    hahahaha

    achei super legal o relato, tb estou próxima de uma viagem sem o baby e ainda passando por um momento-desespero (o que fazer com a amamentaçao? será que ele vai sentir falta? será que irá me odiar?)

    ameeei!

    Comentário by Carol — julho 31, 2012 @ 4:15 pm

  5. eu acho que ele vai sentir falta, vai te odiar e depois vai te amar de novo. ou nada disso. ou melhor que isso.
    vai saber.
    mas não vai morrer, isso eu tenho certeza. lucão já é grandão 😉

    sentiu o nível de empolgação esqueceram de mim, né?
    ahahahha

    Comentário by Luíza Diener — julho 31, 2012 @ 5:21 pm

  6. Você é ótima. Adorei os detalhes, traduziu o que eu sim. Quando to sem me sinto só, quando estou com SUPER repleta!

    beijo pra familia

    Comentário by patipapp — julho 31, 2012 @ 4:21 pm

  7. é que viajar com crianças é tão bom quanto viajar sem elas.
    mas os dois são necessários, né?

    Comentário by Luíza Diener — julho 31, 2012 @ 6:41 pm

  8. Freedommmmmm! Dilíça, hein? Só fiquei triste que justo nessa semana eu não tava em Sampa pra cicceronear (sempre penso na Cicciolina nessa hora, hihi) você e passear de carona com o chofer – ai que chic seria!
    Volte, hein? Alôu empresas da babylândia, vamos trazer Luíza mais vezes, please?
    beijo xuxu!

    Comentário by Mari BZ — julho 31, 2012 @ 4:38 pm

  9. ainda bem que não é ciciolinar. ahahaha!
    que sensual!

    pena que foi tão master rápido.
    na próxima eu te aviso, vc dá um fim nas suas quianças e a gente dá role de chofer por aí 😉

    Comentário by Luíza Diener — julho 31, 2012 @ 6:40 pm

  10. Quando eu vi no twitter que tu disse que ia pra são paulo sozinha, eu já imaginei que ia ser uma mini férias. Quem não precisa? Que bom que te fez bem! E se tu conseguir ler o livro me conta como é, eu aqui tô me coçando pra comprar mas eu sei que não vou ter tempo pra ler, ou o livro vai aparecer riscado na mão do Arthur com ele dizendo "óia, mamãe! fiz desenhu pá ti!".

    Comentário by Tassiana Bach — julho 31, 2012 @ 4:55 pm

  11. Luizaaaa que unha é essa? (nma foto do sorvete) hahahaah
    Confesso que eu, mesmo sendo mãe, esposa, dona de casa e profissional (sou gerente de setor) me pego em dias de unhas descascando hahahahahah
    Adorei o post!
    Ah e que nova fralda é essa?
    Uso outra marca, mas acho a pampers mega legal, mas cara…
    bjo!

    Comentário by Juliana — julho 31, 2012 @ 5:05 pm

  12. menina, essa unha me define.
    é um ode à realidade da mãe brasileira. ahahhahaha!
    imagina eu no evento com não uma, mas 5 dessas unhas. diva! ehehe

    Comentário by Luíza Diener — julho 31, 2012 @ 5:23 pm

  13. hahaha mas sabes que isso é moderno? Típico "coisa de mãe" hahaha
    Mas Lu, fala a verdade, quem tem tempo pra tudo né? Eu me viro em mil e nunca dou conta do recado… mas quer saber? Sou mega feliz!!!!!!!!!!!!!! bjos flor, teu blog tá cada dia melhor!

    Comentário by Juliana — julho 31, 2012 @ 5:25 pm

  14. kkkkkkkkkkkkk!
    Ai Luíza, vc me mata de rir, velho!
    Esse post ficou bom demais!!!! Chofer, limusine, carlton dançando, a frase que sempre quis dizer: Fique com o troco (de 1 real)… auhauhauhauahuaha!
    Quanta pérola, garota!
    Parabéns pelo reconhecimento profissional! Já estava mesmo na hora! Você merece!
    Beijosss.

    Comentário by Catarina Ribeiro — agosto 1, 2012 @ 11:09 am

  15. ahahahha!
    mas pra mim o melhor é o fique com o troco. vou fazer disto um hábito 😉
    obrigadaa!
    bj

    Comentário by luíza diener — agosto 1, 2012 @ 9:10 pm

  16. A primeira viagem é muito engraçada, né! A gente com aquele sentimento de liberdade, de felicidade e culpa, e as outras criaturas perguntando se a gente está morrendo de saudades do filho… A minha "primeira vez" foi uma semana no Rio, trabalhando num evento, foi libertador e voltei com a medida certa da saudade. Agora já foram muitas, a galera aqui em casa já até se acostumou!!!

    Comentário by Avasaladora — julho 31, 2012 @ 5:06 pm

  17. acho que eu teria que me acostumar primeiro e deixar passar esse deslumbre pra então – finalmente – conseguir dormir até gastar o sono

    Comentário by Luíza Diener — julho 31, 2012 @ 6:43 pm

  18. A sua empolgação no vídeo é demais! haha

    Comentário by nataliafbotelho — julho 31, 2012 @ 6:52 pm

  19. mas a palavra é exatamente essa: empolgação.
    tava igual criança. juro!

    Comentário by Luíza Diener — agosto 1, 2012 @ 9:02 am

  20. Oi Luiza,

    Acredita que eu ainda não tive coragemd e viajar sem meus filhotes?
    E olha q o mais velho tem 5 anos e a mais nova 2a8m…vergonhaaaa…hihihi
    O evento foi otimo mesmo e muito bom te conhecer, uma pena não termos conversado mais mas, sempre acontece isso comigo tb, fico envergonhada no meu canto e depois solto a matraca aqui…rsrsrs

    bjo!

    Loreta
    @bagagemdemae

    Comentário by Loreta — julho 31, 2012 @ 7:46 pm

  21. ah, acontece! eu não faria uma viagem grande sem ele, por exemplo.
    aproveitei que essa rapidinha, tomei coragem e fui.

    e eu entendo. fico tímida tb. é mais fácil conversar pela internet, até pq quando você comenta, já puxa todo um histórico. ninguém precisa ficar se apresentando. ahahahhaha!

    bjs

    Comentário by Luíza Diener — agosto 1, 2012 @ 9:04 am

  22. hihihihi que engraçadinha Lu! pareceu tão feliz!
    que bom que essa viagem fez bem pra tu! 🙂
    bjão

    Comentário by Mamãe do Otávio — julho 31, 2012 @ 10:00 pm

  23. Parabéns, Luiza! Tenho certeza q isso é só um gostinho do muito q ainda está por vir… Seu blog é excelente e sua atuação como mãe é maravilhosa e inspiradora!

    Comentário by Dani — agosto 1, 2012 @ 8:43 am

  24. hahahaha adorei e olha esse esquecerão de mim é bem mais legal q o original rsrsrs, eu pelo menos queria um esquecerão de mim mais q td não passasse de dois dias se não seria esqecerão de mim demais praa mim

    Comentário by Larissa Xavier — agosto 1, 2012 @ 10:08 am

  25. Eu ainda não me vejo viajando sozinha, sem o Vítor. Mesmo porque eu ainda amamento, então tuuuudo tem que ser com ele. Não acho isso ruim, é necessário abrir mão de algumas coisas pelo bem dos filhos, né?
    Lendo vc falar sobre sua noite, que dormiu como pedra… ah que inveja, sabe Deus quando terei uma noite assim!
    hehehe
    Beijos
    MaH

    Comentário by Vida de Gestante — agosto 1, 2012 @ 2:19 pm

  26. é. qdo o benjoca era pequenininho assim eu tb não me via não. e nem desejava isso, que era pra não pirar.
    mas tudo a seu tempo.
    em compensação, desde que voltei ou eu tenho que acudir o pequeno umas 2 ou 3 vezes à noite ou eu acordo antes das 6h da matina.
    duro, ein?

    Comentário by luíza diener — agosto 1, 2012 @ 9:12 pm

  27. Amei. Assim.

    PS. Só eu achei a foto da casquinha um tanto fálica?rsrs

    Luv U, babe!! bjs

    Comentário by Fabiana Alvim — agosto 1, 2012 @ 10:22 pm

  28. ate pq mcaulay culkin ja foi mais cool, agora ta velho e decadente, esqueletico.
    Eu descobri, depois que eu tive filho, que eu nao sou mais eu, sem filhos. é claro que é muito bom passar um tempo distante deles, pra reenergizar, pra fazer alguma coisa que me satisfaca, pra poder pensar em outras coisas. Mas em geral, esse meu descanso de filho precisa ser curto e produtivo. Se eu ficar a toa sem crianca, me perco e fico com a sensação de que nem valeu a pena ficar sozinha. Eu gosto mesmo é de me curtir enquanto eles dormem. Pudesse (ou conseguisse!), virava madrugada fazendo coisas que me alegram. as vezes, basta ir no supermercado sem crianca e ja fico feliz. Nossos parametros mudam, ne? nossas necessidades mudam tanto…
    um dia essas criancas crescem… ai, sindrome de ninho vazio!!

    Comentário by mari mari — agosto 2, 2012 @ 10:07 am

  29. Ahh, vc é Mt fofa!!!

    Comentário by Pri — agosto 2, 2012 @ 3:46 pm

  30. Oi Luiza, adoro teu blog, curto ele desde que nossos filhotes nasceram (Benjoca e Gabi tem apenas 1 dia de diferença) mas não sou muito de comentar! Mas essa eu não podia deixar passar! Vou ter que viajar a trabalho, pela primeira vez, e tudo que eu precisava era “ouvir” a experiência de alguém! Vou ficar fora 4 dias, mas o Gabi (infelizmente) não mama mais no peito, então acho que vai ser ” libertador”! Obrigada pelo post! Ah, acho que vou visitar Brasília com a família em Novembro, o que acha de apresentarmos as crianças num parquinho?
    Bjs

    Comentário by Andréa — agosto 2, 2012 @ 5:35 pm

  31. Ai ai será que um dia eu terei o MEU "esqueceram de mim", e será que vou gostar disto, acho que sim um diazinho ninguém vai morrrer, vai.AMEI sua viajem e gostaria de ter a sua disposição para blogar, ser esposa, mãe e dona de casa e estudante…ufa já tô cansada.ahahahahahahah

    Comentário by Cacau — agosto 2, 2012 @ 10:07 pm

  32. […] semana passada a luíza escreveu um post contando como foi a sua primeira viagem sem o benjoca e todos o seus detalhes […]

    Pingback by potencial gestante – ela vai voltar – o dia em que fiquei sozinho com meu filho — agosto 7, 2012 @ 9:59 am

  33. Q tipo d pessoa posta coisas como essas…..vai ajudar a alimentar os famintos, se filie a uma ong. meninia!

    Comentário by dayane — dezembro 30, 2012 @ 9:45 am

  34. ladies first

    Comentário by luíza diener — dezembro 30, 2012 @ 11:29 pm

  35. […] 6- viajei sem meu filho. rá! […]

    Pingback by potencial gestante – 12 posts mais acessados em 2012 — janeiro 10, 2013 @ 9:12 am

  36. Viajei sem meu filho uma vez tbm a trabalho!Os meus familiares estranharam o porque de eu estar dormindo as nove da noite, eu prontamente respondi: Estou aproveitando cada segundo para dormir meesmo!sem choro e nenem me cutucando!ehhe!foram só dois dias e voltei morrendo de saudades!
    beijos
    eimamae.wordpress.com

    Comentário by Priscila Abreu — fevereiro 2, 2013 @ 5:05 pm

  37. Eu sempre sonhei com uma viagem pra Disney e agora eu e meu esposo estamos nos programando. Ele está com dó de deixar o Antônio que hoje tem 1 ano e meio. A viagem só deve sair em fevereiro por ai… Mas eu acho que se levarmos nem eu nem o Antonio e nem meu esposo irá curtir por isso não to querendo muito. As vezes penso que pode ser um pouco de egoísmo da minha parte, mas ele também não vai aproveitar. Vamos fazer um teste quando formos pra entrevista do visto, não vamos levá-lo. Ai vamos ver no que da né. Tenho medo da saudade bater forte viu.

    Comentário by Renata Melo — junho 30, 2014 @ 2:14 pm

  38. Luiza boa noite. Ja estou lendo seu blog a tres joras isso so e possivel pois meu pequeno esta no mais profundo sono e eu ao invez de dormir e descansar preferir ficar aqui!

    A dois dias descobri que estou gravida e estou naquela fase super complexa, e teno uma historia parecida em algumas coisas com sua! Ver as historias de partos sua e sentir quase o que sentiu me fez ver o quanto eu quero fazer diferente nessa minha gestação e o quqnto tudo aquilo que tenho lido faz sentido! Ver vc parir perto do seu filho me motivou e mal consigo pensar em outra coisa a não ser ter um parto domiciliar! Mas mesmo tendo lido bastante e conhecemdo um pouco sobre o assunto me sinto ainda leiga, e não conheço nenhuma parteira nem medica aqui de são paulo que possam ser acessiveis, você poderia me ajudar?

    Desde ja muito obrigada e super pqrabens pelo blog, estou amando! Mas tenho que concordar que devo dormir pois ja vai dar trés horas da manha e nao paro de ler! O bebe quer sossego! Kkkkk

    Bjs

    Att Karla Cruz

    Comentário by Karla .Cruz — julho 9, 2014 @ 2:10 am

  39. graças a deus não tive filho

    Comentário by ana Helena — setembro 27, 2014 @ 10:52 pm

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