26 de novembro

quero férias!

por luíza diener

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nesse último mês fizemos duas pequenas viagens com a família: uma meio bate-e-volta pra uma cidadezinha perto de brasília e outra a trabalho, em são paulo.
foi somente quando viajamos todos juntos que percebi que, até este mês, isso nunca tinha acontecido: sempre era só eu + um, só eu + dois. hilan nunca viajava (desvantagens de se trabalhar em escritório) e nunca fomos os quatro juntos.
essas duas micro viagens nos deixaram ansiosos por repetir a dose, só que dessa vez em clima de férias, pra desligar das preocupações, pra entrar num hotel e curtir tudo o que teríamos direito.
nossa ida ao Rio Quente Resorts me deixou totalmente na expectativa, especialmente quando soube que iríamos ficar na mesma pousada que fui há mais de vinte anos acompanhada dos meus pais, irmãs, tios, primos, meu vovô e minha falecida e querida vovozinha.
lembro como se a viagem tivesse acontecido um dia desses, o que me deixa ainda mais na expectativa de repetir a dose, dessa vez com meu marido e filhos.
quão surreal é isso? se a luíza de 20 e tantos anos atrás fosse visitada pela luíza do futuro (ahahah! olha a maluca! aposto que ficaria empolgadíssima com isso.
se até eu, beirando os 30, mal posso me conter…)
há um tempo já começamos a planejar tudo, especialmente porque iremos de carro e devemos pegar umas 4 a 5 horas de estrada.
estou animada com a ideia de viajar com os pequenos (um pouco apavorada também, confesso, mas a animação é maior!), de cantarmos música durante a viagem, olhar as placas, as paisagens, parar nos restaurantes na estrada, levar lanchinhos pra comer no carro.
animada porque lá existem piscinas naturais de água quente. quão incrível é isso?
animada porque vou encontrar outras amigas lá.
animada porque nunca fiquei hospedada num resort antes (20 e tantos anos atrás lá era apenas uma pousada) e estou louca para passar por essa experiência, especialmente tendo filhos!

estamos indo ao primeiro encontro de blogueiras TopMothers!
há quase 1 ano essas meninas lindas se tornaram também minhas colegas de trabalho e, apesar de nos falarmos sempre, raramente nos encontramos.
juntarmo-nos no mesmo lugar pra tomar sol, reunir os filhos, levar os maridos, conversar até dar calo na língua, entrar na piscina de dia e à noite são coisas pelas quais eu também anseio.
viajar é um prazer que sempre deixamos pra depois aqui em casa especialmente por conta da parte financeira. primeiro, porque nunca nos planejamo$ direito e segundo, porque é difícil encontrar um lugar bacana, relaxante e que não pese tanto no bolso e aí entra nossa parceria com o Rio Quente Resorts.

o melhor é que as leitoras e leitores aqui do blog também são beneficiados. quem quiser pode ter até 35% de desconto na hospedagem. pera que eu vou explicar direito como funciona essa matemática. pega a calculadora e vem comigo:

  • você ganha 10% de desconto por causa da parceria potencial gestante – rio quente resorts. é só inserir o código MAMAE014 ao final da compra.
  • se quiser mais 10% de desconto é só fazer o pagamento à vista. dez mais dez já deu vinte.
  • pra ter mais 15% de desconto, compre com 120 dias de antecedência ou mais.

10 + 10 + 15 = 35%. viu?

você pode comprar diretamente através do site rioquenteresorts.com.br, sem esquecer de inserir o cupom MAMAE014 ou por telefone, com a Valetur Viagens, operadora da Rio Quente Resorts, de acordo com a cidade em que você se encontra:

Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre ou Rio de Janeiro – 0800 940 0818
Brasília – (61) 3246-7090
Campinas – (19) 3512-9898
Goiânia – (62) 3412-1515
Ribeirão Preto – (16) 3514-0400 ,
Rio Quente – (64) 3512-9999
Santos – (13) 3513-9709
São José do Rio Preto – (17) 3512-0500
São José dos Campos – (12) 3512-9808
São Paulo – (11) 3509-3327
Santo André – (11) 4433-0950
Uberaba – (34) 3325-9602
Uberlândia – (34) 3221-1017
demais cidades – (11) 3509-3300

fiquem de olho que, quando estivermos lá, postaremos as tulializações da nossa viagem ; )

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selo matrioska

 

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25 de novembro

não é vingança. é <3

por hilan diener

hilan falando: lembra uma vez que a luíza postou na fanpage uma foto antiga minha, com uma barba bizarra? então… decidi não me vingar, mas homenagear essa blogueira fantástica que a luiza é.

categorias: um pouco de humor, vídeos

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21 de novembro

declarações de independência

por hilan diener

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categorias: Tags: um pouco de humor

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20 de novembro

os padrões que nos impomos

por luíza diener

as tres idades da mulher

eu amo a vida que levo, sinceramente. mas volta e meia me pego com um comichão, sonhando com uma vida que não é a minha, admirando coisas que não tenho (e provavelmente nunca terei), planejando mudar algumas coisas, comprar alguns bens, como se minha felicidade dependesse daquilo. no fundo eu sei que não, mas tem vezes que isso é tão forte que eu quase chego a acreditar.

eu fui uma criança de cabelos bem loiros, bem lisos e olhos verdes, escuros. fui gordinha até os 5 anos e logo me tornei um fiapo.
eu odiava “parecer uma boneca”.
eu odiava ser magrela.
eu odiava ser loira.
eu odiava meus olhos “claros”.
que bonitinha! parece a xuxa!” - era o que eu sempre ouvia. cheguei a dar um tapa no rosto dum amigo de minha mãe quando ele me disse isso. coitada da minha mãe, mas até hoje me dá raiva, só de lembrar. eu odiava (odeio) a xuxa.
quando fiz dezoito anos, dei meu grito de independência e cortei meu cabelo na diagonal: curto perto da orelha e comprido na extremidade oposta. a cabeleireira não queria cortar. disse que minha mãe ia brigar comigo (ela achou que eu tinha uns 14 anos). menos de um ano depois, eu pintei meus cabelos pela primeira vez: vermelho vivo. depois de alguns meses, castanho escuro, que mais parecia preto. da primeira vez foi minha irmã que pintou. mas depois, quando fui pintar de castanho, outra cabeleireira – que já me conhecia há alguns anos – quase teve um treco quando viu meu cabelo vermelho e outro treco maior ainda quando disse que queria ele quase preto:
- seu cabelo nunca vai voltar ao que era antes!
– tudo bem 
- eu disse – eu não tenho nenhuma pretensão de voltar a ser loira.
voltei no ano seguinte quando me senti presa a essa história de tem que retocar a tinta e acabei me livrando da tinta do jeito mais fácil possível: raspando a cabeça.

outra coisa que sempre ouvia quando criança (todos nós) era o famoso “o que você vai ser quando crescer?”.
raramente o adulto pergunta “o que você mais gosta de fazer? onde gosta de passear? você gosta de nadar na piscina ou de correr na grama?”.
por conta disso eu nunca – jamais – pergunto a uma criança o que ela será quando crescer. porque o que faz a vida dela é o hoje, o agora e é justamente a forma como vivemos nossa infância que determinará o adulto que somos; não o contrário.
nessa pergunta fica bem claro (pelo menos pra mim) que, segundo nossos padrões culturais, a profissão define quem a pessoa é.
“o trabalho dignifica o homem”.
será? achava que o que dignificava o homem – e a mulher – fosse sua dignidade: seus valores e ética, o respeito próprio e ao próximo. a cortesia, o amor, a abnegação, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de ter compaixão. e, pra mim, isso pouco diz respeito a um ofício, um diploma, uma carreira, muito menos a dinheiro.

ainda muito nova me via lutando contra isso. quando um dia respondi a uma amiga da minha mãe que eu queria ser veterinária, ela disse que veterinário não ganhava bem. não me lembro de ter respondido alguma coisa, mas lembro de ter pensado que ela não tinha me perguntado “o que você vai fazer pra ganhar dinheiro?” e sim qual carreira eu pretendia exercer. eu tinha por volta de doze ou treze anos e o assunto era vestibular.
eu era uma criança muito tímida, mas com o tempo passei a aprender a dizer o que pensava (pelo menos entre as pessoas mais próximas) e foi curioso observar como as pessoas reagiam diferente ao receberem respostas fora do padrão.

certa vez elogiaram meu cabelo loiro (ai, que preguiça!) e falaram que eu poderia ter filhos branquinhos e loirinhos como eu. lembro de responder na lata: “quero me casar com um homem negro. bem negro. quase azul”. obviamente a única resposta que veio foi o silêncio e um sorriso sem graça.

mas esta semana três coisas desencadearam em mim essa reflexão:
a primeira foi quando uma conhecida minha colocou a foto de sua filhinha bebê e os comentários giravam entorno de um único assunto: os olhos azuis da menina. muitas exclamações, muitos coraçõezinhos. de fato, a menina é linda, mas o mérito – pra mim – não se deve aos olhos claros. se deve ao fato dela ser bebê e bebês são sempre lindos.
a segunda coisa foi que falei lá na página do facebook sobre ficar nua na frente dos meus filhos. comentei que aqui em casa é praticamente um território nudista, no que alguém me diz “mas você é magra, não vale!”. mesmo que tenha sido em tom de brincadeira, tenho pensado nos vários comentários que já ouvi em relação ao meu corpo. é como se ser magra fosse quase uma virtude, como se magreza estivesse relacionado ao caráter, sabe? em outros tempos eu já me irritei muito, já xinguei, já mandei à merda quem me chamava de magrela, raquítica, doente. hoje em dia eu não ligo, apenas observo.
a terceira foi um comentário que praticamente dizia “você fala isso porque tem marido”. nunca na minha vida eu me arrumei pra homem nem pra mulher. eu sempre me arrumei pra me sentir bonita e bem comigo mesma. mas se eu dependesse dos outros – especialmente dos homens – pra elevar minha auto estima e pautar o que eu visto ou deixo de vestir, como eu corto ou não meu cabelo, pinto ou não minhas unhas, eu tava ferrada.
pergunte ao hilan o que ele achou de mim quando eu usava cabelo na diagonal e blusa furada nos nossos primeiros encontros. diz ele que aquele furinho na blusa foi um indicador de caráter, um sinal de que eu era o tipo de garota que, segundo ele, “tem mais livros que sapatos” (exageros à parte e nada contra quem curte sapatos, ok?).

tem que ser linda, tem que ser magra, não pode ter barriga. tem que ter uma pele corada, levemente bronzeada: nem muito clara, nem muito escura. os cabelos têm que estar sempre devidamente ordenados, a pele tem que ser perfeita, sem manchas, sem flacidez, sem estrias, dobras, rugas.
em pouco mais de quatro meses eu completarei trinta anos de vida. olhar-me no espelho e contemplar minhas olheiras gigantescas, as pequenas rugas e pés de galinha que já começaram a surgir, as sardas de sol, as estrias na barriga molenga, a coxa fina e flácida, tem dias que me dá chateação, sim. mas na maioria das vezes me traz orgulho. são minhas marcas de guerra.
o orgulho não se dá porque eu sou magra, porque sou loira, branca ou o que quer que seja. é porque eu sou mulher, porque me orgulho da minha história de vida, porque sou feliz sendo quem sou.

antes eu não usava saia nem vestido, porque queria esconder minhas pernas finas. muito menos gostava de usar biquíni no clube ou na praia, porque sempre recebia comentários sobre a minha magreza e bronzeado de papel chamex. já adolescente, não ia à escola sem passar corretivo por causa das olheiras de panda.
passei a odiar todo e qualquer assunto sobre carreira quando larguei a faculdade, aos 22 anos: “mas você pretende voltar depois? vai tentar fazer outro curso? vai estudar pra concurso?” e tinha que lidar com a cara de espanto das pessoas quando respondia que “não. ainda não sei o que quero fazer”. tentei fazer muitas coisas e não conseguia deslanchar em nada. eu fazia bicos aqui e acolá e por muitos anos do nosso casamento vivemos com dois salários mínimos; às vezes um pouco mais, às vezes um pouco menos.
até hoje escuto esse papinho de voltar pra faculdade, mas hoje isso também não me faz nem cosquinha.

a maternidade me fez entender que a vida vai além disso. viver uma vida onde, definitivamente, eu não sou o centro dela, às vezes é dolorido, mas na maioria das vezes é o que me faz enxergar que o mundo vai muito além do meu umbiguinho. que não importa como eu aparento ou qual carreira eu sigo ou não. isso não me define. é o amor que me define.
minha crença em deus – então – nunca fez tanto sentido, apesar de eu não levar mais a vida religiosa e fervorosa que um dia eu levei. mas me fez enxergar o verdadeiro e puro amor. o amor que não mede esforços, que se doa, se entrega. o amor que é infinito, mas que muitas vezes é demonstrado em forma de disciplina. o amor que muitas vezes exige de mim paciência, mas que em tantas outras me ensina a arte de ser paciente.
ser mãe me aproximou de deus de um jeito novo e diferente, me fez me aceitar como eu sou, assim como eu aceito meus filhos (por mais que tantas vezes eu relute pra que isso aconteça). é só dele que eu preciso de aprovação. é só ele que eu preciso me preocupar em agradar realmente. diante dele não importa a minha aparência, mas meu coração.
o exterior pode estar lindo, mas se por dentro eu estiver podre, não adianta nada. e, olha, tem vezes (a maioria delas) que eu sou podrona mesmo, que piso na bola, que faço cagada. mas sei que ele me ama, me aceita e me perdoa quantas vezes eu apresentar um coração arrependido.
não é assim que nós, mães, fazemos por nosso filhos?
ele é justo e amoroso. o único que é perfeito e nunca falhará. eu posso perder tudo o que tenho: família, amigos, beleza, filhos, porque tudo isso é passageiro. mas enquanto minha confiança estiver depositada nele, meu coração encontrará paz.

“pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. a ele seja a glória para sempre! amém”

categorias: amor, antropologia de esquina, filosofia de boteco, psicologia autodidata introspectiva, questões

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19 de novembro

eu não queria fazer chá de bebê

por luíza diener

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na gravidez do benjamin eu estava eufórica com a novidade de ser mãe. era extremamente empolgante preparar enxoval, pensar na decoração do quartinho, no nome, sonhar acordada com o momento em que aquele bebê estaria nos meus braços.
também sonhei e idealizei muito meu chá de bebê, mas quando foi chegando o terceiro trimestre, junto com ele chegou o cansaço. minha mãe estava empolgada com a vinda do segundo netinho – o primeiro menino – e para muitas amigas eu era a primeira amiga a ter um bebê. tive muita ajuda e não precisei me preocupar com nada, o que me rendeu um chá de bebê super agradável, cheio de amigos, amigas, presentes e alegrias.
na segunda gravidez eu estava duplamente cansada. não preparei quartinho, aproveitei enxoval do irmão, dos primos, dos filhos das amigas – que agora também tinham filhos. tudo aconteceu com bastante naturalidade e confesso que foi muito gostoso viver uma gravidez menos ansiosa, mais madura e mais tranquila.

por querer justamente ficar longe de qualquer estresse e manter a marcha bem lenta enquanto gestava constança, acabei optando por não fazer o chá de bebê da pequena. por mais que eu ame reunir gente querida em datas tão especiais quanto essa, organizar eventos me deixa louca! uma amiga se ofereceu pra ajudar, mas eu não queria ter que pensar em lista de convidados, local, comida. eu sou péssima com essa coisa de comida! ou compro/faço demais ou de menos. aí decidi não fazer nada mesmo e ponto final.
mas um dia, voltando da casa da minha sogra, meu marido veio com um papo de que precisava passar na casa da minha mãe pra pegar alguma coisa:

– tá bom – eu disse – então sobe lá que eu fico no carro.
– não, você precisa vir junto pra me ajudar.
– ajudar no quê? – eu já perguntei, desconfiada.

quando subimos, as suspeitas se confirmaram: chá de bebê surpresa!
aquilo foi um alívio tão enorme pra mim! lá estavam reunidas pessoas que eu tanto gosto.. meu coração se encheu de alegria! e confesso que logo em seguida eu pensei em todo o trabalho que deixei de ter… ufa!

 quase perdi um momento tão importante por conta daquele cansaço que bate no último trimestre que só quem já esteve grávida sabe como é.
rimos, comemos, celebramos e até hoje sou eternamente grata pela atitude tão linda das minhas amigas, mãe e marido.

até ter meu primeiro filho eu jurava que seria daquelas super mães que fazem todas as festinhas e eventos em casa, com minhas próprias mãos. mas o tempo (ou a falta dele) me ensinou que delegar tarefas e descentralizar algumas coisas que idealizamos pode ser extremamente libertador e até uma forma de cuidarmos de nós mesmas.

 um hotel em são paulo teve a ideia de disponibilizar seu restaurante para realizar eventos como o chá de bebê. é o Hotel TRYP Jesuíno Arruda e o chá acontece no restaurante Novedad.
estive hospedada lá na semana passada e posso dizer que tudo que servem no restaurante é muito gostoso, além de ser um espaço bem reservado e agradável.
o buffet do chá conta com mais de 50 variedades em seu cardápio e recebe grupos de 25 a 70 pessoas. a decoração fica por conta do cliente, mas, do jeito que eu sou, nem esquentaria com isso porque o simples fato de ser em um restaurante já é um charme à parte.

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local
: TRYP Jesuíno Arruda/Restaurante Novedad – Rua Jesuíno Arruda, 806 – Itaim Bibi – São Paulo.
observações: grupo mínimo de 25 pessoas. necessário efetuar reserva com 72 horas de antecedência, sujeito à disponibilidade.
informações e reservas: (11) 3704-4400 – aeb.jesuino@tryphotels.com.br

selo matrioska 

categorias: chá de bebe, para gestantes, publicidade

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18 de novembro

1 ano e 5 meses de constança

por luíza diener

venho pensando que provavelmente esse é nosso penúltimo post de desenvolvimento mensal da sansa. quando ela completar 1 ano e meio, pretendo diminuir a frequência.
o desenvolvimento dela continua a pleno vapor mas, conforme os bebês crescem, não é mais aquele festival mensal de novidades.
só que pequenas coisas da sansa mereciam ser registradas e, pra mim, fazem valer o post inteiro:

  • tem 14 dentes, quase 16. os caninos inferiores já apareceram e agora os de cima estão tão marcados que devem surgir nos próximos dias. ufa! agora praticamente só faltam 4 dentes!
  • mudinha comunicativa - se comparada ao irmão, sansa não é exatamente o tipo de bebê tagarela, mas ela se vira apontando, acenando, fazendo seus barulhos e comunicações monossilábicas que podem não significar nada pra alguém mais desatento, mas na verdade significam muito pra quem a observa com mais afinco.
  • sim, sim, não, não – é muito engraçado quando a gente pergunta uma coisa pra ela e ela faz sim ou não com a cabeça.
    ex: “sansa, gosta do horário de verão?” - sim sim sim com a cabeça. “quer que o papai saia pra trabalhar?” não não não com a cabeça.
    às vezes perguntamos coisas meio nonsense só pra rir da reação dela, mas na maioria das vezes ela realmente está emitindo sua opinião a respeito de alguma coisa.
  • não não, não não – quando faz alguma coisa errada e damos uma bronca, ela olha bem sério pra gente e faz um nãozinho com o dedo. difícil é não rir nessa hora
  • sapato > papai – até um dia desses sua obsessão infinita eram os chapéus. tudo virava chapéu e a palavra papá servia pra indicar, por ordem de importância: papai > chapéu > sapato. a palavra continua valendo, mas a ordem de frequência agora serve pra sinalizar sapato > papai > chapéu, sendo sapato empregado em praticamente 66% das vezes em que ela fala papá.
    o negócio é que, seguindo sua lógica, não apenas ela tem que calçar sapatos, mas a gente também. toda vez que encontra um sapato meu, por exemplo, dando sopa por aí, ela vem com os dois em direção ao meu pé e só se dá por satisfeita quando eu tiver calçado ambos. o mesmo se repete pro pai e pro irmão. ainda bem que tov não usa sapatos!
  • dancinha da vitória – quando muito feliz, especialmente após comer algo que gosta muito, ela faz a dancinha da vitória, sacolejando o corpo e balançando o ombrinho.
  • mil caretas por segundo –  de repente ela ataca e faz um milhão de caretas. parece que não sabe qual expressão facial usar, então tenta várias até chegar na que surte em nós a reação por ela desejada.
  • comendo de colher e bebendo no copo – quem viu o vídeo dela comendo de colher e se comportando como um verdadeira lady de downton abbey? agora ela deu pra beber sozinha no copo. de cristal. ainda filmo pra vocês, se ela não começar a dançar e fazer careta quando ver a câmera.
  • desembestou a imitar nossa fala – eu até arriscaria a dizer que ela atacou no falatório, só que ela só repete nossa fala e ainda não incorporou certas palavras ao vocabulário dela.

agora, melhor que qualquer coisa que eu possa escrever sobre nossa querida sansa lee, é esse vídeo ma-ra-vi-lho-so dela! ahahahahaha!

categorias: desenvolvimento do bb, mês 12-18

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17 de novembro

feliz primeiros dias

por luíza diener

sansera

no post da semana passada eu falei sobre 10 coisas que mudam na sua vida com um recém nascido. de fato, parece que o primeiro mês é o mais caótico, especialmente para as mães e pais de primeira viagem. a gente não sabe ainda o que significa aquele choro do bebê, se ele está com fome, frio, cansado, agitado e sempre bate aquela insegurança: “será que eu estou fazendo o que é certo?”.
os blogs de maternidade e as conversas com outras mães foram meu refúgio e acalanto em momentos cruciais, especialmente porque ouvir mulheres experientes me ajudou a ver que eu não era a única a me sentir daquela maneira.

quando eu assisti esse vídeo, me vi em várias falas dessa mãe:

ela reforça justamente o que eu tinha escrito no outro post sem nem ter ainda visto o vídeo: “muda o cheiro da casa (…) muda o som da casa, você pensa na altura da voz, se isso não vai acordar o seu bebê (…) você sempre pensa como o bebê pode estar enxergando uma conversa que você está tendo com seu marido (…) e muda também a nossa postura”.

esse e outros vídeos fazem parte da série feliz primeiros dias, um canal no youtube da linha Huggies Recém Nascido, que conta com o depoimento de mães e especialistas sobre o cuidado com os bebês.
assistir os vídeos da série me trouxeram empatia e identificação com as outras mães, além de ter encontrado dicas interessantes de especialistas sobre amamentação, sono, gravidez, banho e troca de fraldas, cólicas, volta ao trabalho e eventuais medos e inseguranças que os pais sentem nessa nova fase de vida.

você pode assistir todos os vídeos e conhecer a nova linha Huggies Recém Nascido no site

www.huggiesturmadamonica.com.br/linha-recem-nascido

ou acessar o canal deles no youtube.

na página de huggies você também encontra a nova linha de produtos desenvolvidos especialmente para recém nascidos. são todos feitos com ingredientes suaves e testados dermatologicamente para não agredir a pele sensível do bebê: toalhas umedecidas macias, sem fragrância e fórmula 98% à base d’água; fraldas RN, com cobertura externa com toque de algodão e respirável e um sistema de absorção para retenção do cocô líquido; além do sabonete em espuma que não irrita os olhos, pode ser aplicado diretamente no bebê da cabeça aos pés e vem numa prática embalagem pump. confira!

selo matrioska

categorias: Tags: psicologia autodidata introspectiva, publicidade

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14 de novembro

o presente de aniversário mais fofo dos últimos tempos

por luíza diener

ernst berlin deu à sua esposa, agnes, o presente de aniversário mais fofo dos últimos tempos. ele chamou 23 artistas diferentes para reproduzir fotos de sua família, que inclui ele, ela e seu bebê, de 8 meses.

emoldurou cada obra e colocou na parede do quarto deles. quando chegou com a esposa no quarto… surpresa!
confira os trabalhos abaixo e não deixe de ver o vídeo, no fim do post, com a reação de agnes ao ver seu presente.
é emocionante.

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categorias: Tags:, , , para mães, para papais, vídeos

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11 de novembro

sem filhos, sem marido, sem celular

por luíza diener

ovelha vaga

ontem à noite foi o chá de panela de uma amiga muito, muito querida, de uma amizade que vem desde a adolescência (te amo, banha!). tava marcado pra 19h30 e eu, pra variar, me atrasei. apenas duas horinhas e tá de boa, né?
afinal, eu tinha que dar mamar pra sansa e deixar ela bem dormindinho aqui em casa. amamentei, me arrumei em cinco segundos e lá fui eu, tranquilaça, curtir um pouco com as amigas.
tchau, prinz! qualquer coisa liga no meu celular! – e saí, despreocupada.

é engraçado esse negócio de ter filhos. uma outra amiga estava lá com seu bebezinho de 4 meses que tentava dormir e tudo que eu pensava era “gente, fala baixo! vai acordar o bebê!”. até cheguei a falar isso pra uma amiga empolgada que falava quase gritando. mais tarde o bebê já tinha ido embora e eu continuava preocupada com os barulhos excessivos achando que alguém iria acordar. força do hábito, de quem passa o dia inteiro com uma casa cheia de gritos e choros de criança, mas à noite faz um silêncio sepulcral e mal dá a descarga na privada com receio de acordar a pirralhada.

em algum momento da festa resolvi tirar uma foto de algo que tinha achado legal, pra mandar pra minha irmã no whatsapp. fui na bolsa e… cadê meu celular? não achei. procurei no meio do sofá, no chão, perguntei pra filhinha de uma amiga se ela tinha pegado. fui no carro, procurei em cada buraco.. ah! devo ter deixado em casa!
quando subi, pedi a uma amiga:
- me empresta seu celular? quero tirar umas fotos.
– claro! toma aqui.
clique.. clique..
– posso mandar pro meu whatsapp do seu?
– claro, loirinha, fica à vontade.
clipezinho, seleciona, seleciona, aviãozinho.
….

- eita! tenho que avisar pro hilan que estou sem celular! pera aí que eu vou ligar pra ele.

número, número, número… tuuu…. tuuu…
– alô?
– oi, prinz! tô sem meu celular. ou eu esqueci ele em casa ou perdi em algum lugar.
– eu percebi. tá aqui em casa.
– ah, tá bom. qualquer coisa me liga aqui no celular da outra lu, tá?
– tá, beijo.

e lá fui eu voltar pro conversê co’as amigas.
quando a comida acabou, tomamos chá. quando o chá acabou, ajudamos a arrumar a bagunça da festa. quando a festa acabou, descemos pra guardar as coisas nos carros. quando guardamos as coisas, ficamos conversando no estacionamento. a anfitriã conversou, subiu pro apartamento dela e continuamos conversando. até me ocorreu que nossa conversa poderia incomodar alguns vizinhos, que é algo que acontece comigo todo santo dia, mas naquele dia eu não era a mãe que tentava fazer os filhos dormirem: eu era a conversadeira do estacionamento. abaixei um pouco o tom da voz, mas me senti adolescente de novo. esse nosso grupo de amigas tinha tudo em comum 11 ou 12 anos atrás, mas o tempo passou, algumas casaram, outras não. algumas tiveram filhos, outras não, e a vida tomou seu curso.
mas, ali, éramos apenas nós reunidas outra vez, rindo e jogando conversa fora.
não vi a hora passar (afinal, estava sem celular) e só fui embora quando todas se dispersaram ao mesmo tempo.
beijinho, beijinho, tchau tchau!

cheguei em casa e me deparo com o marido capotadão no sofá. dei oi, dei beijo e ele continuou dormindo. a casa em perfeito silêncio, coisa tão rara por aqui. olhei no relógio da cozinha: vai dar 1h da manhã.
levei o tov pra passear, voltei. comi alguma coisa, achei meu celular no sofá, debaixo do pé do marido. 92 mensagens no whatsapp. li, respondi, mandei as tais fotos pra irmã e ficamos conversando. cutuco o hilan e ele vai pra cama.
depois de muito papo, sansa acorda pra mamar. já era quase 2h da manhã. enquanto ela mama, vejo que hilan postou algumas coisas no facebook do blog:

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na hora que li já morri de rir. mas mais engraçados foram os comentários. selecionei alguns:

ato falho é o novo “foi de propósito”?
– kkkkkk! acontece! aposto que ela está mais preocupada e vai chegar mais cedo. kkk
– boa sorte sozinho com os dois! se fosse o meu marido, ele iria atrás de mim com as crias (tenho 3: cinco anos, três anos e 11 meses)!!!
– ahh o subconsciente……
– tenho certezaaaa que não foi proposital!!! aquele post que ela tirou alguns minutos pra ela, lavou o cabelo, tomou banho sossegada, depilou calmamente e saiu meeeega preocupada e culpada de estar abusando de vc! kkk e vc e a sansa dormiam em paz :)
– por que nunca pensei nisso?!
– duvido que não pegue o tel de uma amiga , se precisar de algo liga para esse número…. coisas de mãe!!

foi aí que ele criou a enquete:

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aconteceu uma mistura de a + c, mas mais uma vez eu ri dos comentários:

-  alguma amiga do chá vai ler aqui e vai avisar ela que esqueceu o celular! 
F, volta pra pegar celular e depois ir pra festa tirar varios selfies e por insta! kkkk
- A) por mais distraída que ela seja, uma mãe/blogueira jamais “nem se dará conta que esqueceu o celular”..
– acho que ela não liga! eu pelo menos nunca ligo, tenho medo de acordar os pequenos, chegaria mais cedo. então baseado nisso é a opção B. haha
– B + D :) + ela vai ficar se culpando forever tardinha.
– hilan,,não estou torcendo contra você, longe disso, mas tô de dedos cruzados para que a luiza nem se dê conta de que esqueceu o celular e aproveite baaaastaaaanteee o “vale-night”!!!
sinceramente, se fosse eu, pediria um celular emprestado, ligaria para avis
ar que estou sem o meu telefone e continuaria na festa, numa boa e sem culpa nenhuma pq confio no marido cuidando da minha bebê. mãe também precisa se divertir sozinha, sem se preocupar com os filhos e sem sentir culpa. e tenho certeza absoluta que você,como ótimo pai e marido, não ia querer que ela perdesse essa chance de se divertir “cazamiga”, néam…
– A ou B, mas sem dúvidas ela imaginará como seriam a C e a D
– eu torcer p letra D é muita sacanagi? kkkkkkk

muita gente votou em A – pegar o celular de uma amiga e ligar – mas mais gente votou em um combinado de C + D – chegar tarde sem se dar conta de que esqueceu o celular e os dois acordarem ao mesmo tempo.
foi engraçado ver algumas mães achando que eu sou super coruja/protecionista/quase centralizadora e outras querendo mesmo ver o circo pegar fogo (huahuahua! sou dessas!).

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você consegue, querido. consegue sim. vamos ver o que nossas especialistas no assunto têm a dizer sobre isso:

- e como a luiza consegue, moço? hehehehe
– enquanto tomo banho sempre escuto o filho chorar, me chamar, cair da cama, alguém entrar em casa e levarem ele hahahaha.
– bem vindo ao mundo das mamães
–  tomar banho??? isso não existe depois dos filhos, o certo é se limpar kkkk
–  porta aberta, ue… é assim que mãe sobrevive
– eu uso babá eletrônica pra tomar banho.
– banho? mãe toma banho? olha, nesse momento vc não precisa de banho…
– pois é hilan. terá de esperar ela chegar.

quando eu falo que tenho um marido exagerado, ninguém acredita. obrigada, mães, pelo reforço!

cel04

-  haaaaaahahahhaa! juro que tb ouço mt coisa enquanto tomo banho e o pequeno dorme, maaas não saberia ser tão clara quanto vc.
- kkkkkkkk…..acontece comigo tb… ouço tanta coisa e quando desligo o chuveiro não é nada, aquele silencio reina!!!
–  é o famoso banho tcheco. tcheco, tcheco e cabô!
– kkkkkkkk… morro de rir com as postagens do hilan! #paizão
– hihi. pouco exagerado… e eles não acordaram até a mãe voltar? muita sorte, hein…
– luiza tem que sair mais kkk

hilan é exagerado, mas tem bom coração. ele cuida desses meninos com os pés nas costas (apesar de depois sempre reclamar que tá cansado, que foi difícil, etc).
to pensando em, quando sansa desmamar, viajar por uns três dias e deixar ele sozinho com os dois. o que acham?

 

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05 de novembro

bifes

por hilan diener

Grilled-Pepper-Steakhead_paterno

essa história aconteceu com um amigo de um amigo meu. dia desses esse amigo de um amigo meu havia saído do trabalho para ir almoçar em casa, coisa que faz todos os dias. quando chegou, ele percebeu que não tinha nenhuma alma viva em casa. a esposa tinha saído e ficou de aparecer por aquela hora. deu uns dez minutos e a sua mulher chega em casa toda feliz, com uma sacola plástica de açougue num braço, a filha na outro e o filho mais velho logo atrás, arrastando a mochila da escola. logo ele pensou no maravilhoso filé que comeria em breve, no almoço, mas alegria de pobre dura pouco.
na verdade o saco não era do açougue.
ela trazia consigo duas placentas. sim, a mulher desse amigo de um amigo meu tinha uma amiga que havia acabado de parir gêmeos e, na visita aos bebês no hospital, calhou de fazer um favor para a recém parida ao levar as duas placentas pra casa, para que maria clara – mulher do dr. breno e uma especialista em fazer cápsulas de placentas – pegasse as placentas depois. sim, isso existe. eles pegam a placenta, batem num liquidificador especial e transformam tudo num pozinho mágico (ou pelo menos é assim que eu sempre imaginei que acontece). esse pozinho é colocado dentro de cápsulas pequenas, uma a uma. o bife, digo, as placentas eram tão grandes que deram um total de 250 cápsulas. um arsenal de energia e magia (que contagia) melhor que redbull.
como a mulher desse amigo de um amigo meu já tinha feito a mesma coisa com a placenta dela, ele nem estranhou muito. apenas riu e a sua mulher rapidamente foi guardar o pacote especial no congelador, enquanto o pessoal das cápsulas não chegava para pegar a matéria prima.

o almoço ficou pronto e todo mundo comeu (era frango).
todos satisfeitos, as crianças tomaram banho e foram pra cama. a mulher desse amigo de um amigo meu se despediu do marido – que voltaria para o trabalho – e entrou no quarto para amamentar a filha, mas antes dele sair o telefone toca:

- alô?

- oi é o breno.

- oi, breno, tudo bem?

- tudo, a sua esposa ta aí? combinei com ela de pegar uma coisa aí agora de tarde.

- ahh sim! ela tá sim. pode passar.

- obrigado! tchau.

 

depois que desligou o telefone, esse amigo de um amigo meu mandou uma mensagem no celular da esposa:

 

marido diz: ligaram aqui..

mulher diz: foi o breno, né? eu ouvi. pensei que ele só viesse mais tarde. assim que eu amamentar nossa filha, já deixo tudo separado. peço para subirem, porque as crianças estarão dormindo. o meu medo é só de não caber no carro dele.

marido diz: no carro? por que não caberia no carro?
mulher diz: porque é enorme, né? e eles estão com um carro alugado, que creio que seja pequeno e não vá caber tudo. já estão com o porta malas cheio de outras iguais a essa.

marido diz: sério?
mulher diz: sério. e ainda tem o bebê. estão levando um bebê também no banco de trás

marido diz: bebê? que bebê? de quem é esse bebê?

mulher diz: deles, ué!

marido diz: mas tadinho! por que eles fariam uma coisa dessas?
mulher diz: do que você tá falando??
marido diz: do pozinho! das cápsulas! da placenta! do.. do… do bebê :’(

mulher diz: pera aí! você não falou com o breno?

marido diz:  sim, com o dr. breno!

mulher diz: não foi o breno marido da minha prima magali não?

marido diz: não, foi o dr. breno e….


mulher diz: ahn?

marido diz: gente! será que eu falei com o breno, primo da magali?

mulher diz: breno marido da minha prima magali, você quer dizer.

marido diz: isso! será que não foi o dr breno, e sim o primo breno?

mulher diz: marido da prima.. enfim, por que cargas dágua o dr breno ligaria pra mim pra combinar alguma coisa?

marido diz: sei lá, ele não é marido da maria clara, aquela placenteira de mão cheia? ouvi dizer que chamam ela de tinker bell das placentas.

mulher diz: ow, tá doidão, é? a maria clara só vem à noite. o breno e minha prima magali que devem vir agora. eu combinei de devolver uma mala da nossa tia pra ela, mas eu tava com medo de não caber no porta malas do carro. e vou aproveitar pra conhecer a filhinha deles, que nasceu já tem um mês.

marido diz: ahhhh… então… O BEBÊ ESTÁ SALVO??

 

e quase que o dr. breno leva a mala para virar pozinho e o primo breno leva a placenta no porta malas. ô vida.

 

 

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categorias: para mães, para papais, um pouco de humor

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