20 de outubro

tá calor, tá calor!

por luíza diener

que quentura dos infernos tem estado essa brasília de meu deus!
chega uma hora que bate um desespero sinistro, a gente começa a delirar, clamando por misericórdia. com criança é ainda pior, porque eles ficam irritados, começam a se estapear, babar e rolar no chão.

nessas horas o jeito é apelar pra nossa super piscininha que compramos no mercado e ser feliz. quer dizer, eles ficam lá se esbaldando e eu.. bem, eu pego a câmera e filmo, né?

categorias: brasília, constança, vídeos

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15 de outubro

16 meses de constança

por luíza diener

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1 ano e 4 meses! é fofura atrás de fofura!
então vamos nessa registrar o que se passou no último mês:

  • está com quatro dentes a caminho (os caninos) e pela primeira vez eu começo a acreditar de verdade no colar de âmbar. são 4 gengivas inchadas, prontas pra romper a qualquer momento e ela tá de boa na lagoa, suave na nave, como se aquilo não fosse com ela. quando nasceram os primeiros molares também foram quatro de uma vez, mas ela estava sem o colar e eu lembro bem do sofrimento que foi: reclamações, inapetência, febre, mastigava tudo que via pela frente e várias noites sem dormir. vamos esperar os próximos molares usando o colar pra eu contar pra vocês se o negócio funfa mesmo.
  • não é mais novidade pra ninguém, mas eu queria deixar bem registrado aqui que ela já anda de verdade. aproveitando pra contar como as coisas ficaram desde seus primeiros passos, agora ela resolveu tentar correr, mas ainda não consegue. acelera o passo pra acompanhar o irmão ou chegar logo num lugar que ela queira, mas não dá conta e cai com as mãos no chão. levanta, vai com tudo e cai de novo. aí a música tema dela virou “cai, levanta, vai de novo até conseguiiiir“. se cai e reclama a gente já canta pra ela e ela distrai. benjamin especialmente gosta de cantar e é bonitinho ver como ele admira a superação dela. serve, inclusive, de encorajamento pra ele.
    e desde que pegou confiança na caminhada, cada vez mais quer descer pro chão pra explorar. tem ficado mais ousada e mais futriqueira também. se antes mexia só nas coisas daqui de casa, agora também se arrisca em ambientes novos. nada que me deixe de cabelos em pé, mas agora a atenção é redobrada. eu agradeço de coração que ela tenha demorado um pouquinho mais pra andar, porque nisso eu ganhei uns meses de sossego. mesmo assim ela continua sendo bastante coleira, no sentido de gostar de ficar no colo. eheheheh!
  • não gosta muito de comida salgada, mas gosta da nossa comida salgada. então, se quero fazer com que ela coma alguma coisa, roubo do prato do irmão ou peço pra ele mesmo entregar pra ela. sucesso garantido, pelo menos nas três primeiras vezes.
  • apesar de usar uma palavra para sinalizar várias coisas diferentes (e a gente ter que se virar tentando adivinhar o que ela quer dizer), ela tem gesticulado e indicado bem o que quer. mostra, aponta, faz gestos: aponta pra boca aberta quando quer comer, esfrega uma mão na outra quando quer lavar as mãos e, um dia desses, foi pedir um brinco da minha mãe pra usar como anel e apontou primeiro pra orelha e depois pro dedinho.
    mas o gesto mais fofinho é quando ela quer colo: bate palminha e junta as duas mãos com as palmas viradas pra gente, como quem pede uma coisa pequena, mas na verdade quer o colo.
  • pra dormir ela canta “naaaanaaaa, naaaanaaaaa” e isso tem sido o melhor dos indicadores de sono.

 

suas tagarelices infinitas cada vez mais ganham consistência e parecem fazer mais sentido, bem como suas músicas. com isso eu não poderia deixar de contar sobre seu vocabulário:

  • má – tudo que ela quer pedir relacionado a comida. pode ser para pedir mais ou para pedir algo que ela ainda não comeu. serve também pra pedir pra mamar.
  • ábu – água. sai muitas vezes com o b quase mudo: áb. também pode ser pra pedir suco ou qualquer coisa que estejamos bebendo (ai de mim se for café. ela faz um escândalo sem nem saber o que eu tô bebendo, pelo simples prazer de pedir algo que é nosso).
  • orrrr – porco ou qualquer outro bicho. na verdade se assemelha ao som que o porco faz, mas com o “o” quase inexistente e o rrrr bem arranhado com a garganta.
  • papá – papai ou chapéu ou sapato.
  • papai/papaiê – papai.
  • mamain/mamainhê – mamãe.
  • maumm – pão. ou mão.
  • versão corpo humano:
    • naná – nariz
    • ôl – olho (fala um ô seguido de um l mudo, com a língua enrolada em direção à garganta).
    • ú – umbigo (também enrola um pouco a língua pra falar, mas não tanto).
    • du-dú – o bumbum. mas pode ser bochecha também (depende de pra onde ela aponta).
    • maumm – mão. ou pão.

categorias: constança, desenvolvimento do bb, marcos importantes, mês 12-18, para bebês

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13 de outubro

carta aos meus filhos

por luíza diener

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para benjoca e sansa, meus grandes amores:

filhos, hoje escrevo essa carta a vocês primeiro para agradecer por simplesmente existirem na minha vida. a chegada de vocês mudou completamente quem eu sou, me trouxe mais amor, mais compaixão e uma vontade imensa de lutar por um mundo melhor.posso dizer que a maternidade define muito do que sou hoje e isso nunca vai mudar, mas queria contar a vocês um pouco mais sobre quem é a luíza, além da mamãe que vocês conhecem.

desde criança eu sabia o que queria ser quando crescesse: veterinária. eu gostava muito de bichos. muito mesmo! já levei vários bichos da rua pra casa e nunca entendia por que minha mãe não deixava eu ficar com nenhum deles.
cresci, virei adolescente e comecei a estudar para entrar na faculdade de veterinária. não consegui. tentei de novo, não consegui de novo. aí resolvi estudar árvores e entrei pro curso de engenharia florestal. era muito legal, mas não dei conta de terminar o curso, provavelmente porque não me imaginava fazendo aquilo. aí decidi que queria adestrar cachorros e ter um canil na minha casa. também não deu muito certo. tudo o que eu mais queria era ter muitos bichinhos perto de mim, mas acabou que os únicos bichinhos que eu tive assim, de montão, foram os de pelúcia.

hoje vocês olham pra mim e me veem com esse cabelão meio loiro, meio castanho, mas sabia que eu nem sempre fui assim? já tive cabelo vermelho e castanho escuro também. ah, e já tive cabelo bem curtinho, menor que o de vocês e até menor que o do papai.

antes de ter vocês, eu dizia que se eu tivesse um filho menino o nome dele seria vicente ou tomás e se tivesse uma menina, com toda certeza se chamaria catarina. mas quando vocês nasceram, achei que o nome não combinava com vocês e papai e eu acabamos mudando de opinião.

também desde muito pequena eu tinha um sonho de aprender francês. na verdade eu ainda tenho, mas não sei muita coisa além de bonjour, bon nuit e je t’aime. também comecei a estudar hebraico junto com o pai de vocês e, no primeiro apartamento que moramos, eu escrevi – com uma caneta de tinta especial – em todos os azulejos das paredes da cozinha palavras em hebraico com o significado escrito em português, pra eu não esquecer as coisas que aprendi.
tudo porque eu queria muito conhecer a frança e também israel. quem sabe um dia nós possamos ir todos juntos para lá!
já fui apaixonada por tartarugas e animais marinhos e até fiz curso de mergulho e fui beeeem fundo lá no mar, pra ver uma embarcação afundada, que acabou virando a casa de muitos peixes e outros bichos.
estudei música por muitos anos. vocês sabiam que eu aprendi a ler uma partitura antes mesmo de aprender a ler de verdade? e que aprendi a tocar flauta e piano, instrumento que até hoje tenho vontade de voltar a estudar?
também tinha um sonho de ser bailarina. a música e a dança são duas coisas que mexem muito comigo, me dão uma vontade de sair voando e me fazem acreditar que a vida é mais divertida e colorida com elas.

na minha cabeça eu tenho muitas vontades, muitos sonhos, muitas coisas que acho tão legais e gostaria de realizar todas elas, mas aprendi que nem sempre dá pra fazer tudo ao mesmo tempo e que a vida é muito comprida e, se tem algumas coisas que eu não posso viver agora, tudo bem. posso esperar para depois.

tudo isso é muito lindo e me traz muita, muita alegria, mas eu ainda não contei qual foi o maior de todos os meus sonhos: ter vocês. sempre, desde muito nova, quis ser mãe. só de lembrar de vocês meu coração sorri e eu até tenho vontade de chorar por causa do tamanho da gratidão que eu tenho a deus por ter vocês dois. vocês três, com o papai. vocês quatro, com o tov. vocês cinco ou seis, se o papai do céu quiser que eu tenha mais filhos.
vocês são o maior presente que eu poderia ter e eu não trocaria a nossa família por nada nesse mundo.

* * *

fazer essa carta aos meus filhos foi um exercício interessante e ao mesmo tempo desafiador, pois ser mãe atualmente é o que mais me define como pessoa acima de qualquer outra coisa, mas não anula a luíza que eu sou.
enquanto escrevia essa carta, não pude deixar de pensar na minha mãe e nas escolhas que ela fez pelo nosso bem. pra mim ela sempre foi apenas mãe e eu não a enxergava de outra forma. mas quando passei a olhar bem, pude ver como ela é uma mulher incrível em tantas outras áreas: uma profissional competente, uma ótima filha, uma mulher extremamente inteligente e criativa, mas que em muitos momentos abriu mão de tantas coisas por priorizar as necessidades de suas filhas. aí minha gratidão também se volta a ela, que me ensinou e continua ensinando a ser uma pessoa muito, muito melhor.

que tal tentar pensar também na sua mãe como alguém além desse papel materno?aproveite esse momento para compreender algumas de suas posturas e atitudes e reconhecer que muitas vezes as mães abrem mão de qualquer coisa por seus filhos, por mais que demoremos a perceber isso.
escreva nas redes sociais usando #AmoComoVocêAma, compartilhe esse texto ou homenageie sua mãe clicando aqui: www.amocomovoceama.com.br

{esse post faz parte da ação #AmoComoVocêAma, um movimento de Comfort para mostrar que não importa as falhas e defeitos de nossas mães; a gente ama o jeito que elas nos amam. também apoiam essa causa as mães Shirley (www.macetesdemae.com), Camila, Mariana e Patrícia (www.mundoovo.com.br)}

selo matrioska

categorias: amor, publicidade

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10 de outubro

o que as crianças pelo mundo comem no café da manhã

por hilan diener

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Koki Hayashi, de 4 anos, Tóquio

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Viv Bourdrez, de 5 anos, Amsterdam

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Tiago Bueno Young, 3 anos, São Paulo, Brasil

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Doga Gunce Gursoy, 8 anos de idade, em Istambul

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Birta Gudrun Brynjarsdóttir, 3 ½ anos, Reykjavik, Islândia

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Aricia Domingas Ferreira, 4 anos de idade, e Hakim Jorge Ferreira Gomes, 2 anos de idade, São Paulo, Brasil

 

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Saki Suzuki, 2 ¾ anos, Tóquio

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Oyku Ozarslan, 9 anos, Istambul

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Emily Kathumba, 7 anos, Chitedze, Malawi

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Nathanaël Witschi Picard, de 6 anos, Paris

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Phillip Kamtengo, 4 anos de idade, e Shelleen Kamtengo, 4 anos de idade, Chitedze, Malawi

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via: NYT

 

categorias: alimentação, criança, fotos

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09 de outubro

primeiro sapato para os primeiros passos

por luíza diener

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mês passado sansa começou a dar seus primeiros passos e desde então não parou mais. foi lindo e emocionante. até hoje me pego surpresa ao ver esse toquinho de gente zanzando para cá e para lá.

só que, até que ela iniciasse suas andanças, a bichinha só vivia descalça pra cima e para baixo, inclusive pra sair. não que isso ainda não aconteça, mas agora que descobriu o mundo ela quer ficar muito mais no chão e muito menos no nosso colo não apenas em casa, mas em diversos lugares na rua. se o ambiente for limpo e seguro, o chão não estiver muito quente nem muito frio, deixo ela descalça sem problemas. mas tem horas que não dá e não adianta conversar com ela e explicar “é pro seu bem que você vai ficar no colo, filha!”.
por isso, diante dessa conquista, nos vimos também diante de uma nova necessidade: proteger os pés da pequena.

coincidência ou não, na semana seguinte aos seus primeiros passinhos, ela ganhou não apenas um, mas três pares de sapatos novos. sem querer desdenhar, mas achei dois deles muito duros, anti anatômicos e me questionei seriamente se eles eram indicados para a idade e momento de vida da nossa pequena.
em contrapartida, outro deles era lindo, clássico, elegante e aparentemente muito confortável e macio.
dei uma pesquisada básica e resolvi trazer aqui algumas características importantes para o primeiro sapato para os primeiros passos do bebê:

  • a primeira coisa que deve levar-se em consideração é que quanto mais tempo descalço, melhor. andar descalço ajuda o bebê a encontrar seu próprio equilíbrio, a desenvolver corretamente a curvatura, coordenação e musculatura dos dedos, pés e pernas.
  • dê preferência a materiais naturais e respiráveis. de acordo com o clima, você pode optar por sapatos de lã, couro, algodão. eles não agridem os pés do bebê e ajudam os pequenos pezinhos a transpirar melhor. evite o máximo que puder sapatos de plástico e outros materiais sintéticos, pelo menos nesse começo.
  • não coloque sapatos nem muito frouxos, nem muito apertados no pé do bebê. um sapato grande demais pode atrapalhar o equilíbrio dos pequenos, causando tropeços e quedas e um sapato de tamanho muito exato pode gerar desconforto e até machucar o bebê. o ideal é medir o pezinho e dar uma folga de 1 cm a 1,5 cm da ponta do dedos do pé até a ponta do calçado.
  • uma meia pode ajudar. dependendo do material interno do calçado, pode ser necessário usar uma meia de algodão, inclusive no verão. a meia ajuda a absorver o suor e diminui o atrito do pé com o sapato. eu, particularmente, não gosto muito de meia (ui! infratora das regras!), por isso prefiro sempre um sapato que seja feito de couro macio por dentro e por fora. esse sapatinho dela absorve tudo, especialmente na palmilha. fica lindo com meia, mas é um charme à parte sem ela.
    sansapato
  • observe o tipo de ajuste. um tênis com cadarços, por exemplo, não é recomendado para a idade, pois pode desamarrar e o bebê tropeçar. sapatos com fecho de velcro são práticos e dão autonomia à criança, pois é fácil de abrir e fechar na hora de calçar, mas é bom ficar de olho pra ver se o velcro não se desgasta. os de elástico são bons, especialmente aqueles que têm elástico no calcanhar. facilita muito na hora de calçar e proporciona conforto.
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  • de olho na sola! digo que a escolha de um sapatinho para bebês andantes começa pela sola. pode ser lindo e atender a todos os requisitos mencionados acima, mas se a sola for rígida, bye bye! como o bebê está aprendendo a andar agora, ele precisa de um sapato que acompanhe suas passadas, que seja maleável e se adapte bem tanto ao pé quanto ao lugar onde se pisa. por isso o ideal é que a sola seja flexível, mas que apresente alguma resistência à derrapagem. ela também não deve ser muito grossa. assim o bebê tem o apoio que merece sem abrir mão do conforto e, principalmente, de sua saúde.
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ainda bem que sapatinhos como esses têm sido cada vez mais fáceis de se encontrar.
confesso que sapatos verdadeiramente bons costumam ter um preço salgado além da média. porém, se for colocar na balança, o valor acaba compensando, visto que é pelo bem dos nossos filhotes. uma postura errada agora pode desencadear em problemas que os acompanharão por toda infância, adolescência e até vida adulta!
prefiro, então, não arriscar e ter apenas dois sapatos bons a encher a sapateira (e os olhos) com o barato que sai caro.
e, vamos combinar, esse sapato é lindo e existem inúmeros modelos e marcas super encantadores.

esse da sansa veio da laranjeiras kids. sou cliente de lá (e amiga da dona) desde que benjamin era bebê (desde seu primeiro tênis).
lá você encontra sapatos lindos e confortáveis que vão começam no tamanho 15 e vão até o 27.

em nome dessa parceria, a laranjeiras kids oferece um desconto de 5% para as leitoras e leitores do blog, além de frete grátis acima de 199,00. o site também tem a política de troca e devolução e apresenta diversas formas de pagamento, todas elas feitas em segurança.

para obter seu desconto, basta inserir o código POTENCIAL GESTANTE na área de cupom, antes de finalizar sua compra.

conheça mais no site:

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06 de outubro

1000 posts!

por luíza diener

sabe esse post que você lê agora? é nosso milésimo post.
mil posts para abrir o coração, contar nossa vida, falar bobagem.
agradecemos a todos vocês, leitoras e leitores, que também fazem parte dessa história.

obrigada pela tualização!

categorias: 4 anos, benjamin, marcos importantes, toddler, um pouco de humor, vídeos

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02 de outubro

criando memórias

por luíza diener

amo como você ama

minha infância foi muito rica. lembro de detalhes marcantes como os lugares para onde viajamos nas férias ano após ano, o cheiro do quintal de casa ou onde ficavam os interruptores do nosso antigo apartamento.
também tenho lembranças marcantes dos meus pais, especialmente da minha mãe, com quem eu passava a maior parte do tempo: ela sacudindo o cabelo molhado após o banho e depois enrolando-o com uma toalha, como se fosse um turbante; meu pai brincando de ataque de cócegas ou tocando violão para a gente; o cheiro da cera que mamãe usava para se depilar ou da maquiagem que ela insistia em guardar, por mais que estivesse vencida.

fico me perguntando qual tipo de memória meus filhos terão de nós, e mais: volta e meia me pego fazendo coisas e pensando “será que o benjamin vai se lembrar disso?”. ele está bem em uma idade que eu já guardo uns lapsos da minha primeira infância. por exemplo, lembro do meu aniversário de 4 anos na garagem de casa, acompanhada de dois amiguinhos (anelô e johny. não me esqueço deles). será que benjoca se lembrará do seu, de pônei pirata, ou da sua primeira professora do jardim de infância?
se lembrará das panquecas que comemos aos sábados ou do sabor do bolo de cenoura que eu faço e ele tanto gosta?
ou pior, será que se recordará de algum dia em que estive muito brava e gritei com ele? porque na minha cabeça eu lembro dos meus pais como seres extremamente pacientes, apesar de falar para meus amiguinhos que minha mãe era muito brava.

às vezes penso que sou uma criadora das memórias dos meus filhos. tolinha.. eu e essa minha mania de querer controlar o que não está ao meu alcance!
por mais que eu mirabole tantas coisas, sei que isso não cabe a mim. claro que posso me esforçar para ser a melhor mãe que consigo, mas não dá para fingir ser alguém que não sou.
benjamin, constança e quem mais vier se lembrarão de mim da maneira peculiar como cada um deles me vê, não do jeito como me enxergo.
baseada nas minhas próprias memórias e, se tiverem a mesma sorte que eu, torço para que sejam de coisas tão doces, lindas e fantásticas como as que eu tive!

* * *

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que tal contar para a sua mãe suas pequenas lembranças de infância com ela e que fazem parte de uma linda memória? escreva nas redes sociais usando #AmoComoVocêAma, compartilhe esse texto ou homenageie sua mãe clicando aqui: www.amocomovoceama.com.br

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categorias: Tags:, criança, psicologia autodidata introspectiva, publicidade

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outubro

grávidas em ação

por hilan diener

Imagem-Flickr-stuandgravy-via-Creative-Commons1

 

 

gravidez não é doença! mulheres grávidas podem fazer coisas incríveis. duvida? então veja essas fotos:

ATENÇÃO: algumas práticas dependem se pessoa já tem preparo físico e o hábito da prática esportiva (sempre com acompanhamento médico). se a pessoa nunca fez essas coisas, não vai começar justamente quando está grávida. né?

 

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01 de outubro

para continuar amamentando

por luíza diener

sansa mamando 4 meses

que o leite materno é o melhor e mais completo alimento para o bebê nos seus primeiros meses de vida não é novidade. acho que ninguém discorda disso.
mas muitas coisas acontecem no meio do caminho que podem conduzir a um desmame precoce nos bebês.
a organização mundial da saúde (OMS) preconiza o aleitamento materno até 2 anos de idade ou mais, além da amamentação exclusiva e em livre demanda nos seis primeiros meses de vida do bebê.

peço a cada um que agora me lê que estude com carinho tudo que vou falar a seguir, que é baseado em evidências científicas, não no que eu acho ou na minha pouca experiência amamentando dois filhos, ou no que disse minha mãe, tia, irmã, avó.

primeiramente é importante conhecer (ainda que resumidamente) as vantagens da amamentação tanto para a saúde dos bebês quanto para das mães:
para bebês, a amamentação natural reduz os índices de mortalidade infantil; diminui a probabilidade de alergia e problemas digestivos nos primeiros meses de vida; auxilia no desenvolvimento cognitivo e psicomotor, entre outros benefícios.
para mães, fortalece o vínculo entre mãe e bebê; reduz a quantidade e o tempo de sangramento no pós parto, evitando hemorragias e anemias; promove contrações uterinas, ajudando a reduzir o tamanho do útero; acelera o metabolismo, auxiliando na perda de peso e na recuperação da forma física; diminui a incidência de diabetes, osteoporose, câncer de mama, de útero e de ovário, entre outros benefícios.

um estudo feito em são paulo com quase 600 mães apontou que 92% das mães que amamentavam sabia dos benefícios da amamentação, mas que ainda assim 86,6% dos bebês desmamou antes dos 6 meses de idade, sendo que a idade média do desmame foi de 3,3 meses. três vírgula três meses de idade, gente!
muitas vezes sabemos da importância e vantagens da amamentação mas, na prática, na correria, no trabalho que dá cuidar de um bebê, adotamos certas medidas que podem prejudicar a saúde de nossos filhos a longo prazo.

por isso gostaria de apresentar os fatores que levam ao desmame precoce com maior frequência:

  • “leite fraco” - muitas mães afirmam que o leite era fraco, que não sustentava, que o bebê chorava muito e que tudo melhorou quando ele tomou o complemento, um chazinho, um pouco de água. leite fraco é um mito! (para maiores esclarecimentos, recomendo a leitura deste texto. clique para ler)
  • problemas na amamentação – peito empedrado, posição incorreta durante a amamentação, fissuras no mamilo, infecções e outras intercorrências de saúde causam desconforto e muitas vezes a mulher evita amamentar por conta disso, o que diminui a produção de leite e em alguns casos pode até secar (clique aqui para mais instruções sobre uma pega correta durante a amamentação).
  • volta ao trabalho – às vezes, por falta de conhecimento ou de prática, muitas mães abandonam a amamentação ao voltarem ao trabalho.
  • introdução alimentar precoce – a OMS e o ministério da saúde são bem claros quanto à importância da amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida. a introdução alimentar (chás, leites artificiais, frutas, verduras, carne, águas, sucos, etc) antes disso favorece o desmame gradual e muitas mães, sem saberem, acabam afirmando que o bebê “largou o peito sozinho”.
  • uso de bicos artificiais – chupetas, mamadeiras, chucas, tudo isso pode confundir a pega do bebê e também acarretar em sérios problemas na infância e até na vida adulta (para se informar mais, clique aqui).
  • falta de apoio e instrução dos profissionais de saúde – essa, na minha opinião, é a mais séria, pois a maioria dos problemas relacionados à amamentação seria evitada se houvesse uma instrução de qualidade – baseada em evidências – sobre a amamentação desde o período pré natal e também na maternidade – após o nascimento do bebê e antes que mãe e bebê tenham alta do hospital – mas, principalmente, dos pediatras. muito se fala em consultório sobre sono e rotina (como se o bebê tivesse hora certa para mamar) e pouco se fala sobre livre demanda (que é deixar o bebê mamar quando quiser e por quanto tempo quiser).

segundo outro artigo científico que li e diante de muitas conversas que já tive com mães no período de pós parto, percebi que os incômodos da amamentação nos primeiros dias levam muitas mães a recorrerem a leites artificiais ou a usarem bicos de silicone nos seios e outros fatores que – a longo prazo – podem influenciar no desmame.
dentre tais incômodos, é muito frequente ouvir mães que tiveram fissuras no mamilo, o famoso “bico rachado”. e vou te falar: dói que é uma desgraça. às vezes sangra e fica tão, mas tão sensível, que só de encostar uma blusa de nada a gente já vê estrelas. imagina amamentar! se o problema não for resolvido logo, a tendência é piorar ainda mais e evoluir para um quadro clínico grave.
o mais importante é tratar as fissuras e insistir na amamentação, sempre corrigindo a pega e procurando a posição mais confortável para a mãe e o bebê. uma forma de fazer isso é usando produtos naturais que aliviam esse tipo de problema, como a pomada Millar, que é à base de lanolina anidra pura e não prejudica o bebê em caso de ingestão, podendo ser usada também como prevenção às fissuras.
busque sempre informação de qualidade e, se estiver insegura, procure o banco de leite da sua cidade para te ajudar, bem como grupos de apoio à amamentação.
pode até ser bonitinho pra algumas pessoas ver a reação de bebês comendo e bebendo outras coisas, mas espere a idade certa para que eles comecem a se alimentar.
acredite no seu leite e acredite em você! procure um médico de confiança e que seja alinhado com seus princípios.

e lembre-se: tudo tem seu tempo! as coisas ruins passam, mas as boas memórias permanecem. não desista daquilo que é mais essencial para o seu bebê: o seu leite!

***

este post teve um oferecimento de Millar – lanolina anidra pura, do laboratório Aché.
um produto desenvolvido especialmente para o tratamento de fissuras no mamilo, que não prejudica a saúde do bebê e que ajuda mães a continuarem nutrindo seus filhos com amor e leitinho materno.


selo matrioska

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30 de setembro

8 coisas bizarras que já foram usadas como anticoncepcional

por luíza diener

1 – egito (3.051 AC)

espermicida feito de esterco de crocodilo com mel, para passar láaaaa dentro depois da relação sexual.

8 coisas bizarras que já foram usadas como anticoncepcional

 

2 – europa (500 – 100 AC)

usava-se testículo de doninha durante o sexo (ainda tentando entender exatamente como ou por quê).

8 coisas bizarras que já foram usadas como anticoncepcional

 

3 – frança (anos 1600 DC)

beber suco de cebola como contraceptivo, já pensaram?
se funciona na prática, tenho certeza que não, mas com certeza deve servir pra afastar um pretendente.

8 coisas bizarras que já foram usadas como anticoncepcional

 

4 – grécia (800 a 600 DC)

água de ferreiro misturada com chumbo. esse mata a mulher antes mesmo dela pensar em virar mãe.

8 coisas bizarras que já foram usadas como anticoncepcional

 

5 – canadá (1534 a 1760)

testículos de castor macerados, misturados com whisky branco.
delícia!

8 coisas bizarras que já foram usadas como anticoncepcional

 

6 – europa (anos 1800)

acreditava-se que um dedal funcionava como uma espécie de diafragma.

8 coisas bizarras que já foram usadas como anticoncepcional

 

7 – ao redor do mundo

intestino de porco foi usado como camisinha por séculos.

8 coisas bizarras que já foram usadas como anticoncepcional

 

8 – américa (1960)

que pílula do dia seguinte o quê… nos anos sessenta, muitas mulheres achavam que jogar refrigerante dentro da vagina logo após o coito poderia prevenir uma gravidez indesejada.

8 coisas bizarras que já foram usadas como anticoncepcional

 

para quem quiser, tem também um vídeo com todas essas tosqueiras:

 

*atenção: este é um post de humor! não tentem fazer isso em casa! pode custar a sua saúde e até te render uma gravidez!*

por isso não custa ressaltar: façam planejamento familiar, usem métodos contraceptivos eficientes (camisinhas são gratuitas no posto de saúde!) e visite um médico com frequência

 (via buzzfeed)
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