27 de janeiro

dar à luz dentro do carro a caminho do hospital

por hilan diener

Zachary e Jennifer Russel moram a 45 min do hospital, no estado do Texas, EUA. Ele com o volante em uma mão e uma câmera de vídeo na outra continuou dirigindo e filmou sua esposa dar à luz ao primeiro filho do casal. Jeniffer disse depois ter ficado chocada com a rapidez com que seu filho veio ao mundo, “No momento em que a bolsa rompeu, eu empurrei e o bebê nasceu”. Chegando ao hospital os médicos puderam cortar o cordão umbilical e o procedimento foi concluído.

via

categorias: vídeos

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26 de janeiro

tem uma coisa me afligindo

por luíza diener

e ela se chama mudança.

é, queridos. e eu pensei que iria descansar em janeiro.

é fato que deu pra dar uma relaxada da agitação da internet (que me deixa extremamente ansiosa, com o coração disparado), mas arrumei uma nova ansiedade.

preciso me mudar até o começo de março. recebi a notícia há quase um mês e, desde então, qualquer tempinho vago que eu tenho é pra procurar um lugar novo pra morar.

nos fins de semana compramos jornal. durante a semana procuramos pela internet. antes eu queria somente direto com o proprietário. agora o que vier tá valendo.
nem desligo mais o computador. é só abrir o notebook que você vai encontrar pelo menos duas páginas abertas – em navegadores diferentes – com abas e mais abas de apartamentos para alugar.

e está tudo tão caro e tão absurdo!
há menos de 1 ano os imóveis já eram caros, mas nada que se compare a agora. vi uns apartamentos idênticos ao meu, neste mesmo prédio, com preços de 30 a 60% mais caros do que o que eu pago atualmente.

apartamentos no valor do nosso, só espeluca.

sério. fomos visitar um, num terceiro andar, sem elevador. chegamos ofegantes, mas esperançosos.
foi abrir a porta e veio aquele cheiro mezzo mofo, mezzo barata. a cozinha era pequena e não tinha janela. mas tinha, do nada, um tanque e um mini espaço ao lado, que eu supus ser pra uma máquina de lavar. e como era daquelas cozinhas americanas, já viu né?
ou você come um arroz com gosto de sabão em pó, ou veste uma camiseta acebolada.
os quartos eram minúsculos. um – sem exagero – devia ter o tamanho de um colchão de casal. o outro era um pouco maior: um colchão de casal king size, no máximo.
baratas gigantescas mortas (pelo menos) pela casa.
o banheiro era uma piada: se não tivesse o blindex, dava pra fácil fácil pra tomar banho sentado na privada, de tão encavaladas que eram as coisas.
“o ponto alto é a varanda” – me disse o proprietário por telefone. deve ser mesmo. você sobe lá e depois se atira, torcendo pra ter que ficar pelo menos uma semana internado no hospital, a fim de esquecer o muquifo em que você mora.

saí de lá com vontade de chorar.
pensava que, quando fosse mudar, seria pra um lugar maior, com um quarto extra pra transformar em escritório, ou pra acolher novos filhos.

imaginava o benjamin crescendo aqui, convidando os amiguinhos da quadra pra sua festinha de 2 anos.
andando de bicicleta embaixo do bloco, brincando de pega pega, de carrinho.
chegando todo dia com uma fantasia diferente de algum super herói (como o vizinho fofo do andar de baixo, 2 anos mais velho que meu pirralhinho).
nós 2 indo a pé pra ex futura escola dele, a uns 500 metros daqui.
passeando com o futuro novo irmão ou irmã (eu até já planejava como apertar um segundo filho neste apê de 2 quartos).

e ainda tem a mudança em si.
planejávamos mudar daqui em, sei lá, dois anos. pelo menos.
como isso aconteceu bem antes, não temos nem condições de pagar uma mudança decente. aí você economiza na mudança e acaba perdendo algum móvel ou eletrodoméstico de conserto super caro.

e olha que eu sempre adorei mudar.
na verdade, estou completamente viciada em procurar imóveis.

mas isso me deixa tão pilhada que eu durmo, sonho e acordo pensando em apartamento.
nem consigo mais cuidar direto do que eu ainda estou morando. penso: “ah, eu devo mudar daqui a um mês. pra que eu vou arrumar isso? deixa pra depois”. e as coisas vão acumulando.

só sei até cheguei a cogitar a possibilidade de mudar de cidade.
sei lá, ir pra são paulo, curitiba, gramado, canadá (sério).
mas essa ideia é atualmente muito absurda pra minha vidinha pacata.

aí eu descobri por aqui um lugar lindo e cismei que quero morar lá. é arborizado, é pacífico, as pessoas usam a rua (coisa rara aqui em brasília). é perto das coisas, perto do trabalho do hilan, perto de parque, de alguma futura escola pro benjoca, do supermercado e da padaria que tem pães e bolos sem lactose. e o preço nem é tão absurdo.
aí que eu pirei mesmo: dá vontade de ir de prédio em prédio perguntando se tem algum apê pra alugar.
até que eu já consegui ver um.
quartos grandes, sala grande. me fez esquecer que a cozinha era uma bosta e o banheiro igualmente horrível (e pequeno).
será que fiquei cega?
estou procurando por uma faísca de esperança pra me dar forças e continuar fazendo o que devo fazer? afinal, se eu sentar e ficar quieta, o prazo vai chegar do mesmo jeito. e aí?

estou cansada de procurar e procurar dia após dia.
de ter que visitar imobiliária sozinha, levando a tiracolo um bebê-criança elétrico que não para quieto.
pra piorar (mais um pouquinho), as imobiliárias costumam ser sempre em lugares dificílimos de estacionar. aí larga o carro num lugar longe e no sol, tira criança da cadeirinha, pega no colo, carrega peso, chega no lugar, fica uma vida esperando enquanto seu filho destrói tudo, pega a chave e sai correndo pra não estourar o prazo de ver o imóvel.
pra otimizar o tempo, passe em várias imobiliárias, pra matar vários coelhos numa visita só.
peça ajuda à fada do tempo (e das vagas. e da paciência) que tudo vai dar certo.

e eu, que pensei que durante as minhas pseudo-férias iria dormir às 22h todos os dias, estou aqui, às 2h30 da manhã ligadona a pleno vapor.

sei lá, pode soar um tanto quanto dramático, exagerado ou qualquer coisa do tipo.
mas é que eu precisava botar pra fora.

umbjo

categorias: desperate housewife

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24 de janeiro

filho de stormtrooper, stormtrooperzinho é.

por hilan diener

ainda estamos de férias do blog, mas não posso deixar de relatar a fofura que o benjoca está esses dias. aprendeu a dar beijo de verdade! faz biquinho e estala um beijinho molhado na bochecha da gente. coisa mais fofa! está igual um papagaio, repete nossas falas e fica cantando músicas do seu repertório bebesistico. só vendo.

 

 

 

categorias: pai feito, por definir

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21 de janeiro

vão deixar saudades

por luíza diener

e a família be-pa-ce-ca (bernardo, paloma, cecília e clarice) partiu.

começou assim: eu tinha blog, ela também.
ela morava em são paulo e eu, aqui mesmo, em brasília.
trocávamos algumas figurinhas pelo blog, até que li que ela viria para cá.
acho que mandei um email com algumas dicas de lugares para se conhecer em brasília.
por fim ela disse que se mudaria para a capital brasileira.

eles vieram. na época, três.
no conhecemos, conversamos e aos poucos passamos a ter mais amizades em comum.
ficamos grávidas. ela, eu e a mais outras amigas.
os bebês nasceram, todos antes do tempo previsto.
conversamos sobre amamentação, alimentação, fraldas de pano, educação, saúde. reclamamos muito dos pediatras.
e tantos bebês comemoraram 1 ano e quantas vezes os vi (sempre os 4) por lá.
e mais outros passeios – geralmente vespertinos – despretensiosos, sempre

então veio a notícia de que ela se mudaria.
fiquei muito feliz, pois acho que o mundo é pequeno demais pra ficarmos a vida inteira presos a um lugar só.
mas outra parte minha ficou triste.

o tempo voou.
eu, enrolada e procrastinadora como sempre, pensei, marquei, desmarquei, furei, deixei pra última hora e afinal não organizei a despedida como gostaria.

lá foram eles pra lbjbjbjbjb (nome complicado de uma cidade eslovena que eu não faço muita força pra aprender a escrever certo. muito menos me arrisco a pronunciar).
e hoje ela comemora seu aniversário por lá.

eu, que sempre consegui me expressar bem ao escrever, talvez nunca tenha dito o quanto essa amizade foi (ainda é) especial pra mim.

obrigada, paloma, por ter feito parte da minha vida.
claro, a amizade continuará. mas saiba que este tempo em que convivemos foi muito bom e que me ajudou a crescer como mulher e mãe.
obrigada também pelo anexo be-ce-ca, que são outros 3 amores de pessoa, dos quais eu nunca esquecerei.

feliz aniversário!

(um dia a gente se encontra de novo, no aeroporto de lbjbjb. ou no canadá)

categorias: por definir

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20 de janeiro

papai não, mamãe.

por hilan diener

categorias: um pouco de humor, vídeos

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18 de janeiro

meu primeiro ano – pôster presente

por luíza diener

lembra daqueles livrinhos em que sua mãe/avó registrava os primeiros feitos das crias? primeira palavrinha? o primeiro banho? era muito legal, né? mas acabava socado e esquecido em algum armário empoeirado. pelo menos o meu foi assim (diz minha mãe que fez um meu, mas eu nunca vi).

que tal eternizar isso com um lindo poster do relatório anual do seu filho/filha?
uma peça de design única e exclusiva que vai ficar linda no quartinho deles como decoração.
você pode escolher entre três opções de cores:

1) fundo branco

2) fundo rosa

3) fundo azul

 

DETALHES

impressão em papel fotográfico mate paper.

dimensões: 42,0 X 59,4 cm (formato A2).

tempo de produção – 15 dias a contar a partir da confirmação dos dados fornecidos e aprovação de pagamento (adiantado).

prazo de envio dos correios: aproximadamente 8 dias úteis, a depender da localidade.

* atenção: a moldura não é fornecida, a fim de viabilizar o envio!

 

PREÇO

R$: 250,00 o poster impresso + embalagem (tubo postal).

impressão adicional – R$ 70,00 por poster extra.

 

FORMAS DE PAGAMENTO (via pagseguro)

  • cartão de crédito em até 18x (a depender da bandeira) com juros.
    bandeiras aceitas: visa, master card, american express, diner, aura, hipercard e mais.
  • débito online/TEF.
    bancos aceitos: banco do brasil, bradesco, itaú, hsbc e banrisul.
  • boleto bancário.

 

COMO COMPRAR

  1. efetue o pagamento via pagseguro;
  2. preencha o formulário abaixo com os dados da criança (você precisará dos dados do pagseguro para finalizar o formulário);
  3. envie um email para postermeuprimeiroano@gmail.com contendo:
    - duas fotos em boa resolução para impressão: uma ao nascer e outra com idade próxima a 1 ano;
    - seu nome e email conforme preenchidos no formulário, para confirmação de dados.

para efetuar o pagamento, clique abaixo:

pôster meu primeiro ano – R$ 250,00

 

impressão extra* – R$ 70,00

caso tenha interesse em mais de uma cópia, adicione ao carrinho o poster de valor cheio (R$ 250,00) e, em seguida, solicite a impressão extra* (botão abaixo).

note que a quantidade de cópias pode ser alterada.

* válido somente para cópia.
** os dados não poderão ser alterados em caso de impressão extra.

 

ENVIE SEUS DADOS

através do formulário abaixo.
preencha com as informações de seu(sua) pequeno(a):

dúvidas ou problemas, entrar em contato através do email postermeuprimeiroano@gmail.com

muchas gracias ; )

categorias: Tags:, , , , marcos importantes, para mães, para papais, produtos, tranqueiras de bebê

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13 de janeiro

turismo com os bebês

por luíza diener

hoje o mamatraca está com vídeos especiais com dicas de passeios pelo brasil.

tem fortaleza, salvador, vinhedo, rio de janeiro, florianópolis e, claro, brasília.

estou lá dando a dica de dois dos meus lugares prediletos pra passear com os pequenos nessa cidade tão linda de meu deus: o parque nacional (água mineral) e o ccbb (centro cultural banco do brasil, também conhecido como cecê do bebê).

para os interessados, a entrada no ccbb é gratuita, bem como muitos eventos que eles realizam.
o ingresso da água mineral fica no valor de R$ 6,50 para adultos e crianças não pagam (agora não lembro se são crianças até 6, 10 ou 12 anos. tem que conferir).

quer ver o resto? é só clicar aqui.

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12 de janeiro

anônimos famosos parte II

por luíza diener

há uns anos, antes da existência do pequeno benjoca, escrevi este post sobre a vergonha alheia que eu sentia do rapaz que tocava violão no laboratório perto da minha acupuntura. é fato, só de lembrar dessa história eu ficava com vergonha.

prometi que nunca iria àquele lugar, por pura compaixão.

mas claro que eu fui depois disso. mas só lembrei hoje, quando fui fazer um exame de sangue e lá estava outro cara dando seu repetáculo.
desta vez o sentimento não foi de vergonha. na verdade eu nem sabia que sentimento era aquele.
o cara tava menos engomado, é fato.
sem gravata, de camisa cinza escura. e ele era realmente bom.
claro que ele fazia uns trejeitos meio a la caetano veloso, mas ele podia se permitir aquilo.

naquele momento eu estava sendo atendida no balcão, então não dava pra vê-lo direito do meu lugar.
só que logo entrei no dilema: e quando eu sentar pra esperar minha vez de fazer o exame, o que eu faço?
olho na cara dele e fico com um sorriso meio amarelo, do tipo “ei, cara! que legal sua música, apesar dessa situação constrangedora”? dou uma gorjetinha? ou faço cara de paisagem e finjo que ele não existe? se eu fingir que ele não está lá será meio falta de respeito e desmerecimento com o trabalho dele. se eu ficar encarando, ele pode pensar ou que estou a fim dele ou que eu sou daquelas stalker crazy eyes maluca. e se eu der uma gorjeta, aí sim ele pode se ofender.

mas antes que eu pensasse em arrumar um assento pra aguardar meu grande momento, já me chamaram. ufa!

calculo que ele estivesse lá desde umas 7h da manhã. eu fui atendida umas 10h30 e em seguida ele pegou seu banquinho, seu violão e se mandou.
e aí eu só consegui pensar: “que cara esperto! não deve trabalhar nem 4h, tem o resto do dia livre e ainda tira uma graninha”.

e saí de lá admirada.

categorias: filosofia de boteco

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10 de janeiro

auto completar ativar!

por hilan diener

pai também sofre de saudades do filho enquanto está no trabalho, ainda mais quando a mãe grava um vídeo como esse. :)

 

categorias: benjamin, um pouco de humor, vídeos

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06 de janeiro

musica proibida do benjamin

por hilan diener

benjamin chora quando ouve “nana nenem”, ninguém sabe por que, uns acham que é por causa da melodia, outros porque tem “papai” na letra e ele morre de saudade dele quando está no trabalho.

bom final de semana! :)

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